Aripiprazol 15 Mg Comprimido Com Al Com 30 Zydus Brasil
Vendido e entregue por Maxi
ARIPIPRAZOL
15 MG
ARIPIPRAZOL
O aripiprazol é indicado para o tratamento de esquizofrenia e para episódios de mania e mistos associados ao transtorno bipolar tipo I, em monoterapia ou como terapia complementar com lítio ou valproato. Seu mecanismo de ação é desconhecido, mas acredita-se que tenha efeitos me…
ARIPIPRAZOL é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O aripiprazol é indicado para o tratamento de esquizofrenia e para episódios de mania e mistos associados ao transtorno bipolar tipo I, em monoterapia ou como terapia complementar com lítio ou valproato. Seu mecanismo de ação é desconhecido, mas acredita-se que tenha efeitos mediadores nos receptores do sistema nervoso central. A eficácia do aripiprazol é principalmente devida à droga inalterada e, em menor medida, ao seu principal metabólito, dehidro-aripiprazol.
Especificações
| Código do Produto | 7898927562878 |
|---|---|
| Marca | ZYDUS BRASIL |
| Código de Barras | 7898927562878 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1565100570021 |
| Dosagem | 15 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
aripiprazol
Zydus Nikkho Farmacêutica Ltda.
Comprimido simples
10mg e 15mg
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I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
aripiprazol
“Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999”
APRESENTAÇÕES
Comprimidos de 10 mg em embalagem com 10, 30 comprimidos e 500 comprimidos (embalagem hospitalar).
Comprimidos de 15 mg em embalagem com 10, 30 comprimidos e 500 comprimidos (embalagem hospitalar).
USO ORAL USO ADULTO
COMPOSIÇÃO:
Cada comprimido contém:
aripiprazol ..................................................................................................................................................10 mg
excipientes* q.s.p. ...........................................................................................................................1 comprimido
aripiprazol ....................................................................................................................................................15 mg
excipientes* q.s.p. ...........................................................................................................................1 comprimido
* Excipientes: manitol, crospovidona, aspartamo, essência de hortelã, estearato de cálcio.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Esquizofrenia
aripiprazol é indicado para o tratamento de esquizofrenia.
Transtorno Bipolar Monoterapia
aripiprazol é indicado para o tratamento agudo e de manutenção de episódios de mania e mistos associados ao
transtorno bipolar do tipo I.
- Terapia Adjuntiva (terapia complementar à terapia principal)
aripiprazol é indicado como terapia complementar à terapia com lítio ou valproato para o tratamento agudo de
episódios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de ação do aripiprazol, como ocorre com outras drogas eficazes no tratamento de esquizofrenia
e transtorno bipolar, é desconhecido. No entanto, foi proposto que a eficácia do aripiprazol é mediada por
efeitos em receptores no sistema nervoso central.
A atividade de aripiprazol é principalmente devida à droga inalterada, aripiprazol, e em menor medida ao seu
metabólito principal, dehidro-aripiprazol.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar este medicamento se for hipersensível ao aripiprazol ou qualquer um dos seus
excipientes. As reações podem variar de prurido/urticária à anafilaxia.
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongam do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo cardíaco
anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com risco de morte.
Atenção: Contém fenilalanina.
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4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uso em pacientes idosos com psicose associada à demência
- Aumento da mortalidade em pacientes idosos com psicose associada à demência
Os pacientes idosos com psicose associada à demência tratados com medicamentos antipsicóticas correm
maior risco de morte. Apesar das causas das mortes serem variadas, a maioria dos óbitos pareceu ser de
natureza cardiovascular (como insuficiência cardíaca, morte súbita) ou infecciosa (como pneumonia).
Aripiprazol não deve ser usado para tratamento de pacientes com psicose associada à demência.
- Eventos adversos cardiovasculares, incluindo AVC (Acidente Vascular Cerebral)
Nos estudos clínicos realizados, houve uma incidência elevada de eventos adversos cardiovasculares (como
AVC e ataque isquêmico transitório), incluindo fatalidades (idade média: 84 anos; faixa: 78-88 anos).
Aripiprazol não deve ser usado para o tratamento da psicose associadaà demência em pacientes idosos.
- Experiência de segurança em pacientes idosos com psicose associada à Doença de Alzheimer
Nos estudos realizados com pacientes com idade média de 82,4 anos (faixa: 56-99 anos), os eventos adversos
emergentes (decorrentes) do tratamento foram letargia, sonolência (incluindo sedação) e incontinência
(principalmente incontinência urinária), salivação excessiva e tontura.
Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM)
Um complexo de sintomas potencialmente fatal ocasionalmente chamado de Síndrome Neuroléptica Maligna
(SNM) pode ocorrer com a administração medicamentos antipsicóticas, incluindo aripiprazol. Casos raros de
SNM ocorreram durante o tratamento com aripiprazol. As manifestações clínicas da SNM são hipertermia
(elevação da temperatura corporal), rigidez muscular (imobilidade dos músculos), estado mental alterado e
evidência de instabilidade autonômica (pulso ou pressão arterial irregular, taquicardia, diaforese (transpiração
ou eliminação de suor abundante) e arritmia cardíaca). Sinais adicionais podem incluir creatinofosfoquinase
elevada (enzima que desempenha papel na regulação do metabolismo dos tecidos contráteis, como os
músculos esqueléticos e cardíaco), mioglobinúria ou eliminação de mioglobina na urina (rabdomiólise ou
degradação/lesão do tecido muscular) e insuficiência renal aguda.
Se você precisar de tratamento com medicamentos antipsicóticos após se recuperar da SNM, seumédico
deverá considerar com cautela a reintrodução de terapia. Você deverá ser monitorado cuidadosamente, já que
recidivas de SNM têm sido relatadas.
Discinesia Tardia (movimentos repetitivos involuntários)
A síndrome de movimentos potencialmente involuntários e irreversíveis pode ser desenvolvida por pacientes
tratados com medicamentos antipsicóticos. Apesar de aparentemente haver maior prevalência dessa síndrome
entre idosos, especialmente mulheres idosas, é impossível confiar em estimativas de prevalência para prever,
na introdução do tratamento antipsicótico, quais pacientes tem maior chance de desenvolver a síndrome.
Seu médico deve prescrever aripiprazol de forma que seja mais provável minimizar a ocorrência de discinesia
tardia (movimentos repetitivos involuntários)
Se aparecerem sinais e sintomas de discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários), avise ao seu
médico, para avaliar o quadro e a necessidade de permanência ou descontinuação do tratamento.
Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue) e Diabetes mellitus
Foi relatada hiperglicemia, em alguns casos extrema e associada à cetoacidose (complicação do Diabetes
mellitus, que ocorre quando o corpo produz ácidos em excesso no sangue), ou coma hiperosmolar
(complicação do Diabetes mellitus em que o elevado nível de glicose no sangue leva ao coma) ou morte, em
pacientes tratados com antipsicóticos atípicos. Houve poucos relatos de hiperglicemia em pacientes tratados
com aripiprazol. A relação entre o uso de antipsicóticos atípicos e eventos adversos relacionados à
hiperglicemia não é totalmente compreendida.
Estimativas precisas de risco para eventos adversos relacionados à hiperglicemia em pacientes tratados com
antipsicóticos atípicos não estão disponíveis.
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Pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus que começaram a receber antipsicóticos atípicos devem ser
monitorados regularmente quanto à piora do controle glicêmico.
Pacientes com fatores de risco para diabetes mellitus (como obesidade ou histórico familiar de diabetes) que
estejam dando início ao tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter atestes de glicose sérica
(teste com objetivo de verificar a quantidade de glicose no soro sanguíneo)em jejum no início do tratamento e
periodicamente durante o tratamento.
Todos os pacientes tratados com antpsicóticos atípicos devem ser monitorados quanto a sintomas de
hiperglicemia, incluindo polidipsia (sede excessiva), poliúria (produção de urina em volume acima do
esperado), polifagia (fome excessiva) e fraqueza (perda de força muscular). Pacientes que desenvolverem
sintomas de hiperglicemia durante o tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de
glicose sérica em jejum.
Comportamentos compulsivos
Alguns pacientes que tomam aripiprazol podem apresentar desejos incomuns e incontroláveis, como
compulsões por jogos, comida, compras e sexo. Informe seus familiares ou cuidadores sobre esses efeitos,
pois você pode ter dificuldade em reconhecer esses comportamentos se eles acontecerem.
Se você, algum familiar ou cuidador notar a ocorrência de impulsos ou comportamentos incomuns e
incontroláveis, procure seu médico. Seu médico deverá avaliar o seu tratamento neste caso,podendo reduzir a
dose do medicamento ou mesmo descontinuá-lo. Não descontinue o medicamento sem a ciência do seu
médico.
Hipotensão Ortostática
A incidência de eventos relacionados à hipotensão (pressão arterial baixa) ortostática (postural) nos estudos
incluiu hipotensão ortostática, tontura postural e síncope (desmaio).
O aripiprazol deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular conhecida (histórico de
infarto do miocárdio ou doença cardíaca isquêmica, insuficiência cardíaca ou anormalidades da condução),
doença cerebrovascular ou condições que poderiam predispor os pacientes à hipotensão (desidratação,
hipovolemia) (diminuição anormal do volume sanguíneo) e tratamento com medicamentos anti-
hipertensivos).
Distúrbios vasculares
Casos de tromboembolismo venoso foram notificados durante o uso de medicamentos antipsicóticos, como
aripiprazol. Caso o paciente tratado com antipsicóticos apresentem fatores derisco para tromboembolismo
venoso, seu médico deverá avaliar seus riscos de desenvolvimento de tromboembolismo venoso antes e
durante o seu tratamento com aripiprazol.
Quedas
Os antipsicóticos, incluindo o aripiprazol, podem causar sonolência, hipotensão postural, instabilidade motora
e sensorial, que podem levar a quedas e, consequentemente, fraturas ou outras lesões. O médico deverá
avaliar o risco de quedas ao iniciar e durante o seu tratamento com aripiprazol.
Leucopenia, Neutropenia e Agranulocitose
Foram relatados eventos de leucopenia (contagem de leucócitos abaixo da normalidade), e neutropenia
(contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade) relacionados temporariamente a
agentes antipsicóticos, incluindo aripiprazol. Também foi relatada agranulocitose (diminuição ou ausência de
granulócitos ou leucócitos granulosos). Fatores de risco possíveis incluem contagem de leucócitos
preexistente baixa e histórico de leucopenia/neutropenia induzidas pelo fármaco. Seu médico deve monitorar
seu hemograma completo (CBC – teste completo de contagem dos diferentes tipos de células sanguíneas)
frequentemente durante os primeiros meses de terapia e se houver queda clinicamente significativa de células
brancas, poderá interromper a terapia. Pacientes com neutropenia devem ser monitorados quanto à febre ou
outros sinais ou sintomas de infecção e tratados imediatamente, se tais sintomas ou sinais ocorrerem.
Pacientes com neutropenia grave devem descontinuar este medicamento.
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Convulsões
Como ocorre com outros medicamentos antipsicóticos, o aripiprazol deve ser utilizado com cautela em
pacientes com histórico de convulsões.
Potencial para comprometimento cognitivo ou motor
Aripiprazol, como outros antipsicóticos, pode comprometer potencialmente as habilidades de julgamento,
pensamento ou motoras. Sonolência foi relatada nos estudos.
Não utilize máquinas perigosas, incluindo automóveis, até que você tenha certeza razoável de que aterapia
com Aripiprazol não o prejudica.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e
capacidade
de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a
quedas ou acidentes.
Regulação da temperatura corporal
Recomenda-se atenção adequada na prescrição de aripiprazol para pacientes que passam ou podem passar por
situações que possam elevar muito a temperatura corporal, como em caso de exercício extenuante, exposição
a calor extremo, administração concomitante de medicamento com atividade anticolinérgica, ou sujeição à
desidratação.
Suicídio
Os pacientes de alto risco para pensamentos suicidas ou suicídio devem ser cuidadosamente supervisionados
durante a terapia. Aripiprazol deve ser prescrito na menor quantidade eficaz demodo a reduzir o risco de
superdosagem.
Disfagia (dificuldade de deglutir)
A falta de motilidade do esôfago e aspiração tem sido associadas ao uso de medicamentos antipsicóticos,
como aripiprazol. O aripiprazol deve ser utilizado com cuidado em pacientes comrisco de pneumonia por
aspiração.
Uso em pacientes com enfermidade concomitantes
A experiência clínica com aripiprazol em pacientes com certas enfermidades sistêmicas concomitantes é
limitada. O aripiprazol não foi avaliado ou utilizado em uma extensão considerável em pacientes com
histórico recente de infarto do miocárdio ou doença cardíaca instável.
Abuso e dependência
Aripiprazol não foi estudado sistematicamente em humanos com relação ao seu potencial de abuso,tolerância
ou dependência física. Em estudos de dependência física em macacos, sintomas de abstinência foram
observados mediante a interrupção abrupta da administração.
Uso em populações específicas
- Gravidez
Não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. É desconhecido se aripiprazol pode
causar danos ao feto quando administrado a uma mulher grávida ou se pode afetar a capacidade reprodutiva.
Se a mãe de um recém-nascido utilizou medicamentos antipsicóticos durante o terceiro trimestre de gravidez,
ele apresenta o risco para sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência após o parto. Os sintomas
extrapiramidais surgem quando o sistema extrapiramidal, áreado cérebro responsável pela coordenação dos
movimentos, é afetada gerando movimentos involuntários. A abstinência se caracteriza por sintomas mentais
e físicos que ocorrem após a interrupção ou diminuição do uso de uma substância. Pacientes devem informar
ao médico se engravidarem ou se pretendem engravidar durante o tratamento com aripiprazol. Aripiprazol
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pode ser utilizado durante a gravidez apenas se os benefícios potenciais esperados compensarem o possível
risco ao feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Trabalho de parto
O efeito de aripiprazol no trabalho de parto em humanos é desconhecido.
- Uso por lactantes
Aripiprazol é excretado no leite materno humano. As pacientes devem ser avisadas para não amamentarem
caso estejam em tratamento com aripiprazol.
- Uso pediátrico
Não há indicação aprovada para o uso de aripiprazol em pacientes pediátricos.
- Uso geriátrico
Não há recomendação de ajuste de dose para pacientes idosos.
Interações Medicamentosas
Em virtude dos efeitos principais de aripiprazol sobre o sistema nervoso central, deve-se ter cautela quando
aripiprazol for administrado em combinação com álcool ou outras drogas com ação central. Aripiprazol
possui o potencial de intensificar os efeitos de certos agentes anti-hipertensivos.
- Potencial de outras drogas afetarem aripiprazol
As enzimas CYP3A4 e CYP2D6 estão presentes no fígado, sendo responsáveis pelo metabolismo de
aripiprazol. Os agentes indutores (que aumentam a atividade) de CYP3A4 (como carbamazepina) podem
causar uma elevação no clearance (retirada do sangue) de aripiprazol e redução no sangue. Inibidores
(diminuem a atividade) de CYP3A4 (como cetoconazol) ou CYP2D6 (como quinidina, fluoxetina ou
paroxetina) podem inibir a eliminação de aripiprazol e causar elevação no sangue. Seu médico poderá alterar
a dose de aripiprazol quando houver coadministração com estes medicamentos.
- Potencial de aripiprazol afetar outras drogas
Não foram observados efeitos de aripiprazol sobre a farmacocinética de lítio ou valproato.
- Álcool
Como ocorre com a maior parte dos medicamentos psicoativos, os pacientes devem ser alertados para evitar
ingerir álcool durante o tratamento com aripiprazol.
- Drogas sem interações clinicamente importantes com aripiprazol
Valproato, lítio, varfarina, omeprazol, famotidina, lamotrigina e dextrometorfano: não é necessário ajuste na
dosagem quando administrados concomitantemente ao aripiprazol.
Anormalidades em testes laboratoriais
Não foram observadas diferenças importantes entre os grupos de aripiprazol e placebo nos parâmetros de
rotina de bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina. De maneira semelhante, não foram observadas
diferenças na incidência de descontinuações em razão de alterações na bioquímica sérica, hematologia ou
análise de urina em pacientes adultos
- Alterações no ECG
Não houve alterações potencialmente importantes nos parâmetros do eletrocardiograma (ECG). Aripiprazol
foi associado a um aumento na frequência cardíaca quando comparado aos pacientes recebendo placebo.
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- Interação com nicotina
A avaliação farmacocinética (metabolismo) na população que recebeu aripiprazol não revelou diferenças
significativas entre fumantes e não fumantes.
- Interação com alimentos
aripiprazol pode ser administrado com ou sem alimentos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita).
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca
ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no
sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos
que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma),
medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios
para eliminar água do corpo).
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
10 mg: comprimido branco a esbranquiçado, de formato oblongo;
15 mg: comprimido branco a esbranquiçado, de formato arredondado, biconvexo.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Aripiprazol deve ser utilizado exclusivamente por via oral.
Esquizofrenia
A dose de início e a dose alvo recomendadas para aripiprazol é de 10 mg/dia ou 15 mg/dia uma vezao dia,
independente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem não devem ser feitos antes de duas semanas, o
tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio.
Tratamento de Manutenção:
Seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente, para determinar a necessidade de continuar com o tratamento
de manutenção.
- Troca de outros antipsicóticos
A descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser aceitável para alguns pacientes com
esquizofrenia, a descontinuação mais gradual pode ser mais adequada para os demais pacientes. Em todos os
casos, a forma de retirada deve ser avaliada individualmente pelo médico.
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Transtorno Bipolar
A dose de início e a dose-alvo recomendada é de 15 mg uma vez ao dia como monoterapia ou como terapia
adjuntiva com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia com base na resposta clínica. A
segurança das doses superiores a 30 mg/dia não foi avaliada em estudos clínicos.
Tratamento de Manutenção: Seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente para determinar a necessidade
de continuar com o tratamento de manutenção.
Ajuste da Dosagem
Ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade, sexo, raça ou estado
da insuficiência renal ou hepática.
Seu médico poderá ajustar a dose de aripiprazol se você estiver utilizando concomitantemente outros
medicamentos que alterem a concentração de aripiprazol no seu organismo ou caso ele identifique a
necessidade de ajuste de dose devido outros fatores relacionados ao seu metabolismo
Atenção: Não há estudos sobre os efeitos dos comprimidos de aripiprazol administrados por vias não
recomendadas. Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita
apenas por via oral.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser patido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esqueceu de tomar aripiprazol, você deve tomá-lo assim que lembrar, mas não tome duas doses no
mesmo dia.
Em caso de dúvidas, procure orientação de seu médico.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas, listadas a seguir, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol
durante os estudos realizados com o medicamento.
As frequências da ocorrência das reações adversas, fornecem uma estimativa à incidência com que elas
possam ocorrer e, representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no
mínimo uma vez.
As reações adversas mais comuns em pacientes adultos (≥ 10%) foram náusea,vômito, constipação, cefaleia,
acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade,
desassossego ou incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia e inquietação, redução dos níveis de HDL,
redução de peso, aumento >7% do peso corpóreo, agitação, irritações de pele, eventos extrapiramidais,
sonolência, sedação, tremor e fadiga.
Os eventos adversos presentes na literatura e suas frequências estão descritos a seguir:
Muito comuns: ocorreram em ≥ 10% dos pacientes;
Comuns (frequentes): ocorreram em ≥ 1% e < 10% dos pacientes;
Incomuns (infrequentes): ocorreram em ≥ 0,1% e < 1% dos pacientes;
Raros: ocorreram em ≥ 0,01% e < 0,1% dos pacientes.
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Cardiovasculares: angina pectoris: 0,1% – 1%; bloqueio atrioventricular: 0,1% – 1%; bradiarritmia: <0,1%;
parada cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; insuficiência cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; infarto do miocárdio:
0,1% – 1%; hipotensão ortostática: 0,2% - 4%; prolongamento do intervalo QT: 0,1% – 1%; taquicardia:
<2%.
Dermatológicos: rash cutâneo: <2%; irritação de pele: 12,4%.
Endócrinos: redução dos níveis de HDL: 3,7% - 13,5%; redução dos níveis de prolactina: <0,1%; diabetes:
0,1% – 1% (incluindo aumento da insulina no sangue, diminuição da tolerância a carboidratos, diabetes
mellitus não dependente de insulina, tolerância à glicose diminuída e glicosúria); cetoacidose diabética:
<0,1%; hiperglicemia: 0,8% – 8%; hiponatremia: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de prolactina: 0,1% – 1%;
aumento dos níveis de LDL: 2,2% - 9,6%; aumento dos níveis de colesterol sérico: 1,1% - 3,6%; aumento dos
níveis de triglicerídeos séricos: 1% - 9,7%; redução de peso: 4% - 15,4%; aumento de >7% do peso corpóreo:
2,5% - 21,5%. Gastrintestinais: desconforto abdominal: 2% - 3%; constipação: 5% - 11%; diarreia: 3%;
salivação excessiva: 3,1% - 8,1%; aumento de apetite: 3% - 7%; indigestão: 9%; náusea: 8% - 15%; dor de
dente: 4%; vômitos: 3% - 11%; xerostomia: 2% - 5%. Hematológicos: leucopenia: 1%. Hepáticos: doença
hepática induzida por drogas: 0,1% Musculoesqueléticos: artralgia: 2% - 4%; dores nas costas: 4%; rigidez
muscular: 4%; dores musculoesqueléticas: 3%; mialgia: 2% - 3%; dores nos membros: 4%; rabdomiólise: >
0,1%; espasmos: 2%; trismo: 0,1% - 1%. Neurológicos: acatisia: 2% - 25%; confusão: 4% - 10%; distonia:
2% - 4,8%; eventos extrapiramidais: 2% - 27,3%; cefaleia: 10% - 27%; insônia: 8% - 18%; sedação: 3% -
21%; convulsões: > 0,3%; sonolência: 6%¨- 26,3%; tremor: 2% - 11,8%. Oftálmicos: visão embaçada: 3% -
8%; crise oculógira: 0,1% - 1%. Psiquiátricos: agitação: 19%; ansiedade: 4% - 17%; inquietação: 2% - 12%;
sensação de nervosismo: 3%. Reprodutivos: ejaculação tardia: 0,1% - 1% Respiratórios: tosse: 3%; congestão
nasal: 2%; nasofaringite: 9%; dor de garganta: 3%; infecções respiratórias superiores: 4% - 6%. Outros:
angioedema: 0,1% - 1%; fadiga: 2% - 17%; dor: 3%. Outros eventos com incidência desconhecida:
taquicardia supraventricular paroxística; torsades de pointes; erupção medicamentosa acneiforme;
galactorreia; hiperprolactinemia; síndrome metabólica; síndrome de secreção inadequada de hormônio
antidiurético; desmotilidade e aspiração esofágica; pancreatite; agranulocitose; acidente vascular cerebral
(AVC); discinesia tardia; acidente isquêmico transitório; aumento do risco de suicídio; comportamentos
compulsivos; impulsividade; comportamentos suicidas; soluço; pneumonite de hipersensibilidade crônica;
morte; aumento da temperatura corporal; síndrome neuroléptica maligna (SNM); prolongamento do intervalo
QT; dispepsia; desconforto estomacal; vertigem; distonia, contrações anormais prolongadas de conjuntos de
músculos.
Reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol
Os eventos são, ainda, categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente
de acordo com as definições abaixo:
Comuns (frequentes): ocorreram em ≥ 1/100 e < 1/10 dos pacientes (apenas aqueles ainda não listados nos
resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação); Incomuns (infrequentes):
ocorreram em ≥ 1/1000 e < 1/100 dos pacientes; Raros: ocorreram em ≥ 1/10000 e < 1/1000 dos pacientes.
Distúrbios cardíacos: incomuns – palpitações, extrassístoles, taquicardia sinusal, fibrilação atrial e isquemia
miocárdica. Raros – flutter atrial, taquicardia supraventricular e taquicardia ventricular
Distúrbios oculares: Incomuns – fotofobia, diplopia, edema na pálpebra, fotopsia.
Distúrbios gastrintestinais: incomuns – doença do refluxo gastroesofágico, edema de língua e esofagite.
Raro – pancreatite.
Distúrbios gerais e condições no local de administração: Comuns – astenia, edema periférico, dor no peito,
pirexia, irritabilidade; Incomuns – edema facial, angioedema, sede; Raro – hipotermia.
Distúrbios hepatobiliares: Raros – hepatite, icterícia.
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Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: Comum – queda; Incomum – automutilação
Raro – insolação.
Investigações: Comuns - creatinofosfoquinase elevada; Incomuns – enzima hepática elevada, ureia sérica
elevada, creatinina sérica elevada e bilirrubina sérica elevada.; Raros – lactato desidrogenase sérico elevada, e
gamaglutamiltransferase elevada.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: Comum – anorexia, hipocalemia, hiponatremia e polidipsia.
Raro – cetoacidose diabética.
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: Incomuns –fraqueza muscular, compressão muscular,
mobilidade reduzida.
Distúrbios do sistema nervoso: Comuns – coordenação anormal, discinesia; Incomuns – distúrbio na fala,
parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular cerebral,
hipocinesia, discinesia tardia, hipotonia, mioclonia, hipertonia, acinesia e bradicinesia;
Raros – convulsãode grande mal, coreoatetose.
Transtornos psiquiátricos: Comum – ideação suicida; Incomuns – agressividade, perda da libido, tentativa
de suicídio, hostilidade, libido elevada, raiva, anorgasmia, delírios, automutilação intencional, suicídio
concluído, tique, ideação homicida;
Raros – catatonia e sonambulismo.
Distúrbios renais e urinários: Incomuns – retenção urinária, poliúria, noctúria.
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: Incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil,
amenorreia e dor nas mamas; Raros – ginecomastia e priapismo.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: Comuns – congestão nasal, dispneia e pneumonia por
aspiração.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos: comum – hiperidrose. Incomuns – prurido, reação fotossensível,
alopecia e urticária.
Distúrbios vasculares: Comum – hipertensão.
Experiência pós-comercialização
As reações adversas abaixo foram identificadas durante o uso após a aprovação de aripiprazol. Em razão de
essas reações serem relatadas voluntariamente por uma população de tamanho indeterminado, nem sempre é
possível estabelecer uma relação causal com a exposição à droga: ocorrências raras de reação alérgica (reação
anafilática, angioedema, laringoespasmo, prurido/urticária ou espasmo orofaríngeo), gripe, crise oculogírica
(movimentos involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica, apetite aumentado, tendinite,
arrepios, perturbação afetiva, mal estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da contagem de leucócitos
no sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta, comportamento
anormal, tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos (relacionados
à jogos, alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose ou
interrupção do tratamento com o medicamento.
Pacientes e cuidadores devem comunicar o médico prescritor ao identificar comportamento compulsivo em
pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser descontinuado sem a ciência do
médico.
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Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
As reações adversas comuns (relatadas em, no mínimo, 5% de todos os casos de superdosagem) relatadas na
superdosagem de aripiprazol (isolado ou combinado a outras substâncias) incluem vômito, sonolência e
tremores. Outros sinais e sintomas incluem acidose, agressividade, aspartato aminotransferase elevado,
fibrilação atrial, bradicardia, coma, estado de confusão, convulsão, creatinofosfoquinase sérica elevada, nível
de consciência deprimido, hipertensão (aumento da pressão arterial), hipocalemia (baixa concentração de
potássio no sangue), hipotensão (pressão arterial baixa), letargia (perda da sensibilidade ou do movimento ou
da consciência), perda de consciência, prolongamento do complexo QRS, prolongamento do QT, pneumonia
por aspiração, parada respiratória, condição epiléptica e taquicardia (frequência cardíaca anormal).
Não há informações específicas sobre o tratamento da superdosagem com aripiprazol. Deve ser realizado um
eletrocardiograma em caso de superdosagem. Se houver prolongamento do intervalo QT, deve-se fazer o
monitoramento cardíaco. De outra forma, a conduta em caso de superdosagem deve se concentrar em terapia
de apoio, mantendo as vias aéreas adequadas, oxigenadas e ventiladas, além de tratar os sintomas. Deve-se
manter uma supervisão e um monitoramento médico rigoroso até a recuperação do paciente.
Carvão vegetal: a administração precoce de carvão vegetal pode ser útil para evitar parcialmente a absorção
de aripiprazol.
Hemodiálise: é improvável que a hemodiálise seja útil na resolução da superdosagem, já que aripiprazol tem
grande afinidade com as proteínas séricas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve
a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
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III-DIZERES LEGAIS
Nº de Registro M.S. 1.5651.0057
Produzido por:
Zydus Lifesciences Limited
Sarkhej-Bavla N.H.N°. 8A, Moraiya
Tal: Sanand, Ahmedabad 382 210 – Índia Mfg. Lic Nº G/25/1486
Registrado por:
Zydus Nikkho Farmacêutica Ltda
Av. das Américas nº 3434 – BL 07 – salas 502 e 503 Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ
CEP: 22.640-102
CNPJ: 05.254.971/0001-81
Importado por:
Zydus Nikkho Farmacêutica Ltda Portal de Jacaraípe - SERRA/ES CNPJ: 05.254.971/0011-53
SAC: 0800 282 11 27
www.zydusbrasil.com
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 19/01/2024
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Histórico de Alteração da Bula
Dados da Submissão Eletrônica Dados da Petição/Notificação que Altera
Bula
Dados das Alterações de
Bulas
Data do
Expediente No.
Expediente Assunto Data do
Expediente
No.
Expediente Assunto Itens de Bula Versões
(VP/VPS) Apresentações relacionadas
02/07/2025 xxxxxxxxx
10452 -
GENÉRICO
-
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
- - -
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO
DO
MEDICAMENTO
VPS
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 10
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 30
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 10
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 30
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
06/06/2025 0768251257
10452 -
GENÉRICO
-
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
- - -
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO
DO
MEDICAMENTO
VPS
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 10
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 30
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 10
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 30
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
-- 13 of 18 --
11/03/2025 0330146254 10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
- - - DIZERES DE BULA VP/VPS
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 10
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 30
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 10
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 30
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
-- 14 of 18 --
18/10/2023 1118506235
10452 -
GENÉRICO
-
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
- - -
VP
4.O QUE DEVO
SABER ANTES
DEUSAR ESTE
MEDICAMENTO?
6.COMO DEVO
USAR
ESTEMEDICAMENT
O?
8.QUAIS OS MALES QUE
ESTEMEDICAMENTO
PODE MECAUSAR?
VPS
1.INDICAÇÕES
2 RESULTADOS DE
EFICÁCIA
5.ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
8.POSOLOGIA E MODO
DE USAR
9.REAÇÕES ADVERSAS
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 10
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 30
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
15MG COM REV CT BL AL
X
AL X 10
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 30
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
13.04.2021 1414014214
10452 -
GENÉRICO
-
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
- - - VPS
9.REAÇÕE
S
ADVERSA
S
VP/V
PS
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 10
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 30
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 10 15MG COM REV
CT BL AL X AL X 30
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
-- 15 of 18 --
17.04.2020 1179963203
10452 -
GENÉRICO
-
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
- - - VPS
9.REAÇÕES
ADVERSAS
VP/V
PS
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 10
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 30
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 10 15MG COM REV
CT BL AL X AL X 30
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
19.03.19 0246117190
10452 -
GENÉRICO
-
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
21/12/2018 1202497/18-0 -
VP
4.O QUE DEVOSABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8.QUAIS OS MALESQUE
ESTE MEDICAMENTO
PODE ME CAUSAR?
VPS
3.CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
5.ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
9.REAÇÕESADVERSA
S III – DIZERES
LEGAIS
VP/VPS
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 10
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 30
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 10 15MG COM REV
CT BL AL X AL X 30
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
-- 16 of 18 --
22.10.18 1018940188
10452 –
GENÉRICO
– Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
- - - Correção para inclusão da
frase de alerta: “Atenção
fenilcetonúricos: contém
fenilalanina”
VP/VPS
10MG COM REV CT BL AL X
AL X 10
10MG COM REV CT BL AL X
AL X 30
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 10 15MG COM REV
CT BL AL X AL X 30
15MG COM REV CT BL AL X
AL X 500 (EMB. HOSP.)
10.10.18 0985946182
10452 –
GENÉRICO
– Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
- - -
III – DIZERES LEGAIS VP/VP
S
10MG COM REV CT BL AL X
AL X 10
10MG COM REV CT BL AL X
AL X 30
10MG COM REV CT BL AL
X AL X 500 (EMB. HOSP.)
15MG COM REV CT BL AL
X AL X 10 15MG COM REV
CT BL AL X AL X 30
15MG COM REV CT BL
AL X AL X 500 (EMB. HOSP.)
27.09.2016 2325651166
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
- - -
VP
8.QUAIS OS MALESQUE
ESTE
MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?
VPS
9.REAÇÕESADVERSAS
VP/VPS
I – APRESENTAÇÕES
VP/VPS
10MG COM REV CT BL AL X
AL X 10
10MG COM REV CT BL AL X
AL X 30
10MG COM REV CT BL AL X
AL X 500 (EMB. HOSP.)
15MG COM REV CT BL AL X
AL X 10 15MG COM REV CT
BL AL X AL X 30
15MG COM REV CT BL AL X
AL X 500 (EMB HOSP)
-- 17 of 18 --
02.06.2016 1858528161
10459 - GENÉRICO
- Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC
- - - Inclusão Inicial de
Texto de Bula VP/VPS
10MG COM REV CT BL
AL X AL X 10
10MG COM REV CT BL
AL X AL X 30
10MG COM REV CT BL
AL X AL X 500 (EMB.
HOSP.) 15MG COM REV
CT BL AL X AL X 10
15MG COM REV CT BL
AL X AL X 30
15MG COM REV CT BL
AL X
AL X 500 (EMB. HOSP.)
-- 18 of 18 --
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Especificações
| Código do Produto | 7898927562878 |
|---|---|
| Marca | ZYDUS BRASIL |
| Código de Barras | 7898927562878 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1565100570021 |
| Dosagem | 15 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |