Camptosar 20 Mg/Ml Solução Para Diluição Para Infusão Intravenosa Com 2 Ml Pfizer
Vendido e entregue por Maxi
CAMPTOSAR
CLORIDRATO DE IRINOTECANO
Camptosar® (cloridrato de irinotecano tri-hidratado) é indicado para o tratamento, isolado ou combinado, de carcinomas metastáticos do cólon, reto, pulmão, colo do útero, ovário, mama inoperáveis ou recorrentes, e linfomas. Funciona como agente antineoplásico, interagindo com a…
CAMPTOSAR é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Camptosar® (cloridrato de irinotecano tri-hidratado) é indicado para o tratamento, isolado ou combinado, de carcinomas metastáticos do cólon, reto, pulmão, colo do útero, ovário, mama inoperáveis ou recorrentes, e linfomas. Funciona como agente antineoplásico, interagindo com a enzima topoisomerase I, essencial para a multiplicação das células tumorais, resultando na morte celular. As concentrações máximas do metabólito ativo são atingidas cerca de 1 hora após o término de uma infusão de 90 minutos.
Especificações
| Código do Produto | 7891268100150 |
|---|---|
| Marca | PFIZER |
| Código de Barras | 7891268100150 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE IRINOTECANO |
| Registro MS | 1211004340012 |
| Tipo | Novo |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ENDOVENOSA/INTRAVENOSA |
| Forma farmacêutica | Solução p/ Diluição p/ Infusão |
| Classe terapêutica | ANTINEOPLASICO |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Camptosar®
Pfizer Brasil Ltda.
Solução para diluição para infusão
20 mg/mL
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Camptosar®
cloridrato de irinotecano tri-hidratado
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Nome comercial: Camptosar®
Nome genérico: cloridrato de irinotecano tri-hidratado
APRESENTAÇÕES
Camptosar® solução para diluição para infusão 20 mg/mL em embalagens contendo 1 frasco-ampola de vidro
âmbar com 2 ou 5 mL de solução.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO: VIA INTRAVENOSA
USO ADULTO
CUIDADO: AGENTE CITOTÓXICO
COMPOSIÇÃO
Cada mL da solução para diluição para infusão de Camptosar® contém 20 mg de cloridrato de irinotecano tri-
hidratado equivalente a 17,33 mg de irinotecano.
Excipientes: sorbitol, ácido láctico, solução de hidróxido de sódio, solução de ácido clorídrico e água para
injetáveis.
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II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
USO RESTRITO A HOSPITAIS
Este produto é de uso restrito a hospitais ou ambulatórios especializados e deve ser manipulado apenas por
pessoal treinado.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Camptosar® (cloridrato de irinotecano tri-hidratado) é indicado como agente único ou combinado no tratamento
de pacientes com:
• Carcinoma metastático do cólon ou reto não tratado previamente;
• Carcinoma metastático do cólon ou reto que tenha recorrido (voltado) ou progredido (piorado) após
terapia anterior com 5-fluoruracila;
• Neoplasia pulmonar de células pequenas e não pequenas;
• Neoplasia de colo de útero;
• Neoplasia de ovário;
• Neoplasia gástrica recorrente ou inoperável.
Camptosar® está indicado para tratamento como agente único de pacientes com:
• Neoplasia de mama inoperável ou recorrente;
• Carcinoma de células escamosas da pele;
• Linfomas.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Camptosar® é um agente antineoplásico (medicamento usado no tratamento de neoplasia) que age interagindo
com a enzima topoisomerase I, uma enzima importante no processo de multiplicação das células. O bloqueio desta
enzima causa um erro no funcionamento das células tumorais, levando-as a morte. As concentrações máximas do
metabólito ativo (da substância ativa) de Camptosar® são atingidas, geralmente, dentro de 1 hora após o término
de uma infusão (administração por uma veia) de 90 minutos do produto.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Camptosar® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade (alergia) conhecida ao fármaco ou a qualquer
componente da fórmula.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Administração: Camptosar® deve ser administrado obrigatoriamente sob a supervisão de um médico com
experiência no uso de agentes quimioterápicos (medicamentos) para neoplasia.
O uso de Camptosar® nas situações a seguir deve ser avaliado através da análise dos benefícios e riscos esperados,
e indicado quando os benefícios superarem os possíveis riscos:
• em pacientes que apresentam um fator de risco (particularmente os com performance status = 2 OMS)
(índice que reflete o estado geral do paciente).
• em raros casos, nos quais os pacientes apresentam recomendações relacionadas ao controle de eventos
adversos (necessidade de tratamento imediato e prolongado contra diarreia combinado a alto consumo de líquido
no início da diarreia tardia). Recomenda-se supervisão hospitalar a tais pacientes.
Sintomas colinérgicos: os pacientes podem apresentar sintomas colinérgicos (sintomas desencadeados devido à
liberação de substâncias chamadas neurotransmissores que controlam várias funções do organismo) como rinite,
salivação aumentada, miose (fechamento da pupila), lacrimejamento, diaforese (aumento da produção de suor),
rubor (vasodilatação), bradicardia (diminuição na frequência cardíaca) e aumento do peristaltismo (movimento)
intestinal que pode causar cólicas abdominais e diarreia em fase inicial da administração (por ex.: diarreia
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ocorrendo geralmente durante ou até 8 horas da administração de Camptosar®). Esses sintomas podem ser
observados durante, ou logo após, a infusão de Camptosar®, devendo ocorrer mais frequentemente com doses
mais altas. Em pacientes com sintomas colinérgicos a administração terapêutica (uso que visa o tratamento), ou
profilática (uso que visa a prevenção), de atropina 0,25 a 1 mg por via intravenosa (pela veia) ou subcutânea
(abaixo da pele) deve ser considerada (a não ser que contraindicada clinicamente). A definição do uso dessa
medicação cabe ao médico que está acompanhando o paciente.
Extravasamento: embora Camptosar® não seja, sabidamente, vesicante (irritante da veia onde o produto está
sendo administrado), deve-se tomar cuidado para evitar extravasamento (administração da medicação fora da veia)
e observar o local da infusão (administração da medicação por veia) quanto a sinais inflamatórios (aumento de
calor local, avermelhamento, dor). Caso ocorra extravasamento, recomenda-se infusão para “lavar” o local de
acesso e aplicação de gelo.
Hepático: em estudos clínicos (estudos realizados para avaliar o medicamento) foram observadas, em menos de
10% dos pacientes, anormalidades das enzimas hepáticas (testes que avaliam a função do fígado). Esses eventos
ocorrem tipicamente em pacientes com metástases (tumores à distância) hepáticas conhecidas e não estão
claramente relacionados ao Camptosar®.
Hematológico: o Camptosar® frequentemente causa diminuição do número de células do sistema de defesa do
organismo e anemia, inclusive graves, devendo ser evitado em pacientes com insuficiência aguda (mau
funcionamento agudo) grave da medula óssea (órgão responsável pela produção das células sanguíneas). A
trombocitopenia (queda na contagem de plaquetas-células sanguíneas responsáveis pela coagulação) grave é
incomum. Nos estudos clínicos, a frequência de neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no
sangue: neutrófilos) foi significativamente maior em pacientes que haviam recebido previamente irradiação
(radioterapia) pélvica/abdominal do que naqueles que não haviam recebido tal irradiação.
Neutropenia febril (pacientes com diminuição do número de neutrófilos, que evoluíram com febre) ocorreu em
menos de 10% dos pacientes nos estudos clínicos. Mortes devido à sepse (infecção generalizada) após neutropenia
grave foram relatadas em pacientes tratados com Camptosar®. A terapia com Camptosar® deve ser
temporariamente descontinuada caso ocorra neutropenia febril ou se a contagem absoluta de neutrófilos cair abaixo
de 1000/mm3. A dose do produto deve ser reduzida no caso de ocorrência de neutropenia não febril clinicamente
significativa.
Pacientes com atividade de UGT1A1 reduzida: Outro polimorfismo específico do gene UGT1A1 (que reduz a
atividade dessa enzima) é uma mutação conhecida como variante UGT1A1*6.
Pacientes com variantes UGT1A1*28 ou *6 (especialmente se homozigóticos) apresentam risco aumentado de
apresentar eventos adversos, como neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos)
e diarreia (perturbação intestinal caracterizada por aumento do número de evacuações que se tornam de
consistência líquida ou pastosa). Deve ser considerada uma dose inicial reduzida de Camptosar® para pacientes
homozigóticos. Para maiores informações sobre a posologia do medicamento, consulte o seu médico ou a bula
específica para o profissional de saúde. Além disso, *28 e *6 pacientes homozigóticos e heterozigóticos devem
ser monitorados de perto para neutropenia e diarreia.
A redução exata da dose inicial nesses pacientes não foi estabelecida e quaisquer modificações de dose
subsequente, devem ser baseadas na tolerância individual do paciente ao tratamento.
Para identificar pacientes com risco aumentado de neutropenia e diarreia, a genotipagem UGT1A1 pode ser útil.
Mais em detalhes, a genotipagem UGT1A1*28 pode ser útil em caucasianos, africanos e latinos, UGT1A1*6 em
pessoas do leste asiático e UGT1A1*28 e *6 combinada em chineses e japoneses, uma vez que essas são as
populações em que essas variantes são mais prevalentes.
Reações de hipersensibilidade: foram relatadas reações de hipersensibilidade (alergia), inclusive reações
anafilática/anafilactoide graves (reação alérgica grave).
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Efeitos imunossupressores/Aumento da suscetibilidade a infecções: a administração de vacinas com
microrganismos vivos ou atenuados (mortos ou inativados) em pacientes imunocomprometidos por agentes
quimioterápicos, incluindo Camptosar®, pode resultar em infecções graves ou fatais. A vacinação com vacinas
contendo microrganismos vivos deve ser evitada em pacientes recebendo Camptosar®. As vacinas com
microrganismos mortos ou inativados podem ser administradas, no entanto, a resposta a esta vacina pode ser
diminuída.
Diarreia tardia: a diarreia tardia (aquela que ocorre mais de 8 horas após a administração do produto) pode ser
prolongada e pode levar à desidratação, desequilíbrio eletrolítico (dos eletrólitos – substâncias como sódio e
potássio- presentes no sangue) ou sepse (infecção generalizada)), constituindo um risco de morte potencial. Nos
estudos clínicos que testaram o esquema posológico a cada 3 semanas, a diarreia tardia surgiu, em média, após 5
dias da infusão de Camptosar®. Nos estudos que avaliaram a posologia semanal, este intervalo médio foi de 11
dias. Nos pacientes que começaram o tratamento com a dose semanal de 125 mg/m2, o tempo médio de duração
de qualquer Grau de diarreia tardia foi de 3 dias. Nos pacientes tratados com a dose semanal de 125 mg/m2 que
tiveram diarreia mais intensa, o tempo médio de duração de todo o episódio de diarreia foi de 7 dias. Resultados
de um estudo de um esquema semanal de tratamento não demonstraram diferença na taxa de diarreia tardia em
pacientes com 65 anos ou mais em relação a pacientes com menos de 65 anos. Entretanto, pacientes com 65 anos
ou mais, devem ser monitorados de perto devido ao risco aumentado de diarreia precoce observada nesta
população. Ulceração (formação de feridas) do cólon (do intestino grosso), algumas vezes com sangramento, foi
observada em associação à diarreia induzida pelo Camptosar®.
Se ocorrer diarreia, o médico responsável deve ser avisado e ele tomará as medidas necessárias. A diarreia tardia
deve ser tratada com loperamida (medicamento que trata os sintomas diarreicos) imediatamente após observar-se
o primeiro episódio de fezes amolecidas, ou sem consistência, ou ainda, na ocorrência de evacuações em frequência
maior do que a esperada. Em caso de desidratação, devem ser realizadas reposições hídricas (de água) e eletrolítica
(de eletrólitos, substâncias como sódio e potássio), através de soro caseiro ou preparações semelhantes. Se os
pacientes apresentarem íleo paralítico (parada dos movimentos intestinais), febre ou neutropenia (diminuição de
um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos) grave, tratamento de suporte com antibióticos deve ser
administrado. Além do tratamento antibiótico, a hospitalização é recomendada para o tratamento de diarreia, nos
seguintes casos:
- diarreia com febre;
- diarreia grave (requerendo hidratação intravenosa);
- pacientes com vômito associado à diarreia tardia;
- diarreia persistindo por cerca de 48 horas após o início da terapia com altas doses de loperamida.
Após o primeiro ciclo de tratamento, os ciclos quimioterápicos semanais subsequentes só devem ser iniciados
quando a função intestinal (número e quantidade de evacuações) do paciente retornar ao padrão pré-tratamento
por, pelo menos, 24 horas sem a necessidade de medicação antidiarreica. Se ocorrer diarreia grave a administração
de Camptosar® deve ser descontinuada e retomada em dose reduzida assim que o paciente se recuperar.
Doença inflamatória crônica e/ou obstrução intestinal: em caso de obstrução intestinal os pacientes não devem
ser tratados com Camptosar®.
Náuseas e vômitos: Camptosar® é emetogênico (provoca vômito), como os quadros de náuseas e vômitos podem
ser intensos ocorrendo geralmente, durante ou logo após a infusão do Camptosar®, recomenda-se que os pacientes
recebam antieméticos (medicamentos que combatem náusea e vômitos) pelo menos 30 minutos antes da infusão
de Camptosar®. O médico também deve considerar a utilização subsequente de esquema de tratamento
antiemético se necessário. Pacientes com vômito associado à diarreia tardia devem ser hospitalizados assim que
possível para tratamento.
Neurológico: tontura foi observada e pode, algumas vezes, representar evidência sintomática de hipotensão
ortostática (queda da pressão arterial relacionada a posição em pé) em pacientes com desidratação.
Renal: elevações dos níveis séricos (no sangue) de creatinina ou ureia (substâncias que indicam a função renal)
foram observadas. Ocorreram casos de insuficiência renal aguda (prejuízo na função dos rins). Esses eventos foram
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atribuídos a complicações infecciosas ou à desidratação, relacionada à náusea, vômitos ou diarreia. Há raros relatos
de disfunção renal (mau funcionamento dos rins) decorrente de síndrome de lise tumoral (série de alterações do
organismo decorrentes da destruição das células tumorais).
Respiratório: observou-se um tipo de dispneia (falta de ar); mas é desconhecido o quanto doenças preexistentes
e/ou envolvimento pulmonar maligno (presença de tumor no pulmão) contribuem para o quadro. Em estudos
iniciais no Japão, pequena porcentagem dos pacientes evoluiu com uma síndrome pulmonar, com potencial de
morte, que se apresenta através de dispneia, febre e de um padrão reticulonodular na radiografia de tórax (padrão
de radiografia de tórax). Porém, o quanto Camptosar® contribuiu para estes eventos é desconhecido, pois os
pacientes também apresentavam tumores pulmonares e, alguns, doença pulmonar não maligna preexistente.
Doença pulmonar intersticial (tipo de comprometimento pulmonar), manifestada através de infiltrado pulmonar, é
incomum durante terapia com Camptosar®. São fatores de risco para o desenvolvimento desta complicação:
doenças pulmonares preexistentes, uso de medicamentos pneumotóxicos (tóxicos para os pulmões), radioterapia
(tratamento com radiação) e uso de fatores de estimulação de colônias (substâncias que agem na medula óssea
estimulando a produção de células sanguíneas). Na presença de um ou mais destes fatores o paciente deve ser
cuidadosamente monitorado quanto a sintomas respiratórios antes e durante a terapia com Camptosar®.
Outros: uma vez que este produto contém sorbitol, não é recomendado o uso em pacientes com intolerância
hereditária à frutose.
Contém sorbitol (edulcorante).
Uso em Populações Especiais
Pediátrico: a eficácia de Camptosar® em pacientes pediátricos não foi estabelecida.
Idosos: recomendações específicas de dosagem podem se aplicar a essa população e dependem do esquema
utilizado.
Insuficiência Hepática: em pacientes com hiperbilirrubinemia (aumento dos níveis de bilirrubina no sangue), o
clearance do irinotecano é diminuído e, portanto, o risco de hematotoxicidade (toxicidade das células sanguíneas)
é aumentado. O uso de irinotecano em pacientes com concentração de bilirrubina sérica total acima de 3,0 vezes
o limite superior estabelecido pelo laboratório, administrado como agente único no esquema terapêutico de uma a
cada 3 semanas ainda não foi estabelecida (vide questão 6. Como devo usar este medicamento?). A função hepática
(do fígado) basal deve ser obtida antes do início do tratamento e monitorada mensalmente, com novas coletas se
clinicamente indicado.
Radioterapia: pacientes submetidos previamente à irradiação pélvica/abdominal têm maior risco de
mielossupressão (diminuição da função da medula óssea, órgão responsável pela produção das células sanguíneas)
após a administração de Camptosar®. Estes casos exigem cautela no tratamento de pacientes com extensa radiação
prévia. Dependendo do esquema preconizado, doses específicas podem ser necessárias.
Performance Status (ECOG – Eastern Cooperative Oncology Group): pacientes com graus piores de
“performance status” (estado geral do paciente) possuem risco aumentado de desenvolverem eventos adversos
relacionados ao Camptosar®. Recomendações específicas de dosagem para pacientes com ECOG performance
status de 2 podem se aplicar a essa população, dependendo do esquema utilizado. Pacientes com performance
status de 3 ou 4 não devem receber Camptosar®. Em estudos clínicos (estudos realizados para avaliar o
medicamento) que compararam pacientes recebendo Camptosar®/5-fluoruracila/folinato de cálcio ou 5-
fluoruracila/folinato de cálcio, foram observadas taxas maiores de hospitalização, neutropenia febril (pacientes
com diminuição do número de neutrófilos, que evoluíram com febre), tromboembolismo (formação de coagulo
dentro de vaso sanguíneo), descontinuação do tratamento no primeiro ciclo e óbitos precoces em pacientes com
performance status basal de 2, quando comparados a pacientes com performance status basal de 0 ou 1.
Neoplasia gástrica: pacientes com neoplasia gástrica parecem apresentar mielossupressão mais importante e
outras toxicidades quando o Camptosar® é administrado. Uma dose inicial mais baixa deve ser considerada nesses
pacientes.
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Uso durante a Gravidez
Não existem estudos adequados e bem controlados de Camptosar® em mulheres grávidas Camptosar® é
teratogênico (causa malformação) em ratos e coelhos. Camptosar® pode causar danos ao feto quando administrado
a mulheres grávidas.
Mulheres com potencial para engravidar não devem iniciar o Camptosar® até que a gravidez seja excluída. A
gravidez deve ser evitada se um dos parceiros estiver recebendo Camptosar®.
Devido ao potencial de genotoxicidade, pacientes do sexo feminino com potencial reprodutivo devem usar
métodos anticoncepcionais altamente eficazes durante o tratamento e por 6 meses após a última dose de
Camptosar®.
Devido ao potencial de genotoxicidade, pacientes do sexo masculino com parceiros do sexo feminino com
potencial reprodutivo devem usar métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento e por 3 meses após a
última dose de Camptosar®.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Uso durante a Lactação
O efeito em recém-nascidos / bebês é desconhecido. Devido ao potencial de reações adversas graves em lactentes,
recomenda-se não amamentar ao receber terapia com Camptosar®.
Cinco minutos após a administração IV de Camptosar® marcado (medicamento marcado com radioatividade) em
ratas, detectou-se radioatividade no leite, com concentrações plasmáticas (no sangue) até 65 vezes maiores do que
as obtidas no plasma (no sangue) 4 horas após a administração.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico.
Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
O efeito de Camptosar® sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas não foi avaliado. Entretanto, pacientes
devem ser alertados sobre o potencial de tontura ou distúrbios visuais, que podem ocorrer dentro de 24 horas após
a administração de Camptosar®, e aconselhados a não dirigir ou operar máquinas se estes sintomas ocorrerem.
Interações Medicamentosas
A coadministração (ao mesmo tempo) de Camptosar® com inibidores de suas enzimas metabolizadoras (enzimas
que transformam o medicamento) pode resultar em maior exposição ao Camptosar® e seu metabólito ativo SN-
38 (substância ativa). Médicos devem levar isso em consideração ao administrar Camptosar® com estes
medicamentos.
- cetoconazol: o clearance (eliminação) do Camptosar® é reduzido significativamente em pacientes recebendo
concomitantemente cetoconazol (tipo de antifúngico), aumentando assim a exposição ao SN-38. O cetoconazol
deve ser descontinuado pelo menos 1 semana antes de iniciar o tratamento com Camptosar® e não deve ser
administrado durante a terapia com Camptosar®.
- sulfato de atazanavir: tem o potencial de aumentar a exposição sistêmica ao SN-38 o metabólito ativo do
Camptosar®.
Médicos devem levar isso em consideração ao coadministrarem estes medicamentos.
- Anticonvulsivantes: a coadministração de anticonvulsivantes indutores enzimáticos do CYP3A (medicamentos
que previnem a ocorrência de convulsões, e que são metabolizados pelo fígado) (p. ex., carbamazepina,
fenobarbital ou fenitoína) reduzem a exposição ao metabólito ativo SN-38. Deve-se ter cautela ao iniciar ou
substituir anticonvulsivantes não indutores enzimáticos pelo menos 1 semana antes do início da terapia com
Camptosar® em pacientes que requerem tratamento com antinconvulsivantes.
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- Erva de São João (Hypericum perforatum): a exposição ao metabólito SN-38 é reduzida em pacientes
recebendo a erva de São João concomitantemente. A erva de São João deve ser descontinuada pelo menos 1 semana
antes do primeiro ciclo de Camptosar®, e não deve ser administrada durante a quimioterapia com Camptosar®.
- Bloqueadores neuromusculares: a interação entre Camptosar® e bloqueadores neuromusculares (uma classe
de medicamentos que bloqueia a interação entre nervos e músculos) não pode ser descartada, uma vez que ele
pode prolongar o efeito neuromuscular do suxametônio (um tipo de bloqueador neuromuscular) e antagonizar
(bloquear o efeito) de outros bloqueadores neuromusculares.
- Agentes antineoplásicos: eventos de Camptosar®, como a mielossupressão (diminuição da função da medula
óssea, órgão responsável pela produção das células sanguíneas) e a diarreia, podem ser exacerbados (aumentados)
pela associação com outros agentes antineoplásicos que causem eventos adversos semelhantes.
- dexametasona: foi relatada linfocitopenia (redução do número de linfócitos, células sanguíneas de defesa) em
pacientes em tratamento com Camptosar®, sendo possível que a administração de dexametasona como profilaxia
(ação preventiva) antiemética possa aumentar a probabilidade de ocorrência de linfocitopenia. Contudo, não foram
observadas infecções graves e nenhuma complicação foi especificamente atribuída à linfocitopenia.
Foi também relatada hiperglicemia (concentração elevada de glicose no sangue) em pacientes com um histórico
de diabetes mellitus ou evidência de intolerância à glicose previamente à administração de Camptosar®. É
provável que a dexametasona, aplicada como profilaxia (prevenção) antiemética, possa ter contribuído para o
surgimento de hiperglicemia em alguns pacientes.
- Laxantes: é esperado que laxantes (que estimulam eliminação das fezes) usados durante a terapia com
Camptosar® piorem a incidência ou gravidade da diarreia.
- Diuréticos: desidratação secundária a vômitos e/ou diarreia pode ser induzida pelo Camptosar®. O médico pode
considerar a suspensão do diurético (medicamento que atua no rim) durante o tratamento com Camptosar® e
durante períodos ativos de vômitos e diarreia.
- bevacizumabe: resultados de um estudo específico de interação medicamentosa demonstraram nenhum efeito
significativo do bevacizumabe (tipo de antineoplásico - anticorpo monoclonal) na farmacocinética de Camptosar®
e seu metabólito ativo SN-38.
- Vacinas: a administração de vacinas vivas ou atenuadas (microrganismos mortos ou inativados) em pacientes
imunocomprometidos (imunidade diminuída) por agentes quimioterápicos, incluindo Camptosar®, pode resultar
em infecções graves ou fatais. A vacinação com vacinas vivas deve ser evitada em pacientes recebendo
Camptosar®. As vacinas mortas ou inativadas podem ser administradas. Entretanto, a resposta a tais vacinas pode
ser diminuída.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use
medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Camptosar® deve ser armazenado em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30 ºC). Proteger da luz. O medicamento
não deve ser congelado, mesmo quando diluído. Descartar devidamente qualquer solução não utilizada.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Características do produto: solução clara, amarela clara, livre de partículas visíveis.
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6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Precauções no Preparo e Administração
Camptosar® deve ser preparado exclusivamente por um profissional habilitado.
Posologia
Todas as doses de Camptosar® devem ser administradas em infusão intravenosa (dentro da veia) ao longo de 30 a
90 minutos.
Camptosar é um medicamento de uso restrito a hospitais. O esquema posológico e o plano de tratamento deverão
ser determinados exclusivamente pelo médico responsável de acordo com o tipo de neoplasia e a resposta ao
tratamento. Para maiores informações sobre a posologia do medicamento, consulte o seu médico ou a bula
específica para o profissional de saúde.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como esse é um medicamento de uso exclusivamente hospitalar, o plano de tratamento é definido pelo médico
que acompanha o caso. Se você faltar a uma sessão programada de quimioterapia com esse medicamento, você
deve procurar o seu médico para redefinição da programação de tratamento.
O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As seguintes reações adversas foram observadas durante os estudos clínicos (estudos realizados para avaliar o
medicamento) realizados com Camptosar®, para as diversas indicações e posologias:
Estudos clínicos como agente único, 100 a 125 mg/m2 em esquema de dose semanal
Eventos Adversos Graus 1 a 4 NCI (National Cancer Institute - Instituto Nacional do Câncer) Relacionados
ao Fármaco Observados em Mais de 10% dos Pacientes nos Estudos Clínicos:
Distúrbios Gastrintestinais
Distúrbios do Sangue e
Sistema Linfático
Distúrbios Gerais e no Local
da Administração
Distúrbios Metabólico e
Nutricional
Distúrbios na Pele e Tecido
Subcutâneo
Distúrbios Vasculares
diarreia tardia (que ocorre depois de mais de 8 horas após administração do
produto), náusea (enjoo), vômitos, diarreia precoce, dor/cólicas abdominais,
anorexia (falta de apetite), estomatite (inflamação da mucosa da boca)
leucopenia (redução de células de defesa no sangue), anemia, neutropenia
(diminuição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos)
astenia (fraqueza), febre
perda de peso, desidratação
alopecia (perda de cabelo)
eventos tromboembólicos (formação de coágulos nos vasos sanguíneos)*
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LL-PLD_Bra_CDSv16.0_28Jun2021_v4_CAMSUI_24_VP 9
29/Ago/2025
*Incluem angina pectoris (dor no peito por doença do coração), trombose arterial (trombo ou coágulo nas artérias),
infarto cerebral (interrupção do fornecimento de sangue para alguma região do cérebro), acidente vascular cerebral
(derrame), tromboflebite profunda (presença de coágulo com inflamação do vaso sanguíneo), embolia de
extremidade inferior (trombo ou coágulo proveniente dos membros inferiores), parada cardíaca, infarto do
miocárdio (interrupção do fornecimento de sangue para o coração), isquemia miocárdica (infarto), distúrbio
vascular periférico (dos vasos sanguíneos dos membros), embolia pulmonar (presença de êmbolo –trombo,
coágulo no pulmão), morte súbita, tromboflebite, trombose (presença de coágulo nos vasos sanguíneos), distúrbio
vascular (do vaso).
Estudos clínicos como agente único, 300 a 350 mg/m2 em esquema de dose a cada 3 semanas
Estão listados nas Tabelas a seguir, em ordem decrescente de frequência, os eventos adversos Graus 3 ou 4 NCI
relatados nos estudos clínicos do esquema posológico semanal ou a cada 3 semanas (N=620).
Eventos Adversos Grau 3 ou 4 NCI Relacionados ao Fármaco Observados em Mais de 10% dos Pacientes
nos Estudos Clínicos:
Distúrbios Gastrintestinais
Distúrbios do Sangue e Sistema
Linfático
Distúrbios na Pele e Tecido
Subcutâneo
diarreia tardia, náusea, dor/cólicas abdominais
leucopenia, neutropenia
alopecia
Eventos Adversos Grau 3 ou 4 NCI Relacionados ao Fármaco Observados em 1% a 10% dos Pacientes nos
Estudos Clínicos:
Infecções e Infestações
Distúrbios Gastrintestinais
Distúrbios do Sangue e Sistema
Linfático
Distúrbios Gerais e no Local da
Administração
Distúrbios Metabólico e
Nutricional
Distúrbios Hepatobiliares
Distúrbios Respiratório, Torácico
e Mediastinal
Distúrbios Laboratoriais
(investigativo)
infecção
vômitos, diarreia precoce, constipação (prisão de ventre), anorexia,
mucosite (úlceras na mucosa dor órgãos do aparelho digestivo)
anemia, trombocitopenia
astenia, febre, dor
desidratação, hipovolemia (desidratação)
bilirrubinemia (aumento das bilirrubinas no sangue)
dispneia (falta de ar)
aumento da creatinina
Eventos Adversos Grau 3 ou 4 NCI Relacionados ao Fármaco Observados em Menos de 1% dos Pacientes
nos Estudos Clínicos:
Infecções e Infestações
Distúrbios Gastrintestinais
Distúrbios Gerais e no Local da
Administração
Distúrbios Metabólico e
Nutricional
Distúrbios na Pele e Tecido
Subcutâneo
Distúrbios do Sistema Nervoso
Distúrbios Cardiovasculares
Distúrbios Renal e Urinário
sepse (infecção generalizada)
distúrbio retal, monilíase (infecção causada pelo fungo Cândida)
calafrios, mal-estar, dor lombar
perda de peso, hipocalemia (diminuição de potássio no sangue),
hipomagnesemia (diminuição de magnésio no sangue)
eritema - rash (vermelhidão), sinais cutâneos
marcha anormal (alteração do andar), confusão, cefaleia (dor de cabeça)
hipotensão (queda da pressão), síncope (desmaio), distúrbios
cardiovasculares
infecção do trato urinário
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LL-PLD_Bra_CDSv16.0_28Jun2021_v4_CAMSUI_24_VP 10
29/Ago/2025
Distúrbio do Sistema Reprodutivo
e Mamas
Distúrbios Laboratoriais
(investigativo)
dor nas mamas
aumento da fosfatase alcalina (enzima do fígado), aumento da gama-
-GT (enzima do fígado)
Os seguintes eventos adicionais relacionados ao medicamento foram relatados nos estudos clínicos com
Camptosar®, mas não preencheram os critérios acima definidos, como ocorrência > 10% de eventos relacionados
ao medicamento (NCI Graus 1 - 4 ou de NCI Graus 3 ou 4: rinite, salivação aumentada, miose (pupila pequena),
lacrimejamento, diaforese (suor excessivo), rubor facial (vermelhidão), bradicardia (diminuição dos batimentos
cardíacos), tonturas, extravasamento (escape acidental de medicamento para fora do vaso sanguíneo), síndrome da
lise tumoral (sintomas provocados pela destruição das células do câncer) e ulceração do cólon (formação de feridas
no intestino grosso).
Experiência Pós-Comercialização
Distúrbios Cardíacos: foram observados casos de isquemia miocárdica (infarto) após terapia com Camptosar®
predominantemente em pacientes com doença cardíaca de base (prévia), outros fatores de risco conhecidos para
doença cardíaca ou quimioterapia citotóxica prévia (que destroi as células do câncer).
Distúrbios Gastrintestinais: foram relatados casos infrequentes de obstrução intestinal (interrupção do trânsito
intestinal), íleo paralítico (diminuição dos movimentos do intestino), megacólon (alargamento do intestino grosso)
ou hemorragia (sangramento) gastrintestinal, e raros casos de colite (inflamação do intestino grosso, cólon),
incluindo tifilite (inflamação do ceco, uma região do intestino grosso) e colite isquêmica (inflamação do intestino
grosso devido à falta de irrigação sanguínea) ou ulcerativa (com formação de feridas). Em alguns casos, a colite
foi complicada por ulceração (formação de feridas), sangramento, íleo (parada da eliminação de gazes e fezes) ou
infecção. Casos de íleo sem colite anterior também foram relatados. Casos raros de perfuração intestinal foram
relatados.
Foram observados raros casos de pancreatite (inflamação no pâncreas) sintomática ou elevação assintomática das
enzimas pancreáticas.
Hipovolemia: foram relatados casos raros de distúrbio renal e insuficiência renal aguda (diminuição aguda da
função dos rins), geralmente em pacientes que contraíram infecções ou evoluíram com desidratação por toxicidade
gastrintestinal grave (desidratação por diarreia).
Infecções e infestações: Foram relatadas infecções bacterianas, fúngicas e virais.
Foram observados casos infrequentes de insuficiência renal (prejuízo na função dos rins), hipotensão (queda de
pressão) ou distúrbios circulatórios em pacientes que apresentaram episódios de desidratação associadas a diarreia
e/ou vômito, ou sepse (infecção generalizada).
Distúrbios do Sistema Imune: foram relatadas reações de hipersensibilidade (alergia), inclusive reações graves
anafiláticas ou anafilactoides (reações alérgicas graves).
Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo: efeitos precoces tais como contração muscular ou
cãibra e parestesia (sensação de formigamento) foram relatados.
Distúrbios do Sistema Nervoso: distúrbios de fala, geralmente transitórios, têm sido reportados em pacientes
tratados com Camptosar®. Em alguns casos, o evento foi atribuído à síndrome colinérgica (por excesso de
estimulação) observada durante ou logo após a infusão de Camptosar®.
Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinais: doença pulmonar intersticial (comprometimento pulmonar)
presente como infiltrados pulmonares são incomuns durante terapia com Camptosar®. Efeitos precoces tais como
dispneia (falta de ar) foram relatados. Soluços também foram relatados.
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LL-PLD_Bra_CDSv16.0_28Jun2021_v4_CAMSUI_24_VP 11
29/Ago/2025
Investigações: foram relatados casos raros de hiponatremia (diminuição da quantidade de sódio no sangue)
geralmente relacionada com diarreia e vômito. Foram muito raramente relatados aumentos dos níveis séricos das
transaminases (por ex: TGO e TGP, enzimas hepáticas – que refletem a função do fígado) na ausência de metástase
progressiva do fígado.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Foram administradas doses únicas de até 750 mg/m2 de Camptosar® a pacientes com várias neoplasias. Os eventos
adversos observados nesses pacientes foram semelhantes aos relatados com as doses e esquemas terapêuticos
recomendados. Não se conhece um antídoto para a superdose do produto. Deve-se adotar medidas de suporte
máximas para evitar a desidratação devido à diarreia e para tratar qualquer complicação infecciosa.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
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LL-PLD_Bra_CDSv16.0_28Jun2021_v4_CAMSUI_24_VP 12
29/Ago/2025
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.2110.0434
Produzido por:
Zydus Hospira Oncology Private Limited (ZHOPL)
Gujarat – India
Importado por:
Pfizer Brasil Ltda.
Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 32501, km 32,5
CEP 06696-000 - Itapevi - SP – Brasil
Registrado por:
Pfizer Brasil Ltda.
Rua Alexandre Dumas, 1.860
CEP 04717-904 - São Paulo – SP
CNPJ nº 61.072.393/0001-33
USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
CUIDADO: AGENTE CITOTÓXICO
CAMSUI_24
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CAMSUI_24
HISTÓRICO DE ALTERAÇÕES DE BULA
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
N°. do
expediente Assunto Data do
expediente
N°. do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
13/11/2025
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação
no Bulário RDC
60/12
13/11/2025
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação
no Bulário RDC
60/12
• O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
• ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VP/VPS
20 MG/ML SOL DIL
INFUS IV CT FA VD AMB
X 2 ML
20 MG/ML SOL DIL
INFUS IV CT FA VD AMB
X 5 ML
27/11/2024 1623701244
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação
no Bulário RDC
60/12
27/11/2024 1623701244
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação
no Bulário RDC
60/12
• IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
• O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
• ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
• ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
• CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
• POSOLOGIA E MODO DE USAR
• DIZERES LEGAIS
VP/VPS
20 MG/ML SOL DIL
INFUS IV CT FA VD AMB
X 2 ML
20 MG/ML SOL DIL
INFUS IV CT FA VD AMB
X 5 ML
11/01/2024 37035240
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação
no Bulário RDC
60/12
28/07/2021 2943472216
11315 -
Alteração de
texto de bula
por avaliação de
dados clínicos –
GESEF
18/12/2023
• O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
• ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VP/VPS
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 2 ML
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 5 ML
-- 14 of 18 --
CAMSUI_24
19/01/2023 0060602236
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação
no Bulário RDC
60/12
19/01/2023 0060602236
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação
no Bulário RDC
60/12
• DIZERES LEGAIS VP/VPS
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 2 ML
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 5 ML
18/06/2021 2362538214
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação
no Bulário RDC
60/12
18/06/2021 2362538214
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação
no Bulário RDC
60/12
• IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO VP/VPS
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 2 ML
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 5 ML
01/12/2020 4239594201
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
01/12/2020 4239594201
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
• REAÇÕES ADVERSAS VPS
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 2 ML
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 5 ML
17/10/2019 2521041196
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
17/10/2019 2521041196
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
• O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
• CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
• ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VP/VPS
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 2 ML
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 5 ML
02/09/2019 2095287192
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
02/09/2019 2095287192
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
• REAÇÕES ADVERSAS
• DIZERES LEGAIS VP/VPS
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 2 ML
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 5 ML
-- 15 of 18 --
CAMSUI_24
16/08/2018 0810772186
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
16/08/2018 0810772186
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
• QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
• REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 2 ML
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 5 ML
20/12/2017 2303824171
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
17/02/2017 0289467170
MEDICAMENTO
NOVO -
Solicitação de
Transferência
de Titularidade
de Registro
(Cisão de
Empresa)
11/09/2017 • DIZERES LEGAIS VP/VPS
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 2 ML
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 5 ML
22/12/2016 2638173167
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
22/12/2016
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
• VIA DE ADMINISTRAÇÃO
• PARA QUE ESTE
MEDICAMENTO É INDICADO?
• COMO ESTE MEDICAMENTO
FUNCIONA?
• O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
• ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
• QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
• O QUE FAZER SE ALGUÉM
USAR UMA QUANTIDADE
MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
• INDICAÇÕES
• RESULTADOS DE EFICÁCIA
• CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
• ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VP/VPS
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 2 ML
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 5 ML
-- 16 of 18 --
CAMSUI_24
• INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
• CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
• POSOLOGIA E MODO DE USAR
• REAÇÕES ADVERSAS
• SUPERDOSE
01/06/2016 1855041160
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
01/06/2016 1855041160
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
• ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
• CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
• DIZERES LEGAIS
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 2 ML
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 5 ML
04/02/2016 1249762162
Alteração da
AFE/AE por
modificação na
extensão do CNPJ
DA MATRIZ,
exclusivamente
em virtude do Ato
Declaratório
Executivo nº
34/2007 da
Receita Federal
do Brasil
02/05/2016 • DIZERES LEGAIS
04/07/2014 0531887144
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
04/07/2014 0531887144
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
• O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
• ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
• QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
• CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
• CONTRAINDICAÇÕES
VP/VPS
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 2 ML
20 MG/ML SOL INJ CT
FA PLAS AMB X 5 ML
-- 17 of 18 --
CAMSUI_24
• ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
• INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
• CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
• POSOLOGIA E MODO DE USAR
• REAÇÕES ADVERSAS
• DIZERES LEGAIS
-- 18 of 18 --
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Especificações
| Código do Produto | 7891268100150 |
|---|---|
| Marca | PFIZER |
| Código de Barras | 7891268100150 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE IRINOTECANO |
| Registro MS | 1211004340012 |
| Tipo | Novo |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ENDOVENOSA/INTRAVENOSA |
| Forma farmacêutica | Solução p/ Diluição p/ Infusão |
| Classe terapêutica | ANTINEOPLASICO |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |