Cloridrato De Fluoxetina 20 Mg Cápsula Dura Com 30 Ranbaxy Farmaceutica Ltda
Vendido e entregue por Maxi
cloridrato de fluoxetina
20 MG
CLORIDRATO DE FLUOXETINA
O cloridrato de fluoxetina é indicado para tratar depressão, com ou sem ansiedade, bulimia nervosa, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM). Ele atua aumentando os níveis de serotonina no cérebro, melhorando os sintomas dessas condições…
cloridrato de fluoxetina é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O cloridrato de fluoxetina é indicado para tratar depressão, com ou sem ansiedade, bulimia nervosa, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM). Ele atua aumentando os níveis de serotonina no cérebro, melhorando os sintomas dessas condições. A resposta terapêutica geralmente é observada após algumas semanas de tratamento. Essa medicação é bem absorvida após administração oral, com concentrações plasmáticas máximas atingidas em 6 a 8 horas.
Especificações
| Código do Produto | 7897076913579 |
|---|---|
| Marca | RANBAXY FARMACEUTICA LTDA |
| Código de Barras | 7897076913579 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE FLUOXETINA |
| Registro MS | 1235200760077 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto acima de 18 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Cápsula dura |
| Classe terapêutica | ANTIDEPRESSIVOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Modelo de bula – Paciente
cloridrato de fluoxetina 20 mg
cloridrato de fluoxetina
Cápsulas duras
20 mg
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Modelo de bula – Paciente
cloridrato de fluoxetina 20 mg
I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
cloridrato de fluoxetina
Medicamento genérico – Lei nº 9.787 de 1999.
APRESENTAÇÃO
cloridrato de fluoxetina 20 mg: embalagens com 30 cápsulas duras
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada cápsula dura de cloridrato de fluoxetina 20 mg contém:
cloridrato de fluoxetina......................................................................................................22,48 mg
(equivalente a 20 mg de fluoxetina)
Excipientes................................................................................................................q.s.p. 1 cápsula
Excipientes: amido.
II) INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Cloridrato de fluoxetina é indicado para o tratamento da depressão, associada ou não à ansiedade. Também é
indicado para o tratamento da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do transtorno disfórico
pré-menstrual (TDPM), incluindo tensão pré-menstrual (TPM), irritabilidade e disforia (mal-estar provocado pela
ansiedade).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Cloridrato de fluoxetina aumenta os níveis de serotonina no cérebro, resultando em melhora dos sintomas da
depressão, associada ou não à ansiedade, da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do
transtorno disfórico pré-menstrual.
A resposta terapêutica de cloridrato de fluoxetina é observada algumas semanas após o início do tratamento. No
entanto, se o paciente não apresentar melhora dos sintomas, o médico deverá avaliar e reajustar a dose utilizada.
Cloridrato de fluoxetina é bem absorvido após administração oral. Concentrações plasmáticas máximas são
alcançadas dentro de 6 a 8 horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento não deve ser usado por pacientes alérgicos à fluoxetina ou a qualquer um dos seus excipientes.
Cloridrato de fluoxetina não deve ser administrado a pacientes que estão utilizando inibidores da monoaminoxidase
(IMAO), reversíveis ou não, como por exemplo, o PARNATE ® (sulfato de tranilcipromina) (puro ou em associação)
e o AURORIX ® (moclobemida). Nesse caso, o paciente deverá esperar no mínimo 14 dias após a suspensão do
tratamento com IMAO para iniciar o tratamento com cloridrato de fluoxetina. O paciente deverá deixar um intervalo
de pelo menos 5 semanas (ou talvez mais, dependendo da avaliação médica, especialmente se cloridrato de fluoxetina
foi prescrito para o tratamento crônico e/ou em altas doses) após a suspensão do tratamento com cloridrato de
fluoxetina e o início de tratamento com um IMAO ou MELLERIL ® (tioridazina). O uso combinado de cloridrato de
fluoxetina com um IMAO pode causar eventos adversos graves, podendo ser fatal.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e precauções: a possibilidade de uma tentativa de suicídio é característica de um quadro depressivo e
de outras desordens psiquiátricas. Assim como outros antidepressivos, com atividade farmacológica semelhante,
casos isolados de ideação e comportamentos suicidas foram relatados durante o tratamento com cloridrato de
fluoxetina ou logo após a interrupção do tratamento. Embora não tenha sido estabelecida uma relação causal
exclusiva para cloridrato de fluoxetina em induzir a tais comportamentos, uma avaliação em conjunto de vários
antidepressivos (incluindo o cloridrato de fluoxetina) indica um aumento de risco potencial para ideias e
comportamentos suicidas em pacientes pediátricos e adultos jovens (< 25 anos), em comparação ao placebo. O
médico deve ser consultado imediatamente caso o paciente, independente da sua idade, relatar quaisquer
pensamentos suicidas em qualquer fase do tratamento; o médico deve orientar os pacientes a relatarem, a qualquer
momento, aflições ou sentimentos diferentes observados durante o tratamento.
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Modelo de bula – Paciente
cloridrato de fluoxetina 20 mg
Cloridrato de fluoxetina deve ser utilizado com precaução em pacientes com condições clínicas que predispõem a
arritmias (alteração dos batimentos cardíacos) ou exposição aumentada à fluoxetina (por exemplo, mau
funcionamento do fígado).
Erupção de pele, reações de hipersensibilidade imediata e sistêmica (reações anafilactoides) e reações sistêmicas
progressivas, algumas vezes graves e envolvendo pele, fígado, rins ou pulmões, foram relatadas por pacientes
tratados com cloridrato de fluoxetina. Após o aparecimento de erupção cutânea ou de outra reação alérgica para a
qual uma causa não pode ser identificada, cloridrato de fluoxetina deverá ser suspenso.
Assim como com outros medicamentos usados no tratamento da depressão, cloridrato de fluoxetina deve ser
administrado com cuidado a pacientes com histórico de convulsões.
Foram relatados casos de hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue) em pacientes tratados com cloridrato
de fluoxetina. A maioria desses casos ocorreu em pacientes idosos e em pacientes que estavam tomando diuréticos
(medicamentos que facilitam a eliminação de urina) ou com diminuição da quantidade de líquidos no organismo.
Em pacientes com diabetes, ocorreu hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue) durante a terapia com cloridrato
de fluoxetina e hiperglicemia (alta taxa de açúcar no sangue) após a suspensão do medicamento. Portanto, a dose de
insulina e/ou hipoglicemiante oral deve ser ajustada quando o tratamento com cloridrato de fluoxetina for
estabelecido e após a sua suspensão.
Cloridrato de fluoxetina deve ser utilizado com cuidado em pacientes com pressão intraocular elevada ou naqueles
que tenham risco de glaucoma de ângulo estreito agudo (doença caracterizada pelo aumento da pressão intraocular
que causa intensa dor nos olhos e perda repentina da visão).
O desenvolvimento de uma síndrome potencialmente fatal foi relatado com o uso de cloridrato de fluoxetina sozinho
ou em conjunto com outros medicamentos da classe serotoninérgica (incluindo triptanos) e com medicamentos que
prejudicam o metabolismo da serotonina (em particular, inibidores da monoaminoxidase).
Os sintomas desta síndrome podem incluir alterações do estado mental (por exemplo, agitação, alucinações, delirium
e coma), instabilidade autonômica [por exemplo, taquicardia (batimentos cardíacos acelerados), pressão arterial
instável, tontura, sudorese (suor em excesso), rubor (vermelhidão da pele), hipertermia (febre)], sintomas
neuromusculares [por exemplo, tremor, rigidez, mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos braços e
pernas durante o sono), hiperreflexia (reações de reflexo exageradas), falta de coordenação], convulsões (contração
involuntária e intensa dos músculos) e/ou sintomas gastrointestinais [por exemplo, náusea (vontade de vomitar),
vômito, diarreia].
O uso concomitante de cloridrato de fluoxetina com inibidores da monoaminoxidase com o propósito a tratar
distúrbios psiquiátricos é contraindicado. Cloridrato de fluoxetina também não deve ser iniciado em paciente sendo
tratado com inibidores da monoaminoxidase tais como linezolida ou azul de metileno por via venosa. Cloridrato de
fluoxetina deve ser interrompido antes de iniciar o tratamento com um inibidor da monoaminoxidase.
Se o tratamento concomitante de cloridrato de fluoxetina com uma outra droga serotoninérgica, ou seja, triptanos,
antidepressivos tricíclicos, fentanil, lítio, tramadol, buspirona, triptofano e Erva de São João, for clinicamente
indicado, aconselha-se a observação cuidadosa do paciente, particularmente durante o início do tratamento e no
aumento da dose.
O uso de cloridrato de fluoxetina deve ser considerado durante a gravidez somente se os benefícios do tratamento
justificarem o risco potencial para o feto, tendo em conta os riscos do não tratamento da depressão.
Deve-se ter cuidado no final da gravidez, pois foram relatados, raramente, sintomas transitórios de retirada
[exemplos: tremores transitórios, dificuldade na amamentação, taquipneia (respiração rápida) e irritabilidade] em
recém-nascidos cujas mães fizeram uso de cloridrato de fluoxetina próximo ao término da gravidez. Dados
observacionais sugerem um risco aumentado (menor que 2 vezes) de hemorragia (sangramento) pós-parto após
exposição à fluoxetina próxima ao trabalho de parto.
Cloridrato de fluoxetina é excretado no leite humano. Portanto, deve-se ter cuidado quando este medicamento for
administrado a mulheres que estejam amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado em mulheres grávidas ou amamentando sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia de cloridrato de fluoxetina entre pacientes idosos e jovens.
Outros relatos de experiências clínicas não identificaram diferenças nas respostas de pacientes jovens ou idosos, mas
uma sensibilidade maior de alguns indivíduos idosos não pode ser excluída.
O uso de cloridrato de fluoxetina em crianças menores de 7 anos não foi estudado. O uso deste medicamento nesta
população específica deve ocorrer sob supervisão médica.
Cloridrato de fluoxetina pode interferir na capacidade de julgamento, pensamento e ação. Portanto, durante o
tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, até que tenha certeza de que seu desempenho
não foi afetado.
Atenção: Este medicamento contém Açúcar (amido), portanto, deve ser usado com cautela em portadores de
Diabetes.
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Modelo de bula – Paciente
cloridrato de fluoxetina 20 mg
Interações medicamentosas: cloridrato de fluoxetina deve ser administrado com cuidado em pacientes que estejam
tomando os seguintes medicamentos:
• medicamentos que são metabolizados por um subgrupo específico de enzimas produzidas pelo fígado: Sistema
P4502D6. Peça ao seu médico informações mais detalhadas sobre essa classe de medicamentos;
• medicamentos que agem no sistema nervoso central, tais como: fenitoína, carbamazepina, haloperidol, clozapina,
diazepam, alprazolam, lítio, imipramina e desipramina;
• drogas que se ligam às proteínas do plasma;
• ácido acetilsalicílico (ex: ASPIRINA ®
) e
• anti-inflamatórios não estereoidais. Peça ao seu médico informações mais detalhadas sobre essa classe de
medicamentos.
Efeitos anticoagulantes alterados (valores de laboratório e/ou sinais clínicos e sintomas), incluindo sangramento, sem
um padrão consistente, foram reportados com pouca frequência quando cloridrato de fluoxetina e a varfarina foram
coadministrados. Portanto, os pacientes em tratamento com varfarina devem ser cuidadosamente monitorados quanto
à coagulação quando se inicia ou interrompe o tratamento com cloridrato de fluoxetina.
Houve raros relatos de convulsões prolongadas em pacientes usando cloridrato de fluoxetina juntamente com
tratamento eletroconvulsivo.
Em testes formais, cloridrato de fluoxetina não aumentou os níveis de álcool no sangue ou intensificou os efeitos do
álcool. Entretanto, a combinação de cloridrato de fluoxetina e álcool não é aconselhável.
Cloridrato de fluoxetina pode ser administrado com alimentos sem que interações ocorram.
A Erva de São João, também conhecida como Hypericum perforatum, pode interagir com cloridrato de fluoxetina,
aumentando os efeitos adversos como a síndrome serotoninérgica (caracterizada pelo conjunto de características
clínicas de alterações no estado mental e na atividade neuromuscular em combinação com disfunção do sistema
nervoso autônomo).
Não há estudos que relatem a possibilidade de interação entre cloridrato de fluoxetina e nicotina.
Não há estudos em humanos a respeito da interação entre cloridrato de fluoxetina e exames laboratoriais e não
laboratoriais.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser guardado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da umidade.
As cápsulas de cloridrato de fluoxetina são de gelatina dura, opacas e com autofechamento, de tamanho “2”, com
tampa verde e corpo quase branco, impressa com “R/FXT20” em tinta preta comestível na tampa e corpo, contendo
pó branco.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como usar: cloridrato de fluoxetina deve ser administrado por via oral e pode ser tomado independente das
refeições.
Dosagem
Depressão: a dose de 20 mg/dia é a recomendada.
Bulimia Nervosa: a dose recomendada é de 60 mg/dia.
Transtorno Obsessivo-Compulsivo: a dose recomendada é de 20 mg/dia a 60 mg/dia.
Transtorno Disfórico Pré-menstrual: a dose recomendada é de 20 mg/dia administrada continuamente (durante
todos os dias do ciclo menstrual) ou intermitentemente (isto é, uso diário, com início 14 dias antes do início previsto
da menstruação até o primeiro dia do fluxo menstrual). A dose deverá ser repetida a cada novo ciclo menstrual.
Doenças e/ou Terapias Concomitantes: deve ser considerada uma dose mais baixa ou menos frequente em
pacientes com comprometimento do fígado, doenças concomitantes ou naqueles que estejam tomando vários
medicamentos.
A dose recomendada pode ser aumentada ou diminuída. Doses acima de 80 mg/dia não foram sistematicamente
avaliadas. Não há dados que demonstrem a necessidade de doses alternativas tendo como base somente a idade do
paciente.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
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Modelo de bula – Paciente
cloridrato de fluoxetina 20 mg
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso o paciente deixe de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que possível.
Não tomar mais que a quantidade de cloridrato de fluoxetina recomendada pelo médico para período de 24 horas.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Foram relatadas as seguintes reações adversas com cloridrato de fluoxetina:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia, náusea
(vontade de vomitar), fadiga (cansaço) [incluindo astenia (perda ou diminuição da força muscular)], dor de cabeça e
insônia (incluindo despertar cedo, insônia inicial, insônia de manutenção do sono), síndrome gripal (doença aguda
com sintomas de febre, tosse ou dor de garganta, na ausência de outros diagnósticos), faringite (inflamação da
faringe) e sinusite (inflamação dos seios da face).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitações (sensação do
batimento cardíaco com mais força e/ou mais rápido que o normal), visão turva, boca seca, dispepsia (indisposição
gastrointestinal), vômitos, calafrios, sensação de agitação, diminuição de peso, prolongamento do intervalo QT
(prolongamento do período de condução elétrica no coração, o que pode ser causa de alterações do batimento
cardíaco), diminuição do apetite [incluindo anorexia (falta de apetite)], distúrbio de atenção, vertigem (falsa sensação
de movimentos), disgeusia (alteração do paladar), letargia (sensação de lentidão de movimentos e raciocínio),
sonolência (incluindo hipersonia e sedação), tremor, sonhos anormais (incluindo pesadelos), ansiedade, diminuição
da libido [incluindo perda da libido (desejo sexual)], nervosismo, inquietação, distúrbio do sono, tensão, micções (ato
de urinar) frequentes [incluindo polaciúria (ato de urinar com maior frequência)], distúrbios da ejaculação,
sangramentos ginecológicos, disfunção erétil (dificuldade de obtenção e/ou manutenção da ereção do pênis), bocejo,
hiperidrose (suor em excesso), prurido (coceira), erupções da pele, urticária (erupções da pele com coceira), rubor
(vermelhidão da pele) [incluindo fogachos (sensação de calor pelo corpo)] e labilidade emocional (instabilidade
emocional).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): midríase (dilatação da
pupila dos olhos), disfagia (dificuldade para engolir), sensação de anormalidade, sensação de frio, sensação de calor,
mal-estar, contusão, contração muscular, hiperatividade psicomotora [incluindo acatisia (incapacidade de ficar
parado), ataxia (falta de coordenação dos movimentos), distúrbios do equilíbrio, bruxismo (ranger de dentes),
discinesia (movimentos involuntários), mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos braços e pernas
durante o sono), despersonalização, humor elevado, humor eufórico, alteração do orgasmo [incluindo anorgasmia
(incapacidade de ter orgasmo)], pensamento anormal, disúria (dificuldade ou dor para urinar), alopecia (perda de
cabelos), suor frio, tendência aumentada para contusão, hipotensão (diminuição da pressão sanguínea), epistaxe
(sangramento pelo nariz), gastroenterite (inflamação aguda que compromete os órgãos do sistema gastrointestinal),
hipertonia (tensão excessiva dos músculos, artérias ou outro tecido do organismo), aumento da libido (aumento do
desejo sexual), reação paranoica (desconfiança ou suspeita altamente exagerada ou injustificada), arritmia
(irregularidade dos batimentos cardíacos), tontura (alteração do equilíbrio corporal), constipação (intestino preso),
flatulência (gases) e febre (aumento da temperatura corporal).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor no esôfago, reação
anafilática (reação alérgica grave generalizada), doença do soro, síndrome buco-glossal (problemas no sistema
nervoso que atingem a boca – especialmente a língua), convulsão (contração involuntária e intensa dos músculos),
hipomania (afeto exaltado, irritado, sem alterações dos sentidos), mania (crise de euforia), angioedema (coceira
seguida de inchaço nas camadas mais profundas da pele), equimose (mancha roxa na pele devido à presença de
sangue no tecido), reação de fotossensibilidade (reação da pele por sensibilidade à luz), vasculite (inflamação dos
vasos sanguíneos) e vasodilatação (aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos), edema de laringe (inchaço da
laringe), petéquias (pequenos pontos vermelhos na pele ou mucosas, causados por pequena hemorragia de vasos
sanguíneos), púrpura (manchas e placas de cor roxa na pele, órgãos e mucosas) e síndrome abdominal aguda (dor no
abdome, de aparecimento relativamente rápido, e que pode afetar em maior ou menor intensidade o organismo como
um todo).
Não relatados: distúrbios na micção (ato de urinar).
Relatos pós-comercialização: secreção inapropriada do hormônio antidiurético, hepatite idiossincrática (inflamação
do fígado) muito rara, síndrome serotoninérgica (quadro caracterizado por alteração no estado mental, na atividade
neuromuscular e sistema nervoso autônomo), priapismo (ereção do pênis prolongada ou dolorida), eritema
multiforme (lesões avermelhadas na pele), comprometimento da memória, disfunção sexual (ocasionalmente
persistindo após a descontinuação do uso), sangramento gastrointestinal [incluindo hemorragia (sangramento
excessivo) das varizes localizadas no esôfago, sangramento gengival e da boca, hematêmese (vômito de sangue),
hematoquezia (eliminação de sangue através do reto), hematomas (intra-abdominal e peritoneal), hemorragia (anal,
esofágica, gástrica, gastrointestinal superior e inferior, hemorroidal, peritoneal e retal), diarreia hemorrágica e
enterocolites (inflamação do intestino delgado e do cólon), diverticulite (inflamação de bolsas circulares que se
desenvolvem na parede do intestino) hemorrágica, gastrite hemorrágica, melena (fezes pretas) e úlcera hemorrágica
-- 5 of 8 --
Modelo de bula – Paciente
cloridrato de fluoxetina 20 mg
(esofágica, gástrica e duodenal)], galactorreia (saída de leite pelas mamas), hiperprolactinemia (produção excessiva
do hormônio prolactina), anemia aplástica (doença em que ocorre a diminuição da produção de todas as células
produzidas pela medula óssea), fibrilação atrial (frequência cardíaca irregular), catarata (embaçamento da membrana
que fica no olho), acidente vascular cerebral (derrame cerebral), icterícia colestática (amarelamento dos fluidos e
tecidos do organismo devido à alteração da produção de uma substância chamada bilirrubina), pneumonia
eosinofílica [acúmulo de um tipo de glóbulo branco (eosinófilo) no pulmão], ginecomastia (aumento das mamas em
homens), parada cardíaca (parada dos batimentos do coração), neurite óptica (inflamação do nervo óptico),
pancreatite (inflamação do pâncreas), embolia pulmonar (entupimento de um vaso no pulmão), hipertensão pulmonar
(aumento da pressão nas artérias dos pulmões), síndrome de Stevens-Johnson (tipo grave de inflamação da pele
desencadeada por uma reação alérgica), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue), púrpura
trombocitopênica (destruição das plaquetas no sangue) e comportamento violento.
Sintomas de descontinuação: sintomas de descontinuação foram reportados quando o tratamento com cloridrato de
fluoxetina foi interrompido. A interrupção abrupta do tratamento deve ser evitada. Procure orientação do seu médico
para suspensão do tratamento. Os sintomas mais comuns reportados incluem tontura, alterações do sono, distúrbios
sensoriais/parestesia (adormecimento ou formigamento de partes do corpo), ansiedade, agitação, astenia (perda ou
diminuição da força física), confusão, dor de cabeça e irritabilidade.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Os casos de superdose de cloridrato de fluoxetina isolado geralmente têm uma evolução favorável. Os sintomas de
superdose incluem náusea, vômito, convulsões, disfunção cardiovascular variando desde arritmias assintomáticas
(alteração dos batimentos cardíacos sem sintomas) ou indicativo de alterações no eletrocardiograma (incluindo
muitos casos raros de Torsade de Pointes), disfunção pulmonar e sinais de alteração do sistema nervoso central
(variando de excitação ao coma). Os relatos de morte por superdose de cloridrato de fluoxetina isolado têm sido
extremamente raros. No caso de superdose com cloridrato de fluoxetina verifique as condições do paciente quanto à
respiração e batimentos cardíacos e o encaminhe rapidamente a um local de atendimento médico. Nenhum antídoto é
conhecido. Diurese (eliminação de urina) forçada, hemoperfusão e transfusão sanguínea não são indicados. No caso
de overdose, considere a possibilidade de que tenha sido usada outra droga ou medicamento simultaneamente.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III) DIZERES LEGAIS
Reg. MS.: 1.2352.0076
Farm. Resp.: Adriana M. C. Cardoso
CRF - RJ N° 6750
Fabricado por: Sun Pharmaceutical Ind. Ltd.
Village Ganguwala, Paonta Sahib,
District Sirmour - Himachal Pradesh
– 173 025, Índia
Importado e Registrado por: Ranbaxy Farmacêutica Ltda.
Av. Eugênio Borges, 1.060
Arsenal – São Gonçalo – RJ
CEP: 24751-000
CNPJ: 73.663.650/0001-90
Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC): 0800 704 7222
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
FLUOX_VPAC_06
11/2020
-- 6 of 8 --
Modelo de bula – Paciente/Profissional
cloridrato de fluoxetina 20 mg
Anexo B – Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº
Expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
19/01/2021 -
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
4. O QUE DEVO SABERANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/ VPS
20 MG CAP DURA
CT BL AL PLAS
TRANS X 30
10/09/2020 3073546/20-7
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula RDC 60/12
30/04/2019 0385908/19-8
11091 -
RDC
73/2016 -
GENÉRICO
- Inclusão de
nova
apresentação
15/07/2019
VP
APRESENTAÇÕES
Restrição de uso
COMPOSIÇÃO
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
DIZERES LEGAIS
VPS
APRESENTAÇÕES
Restrição de uso
COMPOSIÇÃO
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES ADVERSAS
DIZERES LEGAIS
VP/VPS
20 MG CAP DURA
CT BL AL PLAS
TRANS X 30
20 MG CAP DURA
CT BL AL PLAS
TRANS X 500
20/02/2018 0131717/18-2
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
As bulas não sofreram alterações.
Peticionamento realizado para disponibilizar
as bulas no Bulário Eletrônico.
VP/VPS
20 MG CAP DURA
CT BL AL PLAS
TRANS X 30
-- 7 of 8 --
Modelo de bula – Paciente/Profissional
cloridrato de fluoxetina 20 mg
26/01/2018 0066602/18-5
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Dizeres legais VP/VPS
20 MG CAP DURA
CT BL AL PLAS
TRANS X 30
22/06/2016 1966847/16-3
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VPS
Reações adversas
Dizeres legais
VP
Quais os males que este medicamento pode
me causar?
Dizeres legais
VP/VPS
20 MG CAP DURA
CT BL AL PLAS
TRANS X 30
18/05/2016 1770149/16-0
1418 - GENÉRICO -
Notificação da
Alteração de Texto
de Bula
N/A N/A N/A N/A Dizeres legais VP/VPS
20 MG CAP DURA
CT BL AL PLAS
TRANS X 30
25/04/2014 0316532/14-9
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
6. Como devo usar este medicamento?
8. Quais os males que este medicamento pode
me causar?
VPS
5. Advertências e precauções
6. Interações medicamentosas
9. Reações adversas
VP/VPS
20 MG CAP DURA
CT BL AL PLAS
TRANS X 30
30/08/2013 0728598/13-1
10459 - GENÉRICO
- Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Versão Inicial VP/VPS
20 MG CAP DURA
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TRANS X 30
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Especificações
| Código do Produto | 7897076913579 |
|---|---|
| Marca | RANBAXY FARMACEUTICA LTDA |
| Código de Barras | 7897076913579 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE FLUOXETINA |
| Registro MS | 1235200760077 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto acima de 18 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Cápsula dura |
| Classe terapêutica | ANTIDEPRESSIVOS |
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| Bula Profissional | Ver bula |