Cloridrato De Moxifloxacino 1,60 Mg/Ml Solução Para Infusão Intravenosa Com 250ml Eurofarma - Momenta
Vendido e entregue por Maxi
cloridrato de moxifloxacino
CLORIDRATO DE MOXIFLOXACINO
O cloridrato de moxifloxacino é indicado para tratar infecções bacterianas sensíveis, incluindo pneumonia adquirida na comunidade, infecções complicadas de pele e anexos, e infecções intra-abdominais complicadas. Este antibiótico age interferindo nas enzimas responsáveis pela m…
cloridrato de moxifloxacino é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O cloridrato de moxifloxacino é indicado para tratar infecções bacterianas sensíveis, incluindo pneumonia adquirida na comunidade, infecções complicadas de pele e anexos, e infecções intra-abdominais complicadas. Este antibiótico age interferindo nas enzimas responsáveis pela multiplicação das bactérias, resultando na morte delas. Com a indicação adequada, os sinais e sintomas da doença devem melhorar em um período mínimo de cinco dias de tratamento correto.
Especificações
| Código do Produto | 7891317125318 |
|---|---|
| Marca | EUROFARMA - MOMENTA |
| Código de Barras | 7891317125318 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE MOXIFLOXACINO |
| Registro MS | 1004311410012 |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ENDOVENOSA/INTRAVENOSA |
| Forma farmacêutica | Solução p/ Infusão |
| Classe terapêutica | ANTIBIOTICOS SISTEMICOS SIMPLES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
cloridrato de moxifloxacino
Bula para Paciente
Solução para infusão
1,6 mg/mL
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cloridrato de moxifloxacino_sol inf_VP_V5 VERSÃO 05 – Esta versão altera a VERSÃO 04
USO INTRAVENOSO
USO ADULTO
SISTEMA FECHADO
COMPOSIÇÃO
Cada mL da solução para infusão contém:
cloridrato de moxifloxacino*.......................................................................................................................1,746 mg
excipientes**......................................................................................................................................................1 mL
*Cada 1,000 mg de moxifloxacino base equivale a 1,091 mg de cloridrato de moxifloxacino.
**Excipientes: glicose monoidratada e água para injetáveis.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O cloridrato de moxifloxacino solução para infusão é indicado para o tratamento das seguintes infecções causadas por
bactérias sensíveis:
• Pneumonia adquirida na comunidade (PAC) incluindo PAC causada por bactérias resistentes a alguns antibióticos*;
• Infecções complicadas de pele e anexos (inclusive infecções do pé diabético);
• Infecções intra-abdominais complicadas, incluindo infecções causadas por várias bactérias, como abscessos.
* Streptococcus pneumoniae multirresistente, incluindo isolados conhecidos como S. pneumoniae resistente a penicilina, e
cepas resistentes a dois ou mais dos seguintes antibióticos: penicilina (CIM ≥ 2 μg/mL), cefalosporinas de 2ª geração (por
exemplo, cefuroxima), macrolídeos, tetraciclinas e trimetoprima/sulfametoxazol.
Devem-se considerar as recomendações relacionadas ao uso apropriado de agentes antibióticos.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O cloridrato de moxifloxacino é um antibiótico utilizado para tratar infecções causadas por uma variedade de bactérias.
Atua causando a morte das bactérias interferindo nas enzimas que controlam a multiplicação das bactérias. Desde que
adequadamente indicado, os sinais e os sintomas da doença devem melhorar em um período mínimo de cinco dias de
tratamento correto.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O cloridrato de moxifloxacino não deve ser administrado a pessoas com conhecida alergia ao moxifloxacino ou a qualquer
componente de sua formulação ou aos antibióticos de mesma classe (quinolonas). Também é contraindicado durante a
gravidez e amamentação.
Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
cloridrato de moxifloxacino
Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
APRESENTAÇÃO
Solução para infusão 1,6 mg/mL: Embalagens com 1 ou 10 bolsas plásticas estéreis de 250 mL de solução para infusão
contendo 436,4 mg de cloridrato de moxifloxacino correspondente a 400 mg de moxifloxacino em 5 % de glicose
monoidratada .
Conteúdo eletrolítico:
252,3 mmol/L de glicose
Osmolaridade:
260,3 mOsm/L
Conteúdo calórico:
170 Kcal/L
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4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
• Precauções e Advertências
Em alguns casos, podem ocorrer reações alérgicas ou de hipersensibilidade após a primeira administração, e nesse caso o
médico deve ser imediatamente contatado.
Em casos muito raros, reações anafiláticas (reação alérgica grave) podem progredir até o choque (queda da pressão
arterial), potencialmente fatal, algumas vezes após a primeira administração. Nesses casos, o tratamento com cloridrato de
moxifloxacino deve ser interrompido e o tratamento médico instituído.
O cloridrato de moxifloxacino pode provocar alterações do eletrocardiograma em alguns pacientes.
Informe seu médico caso apresente qualquer distúrbio do ritmo cardíaco. As mulheres e idosos podem ser mais suscetíveis
a estas alterações. Portanto, o tratamento com cloridrato de moxifloxacino deve ser evitado em pacientes que tenham uma
alteração no eletrocardiograma chamada prolongamento do intervalo QT, em pacientes que tenham um nível baixo de
potássio no sangue e que não estejam sendo tratados e nos pacientes que usem antiarrítmicos cardíacos como a quinidina, a
procainamida, a amiodarona e o sotalol.
O cloridrato de moxifloxacino deve ser usado com cautela nas seguintes situações: em pacientes que estejam tomando
cisaprida (usado em problemas digestivos), eritromicina (antibiótico), medicamentos para psicoses, alguns tipos de
antidepressivos (imipramina, amitriptilina, nortriptilina); em pacientes que tenham frequência cardíaca baixa ou que
tenham tido um infarto do miocárdio; em pacientes que apresentem cirrose hepática.
Casos de hepatite fulminante potencialmente levando à insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado), incluindo
casos fatais, foram relatados com moxifloxacino. Informe seu médico imediatamente antes de continuar o tratamento com
cloridrato de moxifloxacino caso ocorram sintomas de insuficiência hepática, que são: icterícia (cor amarelada da pele),
sangramento, dor abdominal e aumento do fígado.
Foram relatados casos de reações de pele com aparecimento de lesões avermelhadas bolhosas como síndrome de Stevens-
Johnson ou necrólise epidérmica tóxica (doença em que a camada superficial da pele se solta em
lâminas) com o uso de cloridrato de moxifloxacino. Informe seu médico imediatamente antes de continuar o tratamento
com cloridrato de moxifloxacino caso ocorram reações na pele e/ou na mucosa (tecido que reveste boca e cavidade nasal).
O tratamento com quinolonas pode provocar crises convulsivas. O cloridrato de moxifloxacino deve ser utilizado com
cautela em pacientes com distúrbios conhecidos ou suspeitos do Sistema Nervoso Central que possam predispor a
convulsões ou reduzir o limiar convulsivo.
A ocorrência de colite (inflamação do intestino grosso) foi registrada com o uso de antibióticos de amplo espectro,
incluindo moxifloxacino; portanto, é importante considerar esse diagnóstico em pacientes com diarreia grave associada ao
uso de moxifloxacino. Fale com seu médico em caso de diarreia. Medicamentos que inibem a peristalse (contrações do
intestino) são contraindicados em pacientes que apresentem diarreia grave.
O cloridrato de moxifloxacino deve ser utilizado com cautela em pacientes com miastenia (fraqueza muscular) grave, pois
os sintomas podem aumentar.
O tratamento com quinolonas, inclusive moxifloxacino, pode produzir inflamação e ruptura de tendões, particularmente em
pacientes idosos e nos pacientes em tratamento concomitante com corticosteroides; foram relatados casos que ocorreram
até vários meses após o término do tratamento. Ao primeiro sinal de dor ou inflamação dos tendões, a administração de
cloridrato de moxifloxacino deve ser suspensa, sendo necessário manter em repouso o membro afetado e consultar um
médico.
Quinolonas demonstraram causar reações de fotossensibilidade em pacientes. No entanto, em estudos pré e pós-
comercialização, não houve evidência clínica de que cloridrato de moxifloxacino cause reações de fotossensibilidade. No
entanto, deve-se evitar exposição tanto à radiação UV quanto à luz solar.
Não é recomendado o tratamento com comprimidos revestidos de 400 mg de cloridrato de moxifloxacino em pacientes com
doença inflamatória pélvica complicada (por exemplo, associada a abscesso tubo-ovariano ou pélvico), quando o
tratamento intravenoso é considerado necessário.
O cloridrato de moxifloxacino não deve ser administrado a mulheres grávidas ou que estejam amamentando.
O moxifloxacino não é recomendado no tratamento de infecções MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina).
Em caso de infecção devido a MRSA, o tratamento com antibiótico adequado deve ser iniciado.
Pacientes em tratamento com cloridrato de moxifloxacino devem ser orientados a informar ao médico antes de continuar o
tratamento, caso sintomas de neuropatia como dor, sensação de queimação, formigamento, dormência, ou fraqueza, se
desenvolverem.
Reações psiquiátricas podem ocorrer mesmo após a primeira administração de fluoroquinolonas, incluindo moxifloxacino.
Em casos muito raros, depressão ou reações psicóticas podem evoluir para pensamentos suicidas ou comportamento
autodestrutivo como tentativas de suicídio. Caso o paciente desenvolva estas reações, o tratamento deve ser descontinuado
e devem ser tomadas as medidas necessárias. Deve-se ter cautela ao administrar cloridrato de moxifloxacino em pacientes
psiquiátricos ou em pacientes com histórico de doença psiquiátrica.
Devido à prevalência generalizada e crescente de infecções por Neisseria gonorrhoeae resistente à fluoroquinolonas, a
monoterapia com moxifloxacino deve ser evitada em pacientes com doença inflamatória pélvica, salvo se N. gonorrhoeae
resistente à fluoroquinolonas puder ser excluída. Caso a N. gonorrhoeae resistente à fluoroquinolonas não puder ser
excluída, deve-se considerar a adição de um antibiótico apropriado que seja ativo contra N. gonorrhoeae resistente.
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Assim como com todas as fluoroquinolonas, distúrbios na glicose sanguínea, incluindo tanto hipoglicemia (redução do
açúcar sanguíneo) quanto hiperglicemia (aumento do açúcar sanguíneo), foram relatados com cloridrato de moxifloxacino.
Em pacientes tratados com cloridrato de moxifloxacino, ocorreu disglicemia (alteração na glicose sanguínea)
principalmente em pacientes diabéticos idosos recebendo tratamento concomitante com um agente hipoglicemiante oral
(por exemplo, sulfonilureia) ou com insulina. Em pacientes diabéticos, é recomendado cuidadoso monitoramento da glicose
sanguínea.
Você deve procurar um oftalmologista imediatamente em caso de alterações na visão ou algum outro sintoma ocular.
Este medicamento é diluído em solução glicosada a 5%. Desta forma, deve considerar para fins de administração, dados
clínicos e laboratoriais como níveis glicêmicos e glicosúria. A monitoração frequente de concentrações de glicose, de
eletrólitos particularmente de potássio no plasma faz-se necessária antes, durante e após a administração da solução de
glicose. As soluções injetáveis de glicose devem ser usadas com cuidado em pacientes com Diabetes mellitus subclínica ou
evidente, ou intolerância a carboidratos. A administração de soluções de glicose deve ser realizada com cautela em
pacientes diabéticos, pois uma infusão rápida pode causar hiperglicemia, assim como em pacientes mal nutridos com
deficiência de tiamina, intolerância e carboidratos, septicemia. A administração intravenosa da glicose aos pacientes com
deficiência de tiamina e outras vitaminas do complexo B pode precipitar o desenvolvimento da encefalopatia de Wernicke.
As soluções de glicose não devem ser administradas em pacientes com insuficiência renal e após ataque isquêmico.
• Alteração na capacidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas
Fluoroquinolonas, incluindo o moxifloxacino, podem prejudicar a capacidade do paciente de dirigir veículos ou operar
máquinas devido a reações no sistema nervoso central e distúrbios visuais.
• Interações Medicamentosas
Para as seguintes substâncias foi comprovada a ausência de interação clinicamente relevante: atenolol (anti-hipertensivo),
ranitidina (protetor do estômago e do duodeno), suplementos de cálcio, teofilina (medicamento para asma), ciclosporina
(imunossupressor), contraceptivos orais, glibenclamida (antidiabético), itraconazol (medicamento usado em micoses),
digoxina (medicamento para problema no coração), morfina (analgésico), probenecida (medicamento utilizado no
tratamento complementar de infecções). Não são necessários ajustes de dose para estes compostos.
Não se observou interação durante o tratamento concomitante com varfarina, porém, são descritos casos de aumento da
atividade anticoagulante em pacientes recebendo anticoagulantes concomitantemente com antibióticos, incluindo cloridrato
de moxifloxacino. Fale com seu médico.
Embora os estudos clínicos não tenham demonstrado nenhuma interação entre o moxifloxacino e a varfarina, deve-se
monitorar o coagulograma.
A farmacocinética da digoxina não é significativamente alterada por moxifloxacino (e vice-versa).
A administração concomitante de carvão ativado e cloridrato de moxifloxacino oral reduz a absorção deste último. A
aplicação de carvão ativado na fase de absorção inicial impede aumentos adicionais da exposição do organismo ao
moxifloxacino em casos de superdose. Após administração intravenosa do fármaco, o carvão ativado apenas reduz
ligeiramente a exposição do organismo ao moxifloxacino (aproximadamente 20%).
• Interações com álcool e nicotina
Não são conhecidas interações entre cloridrato de moxifloxacino e álcool ou nicotina.
Atenção diabéticos: contém açúcar.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
O cloridrato de moxifloxacino é uma solução límpida, amarela e isenta de partículas visíveis.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
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6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Dose (adultos): A dose recomendada de moxifloxacino é de 400 mg uma vez por dia (1 comprimido revestido corresponde
a 250 mL de solução para infusão) para as indicações mencionadas nesta bula e não deve ser ultrapassada.
Duração do tratamento: A duração do tratamento deve ser determinada pela gravidade da indicação ou pela resposta
clínica. São feitas as seguintes recomendações gerais para o tratamento de infecções:
A terapia pode ser iniciada por administração intravenosa, seguida de administração oral dos comprimidos revestidos,
quando clinicamente indicado.
Pneumonia adquirida na comunidade: a duração total do tratamento recomendada para a administração sequencial
(intravenosa seguida por oral) é de 7-14 dias.
Infecções complicadas de pele e anexos: duração total do tratamento para a administração sequencial (intravenosa seguida
por oral), 7 - 21 dias.
Infecções intra-abdominais complicadas: duração total do tratamento para a administração sequencial (intravenosa seguida
por oral), 5 - 14 dias.
O período de tratamento recomendado para a respectiva indicação não deve ser excedido.
O cloridrato de moxifloxacino 400 mg comprimidos e cloridrato de moxifloxacino 400 mg solução para infusão
intravenosa foram avaliados em estudos clínicos em esquema de até 21 dias de tratamento (em infecções complicadas de
pele e anexos).
Modo de administração
A solução para infusão deve ser aplicada por via intravenosa durante 60 minutos. A solução para infusão pode ser
administrada diretamente ou através de um tubo T juntamente com soluções para infusão compatíveis. As seguintes
soluções para infusão mostraram-se estáveis por um período de 24 horas, à temperatura ambiente, quando misturadas ao
cloridrato de moxifloxacino solução para infusão, podendo ser consideradas como compatíveis: água para injeção, cloreto
de sódio 0,9%, cloreto de sódio 1 M, glicose 5%, 10% ou 40%, xilitol 20%, solução de Ringer, solução de Ringer lactato.
Se for necessário, aplicar outras medicações associadas ao cloridrato de moxifloxacino solução para infusão, cada
medicação deve ser administrada separadamente (vide também Incompatibilidades). Somente soluções límpidas poderão
ser usadas.
Armazenar na embalagem original.
Incompatibilidades
As soluções de cloreto de sódio 10% e 20% e de bicarbonato de sódio 4,2% e 8,4% mostraram ser incompatíveis com a
solução de infusão de cloridrato de moxifloxacino.
Informações adicionais para populações especiais
Não é necessário ajuste de dose em idosos, em pessoas de diferentes grupos étnicos e em pacientes com alteração da função
do fígado.
Crianças e adolescentes: a eficácia e segurança do moxifloxacino em crianças e adolescentes não foram estabelecidas (veja
também o item 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?).
É desnecessário o ajuste de dose em pacientes com alteração da função renal e em pacientes em diálise crônica.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Não interrompa o tratamento antes de falar com seu médico.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
O cloridrato de moxifloxacino pode provocar reações adversas, que são listadas a seguir de acordo com a frequência.
Comum: ≥ 1/100 a < 1/10
Incomum: ≥ 1/1.000 a < 1/100
Rara: ≥ 1/10.000 a < 1/1.000
Muito rara: < 1/10.000
- Comum: infecções por fungos, dores de cabeça, tonturas, alteração do ritmo cardíaco em pacientes com o potássio baixo
no sangue, náuseas, vômitos, dores abdominais e gastrintestinais, diarreia, aumento das transaminases (enzimas que
avaliam a função do fígado), reações no local da injeção e infusão.
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- Incomum: anemia, diminuição dos glóbulos brancos (células responsáveis pela defesa), diminuição ou aumento das
plaquetas (células responsáveis pela coagulação), alteração do tempo de coagulação, reação alérgica, coceira na pele,
urticária (reação alérgica importante de pele), erupção cutânea (aparecimento de lesões na pele), eosinofilia sanguínea
(aumento dos eosinófilos no sangue: células que participam do processo alérgico), aumento das gorduras no sangue
(colesterol), ansiedade, agitação/hiperatividade psicomotora, alterações da sensibilidade, formigamentos, distúrbios do
paladar, podendo haver a perda do paladar em casos muito raros, confusão mental, desorientação, alterações do sono,
tremor, vertigens, sonolência, distúrbios visuais (principalmente em caso de reações no sistema nervoso central), alteração
no eletrocardiograma chamada prolongamento do intervalo QT, palpitações, aceleração da frequência cardíaca,
vasodilatação (dilatação dos vasos sanguíneos), falta de ar e inclusive quadro de asma, diminuição de apetite e de ingestão
de alimentos, constipação (intestino preso), dispepsia (má digestão), gases, gastroenterite (inflamação do estômago e do
intestino), aumento de uma enzima do pâncreas chamada amilase, alteração hepática (do fígado), aumento das enzimas
hepáticas (enzimas que avaliam a função do fígado), dores nas articulações e nos músculos, desidratação causada pela
diarreia ou pela pouca ingestão de líquidos, mal-estar, dor inespecífica, aumento do suor e tromboflebite (inflamação da
veia com formação de coágulo) no local da infusão.
- Raras: nível anormal de tromboplastina (alteração da coagulação), reação anafilática/anafilactoide (reação alérgica grave),
edema (inchaço) alérgico, incluindo a obstrução da laringe (potencialmente fatal), aumento da glicose e do ácido úrico no
sangue, labilidade emocional (alteração de humor), depressão (em casos muito raros potencialmente culminando em
comportamento autodestrutivo, como ideação de suicídio/ pensamentos suicidas ou tentativas de suicídio), alucinações,
diminuição da sensibilidade na pele, alterações do olfato, sonhos anormais, problemas de coordenação (incluindo distúrbios
da marcha, especialmente devido à tontura ou vertigem, em casos muito raros levando à queda com ferimento
(especialmente em idosos), convulsões com diferentes manifestações clínicas (incluindo convulsões generalizadas),
alteração da atenção e da fala, perda de memória, neuropatia periférica e polineuropatia (doença que afeta um ou vários
nervos), zumbido nos ouvidos, problemas de audição, incluindo surdez (geralmente reversível), alteração do ritmo do
coração, desmaio, aumento ou diminuição da pressão arterial, dificuldade para engolir, estomatite, colite (inflamação do
intestino grosso) associada a antibióticos (em casos muito raros associada a complicações com risco para a vida), icterícia
(coloração amarelada da pele decorrente de alteração no fígado), hepatite (alteração da função do fígado),
predominantemente colestática (por obstrução da drenagem de bile), tendinite (inflamação de tendão), contração muscular,
cãibras, fraqueza muscular, alteração renal (da função dos rins), insuficiência do funcionamento dos rins (devido à
desidratação, principalmente nos idosos com distúrbios renais preexistentes), inchaço.
- Muito raras: nível de protrombina aumentado/diminuição de RNI, anomalias no valor de protrombina/RNI (alteração da
coagulação), choque anafilático/anafilactoide (reação alérgica grave, com potencial risco para a vida), hipoglicemia
(redução do açúcar no sangue), alteração de personalidade, reações psicóticas (potencialmente culminando em
comportamento autodestrutivo, como indícios de suicídio/pensamentos suicidas ou tentativas de suicídio), perda transitória
da visão (principalmente no caso de reações do sistema nervoso central), aumento da sensibilidade da pele, alterações do
ritmo do coração, incluindo Torsades de Pointes, parada cardíaca (especialmente nos pacientes com predisposição a
alterações no ritmo do coração e infarto), hepatite fulminante (grave), potencialmente levando à insuficiência (mau
funcionamento) hepática com risco para a vida do paciente (incluindo casos fatais), reação de pele bolhosa como Síndrome
de Stevens-Johnson ou necrólise epidérmica tóxica (reações graves de pele com potencial risco para a vida), ruptura de
tendão, artrite (inflamação das articulações), distúrbio da marcha (causado por sintomas musculares, dos tendões ou
articulares), piora dos sintomas de miastenia grave (doença muscular).
As seguintes reações adversas têm uma frequência maior nos pacientes tratados sequencialmente por via intravenosa e oral:
aumento de gamaglutamiltransferase (enzima do fígado) (comum); alterações do ritmo do coração, diminuição da pressão
arterial, inchaço, inflamação do intestino grosso associada a antibióticos (em casos muito raros associada a complicações
com risco para a vida), convulsões com diferentes manifestações clínicas (incluindo convulsões generalizadas),
alucinações, alteração renal e insuficiência (mau funcionamento) renal (devido à desidratação, especialmente em idosos
com alterações renais prévias) (incomuns).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista, ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Os dados de superdose disponíveis são limitados. Doses únicas de até 1.200 mg e doses múltiplas de 600 mg de
moxifloxacino durante 10 dias foram administradas a voluntários sadios, sem que fossem registrados efeitos adversos
significativos. Em caso de superdose, recomenda-se tratamento sintomático adequado incluindo medidas do
eletrocardiograma de acordo com a condição clínica do paciente.
O emprego de carvão ativado precocemente após administração oral pode ser de utilidade na prevenção de aumento
excessivo de exposição sistêmica ao moxifloxacino, em casos de superdose.
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Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem
ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
M.S.: 1.0043.1141
Farm. Resp. Subst.: Dra. Ivanete A. Dias Assi - CRF-SP 41.116
USO RESTRITO A HOSPITAIS.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA - SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 07/11/2019.
Fabricado por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Avenida Presidente Castello Branco, 1385 - Ribeirão Preto – SP
Registrado por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, 3565 – Itapevi – SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira
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cloridrato de moxifloxacino_sol inf_VP_V5 VERSÃO 05 – Esta versão altera a VERSÃO 04
Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que
altera bula
Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No do
expediente
Assunto Data do
expediente
No do
expediente
Assunto Data de
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
24/08/2015 0751705150
10459 –
GENÉRICO
– Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula – RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não aplicável VP Solução para
infusão
1,6 mg/mL
24/07/2018 0591765184
10452 –
GENÉRICO
–
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
5. Onde, como
e por quanto
tempo posso
guardar este
medicamento?
Dizeres legais
VP Solução para
infusão
1,6 mg/mL
10/06/2020 1842311/20-6
10452 –
GENÉRICO
–
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Apresentação
do
medicamento
VP Solução para
infusão
1,6 mg/mL
10/03/2021 0934788/21-
7
10452 –
GENÉRICO
–
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Identificação
do
Medicamento
3. Quando
não devo usar
este
medicamento?
6. Como devo
usar este
medicamento?
8. Quais os
males que este
medicamento
pode me
causar?
Dizeres legais
VP Solução para
infusão
1,6 mg/mL
Não
aplicável
Não aplicável 10452 –
GENÉRICO
–
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Dizeres legais VP Solução para
infusão
1,6 mg/mL
-- 8 of 9 --
cloridrato de moxifloxacino_sol inf_VP_V5 VERSÃO 05 – Esta versão altera a VERSÃO 04
Bula – RDC
60/12
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Especificações
| Código do Produto | 7891317125318 |
|---|---|
| Marca | EUROFARMA - MOMENTA |
| Código de Barras | 7891317125318 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE MOXIFLOXACINO |
| Registro MS | 1004311410012 |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ENDOVENOSA/INTRAVENOSA |
| Forma farmacêutica | Solução p/ Infusão |
| Classe terapêutica | ANTIBIOTICOS SISTEMICOS SIMPLES |
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| Bula Profissional | Ver bula |