Diazepam 10mg Com 30 Comprimidos Generico Uniao Quimica
Vendido e entregue por Maxi
DIAZEPAM
10 MG
DIAZEPAM
O diazepam é indicado para o alívio sintomático da ansiedade, tensão e outras queixas associadas à síndrome da ansiedade. Pode ser útil como coadjuvante no tratamento da ansiedade ou agitação em desordens psiquiátricas, e no alívio do espasmo muscular reflexo devido a traumas e…
DIAZEPAM é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O diazepam é indicado para o alívio sintomático da ansiedade, tensão e outras queixas associadas à síndrome da ansiedade. Pode ser útil como coadjuvante no tratamento da ansiedade ou agitação em desordens psiquiátricas, e no alívio do espasmo muscular reflexo devido a traumas e na espasticidade devida a lesões dos interneurônios espinhais e supraespinhais. O diazepam é um benzodiazepínico com efeitos sedativos, ansiolíticos, anticonvulsivantes e relaxantes musculares, com ação após cerca de 20 minutos.
Especificações
| Código do Produto | 7896006205081 |
|---|---|
| Marca | UNIÃO QUÍMICA |
| Código de Barras | 7896006205081 |
| Princípio ativo | DIAZEPAM |
| Registro MS | 1049713900057 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido |
| Classe terapêutica | ANSIOLITICOS SIMPLES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
diazepam
União Química Farmacêutica Nacional S/A
Comprimido
10 mg
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1
diazepam
Medicamento genérico, Lei nº 9.787, de 1999.
Comprimido
IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES
Comprimido 10 mg: embalagem contendo 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido contém:
diazepam............................................................................................................................10 mg
Excipientes: amido, lactose monoidratada, celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, dióxido de silício e
estearato de magnésio.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações a seguir. Caso não esteja seguro a respeito de
determinado item, por favor, informe ao seu médico.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O diazepam é indicado para alívio sintomático da ansiedade, tensão e outras queixas somáticas ou psicológicas
associadas com a síndrome da ansiedade. Pode também ser útil como coadjuvante no tratamento da ansiedade ou
agitação associada a desordens psiquiátricas.
O diazepam é útil no alívio do espasmo muscular reflexo devido a traumas locais (lesão, inflamação). Pode ser
igualmente usado no tratamento da espasticidade devida a lesão dos interneurônios espinhais e supraespinhais tal
como ocorre na paralisia cerebral e paraplegia, assim como na atetose e na síndrome rígida.
Os benzodiazepínicos são indicados apenas para desordens intensas, desabilitantes ou para dores extremas.
O diazepam só deve ser utilizado quando prescrito por seu médico.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O diazepam pertence a um grupo de medicamentos chamado benzodiazepínicos. Sua substância ativa é o
diazepam.
O diazepam é um sedativo, exerce efeito contra ansiedade e convulsões e é relaxante muscular. A ação do
produto se faz sentir após cerca de 20 minutos de sua administração. Somente o médico sabe a dose ideal de
diazepam para o seu caso. Siga as suas recomendações. Não mude as doses por conta própria.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve tomar este medicamento se for alérgico a diazepam ou a qualquer componente da fórmula do
produto.
Este medicamento não deve ser administrado se você tiver hipersensibilidade (alergia) aos benzodiazepínicos.
Deve-se evitar o uso se você tiver glaucoma de ângulo agudo (aumento da pressão intraocular).
Aconselha-se precaução especial ao se administrar diazepam se você tiver miastenia gravis (doença que causa
fraqueza e fadiga muscular), por causa do relaxamento muscular preexistente.
O diazepam deve ser evitado se você tiver insuficiência grave dos pulmões ou do fígado, pois os
benzodiazepínicos podem levar à ocorrência de encefalopatia hepática (mau funcionamento do cérebro devido a
problemas no fígado) e síndrome da apneia do sono (paradas respiratórias durante o sono).
Os benzodiazepínicos não são recomendados como tratamento primário de doença psicótica.
Benzodiazepínicos não devem ser usados sozinhos para tratar depressão ou ansiedade associada à depressão,
pois poderá ocorrer suicídio nesses pacientes.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é contraindicado
durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações
indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento
ou para a alimentação do bebê.
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4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uso concomitante de álcool/depressores SNC
O uso concomitante de diazepam com álcool e/ou depressores do sistema nervoso central (SNC) deve ser
evitado. Essa utilização concomitante tem potencial para aumentar os efeitos clínicos de diazepam, incluindo
possivelmente sedação grave, que pode resultar em coma ou morte, depressão cardiovascular e/ou respiratória
clinicamente relevantes (vide item “Principais interações medicamentosas” e “O que devo fazer se alguém usar
uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?”).
Histórico médico de abuso de álcool ou drogas
O diazepam deve ser usado com muita cautela em pacientes com história de alcoolismo ou dependência de
drogas.
O diazepam deve ser evitado em pacientes com dependência de depressores do sistema nervoso central (SNC),
incluindo álcool. Uma exceção à dependência de álcool é o gerenciamento das reações agudas de retirada.
Insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado)
Os benzodiazepínicos podem contribuir para a ocorrência de episódios de encefalopatia hepática (mau
funcionamento do cérebro, devido a problemas no fígado) em pacientes com insuficiência hepática grave. Deve-
se ter especial cuidado ao administrar diazepam em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada (vide
item “Quando não devo usar este medicamento?).
Reações psiquiátricas e “paradoxais”
Reações paradoxais, como inquietude, agitação, irritabilidade, agressividade, ansiedade, delírios, raiva,
pesadelos, alucinações, psicoses, comportamento inadequado e outros efeitos adversos comportamentais, podem
ocorrer com o uso de benzodiazepínicos. Quando isso ocorre, deve-se descontinuar o uso do medicamento. Esses
efeitos são mais prováveis em crianças e idosos.
Amnésia
Os benzodiazepínicos podem induzir a amnésia anterógrada (incapacidade de reter fatos novos na memória, após
a ingestão do benzodiazepínico). Esta pode ocorrer com o uso de doses terapêuticas, com aumento do risco em
doses maiores. Esses efeitos podem estar associados com comportamento inapropriado.
Tolerância
Pode ocorrer alguma redução na resposta aos efeitos, após uso repetido de diazepam por período prolongado.
Intolerância à galactose
Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose (a deficiência Lapp de lactase ou má
absorção de glicose-galactose) não devem tomar esta medicação e deverão falar com o seu médico, pois
diazepam possui lactose em sua composição.
Abuso e dependência
Dependência
O uso de benzodiazepínicos e similares pode levar ao desenvolvimento de dependência física ou psicológica
(vide item “Quais males este medicamento pode me causar?”). O risco de dependência aumenta com a dose e
duração do tratamento. É maior também nos pacientes com história de abuso de drogas e/ou álcool. Abusos
foram relatados em usuários de múltiplas drogas. O diazepam deve ser utilizado com extremo cuidado em
pacientes com histórico de abuso de álcool ou outras drogas.
Abstinência
Quando ocorre dependência física, a retirada abrupta do tratamento será acompanhada de sintomas de
abstinência. Podem ocorrer dor de cabeça, diarreia, dores musculares, ansiedade extrema, tensão, inquietude,
confusão e irritabilidade. Em casos graves, podem ocorrer sintomas como despersonalização, desrealização,
aumento da sensibilidade auditiva, dormência e sensibilidade nas extremidades, hipersensibilidade à luz, a
barulho e a contato físico, alucinações ou convulsões.
Ansiedade de rebote
Pode ocorrer uma síndrome transitória com os mesmos sintomas que levaram ao tratamento com diazepam, que
pode ser acompanhada de outras reações, incluindo alterações de humor, ansiedade, distúrbios do sono e
inquietude. Isso pode acontecer com a descontinuação do tratamento. Como o risco de abstinência e rebote é
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maior quando a descontinuação do tratamento é abrupta, é recomendado que a dosagem seja reduzida
gradualmente.
Populações especiais
Pacientes idosos
Se você tem mais de 60 anos, sua sensibilidade ao diazepam é maior que a de pessoas mais jovens. É possível
que seu médico tenha receitado uma dose menor e tenha solicitado a você que observe como reage ao
tratamento. Assegure-se de que você está seguindo essas instruções.
Pacientes com insuficiência respiratória
São recomendadas doses menores para pacientes com insuficiência respiratória crônica por causa do risco de
depressão respiratória.
Quando existe insuficiência cardiorrespiratória, deve se ter em mente que sedativos como diazepam podem
acentuar a depressão respiratória. Entretanto, o efeito sedativo pode, ao contrário, ter efeito benéfico ao reduzir o
esforço respiratório de certos pacientes. Na hipercapnia severa crônica, diazepam só deve ser administrado caso
os benefícios potenciais superem os riscos.
Gravidez e amamentação
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe o seu médico
ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.
Informe o seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe o
seu médico se você está amamentando. O diazepam é excretado no leite materno, podendo causar sonolência e
prejudicar a sucção da criança.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículo e operar máquinas
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante o tratamento, pois sua habilidade e
capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a
quedas ou acidentes.
Sedação, amnésia, diminuição da concentração e alteração da função muscular podem afetar negativamente a
habilidade para dirigir veículo ou operar máquinas. Antes de administrar diazepam você deve ser avisado para
não conduzir veículos ou operar máquinas até que esteja completamente recuperado. O médico deve decidir
quando essas atividades podem ser retomadas.
Se a duração do sono for insuficiente ou for consumido álcool, a probabilidade da capacidade de alerta estar
comprometida é maior.
Até o momento, não há informações de que diazepam possa causar doping. Em caso de dúvida, consulte o seu
médico.
Principais interações medicamentosas
Não tome bebidas alcoólicas enquanto estiver em tratamento com diazepam. O álcool intensifica o efeito do
diazepam, e isso pode ser prejudicial. Não use e não misture remédios por conta própria.
O diazepam pode influenciar ou sofrer influência de outros medicamentos, quando são administrados ao mesmo
tempo, incluindo: suco de toranja; antifúngicos ou antibióticos; medicamentos para o tratamento de doenças do
sistema nervoso, incluindo tranquilizantes, sedativos, medicamentos para dormir, medicamentos contra
convulsões, entre outros; anticoncepcionais hormonais; medicamentos para o tratamento de doenças do
estômago; medicamentos para o tratamento de doenças cardíacas; entre outros.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não
use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
Atenção, portadores de Doença Celíaca ou Síndrome Celíaca: contém glúten.
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Atenção: Este medicamento contém lactose monoidratada e não deve ser usado por pessoas com síndrome
de má-absorção de glicose-galactose.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Manter o produto em sua embalagem original e conservar em temperatura ambiente (entre 15° e 30°C); proteger
da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto físico: comprimido branco, circular, biconvexo, sulcado em uma de suas faces e isento de partículas
estranhas visíveis.
Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida
O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser
descartados no esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local
estabelecido, se disponível.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Os comprimidos devem ser tomados com um pouco de líquido (não alcoólico).
Geral
Para se obter efeito ótimo, a posologia deve ser individualizada. O tratamento deve ser iniciado com a menor
dose apropriada eficaz para a condição particular.
As doses orais usuais para adultos se iniciam com 5 – 10 mg. Dependendo da gravidade dos sintomas, o médico
poderá recomendar doses de 5 – 20 mg/dia. Normalmente cada dose oral para adultos não deve ser superior a 10
mg.
Os comprimidos podem ser divididos em partes iguais para facilitar a dosagem.
Duração do tratamento
A duração do tratamento deve ser a menor possível (vide item “Abuso e dependência”). Você deve ser
reavaliado regularmente quanto à necessidade de se continuar o tratamento, especialmente no paciente
assintomático. O tratamento não deve exceder 2 – 3 meses, incluindo o período de retirada progressiva. A
extensão além desse limite poderá ser feita após reavaliação da situação.
O seu médico deverá informá-lo sobre a duração do tratamento, limitado ao período de tratamento ao menor
tempo possível e explicará como a dose será progressivamente reduzida. Além disso, é importante que você
saiba sobre a possibilidade do fenômeno de rebote (reaparecimento temporário dos sintomas), para minimizar a
ansiedade sobre tais sintomas caso eles ocorram, durante a retirada do medicamento. Existem evidências de que,
no caso de benzodiazepínicos com efeito de curta duração, o fenômeno de retirada pode se manifestar no
intervalo entre as doses, especialmente quando as doses são altas. No caso de benzodiazepínicos com efeito de
longa duração, como diazepam, é importante prevenir quando se trocar para um benzodiazepínico com efeito de
curta duração, pois podem ocorrer sintomas de abstinência.
Instruções posológicas especiais
Idosos
Pacientes idosos devem receber doses menores (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Esses pacientes devem ser acompanhados regularmente no início do tratamento para minimizar a dosagem e/ou
frequência de administração, para prevenir superdose causada pelo acúmulo.
Distúrbios do funcionamento do fígado
Pacientes com distúrbios graves do funcionamento do fígado não devem ser tratados com diazepam. Em
pacientes com distúrbios leve a moderado, a menor dose possível deve ser administrada.
O seu médico sabe o momento ideal para suspender o tratamento. Entretanto, lembre-se de que diazepam não
deve ser tomado indefinidamente.
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Se você toma diazepam em altas doses e interrompe o tratamento de repente, seu organismo pode reagir. Assim,
após dois a três dias sem qualquer problema alguns dos sintomas que o incomodavam podem reaparecer
espontaneamente.
Não volte a tomar diazepam. Essa reação, da mesma maneira que surgiu, desaparece em dois ou três dias.
Para evitar esse tipo de reação, seu médico pode recomendar que você reduza a dose regularmente durante vários
dias, antes de suspender o tratamento.
Um novo período de tratamento com diazepam pode ser iniciado a qualquer momento, desde que por indicação
médica.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESSE MEDICAMENTO?
Você sempre deve tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou. Se por algum motivo você
se esquecer de tomar diazepam e for próximo ao horário da sua próxima dose, não tome a dose perdida. Tome
apenas a próxima dose. Caso contrário, tome a dose esquecida assim que perceber e continue com a próxima
dose normalmente como recomendado. Não tente recuperar a dose perdida, tomando mais de uma dose por vez.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Informe o seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.
Os efeitos colaterais mais comuns são: cansaço, sonolência e relaxamento muscular; habitualmente relacionados
com a dose administrada e no início do tratamento. Geralmente desaparecem com a administração prolongada.
Distúrbios do sistema nervoso: ataxia (desequilíbrio), disartria (dificuldade para falar), fala enrolada, dor de
cabeça, tremores, tontura, diminuição do estado de alerta. Amnésia anterógrada (esquecimento de fatos recentes
a partir da tomada do medicamento) pode ocorrer com doses terapêuticas, sendo que o risco aumenta com doses
maiores. Efeitos amnésicos (perda de memória) podem estar associados com comportamento inapropriado.
Distúrbios psiquiátricos: reações paradoxais como inquietude, agitação, irritabilidade, desorientação,
agressividade, nervosismo, hostilidade, ansiedade, delírios, raiva, pesadelos, sonhos anormais, alucinações,
psicoses, hiperatividade, comportamento inapropriado. Esses efeitos são mais prováveis em crianças e idosos e,
caso ocorram, o uso do medicamento deve ser descontinuado. Estado confusional, distúrbios emocionais e de
humor, depressão, alterações na libido.
O uso crônico (mesmo em doses terapêuticas) pode levar ao desenvolvimento de dependência física. O risco é
mais pronunciado em pacientes que recebem tratamento prolongado e/ou com doses elevadas e, particularmente,
em pacientes predispostos com antecedentes pessoais de alcoolismo ou abuso de drogas. Uma vez que a
dependência física aos benzodiazepínicos se desenvolve, a descontinuação do tratamento pode ser acompanhada
de sintomas de abstinência ou fenômeno de rebote (vide item “Abuso e dependência”). Tem sido relatado abuso
de benzodiazepínicos em usuários de múltiplas drogas (vide item “Abuso e dependência”).
Lesões, envenenamento e complicações de procedimentos: existem relatos de quedas e fraturas em pacientes
sob uso de benzodiazepínicos. O risco é maior em pacientes recebendo, concomitantemente, sedativos (incluindo
bebidas alcoólicas) e em pacientes idosos.
Distúrbios de outros órgãos e sistemas: náuseas, boca seca ou hipersalivação (aumento da saliva), constipação
e outros distúrbios gastrintestinais, diplopia (visão dupla), visão turva, hipotensão (pressão baixa), depressão
circulatória. Incontinência ou retenção urinária, reações cutâneas, vertigem, insuficiência cardíaca (incluindo
parada cardíaca), depressão respiratória (incluindo insuficiência respiratória). Icterícia (coloração amarelada da
pele e da parte branca dos olhos): muito raramente.
Alterações em exames: frequência cardíaca irregular, aumento da fosfatase alcalina sanguínea. Transaminases
aumentadas (exames da função do fígado): muito raramente.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
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Sintomas
A superdose de benzodiazepínicos, em geral, se manifesta por depressão do sistema nervoso central, em graus
variáveis, desde sonolência, ataxia (falta de coordenação motora), disartria (dificuldades na fala) e nistagmo
(movimentos anormais dos olhos). Coma, hipotensão (pressão baixa), depressão cardiorrespiratória, apneia e
diminuição dos reflexos podem ocorrer, mas são clinicamente tratáveis e reversíveis, se diazepam tiver sido
ingerido sozinho. Se ocorrer coma, normalmente tem duração de poucas horas; porém, pode ser prolongado e
cíclico, particularmente em pacientes idosos. Os efeitos de depressão respiratória por benzodiazepínicos são mais
graves em pacientes com doença respiratória.
Os benzodiazepínicos aumentam os efeitos de outros depressores do sistema nervoso central, incluindo o álcool.
Conduta
Os sinais vitais devem ser monitorados, e medidas de suporte devem ser instituídas pelo médico. Em particular,
você pode necessitar de tratamento sintomático dos efeitos cardiorrespiratórios ou efeitos do sistema nervoso
central.
A absorção posterior deve ser prevenida utilizando-se um método apropriado, por exemplo, tratamento em uma a
duas horas com carvão ativado. Se for utilizado o carvão ativado, é imperativo proteger as vias aéreas em
pacientes sonolentos. Em caso de ingestão mista, deve-se considerar a lavagem gástrica, entretanto, esse
procedimento não deve ser considerado uma medida de rotina.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA
Registro: 1.0497.1390
Registrado por:
UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu – SP – CEP: 06.900-095
CNPJ 60.665.981/0001-18
Indústria Brasileira
Produzido por:
UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Brasília – DF
Indústria Brasileira
Ou
Produzido por:
ANOVIS INDUSTRIAL FARMACÊUTICA LTDA
Taboão da Serra – SP
Indústria Brasileira
SAC 0800 011 1559
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 23/05/2025.
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7
Anexo B
Histórico de Alteração para a Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de Bula
Versões
(VP /
VPS)
Apresentações
relacionadas
06/2025
Gerado no
momento do
peticionamento
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
alteração de
texto de bula -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
IDENTIFICAÇÃO DO
PRODUTO
FORMA FARMACÊUTICA E
APRESENTAÇÕES
COMPOSIÇÃO
2. COMO ESTE
MEDICAMENTO
FUNCIONA?
3. QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE
ESTE MEDICAMENTO
PODE ME CAUSAR?
DIZERES LEGAIS
IDENTIFICAÇÃO DO
PRODUTO
FORMA FARMACÊUTICA E
APRESENTAÇÕES
COMPOSIÇÃO
1. INDICAÇÕES
3. CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
VP
VPS
Comprimido
10mg
CT BL AL PLAS
TRANS X 20
CT BL AL PLAS
TRANS X 30
CT BL AL PLAS
TRANS X 200
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8
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO.
8. POSOLOGIA E MODO
DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
DIZERES LEGAIS
04/01/2023 0008050/23-6
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
alteração de
texto de bula -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
2. COMO ESTE
MEDICAMENTO
FUNCIONA?
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
DIZERES LEGAIS
VP
VPS
Comprimido
5 mg
10 mg
30/06/2021 2538574/21-8
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
alteração de
texto de bula -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
- N/A
- 9.REAÇÕES ADVERSAS
VP
VPS
Comprimido
5 mg
10 mg
23/12/2020 4556432/20-9
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
alteração de
texto de bula -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
- Atualização da logomarca
da empresa
- Inclusão da frase de alerta
para celíacos
- Atualização do número do
SAC conforme disposições
da Anatel
VP
VPS
Comprimido
5 mg
10 mg
26/09/2017 2016535/17-8
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
alteração de
texto de bula -
RDC 60/12
26/09/2017 2016535/17-8
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
alteração de
texto de bula -
RDC 60/12
26/09/2017
3. QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE
VP
VPS
Comprimido
5 mg
10 mg
-- 9 of 10 --
9
ESTE MEDICAMENTO
PODE ME CAUSAR?
3. CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
8. POSOLOGIA E MODO
DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
10. SUPERDOSE
09/12/2015 1069577/15-0
10459 –
GENÉRICO –
Inclusão Inicial
de Texto de
Bula – RDC
60/12
23/12/2011 1022942/11-6
155 –
GENÉRICO –
Registro de
medicamento
09/11/2015 Versão inicial VP
VPS
Comprimido
5 mg
10 mg
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Especificações
| Código do Produto | 7896006205081 |
|---|---|
| Marca | UNIÃO QUÍMICA |
| Código de Barras | 7896006205081 |
| Princípio ativo | DIAZEPAM |
| Registro MS | 1049713900057 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido |
| Classe terapêutica | ANSIOLITICOS SIMPLES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |