Dipifarma 500 Mg/Ml Solução Injetável Caixa 100 Ampola De Vidro Âmbar Com 2 Ml Farmace
Vendido e entregue por Maxi
DIPIFARMA
500 MG/ML
dipirona monoidratada
O medicamento DIPIFARMA, contendo dipirona monoidratada, é indicado como analgésico e antitérmico, aliviando sintomas de dor e febre. Após administração, seu efeito tem início entre 30 a 60 minutos e perdura por aproximadamente 4 horas.
DIPIFARMA é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O medicamento DIPIFARMA, contendo dipirona monoidratada, é indicado como analgésico e antitérmico, aliviando sintomas de dor e febre. Após administração, seu efeito tem início entre 30 a 60 minutos e perdura por aproximadamente 4 horas.
Especificações
| Código do Produto | 7898166041004 |
|---|---|
| Marca | DOCILE |
| Código de Barras | 7898166041004 |
| Princípio ativo | dipirona monoidratada |
| Registro MS | 1108500180048 |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE; PROTEGER DO CALOR |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de de 1 ano (via intramuscular) e Uso adulto e pediátrico acima de 3 meses (via intravenosa) |
| Via de administração | INTRAMUSCULAR; INTRAVENOSA |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO INJETÁVEL |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
DIPIFARMA
dipirona monoidratada
Farmace Indústria Químico-Farmacêutica Cearense Ltda
Solução Injetável
500 mg/mL
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IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
DIPIFARMA
dipirona monoidratada
APRESENTAÇÕES
Solução injetável 500 mg/mL: Caixa com 100 ampolas de vidro âmbar com 2 mL (Embalagem Hospitalar).
USO INTRAVENOSO. USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 1 ANO.
USO INTRAMUSCULAR. USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 3 MESES.
COMPOSIÇÃO:
Cada mL da solução injetável contém 500 mg de dipirona monoidratada.
Excipientes: edetato dissódico, metabissulfito de sódio e água para injetáveis.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado como analgésico (para dor) e antitérmico (para febre).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
DIPIFARMA é um medicamento à base de dipirona, utilizado no tratamento da dor e febre. Tempo médio de início de ação:
30 a 60 minutos após a administração e geralmente duram aproximadamente 4 horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
DIPIFARMA não deve ser utilizada caso você tenha:
- reações alérgicas, tais como reações cutâneas graves com este medicamento;
- alergia ou intolerância à dipirona ou a qualquer um dos componentes da formulação ou a outras pirazolonas ou pirazolidinas
(ex.: fenazona, propifenazona, isopropilaminofenazona, fenilbutazona, oxifembutazona);
- apresentado anteriormente agranulocitose (diminuição significativa de um tipo de glóbulo branco chamado granulócitos),
causada por dipirona ou por qualquer medicamento semelhante da classe pirazolona ou pirazolidina;
- função da medula óssea prejudicada (por exemplo, após o uso de alguns medicamentos contra o câncer ou caso você tenha
uma condição que afete como suas células sanguíneas são produzidas ou funcionam) ou doenças do sistema hematopoiético
(responsável pela produção das células sanguíneas);
- apresentado anteriormente reações cutâneas graves com este produto;
- desenvolvido broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito) ou outras reações anafilactoides, como
urticária (erupção na pele que causa coceira), rinite (irritação e inflamação da mucosa do nariz), angioedema (inchaço em
região subcutânea ou em mucosas) depois do uso de medicamentos para dor (ex.: salicilatos, paracetamol, diclofenaco,
ibuprofeno, indometacina, naproxeno);
- porfiria hepática aguda intermitente (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com
complicações neurológicas) pelo risco de indução de crises de porfiria;
- deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase (G6PD), pelo risco de hemólise (destruição dos glóbulos
vermelhos, o que pode levar à anemia);
- gravidez e amamentação (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Este medicamento é contraindicado para menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 kg.
DIPIFARMA não deve ser aplicada por via intravenosa, em crianças com idade entre 3 e 11 meses ou pesando menos de 9
kg.
DIPIFARMA não deve ser aplicada por via parenteral em pacientes com hipotensão (pressão baixa) ou hemodinâmica
instável (problemas do sistema circulatório).
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu
médico em caso de suspeita de gravidez.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Agranulocitose: DIPIFARMA pode causar agranulocitose, caracterizada pela diminuição acentuada no número de
granulócitos, que são tipos de glóbulos brancos importantes para combater infecções (ver seção 8 "QUAIS OS MALES
QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?"), em consequência de um distúrbio na medula óssea. Esta é uma
ocorrência de origem imunoalérgica que pode durar pelo menos 1 semana. Essas reações são raras e podem ser graves, com
risco à vida e, em alguns casos, fatais. Interrompa o uso da medicação e procure atendimento médico imediatamente se alguns
dos seguintes sinais ou sintomas, que podem indicar agranulocitose, ocorrerem: febre, calafrios, dor de garganta e feridas
dolorosas nas mucosas (superfícies corporais úmidas), especialmente na boca, nariz e garganta ou na região genital ou anal.
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Em alguns casos, os sintomas podem passar despercebidos, como no uso para alívio da febre; ou mascarados, em casos de
pacientes que estão tomando antibióticos.
A agranulocitose pode ocorrer independentemente da dose e a qualquer momento durante o tratamento, inclusive pouco
tempo após a interrupção do uso.
Você pode desenvolver agranulocitose mesmo se já tiver usado Novalgina sem problemas no passado.
Pancitopenia [diminuição global de células do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas)]: interrompa o tratamento
imediatamente e procure o seu médico se ocorrerem alguns dos seguintes sinais ou sintomas: mal-estar geral, infecção, febre
persistente, equimoses (manchas roxas), sangramento, palidez.
Choque anafilático (reação alérgica grave): ocorre principalmente em pacientes sensíveis. Portanto, a dipirona deve ser
usada com cautela em pacientes que apresentem alergia atópica ou asma (vide “QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?”).
Reações cutâneas graves adversas: foram relatadas reações cutâneas graves com o uso de dipirona, como síndrome de
Stevens-Johnson (SSJ) (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo),
Necrólise Epidérmica Tóxica ou síndrome de Lyell (NET) (quadro grave, onde uma grande extensão de pele começa a
apresentar bolhas e evolui com áreas avermelhadas semelhante a uma grande queimadura) e Reação Cutânea Associada à
Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos (manifestação rara induzida por hipersensibilidade aos medicamentos levando ao
surgimento de erupções cutâneas, alterações hematológicas [no sangue]).
Pare imediatamente o uso de dipirona e procure ajuda médica se notar algum dos sintomas relacionados a essas reações
cutâneas graves descritas na seção “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”.
Se você desenvolver algum desses sinais ou sintomas referentes a erupções cutâneas (muitas vezes com bolhas) ou lesões da
mucosa, o tratamento deve ser interrompido imediatamente e não deve ser retomado (vide “QUANDO NÃO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO?”).
Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Para as doses recomendadas, nenhum efeito adverso na habilidade de se concentrar e reagir é conhecido.
Entretanto, pelo menos com doses elevadas, deve-se levar em consideração que as habilidades para se concentrar e reagir
podem estar prejudicadas, constituindo risco em situações em que estas habilidades são de importância especial (por exemplo,
operar carros ou máquinas), especialmente quando álcool foi consumido.
Reações anafiláticas/anafilactoides (reação alérgica grave e imediata que pode levar à morte)
Quando da escolha da via de administração, deve-se considerar que a via parenteral (via intravenosa ou intramuscular) está
associada a um maior risco de reações anafiláticas/anafilactoides.
Caso você esteja em alguma das situações abaixo, converse com seu médico, pois estas situações apresentam risco especial
para possíveis reações anafiláticas graves relacionadas à dipirona (vide “QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?”):
- síndrome da asma analgésica ou intolerância analgésica do tipo urticária-angioedema;
- asma brônquica, particularmente aqueles com rinossinusite poliposa (processo inflamatório no nariz e seios da face com
formação de pólipos) concomitante;
- urticária crônica;
- intolerância ao álcool, por exemplo, pessoas que reagem até mesmo a pequenas quantidades de bebidas alcoólicas,
apresentando sintomas como espirros, lacrimejamento e vermelhidão acentuada da face;
- intolerância a corantes ou a conservantes (ex.: tartrazina e/ou benzoatos).
Se você tem alguma alergia, informe seu médico e use DIPIFARMA somente sob orientação.
Caso você já tenha apresentado uma reação anafilática ou outra reação imunológica a outras pirazolidas, pirazolidinas e
outros analgésicos não narcóticos, também corre alto risco de responder de forma semelhante à DIPIFARMA.
Reações hipotensivas (de pressão baixa) isoladas
O uso de dipirona pode causar reações hipotensivas isoladas (vide “QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO
PODE ME CAUSAR?”). Essas reações são possivelmente dose-dependentes e ocorrem com maior probabilidade após
administração injetável.
Para evitar as reações hipotensivas graves desse tipo:
- a injeção deve ser administrada lentamente;
- reverter a hemodinâmica (problemas do sistema circulatório) em pacientes com hipotensão pré-existente, em pacientes com
redução dos fluidos corpóreos ou desidratação, ou com instabilidade circulatória ou insuficiência circulatória incipiente;
- deve-se ter cautela em pacientes com febre alta.
Nestes pacientes, a dipirona deve ser utilizada com extrema cautela e a administração de DIPIFARMA em tais circunstâncias
deve ser realizada sob cuidadosa supervisão médica. Podem ser necessárias medidas preventivas (como estabilização da
circulação) para reduzir o risco de reação de queda da pressão sanguínea.
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A dipirona só deve ser utilizada sob cuidadoso monitoramento hemodinâmico em pacientes nos quais a diminuição da pressão
sanguínea deve ser evitada, tais como pacientes com doença cardíaca coronariana grave (doença grave no coração) ou
obstrução dos vasos sanguíneos que irrigam o cérebro.
DIPIFARMA deve ser utilizada sob orientação médica, caso você tenha insuficiência dos rins ou do fígado, uma vez que a
taxa de eliminação é reduzida nestes casos (vide “COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
A injeção intravenosa deve ser administrada muito lentamente (sem exceder 1 mL/minuto) para assegurar que a injeção possa
ser interrompida ao primeiro sinal de reação anafilática/anafilactoide (vide “REAÇÕES ADVERSAS”) e para minimizar os
riscos de reações hipotensivas isoladas.
Lesão hepática induzida por drogas
Casos de hepatite (inflamação do fígado) aguda de padrão predominantemente hepatocelular (células do fígado) foram
relatados em pacientes tratados com dipirona com início de alguns dias a alguns meses após o início do tratamento. Os sinais
e sintomas incluem enzimas hepáticas séricas (enzimas do fígado) elevadas com ou sem icterícia (cor amarelada da pele e
olhos), frequentemente no contexto de outras reações de hipersensibilidade (alergia ou intolerância) a drogas (por exemplo,
erupção cutânea (alteração na pele), discrasias sanguíneas (alterações no sangue), febre e eosinofilia (aumento de um tipo de
célula no sangue chamado eosinófilo)) ou acompanhadas por características de hepatite (inflamação do fígado) autoimune.
A maioria dos pacientes se recuperou com a descontinuação do tratamento com dipirona; entretanto, em casos isolados, foi
relatada progressão para insuficiência hepática (redução da função do fígado) aguda com necessidade de transplante hepático
(transplante de fígado).
O mecanismo de lesão hepática (lesão do fígado) induzida por dipirona não está claramente elucidado, mas os dados indicam
um mecanismo imunoalérgico.
Os pacientes devem ser instruídos a entrar em contato com seu médico caso ocorram sintomas sugestivos de lesão hepática
(lesão do fígado). Nesses pacientes, a dipirona deve ser interrompida e a função hepática (atividade do fígado) avaliada.
A dipirona não deve ser reintroduzida em pacientes com um episódio de lesão hepática (lesão do fígado) durante o tratamento
com dipirona para o qual nenhuma outra causa de lesão hepática (lesão do fígado) foi determinada.
DIPIFARMA não deve ser tomada se você já tomou algum medicamento contendo dipirona e teve problemas de fígado. Se
você não tiver certeza, converse com seu médico.
Foi notificada inflamação do fígado em pacientes tomando dipirona, com sintomas que se desenvolveram alguns dias a alguns
meses após o início do tratamento.
Pare de usar DIPIFARMA e contacte um médico se tiver sintomas de problemas hepáticos (do fígado) (vide “QUAIS OS
MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”).
Outros medicamentos e produtos
Informe o seu médico se estiver a tomar um dos seguintes:
• bupropiona, um medicamento usado para tratar a depressão ou como um auxiliar para parar de fumar;
• efavirenz, um medicamento usado para tratar HIV/AIDS;
• metadona, um medicamento usado para tratar a dependência de drogas ilícitas (os chamados opioides);
• valproato, um medicamento usado para tratar a epilepsia ou doença bipolar;
• tacrolimo, um medicamento usado para prevenir a rejeição de órgãos em pacientes transplantados;
• sertralina, um medicamento usado no tratamento da depressão.
Gravidez e amamentação
Recomenda-se não utilizar DIPIFARMA durante os primeiros 3 meses da gravidez. O uso durante o segundo
trimestre da gravidez só deve ocorrer após cuidadosa avaliação do potencial risco/benefício pelo médico.
DIPIFARMA não deve ser utilizada durante os 3 últimos meses da gravidez.
A amamentação deve ser evitada durante e por até 48 horas após o uso de DIPIFARMA. A dipirona é eliminada
no leite materno.
Pacientes idosos: deve-se considerar a possibilidade das funções do fígado e dos rins estarem prejudicadas.
Crianças: menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 kg não devem ser tratadas com DIPIFARMA.
Crianças menores de 1 ano ou pesando menos de 9 kg não devem ser tratadas com DIPIFARMA por via intravenosa.
Restrições a grupos de risco: vide itens “QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?” e “O QUE DEVO
SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”.
Sensibilidade cruzada
Pacientes que apresentam reações anafilactoides à dipirona podem apresentar um risco especial para reações semelhantes a
outros analgésicos não narcóticos.
Pacientes que apresentam reações anafiláticas ou outras imunologicamente-mediadas, ou seja, reações alérgicas (ex.:
agranulocitose) à dipirona podem apresentar um risco especial para reações semelhantes a outras pirazolonas ou pirazolidinas.
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INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Indução farmacocinética de enzimas metabolizadoras:
A dipirona pode induzir enzimas metabolizadoras, incluindo CYP2B6 e CYP3A4.
A coadministração de dipirona com substratos do CYP2B6 e/ou CYP3A4, como bupropiona, efavirenz, metadona,
ciclosporina, tacrolimo ou sertralina, pode causar uma redução nas concentrações plasmáticas destes medicamentos.
Portanto, recomenda-se cautela quando dipirona e substrato de CYP2B6 e/ou CYP3A4 são administrados
concomitantemente; a resposta clínica e/ou os níveis do medicamento devem ser seguidos de monitoramento terapêutico do
medicamento.
valproato: a dipirona pode diminuir os níveis séricos de valproato quando coadministrado, o que pode resultar em eficácia
potencialmente diminuída do valproato. Os prescritores devem monitorar a resposta clínica (controle das convulsões ou
controle do humor) e considerar o monitoramento dos níveis séricos de valproato, conforme apropriado.
Adicionar dipirona ao metotrexato pode aumentar a hematotoxicidade (toxicidade do sangue) do metotrexato, particularmente
em pacientes idosos. Portanto, esta combinação deve ser evitada.
A dipirona pode reduzir o efeito do ácido acetilsalicílico na agregação plaquetária, quando tomado concomitantemente.
Portanto, esta combinação deve ser usada com cautela em pacientes que tomam ácido acetilsalicílico em baixas doses para
proteção cardiovascular.
Medicamento-alimentos: não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre alimentos e dipirona.
Medicamento-medicamento: a dipirona pode causar redução dos níveis de ciclosporina no sangue. As concentrações da
ciclosporina devem, portanto, ser monitoradas quando a dipirona é administrada concomitantemente.
O uso concomitante de dipirona com metotrexato pode aumentar a toxicidade sanguínea do metotrexato particularmente em
pacientes idosos. Portanto, esta combinação deve ser evitada.
A dipirona pode reduzir o efeito do ácido acetilsalicílico na agregação plaquetária (união das plaquetas que atuam na
coagulação), quando administrados concomitantemente. Portanto, essa combinação deve ser usada com precaução em
pacientes que tomam baixa dose de ácido acetilsalicílico para cardioproteção.
A dipirona pode causar a redução na concentração sanguínea de bupropiona. Portanto, recomenda-se cautela quando a
dipirona e a bupropiona são administradas concomitantemente.
Medicamento-exames laboratoriais: foram reportadas interferências em testes laboratoriais que utilizam reações de Trinder
(por exemplo: testes para medir níveis séricos de creatinina, triglicérides, colesterol HDL e ácido úrico) em pacientes
utilizando dipirona.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
DIPIFARMA injetável deve ser mantida em temperatura ambiente (entre 15 e 30 °C). Proteger da luz e umidade. Proteger
do calor.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Após abertas, as ampolas de DIPIFARMA devem ser utilizadas imediatamente. A solução remanescente após o uso
deve ser descartada.
Características do medicamento: Solução límpida e amarelada, livre de partículas em suspensão.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
DIPIFARMA injetável pode ser administrada por via intravenosa ou intramuscular.
Para assegurar que a administração injetável de dipirona possa ser interrompida ao primeiro sinal de reação
anafilática/anafilactoide (reação alérgica grave e imediata que pode levar à morte) e para minimizar o risco de reações
hipotensivas (pressão baixa) isoladas (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”), é
necessário que os pacientes estejam deitados e sob supervisão médica. Além disto, a administração intravenosa deve ser
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muito lenta, a uma velocidade de infusão que não exceda 1 mL (500 mg de dipirona)/minuto, para prevenir reações
hipotensivas.
Incompatibilidades/compatibilidades:
DIPIFARMA pode ser diluída em solução de glicose a 5%, solução de cloreto de sódio a 0,9% ou solução de Ringer-lactato.
Entretanto, tais soluções devem ser administradas imediatamente, uma vez que suas estabilidades são limitadas.
Devido à possibilidade de incompatibilidade, a solução de dipirona não deve ser administrada juntamente com outros
medicamentos injetáveis.
Modo de usar: A escolha da dose e da via de administração deve ser feita exclusivamente sob orientação médica e em função
do efeito analgésico desejado e das condições do paciente. Em muitos casos, a administração oral (dipirona comprimidos,
solução oral ou gotas) ou retal (dipirona supositórios) é suficiente para obter analgesia satisfatória.
Quando for necessário um efeito analgésico de início rápido ou quando a administração por via oral ou retal é contraindicada,
recomenda-se a administração de DIPIFARMA injetável por via intravenosa ou intramuscular.
O tratamento pode ser interrompido a qualquer instante sem provocar danos ao paciente, inerentes à retirada da medicação.
Quando da escolha da via de administração, deve-se considerar que a via parenteral está associada com maior risco de reações
anafiláticas/anafilactoides.
Caso a administração parenteral de dipirona seja considerada em crianças entre 3 e 11 meses de idade, deve-se utilizar apenas
a via intramuscular.
Visto que reações de hipotensão após administração da forma injetável podem ser dose-dependentes, a indicação de doses
únicas maiores do que 1 g de dipirona por via parenteral deve ser cuidadosamente considerada.
Se o efeito de uma única dose for insuficiente ou após o efeito analgésico ter diminuído, a dose pode ser repetida respeitando-
se o modo de usar e a dose máxima diária, conforme descrito abaixo.
• As seguintes dosagens são recomendadas:
Adultos e adolescentes acima de 15 anos: em dose única de 2 a 5 mL (intravenosa e intramuscular); dose máxima diária de
10 mL.
Crianças e lactentes (que estão sendo amamentadas): em crianças com idade inferior a 1 ano, DIPIFARMA injetável deve
ser administrada somente pela via intramuscular.
As crianças devem receber DIPIFARMA injetável conforme seu peso segundo a orientação deste esquema:
Peso Intravenosa (IV) Intramuscular (IM)
Lactente de 5 a 8 kg -- 0,1 - 0,2 mL
Crianças de 9 a 15 kg 0,2 - 0,5 mL
Crianças de 16 a 23 kg 0,3 - 0,8 mL
Crianças de 24 a 30 kg 0,4 - 1,0 mL
Crianças de 31 a 45 kg 0,5 - 1,5 mL
Crianças de 46 a 53 kg 0,8 - 1,8 mL
Caso necessário, DIPIFARMA injetável pode ser administrada até 4 vezes ao dia.
Não há estudos dos efeitos de DIPIFARMA injetável administrada por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e
para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via intravenosa ou intramuscular, conforme
recomendado pelo médico.
Em pacientes com insuficiência nos rins ou no fígado recomenda-se que o uso de altas doses de dipirona seja evitado, uma
vez que a taxa de eliminação é reduzida nestes pacientes. Entretanto, para tratamento em curto prazo não é necessária redução
da dose. Não existe experiência com o uso de dipirona em longo prazo em pacientes com insuficiência nos rins ou no fígado.
Em pacientes idosos e pacientes debilitados deve-se considerar a possibilidade das funções do fígado e dos rins estarem
prejudicadas.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso se esqueça de aplicar uma dose, aplique-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da próxima
dose, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pelo modo de usar. Não usar o medicamento em
dobro para compensar doses esquecidas.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.
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8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).
Distúrbios cardíacos
Síndrome de Kounis (aparecimento simultâneo de eventos coronarianos agudos e reações alérgicas ou anafilactoides. Engloba
conceitos como infarto alérgico e angina alérgica).
Distúrbios do sistema imunológico
A dipirona pode causar choque anafilático, reações anafiláticas/anafilactoides que podem se tornar graves com risco à vida
e, em alguns casos, serem fatais. Estas reações podem ocorrer mesmo após DIPIFARMA ter sido utilizada previamente em
muitas ocasiões sem complicações.
Estas reações medicamentosas podem desenvolver-se durante a injeção de dipirona ou horas mais tarde; contudo, a tendência
normal é que estes eventos ocorram na primeira hora após a administração.
Normalmente, reações anafiláticas/anafilactoides leves manifestam-se na forma de sintomas na pele ou nas mucosas (tais
como: coceira, ardor, vermelhidão, urticária, inchaço), falta de ar e, menos frequentemente, doenças/queixas gastrintestinais.
Estas reações leves podem progredir para formas graves com coceira generalizada, angioedema grave (inchaço em região
subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica até mesmo envolvendo a laringe), broncoespasmo grave, arritmias
cardíacas (descompasso dos batimentos do coração), queda da pressão sanguínea (algumas vezes precedida por aumento da
pressão sanguínea) e choque circulatório (colapso circulatório em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos
e células do corpo).
Em pacientes com síndrome da asma analgésica, reações de intolerância aparecem tipicamente na forma de crises asmáticas
(falta de ar).
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo
Além das manifestações da pele e mucosas, de reações anafiláticas/anafilactoides mencionadas acima, podem ocorrer
ocasionalmente erupções medicamentosas fixas; raramente exantema [“rash” (erupções na pele)], e, em casos isolados,
síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas
do corpo) ou síndrome de Lyell (NET) (doença bolhosa grave que causa morte da camada superficial da pele e mucosas,
deixando um aspecto de queimaduras de grande extensão).
Pare de usar DIPIFARMA e imediatamente contacte um médico se você vivenciar alguns dos sintomas abaixo:
Manchas avermelhadas não elevadas, semelhantes a alvos ou circulares no tronco, muitas vezes com bolhas centrais,
descamação da pele, úlceras na boca, garganta, nariz, genitais e olhos, estas erupções cutâneas graves podem ser precedidas
por febre e sintomas semelhantes aos da gripe (síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica), erupção cutânea
disseminada, temperatura corporal elevada (febre > 38 ºC) e linfonodos aumentados (Reação Cutânea Associada à Eosinofilia
e Sintomas Sistêmicos ou síndrome de hipersensibilidade medicamentosa) (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Distúrbios do sangue e sistema linfático
Anemia aplástica (doença onde a medula óssea produz em quantidade insuficiente os glóbulos vermelhos, glóbulos brancos
e plaquetas), agranulocitose (diminuição do número de granulócitos – tipos de glóbulos brancos - no sangue, em consequência
de um distúrbio na medula óssea) e pancitopenia (redução de glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas), incluindo casos fatais,
leucopenia (redução dos glóbulos brancos) e trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas).
Estas reações podem ocorrer mesmo após DIPIFARMA ter sido utilizada previamente em muitas ocasiões, sem
complicações.
Os sinais típicos de agranulocitose incluem lesões inflamatórias na mucosa (ex.: orofaríngea, anorretal, genital), inflamação
na garganta, febre (mesmo inesperadamente persistente ou recorrente). Entretanto, em pacientes recebendo tratamento com
antibiótico, os sinais típicos de agranulocitose podem ser mínimos. A taxa de sedimentação eritrocitária é extensivamente
aumentada, enquanto que o aumento de nódulos linfáticos é tipicamente leve ou ausente.
Os sinais típicos de trombocitopenia incluem uma maior tendência para sangramento e aparecimento de pontos vermelhos
na pele e membranas mucosas.
Distúrbios vasculares
Reações hipotensivas isoladas
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Podem ocorrer ocasionalmente após a administração, reações hipotensivas transitórias isoladas; em casos raros, estas reações
apresentam-se sob a forma de queda crítica da pressão sanguínea. A administração intravenosa rápida pode aumentar o risco
de reações hipotensivas.
Distúrbios renais e urinários
Em casos muito raros, especialmente em pacientes com histórico de doença nos rins, pode ocorrer piora súbita ou recente da
função dos rins (insuficiência renal aguda), em alguns casos com diminuição da produção de urina, redução muito acentuada
da produção de urina ou perda aumentada de proteínas através da urina. Em casos isolados, pode ocorrer nefrite intersticial
aguda (um tipo de inflamação nos rins).
Distúrbios gerais e no local da administração
Reações locais e dor podem aparecer no local da injeção, incluindo flebites (inflamação de uma veia).
Uma coloração avermelhada pode ser observada algumas vezes na urina.
Distúrbios gastrintestinais
Foram reportados casos de sangramento gastrintestinal.
Distúrbios hepatobiliares
Lesão hepática (lesão do fígado) induzida por medicamentos, incluindo hepatite aguda (inflamação do fígado), icterícia (cor
amarelada da pele e olhos), aumento das enzimas hepáticas (enzimas do fígado) podem ocorrer com frequência desconhecida
(vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Pare de usar DIPIFARMA e imediatamente contate um médico se você vivenciar alguns dos sintomas abaixo:
Calafrios, febre, dor de garganta e feridas dolorosas nas mucosas (superfícies corporais úmidas), especialmente na boca, nariz
e garganta ou na região genital ou anal. Veja também a seção 4 “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?”.
Náusea ou vômito, febre, sensação de cansaço, perda de apetite, urina de cor escura, fezes de cor clara, aparecimento de cor
amarelada na pele ou na parte branca dos olhos, coceira, erupção na pele ou dor na parte superior do estômago. Esses sintomas
podem ser sinais de lesão hepática (do fígado) (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?”).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Sintomas: enjoo, vômito, dor abdominal, deficiência da função dos rins/insuficiência aguda dos rins (ex.: devido à nefrite
intersticial), mais raramente, sintomas do sistema nervoso central (tontura, sonolência, coma, convulsões) e queda da pressão
sanguínea (algumas vezes progredindo para choque) bem como arritmias cardíacas (taquicardia). Após o uso de doses muito
elevadas, a excreção de um metabólito inofensivo (ácido rubazônico) pode provocar coloração avermelhada na urina.
Tratamento: não existe antídoto específico conhecido para dipirona. Se a ingestão foi feita por apenas um local de
administração, poderão ser realizadas medidas para diminuir a absorção sistêmica dos ingredientes ativos através de
desintoxicação primária (ex.: lavagem gástrica) ou diminuir a absorção (carvão ativado). O principal metabólito da dipirona
(4-N-metilaminoantipirina) pode ser eliminado por hemodiálise, hemofiltração, hemoperfusão ou filtração plasmática.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem
ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
M.S.: 110850018
Farm. Resp.: Dra. Ana Raquel Macedo Nunes – CRF/CE nº 3378
Farmace Indústria Químico-Farmacêutica Cearense Ltda.
Avenida Doutor Antônio Lyrio Callou, Km 02, Tupinambá.
Barbalha/CE - Cep: 63091-215
CNPJ: 06.628.333/0001-46
Indústria Brasileira
SAC: 0800-2802828
USO RESTRITO A HOSPITAIS.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
-- 8 of 11 --
BU007-PA.i
-- 9 of 11 --
HISTÓRICO DE ALTERAÇÃO PARA BULA
Dados da submissão eletrônica Dados da petição / notificação que altera a
bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº
expediente Assunto Data do
expediente
Nº
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
- -
10450 – SIMILAR
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula
- - - -
(VP): “3. QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE MEDICAMENTO?”,
“4. O QUE DEVO SABER ANTES
DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?” e “8. QUAIS
OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?”.
(VPS): “5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES”, e “9. REAÇÕES
ADVERSAS”
Bula VP e VPS
Solução injetável 500mg/mL:
Caixa com 100 ampolas de vidro âmbar
com 2mL (Embalagem Hospitalar).
23/02/2024 0215127/24-2
10450 – SIMILAR
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula
- - - -
Alteração dos dizeres legais
referentes a atualização de endereço
da empresa por ato público. A
alteração citada é de implementação
imediata e não requer manifestação
prévia da Anvisa de acordo com o
que preconiza o Artigo 16 da RDC
47 de setembro 2009;
Bula VP e VPS
Solução injetável 500mg/mL:
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 1mL (Embalagem Hospitalar);
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 2mL (Embalagem Hospitalar);
Caixa com 100 ampolas de vidro âmbar
com 2mL (Embalagem Hospitalar).
04/10/2022 4780073/22-7
10450 – SIMILAR
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula
- - - -
VP:
3. Quando não devo usar este
medicamento?
4. O que devo saber antes de
usar este medicamento?
8. Quais os males que este
Medicamento pode me
Causar?
VPS:
4. Contraindicações
5. Advertências e precauções
9.Reações adversas
Bula VP e VPS
Solução injetável 500mg/mL:
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 1mL (Embalagem Hospitalar);
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 2mL (Embalagem Hospitalar);
Caixa com 100 ampolas de vidro âmbar
com 2mL (Embalagem Hospitalar).
23/03/2022 1341508/22-6
10450 – SIMILAR
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula
- - - -
- Notificação de Alteração de Texto
de Bula:
VP:
4. O que devo saber antes de usar
este medicamento?
8. Quais os males que este
medicamento pode me causar?
VPS:
5. Advertências e precauções
6. Interações medicamentosas
9. Reações adversas
Bula VP e VPS
Solução injetável 500mg/mL:
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 1mL (Embalagem Hospitalar);
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 2mL (Embalagem Hospitalar);
Caixa com 100 ampolas de vidro âmbar
com 2mL (Embalagem Hospitalar).
15/01/2021 0195341/21-9
10450 – SIMILAR
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula
- - - -
VP:
3. Quando não devo usar este
medicamento? 4. O que devo
saber antes de usar este
medicamento?
VPS:
4.Contraindicações 5. Advertências e
Bula VP e VPS
Solução injetável 500mg/mL:
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 1mL (Embalagem Hospitalar);
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 2mL (Embalagem Hospitalar);
Caixa com 100 ampolas de vidro âmbar
com 2mL (Embalagem Hospitalar).
-- 10 of 11 --
precauções
01/07/2020 2107628/20-6
10450 – SIMILAR
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula
Notificação de Alteração de Texto de
Bula tem como objetivo a
substituição do Responsável Técnico,
de A.F. Sandes CRF / CE 2797, para
Ana Raquel Macedo Nunes CRF /CE
3378.
Bula VP e VPS
Solução injetável 500mg/mL: Caixa com
50 ampolas de vidro âmbar com 1mL
(Embalagem Hospitalar); Caixa com 50
ampolas de vidro âmbar com 2mL
(Embalagem Hospitalar); Caixa com 100
ampolas de vidro âmbar com 2mL
(Embalagem Hospitalar).
27/12/2019 3587942/19-4
10450 – SIMILAR
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula
- - - -
3. Quando não devo usar este
medicamento? 4. O que devo saber
antes de usar este medicamento?
4.Contraindicações 5. Advertências e
precauções
Bula VP e VPS
Solução injetável 500mg/mL: Caixa com
50 ampolas de vidro âmbar com 1mL
(Embalagem Hospitalar); Caixa com 50
ampolas de vidro âmbar com 2mL
(Embalagem Hospitalar); Caixa com 100
ampolas de vidro âmbar com 2mL
(Embalagem Hospitalar).
16/06/2017 1203031/17-7
10450 – SIMILAR
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula
- - - -
Alteração de texto de
bula para harmonização com
a sua Bula Padrão 2.Como este
medicamento funciona? 3.Quando
não devo usar este medicamento? 4.O
que devo saber antes de usar este
medicamento? 6. Como devo usar
este medicamento? 7.O que devo
fazer quando eu me esquecer de usar
este medicamento? 8. Quais os males
que este medicamento pode me
causar? 9. O que fazer se alguém usar
uma quantidade maior que a indicada
deste medicamento? 3.Características
farmacológicas. 4.Contraindicações.
5.Advertências e precauções. 6.
Interações medicamentosas. 8.
Posologia e modo
de usar. 9. Reações adversas
Bula VP e VPS
Solução injetável (500mg/mL).
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 1mL. Caixa com 50 ampolas de vidro
âmbar com 2mL. (Embalagem Hospitalar.
Caixa com 100 ampolas de vidro âmbar
com 2mL).
(Embalagem Hospitalar).
13/11/2014 1025817/14-5
10450 – SIMILAR
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula
- - - -
Identificação do medicamento e
Apresentações (Atualização de
DCB)
Bula VP e VPS
Solução Injetável (500mg/mL).
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 1mL.
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 2mL.
(Embalagem Hospitalar. Caixa com 100
ampolas de vidro âmbar com 2mL.
(Embalagem Hospitalar).
31/07/2014 06217661/4-4
10457 – SIMILAR –
Inclusão inicial de
texto de bula – RDC
60/12
- - - - Todos (Submissão Inicial do texto de
bula e adequação a RDC 47/2009) Bula VP e VPS
Solução Injetável (500mg/mL).
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 1mL.
Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar
com 2mL.
(Embalagem Hospitalar. Caixa com 100
ampolas de vidro âmbar com 2mL.
(Embalagem Hospitalar).
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Especificações
| Código do Produto | 7898166041004 |
|---|---|
| Marca | DOCILE |
| Código de Barras | 7898166041004 |
| Princípio ativo | dipirona monoidratada |
| Registro MS | 1108500180048 |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE; PROTEGER DO CALOR |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de de 1 ano (via intramuscular) e Uso adulto e pediátrico acima de 3 meses (via intravenosa) |
| Via de administração | INTRAMUSCULAR; INTRAVENOSA |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO INJETÁVEL |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |