Mepicain 3% 30mg/Ml Solução Injetável Caixa 50 Carp Plas Trans Com 1,8 Ml Laboratorio Cristalia
Vendido e entregue por Maxi
MEPICAIN 3%
CLORIDRATO DE MEPIVACAÍNA
O Mepicain® 3% (cloridrato de mepivacaína) é indicado para anestesia local em tratamentos odontológicos, incluindo infiltração, bloqueio, extrações múltiplas, próteses imediatas e procedimentos endodônticos. O medicamento estabiliza a membrana neuronal, impede a iniciação e tra…
MEPICAIN 3% é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O Mepicain® 3% (cloridrato de mepivacaína) é indicado para anestesia local em tratamentos odontológicos, incluindo infiltração, bloqueio, extrações múltiplas, próteses imediatas e procedimentos endodônticos. O medicamento estabiliza a membrana neuronal, impede a iniciação e transmissão dos impulsos nervosos, proporcionando anestesia local rápida. O início de ação ocorre entre 30 a 120 segundos na mandíbula superior e 1 a 4 minutos na mandíbula inferior, sendo a duração da anestesia de 20 a 40 minutos.
Especificações
| Código do Produto | 7896676417234 |
|---|---|
| Marca | LABORATORIO CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676417234 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE MEPIVACAÍNA |
| Registro MS | 1029804070044 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | TOPICA |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO INJETÁVEL |
| Classe terapêutica | ANESTESICOS LOCAIS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Mepicain® 3% sem vasoconstritor
(cloridrato de mepivacaína)
Solução Injetável
30 mg/mL
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
BULA PARA O PACIENTE
-- 1 of 10 --
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Mepicain® 3% (30 mg/mL) sem vasoconstritor
cloridrato de mepivacaína
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA.
APRESENTAÇÃO:
Solução injetável sem vasoconstritor
Cada cartucho contém 50 carpules plásticos de 1,8 mL
USO PARENTERAL - INJEÇÃO INTRAÓSSEA, CONJUNTIVAL E INTRACANAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 4 ANOS
COMPOSIÇÃO
Cada carpule com 1,8 mL contém :
cloridrato de mepivacaína ............................................................................................................ 54,0 mg
(equivalente a 47,04 mg de mepivacaína)
Excipientes (cloreto de sódio, metilparabeno, hidróxido de sódio e/ou ácido clorídrico para ajuste de pH)
Veículo estéril q.s.p. .......................................................................................................................1,8 mL
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O MEPICAIN® 3% (cloridrato de mepivacaína) está indicado para a anestesia local em odontologia, por infiltração
ou bloqueio em intervenções odontológicas em geral, como extrações múltiplas, próteses imediatas e procedimentos
endodônticos em adultos, adolescentes e crianças com mais de 4 anos de idade (acima de 20 kg de peso corporal).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O MEPICAIN ® 3% (cloridrato de mepivacaína) irá provocar a perda da sensibilidade na região em que o cirurgião-
dentista irá trabalhar por interromper temporariamente o movimento do impulso nervoso, promovendo a anestesia
local.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Os anestésicos locais (ALs) tipo amida são contraindicados a pacientes que apresentem hipertermia maligna
(hiperpirexia). MEPICAIN ® 3% (cloridrato de mepivacaína) também é contraindicado para pacientes que apresentam
distúrbios graves da condução atrioventricular não compensados pelo marca-passo e com epilepsia mal controlada. A
hipersensibilidade aos ALs do tipo amida e a quaisquer componentes presentes na composição de MEPICAIN ® 3%
(cloridrato de mepivacaína) é uma contraindicação absoluta.
A insuficiência hepática é uma contraindicação relativa à administração de anestésicos locais. Isto inclui pacientes
submetidos à diálise renal e aqueles com nefrite túbulo intersticial crônica. Insuficiência hepática e cardiovascular
significativas e a tireotoxicose (hipertireoidismo) são contraindicações relativas ao uso dos AL.
Este medicamento é contraindicado para menores de 4 anos (cerca de 20 kg de peso corporal).
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
A segurança e eficácia do anestésico local está ligada diretamente a dose correta e maneira com que o dentista irá
aplicar o medicamento. Recomenda-se informar ao dentista sobre qualquer doença ou tratamento que tenha, listando
todos os medicamentos que está tomando.
As reações alérgicas a anestésicos locais são bastante raras, especialmente as que resultam em morte. O dentista deverá
dispor de equipamentos e medicamentos que permitam identificar a reação alérgica e realizar o tratamento da mesma
imediatamente. O paciente deve ter cuidado para não traumatizar os lábios, língua, mucosa da bochecha ou palato
mole quando estas estruturas forem anestesiadas. A ingestão de alimentos deve ser adiada até a volta da função e
sensibilidade normais.
-- 2 of 10 --
Uso em crianças: A principal preocupação com pacientes pediátricos é a relativa facilidade de induzir uma superdose.
Assim, antes da administração do AL à criança, o dentista deve determinar o peso da criança e calcular a máxima
dose. Aconselha-se selecionar a solução contendo a menor concentração de AL.
Pacientes epilépticos: Os ALs devem ser usados com cuidado em pacientes com epilepsia, devendo-se administrar a
menor dose que seja capaz de promover uma anestesia eficiente.
Pacientes com doenças hepáticas: No caso de doença hepática, devem ser tomadas precauções especiais para
administrar a dose mais baixa que conduza a uma anestesia eficaz, particularmente após utilizações repetidas.
Pacientes com doenças renais: Em pacientes com doença renal deve ser utilizada a menor dose que seja capaz de
promover uma anestesia eficiente. Deve-se também ter cuidado ao utilizar este medicamento em pacientes com
acidose, devido ao risco de agravamento da insuficiência renal ou controle inadequado de diabetes mellitus tipo 1.
Pacientes que recebam tratamento com antiagregante plaquetário/anticoagulantes: Em pacientes que estejam
em tratamento com antiagregantes plaquetários ou anticoagulantes deve ser realizada a monitoração do tempo de
protrombina, uma vez que há o risco aumentado de sangramento grave após a punção acidental do vaso e durante a
cirurgia oro-maxilo-facial, o que está mais associado ao procedimento do que ao medicamento.
Pacientes idosos: As doses devem ser reduzidas em pacientes idosos (falta de dados clínicos), devendo-se administrar
a menor dose que seja capaz de promover uma anestesia eficiente, visto que pacientes idosos podem apresentar algum
comprometimento hepático e/ou cardiovascular.
Uso durante a gravidez e lactação: Não foram conduzidos estudos clínicos e também não há nenhum relato na
literatura de mulheres grávidas que tenham utilizado mepivacaína 30 mg/mL. Os estudos em animais não indicam
efeitos prejudiciais diretos ou indiretos no que diz respeito à toxicidade reprodutiva. Durante a gravidez, o
medicamento só deve ser utilizado após análise cuidadosa da relação benefício-risco. Segundo Haas (2002) os ALs
usados em odontologia podem ser administrados às gestantes (o cloridrato de mepivacaína está na categoria C do
FDA). Entretanto, deve-se sempre fazer a aspiração antes da injeção do anestésico a fim de evitar a injeção
intravascular.
Não se sabe se o cloridrato de mepivacaína é excretado no leite materno, uma vez que não há estudos clínicos com
lactentes que utilizaram mepivacaína 30 mg/mL. Assim, considerando a falta de dados para estes casos, o risco para
os recém-nascidos/lactantes não pode ser excluído.
Desta forma, recomenda-se que as lactentes não amamentem nas 14 horas seguintes à anestesia com o produto.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou
cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
Categoria de risco na gravidez: C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem
orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Injeção Intramuscular acidental: A ocorrência de injeção intra-arterial ou intravenosa inadvertida na área da cabeça
e pescoço, ou intravenosa na circulação sistêmica, pode estar associada a reações adversas graves, como crise
convulsiva seguida por depressão no SNC ou cardiorrespiratória e coma, a qual pode evoluir, em última instância,
para parada respiratória devido à elevação súbita de mepivacaína na circulação sistêmica. Desta forma, para garantir
que a agulha não penetre em um vaso sanguíneo durante a injeção, a aspiração deve ser realizada antes da injeção do
AL ou após a mudança do local da injeção. No entanto, a ausência de sangue na seringa não garante que a injeção
intravascular tenha sido evitada.
Risco associado com a injeção intraneural: A ocorrência desta pode levar o medicamento a se mover de maneira
retrógrada ao longo do nervo. A fim de se evitar a injeção intraneural e prevenir lesões nervosas durante bloqueio de
nervos, a agulha deve ser sempre retirada lentamente caso o paciente sinta uma sensação de choque elétrico durante a
injeção, ou se esta for particularmente dolorosa. Caso ocorra lesão no nervo pela agulha, o efeito neurotóxico pode
ser agravado pela potencial neurotoxicidade química da mepivacaína, que pode prejudicar o suprimento sanguíneo
perineural e impedir o escoamento local do fármaco.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
-- 3 of 10 --
Informe ao seu médico ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Interações do anestésico (mepivacaína) com medicamentos:
Medicamentos Efeito
Outros anestésicos locais A mepivacaína deve ser usada com cautela em pacientes
tratados concomitantemente com outros ALs, pois os
efeitos tóxicos são aditivos, havendo risco de superdose.
Sedativos e depressores do SNC Doses reduzidas deste produto devem ser usadas devido
aos efeitos aditivos. pois em geral, os depressores do
SNC como narcóticos, opioides, ansiolíticos,
fenotiazínicos, barbitúricos e anti-histamínicos, quando
empregados em conjunto com AL, levam à
potencialização das ações cardiorespiratórias. Além
disso, o uso conjunto de AL e medicamentos que
compartilham uma via metabólica comum pode produzir
reações adversas. Os fármacos que induzem a produção
de enzimas microssomais hepáticas, como os
barbitúricos, podem alterar a velocidade de
metabolização dos ALs com ligação amida. Assim, o
aumento da indução das enzimas microssomais
hepáticas, aumentará a velocidade de metabolismo do
AL.
Bloqueadores beta-adrenérgicos não seletivos
(propranolol, nadolol)
A depuração da mepivacaína pode ser reduzida quando
associada a bloqueadores beta-adrenérgicos não
seletivos, podendo resultar em maiores concentrações
séricas do anestésico. Assim, deve-se ter cuidado ao
administrá-lo em pacientes que façam uso destes
medicamentos.
Inibidores de CYP1A2 A mepivacaína é metabolizada principalmente pela
enzima CYP1A2. Os inibidores deste citocromo (como
ciprofloxacino, fluvoxamina, verapamil) podem diminuir
sua biotransformação, aumentando o risco de efeitos
adversos por contribuir para a manutenção de níveis
sanguíneos do fármaco por tempo mais prolongado,
podendo produzir efeitos tóxicos. Níveis séricos
aumentados de anestésicos de amida também foram
relatados após a administração concomitante de
cimetidina, o que provavelmente se deve ao efeito
inibitório da cimetidina no CYP1A2. Aconselha-se
cuidado ao associar a mepivacaína a esses
medicamentos, pois a vertigem pode durar mais tempo.
Interações com exames
A injeção intramuscular de cloridrato de mepivacaína pode resultar em um aumento nos níveis da creatina
fosfoquinase. Dessa forma, a determinação dessa enzima como diagnóstico da presença de infarto agudo do miocárdio,
sem a separação da isoenzima, pode comprometer o resultado deste exame.
Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
-- 4 of 10 --
Conservar à temperatura ambiente de 15 a 30 ºC e protegido da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Solução límpida, essencialmente livre de partículas visíveis, incolor a levemente amarelada. Lembrar-se de que a
presença de precipitação, partículas em suspensão, turvação e alteração na coloração do produto torna inconveniente
seu uso.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A dose de MEPICAIN ® 3% depende da condição física do paciente, da área da cavidade oral que será anestesiada, da
vascularização dos tecidos orais e da técnica anestésica a ser utilizada. O menor volume de solução que resulte em
anestesia eficaz deve ser administrado e deve haver tempo entre as injeções para observar se o paciente manifesta
alguma reação adversa.
A dose máxima é de 4,4 mg/kg, sem ultrapassar 300 mg (equivalente a 5 carpules para adultos saudáveis normais); a
dose deve ser reduzida em pacientes clinicamente comprometidos (com doença renal ou hepática, por exemplo),
debilitados ou idosos.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Necessário adquirir agulhas estéreis descartáveis compatíveis com a seringa utilizada pelo profissional de
saúde.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Já que este medicamento é administrado por um profissional da saúde em ambiente ambulatorial, não deverá ocorrer
esquecimento de seu uso.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reações adversas após a administração de cloridrato de mepivacaína são similares em natureza às reações observadas
com os outros anestésicos locais do tipo amida. Essas reações são, geralmente, dose-dependentes e podem ser
resultado de uma concentração plasmática elevada. As reações adversas após altas concentrações sistêmicas causadas
por superdose, absorção rápida ou injeção intravascular não intencional podem ser graves, e também poder ser
resultantes de hipersensibilidade, idiossincrasia ou menor tolerância por parte do paciente. As reações adversas graves
são geralmente sistêmicas. O perfil de segurança foi semelhante em crianças e adolescentes dos 4 aos 18 anos, em
comparação aos adultos.
As reações adversas reportadas provêm de notificações espontâneas, estudos clínicos e dados da literatura. Por
convenção, a frequência dos sinais iniciais de toxicidade do SNC ou cardiovascular é considerada rara.
A classificação das frequências segue os parâmetros: muito comum (≥ 1/10), comum (≥1/100 a <1/10), incomum
(≥1/1.000 a <1/100), rara (≥1/10.000 a <1/1.000), muito rara (<10.000) e desconhecida (não pôde ser estimada a partir
dos dados disponíveis).
Classe de órgãos do sistema MedDRA Frequência Reação Adversa
Infecções e infestações Desconhecida Gengivite
Doenças do sistema imunológico Rara Hipersensibilidade 1
Distúrbios psiquiátricos Desconhecida Humor eufórico, nervosismo, ansiedade, agitação e
inquietação
-- 5 of 10 --
Distúrbios do sistema nervoso Comum Dor de cabeça
Rara Neuropatia 2: neuralgia (dor neuropática)2, parestesias2, 3
e hipoestesia; síndrome de Horner, vertigem (tontura),
tremor, depressão profunda do SNC4
Distúrbios dos olhos Rara Deficiência visual, visão turva, distúrbio de acomodação
Desconhecida Ptose palpebral, enoftalmia, exoftalmia, diplopia
(paralisia dos músculos oculomotores), amaurose
(cegueira), midríase, miose
Distúrbios do ouvido e labirinto Desconhecida Zumbido e hiperacusia
Distúrbios cardíacos Rara Parada cardíaca 5; bradiarritmia e bradicardia;
taquiarritmia (incluindo extrassístoles ventriculares e
fibrilação ventricular) 5; angina pectoris6; distúrbios de
condução (bloqueio atrioventricular); taquicardia
Desconhecida Depressão miocárdica 5 (em pacientes com doença
cardíaca subjacente ou em uso de determinados
medicamentos)
Distúrbios vasculares Rara Hipotensão (com possível colapso circulatório)
Muito rara Hipertensão
Desconhecida Vasodilatação; hiperemia local ou regional
Distúrbios respiratórios, torácicos e
mediastinais
Rara Depressão respiratória 7
Desconhecida Hipóxia (incluindo cerebral) 8, hipercapnia 8
Distúrbios gastrintestinais Rara Náuseas e vômitos; esfoliação gengival ou da mucosa
oral (descamação); inchaço do lábio, gengiva e língua 9
Desconhecida Estomatite, glossite
Distúrbios da pele e do tecido
subcutâneo
Rara Eritema, edema facial, hiperidrose (suor ou transpiração)
Distúrbios do tecido
musculoesquelético e conjuntivo
Rara Espasmos musculares
Desconhecida Trismo
Distúrbios gerais e condições no local
de administração
Rara Edema local, edema no local da injeção, calafrios
(tremores)
Desconhecida Reação ou dor no local de injeção; dor no peito; fadiga,
astenia (fraqueza); sensação anormal de calor ou de frio
Lesões, envenenamento e
complicações do procedimento
Desconhecida Lesão no nervo
Descrição das reações adversas selecionadas:
-- 6 of 10 --
1Hipersensibilidade: pode ocorrer com o aparecimento de vários sinais característicos, como erupção cutânea (rash),
urticária, prurido, broncoespasmo ou asma, respiração ofegante, reações anafiláticas ou anafilactoides e angioedema.
Este último inclui edema de face, língua, lábio, garganta, laringe e edema periorbital. O edema laringofaríngeo pode
ocorrer caracteristicamente com rouquidão ou disfagia. O broncoespasmo (broncoconstrição) pode se manifestar de
forma característica, com dispneia. Reações anafiláticas ou anafilactóides foram descritas com uma frequência muito
rara.
2Na região orofacial.
3Parestesias: Anestesia prolongada ou parestesia da língua e lábios sabidamente são riscos dos procedimentos
cirúrgicos como extrações, embora elas possam ocorrer após procedimentos não-cirúrgicos. Muitas dessas reações
são transitórias e desaparecem dentro de 8 semanas, embora algumas reações possam ser permanentes. A parestesia
inclui sensações anormais como disestesia, sensação de queimação, dormência, disgeusia (gosto metálico, alteração
do paladar), ageusia, prurido, sensação de picada na pele, formigamento sem causa física aparente. A parestesia
persistente, principalmente após bloqueios nervosos na mandíbula, é caracterizada por recuperação lenta, incompleta
ou falta de recuperação. Casos muito raros de lesão nervosa prolongada ou irreversível e perda gustativa foram
relatados após analgesia por bloqueio mandibular.
4Depressão do SNC: pode ser caracterizada por vários sintomas, como: perda de consciência, coma, convulsão
(incluindo crise tônico- clônica), pré-síncope, síncope, estado confusional, desorientação, vertigem, distúrbio da fala
(por exemplo, disartria, logorreia), desequilíbrio, sonolência, nistagmo e bocejo.
5Ocorre principalmente em pacientes com doença cardíaca subjacente ou que estejam utilizando determinados
medicamentos.
6Em pacientes com predisposição ou fatores de risco para doença isquêmica do coração.
7Depressão respiratória: pode ocorrer pela manifestação de diferentes sintomas, como apneia (parada respiratória),
hipoventilação, hiperventilação, taquipneia, bradipneia. A hipóxia e a hipercapnia podem ocorrer de forma secundária
à depressão respiratória ou a convulsões e esforço muscular sustentado.
8A hipóxia e a hipercapnia são secundárias à depressão respiratória e / ou convulsões e esforço muscular sustentado.
9Isto ocorre por mordedura acidental enquanto a anestesia persiste.
Reações psicogênicas: Eventos desencadeados por ansiedade estão entre as reações adversas mais comuns associadas
aos ALs. Podem ser manifestadas por vários sintomas como síncope, hiperventilação, náusea, vômitos, alterações nos
batimentos cardíacos e pressão sanguínea.
Reações alérgicas: São caracterizadas por lesões cutâneas, urticária, edema ou reações anafiláticas.
Depressão miocárdica: os ALs produzem uma depressão do miocárdio relacionada com o nível plasmático do AL
(superdose). A ação do AL reduz a excitabilidade elétrica do miocárdio, a velocidade de condução e a força de
contração.
Distúrbios vasculares: os ALs produzem vasodilatação periférica, através do relaxamento do músculo liso das
paredes dos vasos sanguíneos, resultando em leve grau de hipotensão, aumento do fluxo sanguíneo de entrada e saída
no local de administração do AL, com consequente aumento da velocidade de absorção do AL e diminuição da duração
da ação do AL, aumento do sangramento na área de tratamento, aumento dos níveis sanguíneos do AL e aumento da
possibilidade de superdose. A depressão do miocárdio associada à vasodilatação periférica resulta em hipotensão.
População pediátrica: O perfil de segurança foi semelhante em crianças e adolescentes dos 4 aos 18 anos, em
comparação com os adultos.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
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9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Este medicamento é administrado por um cirurgião-dentista treinado e de forma restrita a seu consultório, que é um
ambiente ambulatorial, portanto não se espera que o paciente receba uma dose maior que a indicada. Caso isso ocorra,
o próprio cirurgião-dentista irá detectar e dar os primeiros socorros. Caso, de alguma outra forma, o paciente dar os
primeiros socorros. Caso, de alguma outra forma, o paciente entre em contato indevido com a medicação, fora do
consultório, ele deverá ser encaminhado o mais rápido possível para um pronto-socorro.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III – DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0298.0407
Farm. Resp.: Dr. José Carlos Módolo CRF-SP N.º 10.446
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 19 18
Registrado e Produzido por:
CRISTÁLIA Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira-SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 17/12/2025.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
EXCLUSIVAMENTE PARA USO PROFISSIONAL
RM_0407-01-1
-- 8 of 10 --
Anexo B
Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente No. expediente Assunto Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
------ ------
10450 – SIMILAR
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula RDC
60/2012
------ ------ ------ ------
VP:
I. Identificação do medicamento
4. O que devo saber antes de usar
este medicamento?
5. Onde, como e por quanto tempo
posso guardar este medicamento?
6. Como devo usar este
medicamento?
8. Quais males que este medicamento
pode me causar?
VPS:
I. Identificação do medicamento
3. Características Farmacológicas
4. Contraindicações
5. Advertências e Precauções
6. Interações Medicamentosas
7. Cuidados de armazenamento do
medicamento
8. Posologia e modo de usar
9. Reações adversas
VP/VPS
Solução
injetável com
50 carpules
plásticos de 1,8
mL
-- 9 of 10 --
04/06/2025 ---
10450 – SIMILAR
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula RDC
60/2012
------ ------ ------ ------
I. Identificação do medicamento
1. Para que serve este medicamento
2. Como este medicamento
funciona?
3. Quando não devo usar este
medicamento?
4. O que devo saber antes de usar
este medicamento?
5. Onde, como e por quanto tempo
posso guardar este medicamento?
6. Como devo usar este
medicamento?
8. Quais males que este medicamento
pode me causar?
9. O que fazer se alguém usar uma
quantidade maior do que a indicada
deste medicamento?
III. Dizeres legais
VP
Solução
injetável com
50 carpules
plásticos de 1,8
mL
05/04/2017 0547239/17-3
10450 – SIMILAR
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula RDC
60/2012
------ ------ ------ ------ - Adequação da via de administração
- Dizeres legais: adequação de frase VPS
Solução
injetável com
50 carpules
plásticos de 1,8
mL
08/02/2017 0215404/17-8
10457 -SIMILAR
- Inclusão Inicial
de Texto de Bula –
RDC 60/12
------ ------ ------ ----- Todos os itens foram
alterados para adequação à RDC47/09 VP
Solução
injetável com
50 carpules
plásticos de 1,8
mL
-- 10 of 10 --
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| Código do Produto | 7896676417234 |
|---|---|
| Marca | LABORATORIO CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676417234 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE MEPIVACAÍNA |
| Registro MS | 1029804070044 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | TOPICA |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO INJETÁVEL |
| Classe terapêutica | ANESTESICOS LOCAIS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |