Neocaina 7,5 Mg/Ml Solução Injetável Caixa 10 Est Com Frasco-Ampola De Vidro Transparente Com 20 Ml Laboratorio Cristalia
Vendido e entregue por Maxi
NEOCAINA
cloridrato de bupivacaína monoidratado
NEOCAÍNA® é indicada para tratamento e profilaxia de dores causadas por procedimentos cirúrgicos e obstétricos, anestesiando localmente por longa duração. Contendo cloridrato de bupivacaína, inibe a propagação do impulso nervoso, bloqueando a entrada de íons sódio nas membranas…
NEOCAINA é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Venda sob Prescrição Médica
Ofertas
Quantidade
1
Formas de pagamento
Formas de entrega e retirada
Forma de entrega
Calcule frete, prazo de entrega e retirada.
Informe seu CEP para ver opções de retirada e entrega.
Não sabe o seu CEP? Consulte aqui.
Retirar na farmácia
Receber no endereço
Sobre o produto
NEOCAÍNA® é indicada para tratamento e profilaxia de dores causadas por procedimentos cirúrgicos e obstétricos, anestesiando localmente por longa duração. Contendo cloridrato de bupivacaína, inibe a propagação do impulso nervoso, bloqueando a entrada de íons sódio nas membranas nervosas, o que impede a sensação de dor. As concentrações de 0,25% e 0,50% são indicadas especificamente para anestesia obstétrica.
Especificações
| Código do Produto | 7896676400601 |
|---|---|
| Marca | LABORATORIO CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676400601 |
| Princípio ativo | cloridrato de bupivacaína monoidratado |
| Registro MS | 1029800530271 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | PERIDURAL |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO INJETÁVEL |
| Classe terapêutica | ANESTESICOS LOCAIS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
NEOCAÍNA® 0,25% - 0,50% - 0,75%
SEM VASOCONSTRITOR
(cloridrato de bupivacaína)
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Solução Injetável – frasco ampola de 20 mL
BULA DO PACIENTE
~CRISTÁLIA
!5e-mtre
#-m
ta,30tr
à /
rente
...
-- 1 of 18 --
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
NEOCAÍNA®
cloridrato de bupivacaína 0,25% - 0,50% - 0,75%
Sem vasoconstritor
FORMA FARMACÊUTICA:
Solução Injetável.
APRESENTAÇÕES:
Solução injetável sem vasoconstritor:
0,25% - Embalagens contendo 10 frascos-ampola de 20mL em estojo esterilizado.
0,50% - Embalagens contendo 10 frascos-ampola de 20 mL em estojo esterilizado.
0,75% - Embalagens contendo 10 frascos-ampola de 20mL em estojo esterilizado.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
0,50%: INFILTRAÇÃO LOCAL, PERINEURAL DE NERVOS PERIFÉRICOS E EPIDURAL. NÃO ESTÁ
INDICADO PARA RAQUIANESTESIA
0,25% e 0,75%: INFILTRAÇÃO LOCAL E PERINEURAL, BLOQUEIO NERVOSO, ANESTESIA CAUDAL E
EPIDURAL. NÃO ESTÁ INDICADO PARA RAQUIANESTESIA.
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada mL contém: SEM vasoconstritor
0,25% 0,50% 0,75%
cloridrato de bupivacaína 2,5mg1 5,0mg 2 7,5mg 3
veículo estéril q.s.p. 1mL 1mL 1mL
1,2,3 equivalente a 2,64 mg 1
, 5,28mg 2, 7,92mg 3 de cloridrato de bupivacaína monoidratado.
(Veículo: cloreto de sódio, metilparabeno, água para injetáveis).
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é destinado para o tratamento e profilaxia de dores causadas por processos cirúrgicos, sendo
indicado para anestesiar localmente o organismo por longa duração em processos operatórios e para inibir a dor
causada após os procedimentos cirúrgicos. É indicado também para processos obstetrícios como trabalho de parto.
Somente as concentrações de 0,25% e 0,50% são indicadas para anestesia obstétrica.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O cloridrato de bupivacaína tem a função de inibir a propagação do impulso nervoso através das fibras do sistema
nervoso devido ao bloqueio do movimento dos íons sódio para dentro das membranas nervosas. Dessa forma,
sensações como, por exemplo, dolorosas não são detectadas pelo usuário de cloridrato de bupivacaína.
lZàJCRISTÁLIA
f5e-mtre 11-m pa55v à / rente ...
-- 2 of 18 --
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
As soluções de cloridrato de bupivacaína são contraindicadas em pacientes com conhecida hipersensibilidade a
anestésicos locais do tipo amida ou a outros componentes da fórmula. As soluções de cloridrato de bupivacaína são
contraindicadas em associação com anestesia regional intravenosa (Bloqueio de Bier), uma vez que a passagem
acidental de cloridrato de bupivacaína para a circulação pode causar reações de toxicidade sistêmica aguda. O
cloridrato de bupivacaína 7,5mg/mL é contraindicado em pacientes obstétricas. Houve relatos de parada cardíaca com
dificuldade de ressuscitação ou morte após o uso de cloridrato de bupivacaína para anestesia epidural em pacientes
obstétricas. Na maioria dos casos isto foi relacionado com cloridrato de bupivacaína 7,5 mg/mL. Os anestésicos locais
são contraindicados em anestesia peridural em pacientes com hipotensão (pressão arterial baixa) acentuada, tais como
nos choques cardiogênico (dificuldade na contração do músculo cardíaco) e hipovolêmico (condição em que o
coração é incapaz de fornecer sangue suficiente para o corpo devido à perda de sangue e falta de nutrientes aos órgãos
nobres, distúrbio circulatório ou volume sanguíneo inadequado). Bloqueios obstétricos paracervicais também é
contraindicada pois podem causar bradicardia fetal (diminuição da frequência cardíaca do feto) e morte.
O uso de bupivacaína na concentração de 0,75% não é recomendado para anestesia obstétrica.
A bupivacaína não é recomendada para anestesia regional intravenosa (Bloqueio de Bier).
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Há relatos de casos de parada cardíaca ou morte durante o uso de cloridrato de bupivacaína e, em muitas
situações, a ressuscitação tem sido difícil ou impossível. Assim, os procedimentos anestésicos devem ser sempre
realizados em áreas bem equipadas e com pessoal treinado, onde devem estar facilmente disponíveis os
equipamentos e medicamentos para o monitoramento e ressuscitação de emergência.
O cloridrato de bupivacaína não deve ser administrado em pacientes com função cardiovascular prejudicada uma vez
que os anestésicos locais podem deprimir a atividade cardíaca.
As injeções na região da cabeça e pescoço podem ser feitas inadvertidamente em uma artéria, causando sintomas
graves, mesmo em doses baixas.
As soluções de anestésicos locais contendo conservantes antimicrobianos (como por exemplo metilparabeno) não devem
ser usadas para anestesia espinhal porque a segurança dessas substâncias não foi estabelecida em relação à injeção
intratecal intencional ou acidental.
Para bloqueio retrobulbar (uso oftálmico), a concentração de 0,75% de bupivacaína deve ser utilizada.
Os pacientes com doença hepática avançada ou grave disfunção renal e idosos e pacientes em estado de saúde
precário requerem cuidados especiais.
A utilização do cloridrato de bupivacaína em criança abaixo de 12 anos não é recomendado pela possibilidade de
produzir toxicidade sistêmica nesses pacientes e em razão dos estudos de utilização da droga nessa faixa etária
serem incompletos. A critério médico, quando utilizada para bloqueio caudal nesses pacientes, deve-se diminuir sua
dosagem.
Administração do cloridrato de bupivacaína em pacientes geriátricos tem maior probabilidade de produzir toxicidade
sistêmica. Por essa razão, deve-se diminuir a dosagem da droga nesses pacientes.
Dependendo da dose do anestésico local, pode haver um efeito muito leve na função mental e pode prejudicar
temporariamente a locomoção e coordenação, prejudicando a capacidade de dirigir autos e operar máquinas.
Como para qualquer outra droga, o cloridrato de bupivacaína somente deve ser usada durante a gravidez ou
lactação se, a critério médico, os benefícios potenciais superarem os possíveis riscos. Efeitos adversos fetais, devido
aos anestésicos locais, como bradicardia fetal, parecem estar mais aparente em anestesia de bloqueio paracervical.
O cloridrato de bupivacaína passa para o leite materno, mas em pequenas quantidades, geralmente, não há risco de
afetar o neonato.
Soluções a 7,5 mg/mL não são recomendadas para anestesia obstétrica.
~CRISTÁLIA
!5e-mpre
#-m
fM330-- à /
rente
...
-- 3 of 18 --
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
Interações Medicamentosas
O cloridrato de bupivacaína deve ser usada com precaução em pacientes recebendo agentes estruturalmente
relacionados com anestésicos locais, uma vez que os efeitos tóxicos são aditivos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar o produto em temperatura ambiente, (entre 15ºC e 30ºC). Protegido da luz. Não utilize medicamento
vencido.
A solução não deve ser armazenada em contato com metais (por exemplo: agulhas ou partes metálicas de seringas), pois
os íons metálicos dissolvidos podem causar edema no local da injeção.
Características físicas e organolépticas: solução límpida, incolor ou quase incolor, essencialmente livre de partículas
visíveis.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Após abertura da ampola, use imediatamente.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é de uso hospitalar e deve ser administrado somente por profissional de saúde treinado e familiarizado
com técnicas anestésicas.
Deve-se ter muito cuidado para prevenir reações tóxicas agudas, evitando-se injeções intravasculares. É recomendada
a aspiração cuidadosa antes e durante a injeção. A dose principal deve ser injetada lentamente, a uma velocidade de
25-50 mg/min, ou em doses progressivamente maiores, mantendo contato verbal constante com o paciente. Se sintomas
tóxicos aparecerem, a injeção deve ser interrompida imediatamente. Deve-se evitar doses desnecessariamente altas de
anestésicos locais. Em geral, o bloqueio completo de todas as fibras nervosas em nervos grandes requer concentrações
maiores do fármaco. Em nervos menores ou quando o bloqueio é menos intenso é necessário, por exemplo, no alívio
da dor de parto, são indicadas as concentrações menores. O volume de anestésico utilizado afetará a extensão da área
anestesiada. A experiência do clínico e o conhecimento da condição física, idade e peso corpóreo dos pacientes são
muito importantes no cálculo da dose necessária. A dose máxima recomendada de cloridrato de bupivacaína em um
período de 4 horas é de 2 mg/kg de peso até 150 mg em adultos. Experiências até o momento indicam que administração
de 400 mg durante 24 horas é bem tolerada em adultos normais.
Deve-se considerar as seguintes doses recomendadas como guia para uso em adultos:
Tabela 1: Guia para a dosagem para as técnicas mais comumente utilizadas:
~CRISTÁLIA
!5e-mpre
#-m
fM330-- à /
rente
...
-- 4 of 18 --
Tipo de bloqueio Concentração
Cada dose
Bloqueio motor 1
mL mg
Até o máximo Até o máximo ***
Infiltração local 0,25% 5 - 60 100 ***
0,50% 5 - 30 150 ***
Epidural
0,75% 2 10 - 20 75 - 150 Completo
0,50% 10 - 30 50 - 150 Moderado a completo
0,25% 10 - 30 25 - 75 Parcial a moderado
Caudal* 0,50% 4 - 30 20 - 150 Moderado a completo
0,25% 4 - 30 10 - 75 Moderado
Nervos periféricos 0,50% 5 - 30 50 - 150 Moderado a completo
0,25% 5 - 30 50 - 150 Moderado a completo
Retrobulbar 3 0,75% 2 - 4 15 - 30 Completo
Simpático 0,25% 20 - 50 50 - 125 ***
Dose teste 0,5% com epinefrina 2 - 3 10 - 15
(Ver Precauções) ***
1 Com técnicas contínuas (intermitentes), doses repetidas aumentam o grau do bloqueio motor. A primeira dose repetida
de 0,5% pode produzir completo bloqueio motor. Bloqueio do nervo intercostal com 0,25% pode também produzir
completo bloqueio motor para cirurgia intra-abdominal.
2 Usar para dose única, não por técnica epidural intermitente (cateter). Não usar para anestesia obstétrica (0,75%).
3 Ver Precauções.
* Em crianças, adequar a dose e volume para o peso (0,4 – 1mL/Kg. Solução a 0,25%).
ATENÇÃO
Com o objetivo de evitar o aparecimento de partículas de borracha após a inserção de agulha no frasco-ampola,
prosseguir da seguinte forma:
Para inserção da agulha no frasco-ampola, proceder da seguinte maneira:
1- Encaixar uma agulha de injeção de no máximo 0,8mm de calibre;
2- Segurar a seringa verticalmente à borracha;
3- Perfurar a tampa dentro da área marcada, deixando o frasco-ampola firmemente na posição vertical;
4- Aspirar a solução com a seringa, de acordo com o volume desejado;
5- É recomendado não perfurar mais de 4 vezes na área demarcada (ISO 7864).
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uma vez que este medicamento é administrado por um profissional da saúde, em ambiente hospitalar, a conduta
lZàJCRISTÁLIA
f5e-mtre 11-m pa55v à / rente ...
-- 5 of 18 --
quanto ao esquecimento da dose não se aplica ao paciente, mas apenas ao profissional de saúde que deve certificar o
efeito do medicamento, bem como verificar a relação entre o tipo de bloqueio e a dose a ser administrada.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas à bupivacaína são as características daquelas associadas com outros anestésicos locais do tipo
amida. A principal causa das reações adversas desse grupo de drogas é o alto nível plasmático que pode ser devido à
superdosagem, injeção intravascular acidental ou degradação metabólica lenta. As reações adversas, em geral, podem
ser em virtude da quantidade de bupivacaína que chega ao sangue, por uma absorção grande ou injeção intravascular
inadvertida, ou por um nível alto de bloqueio, no caso da anestesia epidural e raquianestesia.
Toxicidade aguda sistêmica:
Hipoventilação ou apneia (parada respiratória), hipotensão, náuseas, vômito (epidural ou raquianestesia total ou alta),
vertigem, síncope, sudorese excessiva.
Reações alérgicas:
A reação alérgica mais grave e possível é o choque anafilático. As alergias podem ser pela sensibilidade ao
anestésico local ou aos outros componentes da fórmula, tal como o conservante antimicrobiano metilparabeno, ou
sulfitos contidos nas soluções com epinefrina, e podem ser: urticária, prurido, eritema, edemas angioneuróticos
(incluindo edema de laringe), taquicardia, corrimento nasal, sintomatologia anafilactoide (incluindo hipotensão
grave).
Sistema nervoso central (reações neurológicas):
Excitação e/ou depressão, sonolência, inconsciência, agitação, ansiedade, vertigens, zumbidos, visão nebulosa ou
tremores, convulsões, calafrios, constrição das pupilas, retenção urinária, incontinência fecal e urinária, perda de
sensação perineal e função sexual, anestesia persistente, formigamento, fraqueza, paralisia das extremidades
inferiores, cefaleia, lombalgia, meningite séptica, meningismo, demora no trabalho de parto, com aumento na
incidência de parto por fórceps; paralisia dos nervos cranianos, pela tração nos nervos devido à perda do líquido
cefalorraquidiano.
Sistema cardiovascular:
Depressão do miocárdio, diminuição do débito cardíaco, bloqueio do coração, hipotensão, bradicardia (frequência
cardíaca baixa), arritmias e parada cardíaca.
Tabela 2: Relação das incidências das reações adversas em ordem de frequência:
Muito Comum
> 1/10 ( > 10%)
Transtorno vascular: hipotensão Transtorno
gastrointestinal: náusea
Comum
> 1/100 (>1%)
Transtornos do sistema nervoso: parestesia e tontura
Transtorno cardíaco: bradicardia (diminuição do ritmo
cardíaco)
Transtorno vascular: hipertensão
Transtorno gastrointestinal: vômito Transtornos urinário e
renal: retenção urinária
Incomum
> 1/1.000 (>0,1%)
Transtornos do sistema nervoso: sinais e sintomas de
toxicidade do SNC (convulsões, parestesia circumoral,
lZàJCRISTÁLIA
f5e-mtre 11-m pa55v à / rente ...
-- 6 of 18 --
dormência da língua, hiperacusia, distúrbios visuais, perda
da consciência, tremor, tontura (sensação de ausência),
tinido e disartria)
Raro
<1/10.000 (>0,01%)
Transtornos do sistema imunológico: reações alérgicas,
choque/reação anafilático
Transtornos do sistema nervoso: neuropatia, dano do nervo
periférico e aracnoidite
Transtorno nos olhos: diplopia
Transtorno cardíaco: parada cardíaca e arritmia cardíaca
Transtorno respiratório: depressão respiratória
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
A superdosagem causa toxicidade sistêmica aguda. Com injeção intravascular acidentais, os efeitos tóxicos podem ser
evidentes em 1 a 3 minutos, enquanto com superdosagem, concentrações plasmáticas de pico podem não ser
alcançadas em 20-30 minutos, dependendo do local da aplicação, com os sinais de toxicidade aparecendo mais tarde.
Reações tóxicas envolvem, principalmente, o sistema nervoso central e cardiovascular. Toxicidade no sistema nervoso
central é uma resposta gradativa com sinais e sintomas de gravidade ascendente. Os primeiros sintomas são parestesia
perioral, dormência da língua, tonturas, hiperacusia (dificuldade em tolerar sons) e zumbia. Distúrbios visuais e
tremores musculares são mais graves e precedem o aparecimento de convulsões generalizadas. Estes sinais não devem
ser confundidos com comportamento neurótico. Inconsciência e convulsões do tipo grande mal podem aparecer em
seguida e podem durar alguns segundos até vários minutos. Os efeitos no sistema cardiovascular podem ser casos
graves. Hipotensão (diminuição da pressão arterial), bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), arritmia e até
parada cardíaca podem ocorrem como resultados de concentração sistêmica altas.
Se sinais da toxicidade sistêmica aguda aparecerem, a injeção do anestésico local deve ser interrompida
imediatamente. Deve-se iniciar o tratamento hospitalar de superdosagem com o aparecimento de convulsões.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III – DIZERES LEGAIS
USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE
Registro:1.0298.0053
Farm. Resp.: Dr. José Carlos Módolo - CRF-SP nº 10.446
Registrado por:
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira / SP
CNPJ 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira
lZàJCRISTÁLIA
f5e-mtre 11-m pa55v à / rente ...
-- 7 of 18 --
Produzido por:
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Av. Nossa Senhora da Assunção, 574 – Butantã – São Paulo/ SP
CNPJ 44.734.671/0008-28
Indústria Brasileira
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 7011918
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 13/03/2023.
RM_0053_03-1
~CRISTÁLIA
!5e-mpre
#-m
fM330-- à /
rente
...
-- 8 of 18 --
Anexo B
Histórico de alteração da bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
Expediente N°
Expediente Assunto Data do
Expediente
N°
Expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP / VPS)
Apresentações
relacionadas
24/10/2025 Pendente
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/l2
---- ---- ---- ---- Adequações para
atendimento a RDC 768/22 VP e VPS
Solução Injetável nas
concentrações de
0,25%; 0,50% e
0,75% em frascos-ampolas
sem vasoconstritor
18/10/2023 1133194/23-1
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
---- ---- ---- ----
VP / VPS
I – IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
VP e
VPS
Solução Injetável nas
concentrações de
0,25%; 0,50% e
0,75% em frascos-ampolas
sem vasoconstritor
12/06/2023 0593599233
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
---- ---- ---- ----
VP
6.COMO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO?
VPS
1.INDICAÇÕES
3.CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
8.POSOLOGIA E MODO
DE USAR
9.REAÇÕES ADVERSAS
VP e
VPS
Solução Injetável nas
concentrações de
0,25%; 0,50% e
0,75% em frascos-ampolas
sem vasoconstritor
-- 9 of 18 --
11/01/2021 0129945/21-0
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
---- ---- ---- ----
VP
Apresentações
8. Quais os males que este
medicamento pode me
causar?
VPS
Apresentações
8. Posologia e Modo de Usar
VP e
VPS
Solução Injetável nas
concentrações de
0,25%; 0,50% e
0,75% em frascos-ampolas
sem vasoconstritor
19/02/2020 0518362/20-6
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
---- ---- ---- ---- Adequação da DCB do
princípio ativo
VP e
VPS
Solução Injetável nas
concentrações de
0,25%; 0,50% e
0,75% em frascos-ampolas
sem vasoconstritor e
isobárica
05/07/2019 0591066/19-8
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
---- ---- ---- ----
Atualização conforme bula
padrão de cloridrato de
bupivacaína 0,50 % sem
vaso.
VP e
VPS
Solução Injetável nas
concentrações de
0,25%; 0,50% e
0,75% em frascos-ampolas
sem vasoconstritor
27/03/2014 0230413/14-9
10457 –
SIMILAR -
Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula –
RDC60/12
---- ---- ---- ----
Todos os itens foram
alterados para adequação à
RDC 47/09 e bula padrão de
cloridrato de
bupivacaína 0,50% sem
vaso.
VP e
VPS
Solução Injetável nas
concentrações de
0,25%; 0,50% e
0,75% em frascos-ampolas
com e sem vasoconstritor
-- 10 of 18 --
NEOCAÍNA® 0,5%
cloridrato de bupivacaína
Isobárica
Solução Injetável
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
BULA PARA O PACIENTE
~CRISTÁLIA
,Se-mpre
11m
fíl3
5
r7'
à /
rente
.
-- 11 of 18 --
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
NEOCAÍNA®
cloridrato de bupivacaína
Isobárica
FORMA FARMACÊUTICA:
Solução injetável - 4 mL
APRESENTAÇÃO:
Caixa com 40 ampolas de 4 mL em estojos esterilizados.
USO INJETÁVEL – PARA RAQUIANESTESIA
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO:
Cada mL contém:
cloridrato de bupivacaína......................................................... 5 mg
(equivalente a 5,28 mg de cloridrato de bupivacaína monoidratado)
veículo estéril q.s.p................................................................... 1 mL
(Veículo: cloreto de sódio, água para injeção).
(Contém ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio q.s.p. pH)
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?
A NEOCAÍNA® 0,5% Isobárica está indicada para todas as técnicas de raquianestesia, como utilizadas em
cirurgias do abdome inferior- cirurgias ginecológicas; cirurgias urológicas; cirurgias vasculares; cirurgias
ortopédicas e outras.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
A NEOCAÍNA® 0,5% Isobárica produz relaxamento muscular dos membros inferiores com duração de 3 a 4
horas. O bloqueio motor da musculatura abdominal torna a solução adequada para a realização de cirurgias
abdominais, sendo que este bloqueio motor depende do volume injetado e da posição adotada durante a injeção.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A NEOCAÍNA® 0,5% Isobárica está contraindicada em pacientes com reconhecida hipersensibilidade aos
anestésicos do grupo das amidas. Por outro lado, a raquianestesia é formalmente contraindicada nas afecções do
SNC, nas lesões ósteo-articulares da coluna vertebral e na região da punção. A maioria dos autores também
contraindica esta técnica em estados de choque, anemias intensas, em casos de obstrução intestinal, hemorragias e
arritmias severas.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Os anestésicos locais somente deverão ser empregados por pessoal bem treinado no diagnóstico e controle dos
efeitos tóxicos e de outras emergências que poderão acontecer.
Soluções injetáveis para raquianestesia não deverão ser injetadas durante as contrações uterinas.
Durante a raquianestesia recomenda-se controle cuidadoso das condições cardiorrespiratórias do paciente durante
todo o ato anestésico, examinando a circulação periférica da orelha e polpa digital. O anestesista deve estar atento
durante todo o ato anestésico até o término da cirurgia, supervisionando a recuperação pós-operatória.
A segurança e a eficácia dos anestésicos locais dependem da dose e precauções adequadas, técnica correta e da
rapidez no atendimento das emergências. Equipamento de reanimação cardiopulmonar, oxigênio e medicamentos de
reanimação devem estar disponíveis para uso imediato.
A injeção de repetidas doses de anestésico local pode causar aumentos significativos no nível plasmático com cada
dose repetida, devido ao lento acúmulo do fármaco ou de seus metabólitos ou à sua lenta degradação metabólica. A
tolerância aos elevados níveis sanguíneos varia com o estado do paciente. Em pacientes idosos e debilitados,
~CRISTÁLIA
,Se-mpre
11m
fíl3
5
r7'
à /
rente
.
-- 12 of 18 --
pacientes com doenças agudas e crianças, as doses devem ser reduzidas
proporcionalmente em relação à idade e ao estado físico. Os anestésicos locais devem também ser usados com
precaução em pacientes com hipotensão ou bloqueio cardíaco.
Cuidadoso e constante monitoramento dos sistemas cardiovascular e respiratório (ventilação adequada), sinais vitais
e o estado de consciência do paciente devem ser acompanhados após cada injeção de anestésico local. Nestes casos
deve-se levar em consideração que inquietação, ansiedade, fala incoerente, crises de ausência, entorpecimento e
formigamento da boca e lábios, gosto metálico, zumbidos, vertigens, visão nebulosa, tremores, contrações,
depressão ou sonolência, podem ser sinais prematuros de alerta de toxicidade no sistema nervoso central.
Os pacientes com doença vascular hipertensiva podem mostrar exagerada resposta vasoconstritora, resultando em
isquemia ou necrose.
A raquianestesia pode ser imprevisível e bloqueios muito altos são encontrados algumas vezes, com paralisia dos
músculos intercostais, e até mesmo do diafragma, especialmente na gravidez. Em ocasiões raras pode ser necessário
assistir ou controlar a ventilação.
Acredita-se que desordens neurológicas crônicas como esclerose múltipla, hemiplegia antiga devido a acidente
vascular cerebral, etc. não são adversamente afetadas pela raquianestesia, mas exigem cuidados.
Pelo fato de os anestésicos locais tipo amida, tais como a bupivacaína, serem metabolizados no fígado, esses
fármacos, especialmente em doses repetidas, devem ser usados com precaução em pacientes com doenças hepáticas.
Pacientes com doenças hepáticas graves, pela sua incapacidade para metabolizar normalmente os anestésicos locais,
sofrem grande risco de desenvolvimento de concentrações plasmáticas tóxicas.
Os anestésicos locais devem também ser usados com precaução em pacientes com função cardiovascular alterada,
pois são menos capazes de compensar as mudanças funcionais associadas com o prolongamento da condução
atrioventricular produzida por estes fármacos.
Muitos fármacos usados durante a condução da anestesia são considerados como agentes potencialmente causadores
da hipertermia maligna em pessoas com histórico familiar. Por não se saber se os anestésicos locais do tipo amida
podem desencadear este tipo de reação, e porque a necessidade de anestésico geral suplementar não pode ser
prevista com antecedência, sugere-se a disponibilidade de um protocolo padrão para o monitoramento. Sinais
precoces inexplicáveis de taquicardia, taquipneia, labilidade da pressão sanguínea e acidose metabólica poderão
preceder a elevação da temperatura. O sucesso da reversão da síndrome dependerá de diagnóstico precoce, rápida
suspensão do agente ou agentes desencadeadores suspeitos, e do início imediato do tratamento, incluindo
oxigenoterapia, medidas de suporte cabíveis e administração de dantroleno.
PACIENTES IDOSOS
Pacientes idosos são, em geral, mais sensíveis aos efeitos tóxicos sistêmicos. O uso nesses pacientes deverá ser
cauteloso e as doses deverão ser reduzidas.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
A administração concomitante de vasopressores e fármacos ocitócicos do tipo ergot poderá causar hipertensão grave
persistente ou acidentes cerebrovasculares.
A bupivacaína deve ser usada com cuidado em pacientes tratados com antiarrítmicos, como a tocainida, pois há
adição de efeitos tóxicos.
O uso simultâneo desses agentes deve ser evitado. Nas situações em que a terapia concomitante seja necessária, o
monitoramento cuidadoso do paciente será essencial.
Este medicamento pode potencializar o prolongamento do intervalo QT, o que aumenta o risco de ataque de
arritmias ventriculares graves do tipo "torsades de pointes", que é potencialmente fatal (morte súbita).
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
Informe ao seu médico ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
~CRISTÁLIA
,Se-mpre
11m
fíl3
5
r7'
à /
rente
.
-- 13 of 18 --
Este medicamento contém 3,147 mg/mL de sódio, o que deve ser
considerado quando utilizado por pacientes hipertensos ou em dieta de restrição de sódio.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar o produto em temperatura ambiente, (entre 15°C e 30ºC), protegido da luz.
O prazo de validade é de 36 meses a partir da data de fabricação, sendo que após este prazo de validade o produto
pode não apresentar mais efeito terapêutico. Não utilize medicamento vencido.
A NEOCAÍNA® 0,5% Isobárica não deve ser armazenada em contato com metais, porque o anestésico local
promove a ionização do metal, liberando íons na solução que podem ocasionar irritação tissular no local da injeção.
Após a abertura da ampola, a solução deverá ser usada imediatamente, descartando o eventual volume não utilizado.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
Solução límpida, essencialmente livre de partículas, incolor ou quase incolor.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A dosagem média recomendada para adultos é de 15 - 20 mg de NEOCAÍNA® 0,5% Isobárica (3 a 4 mL a uma
concentração de 5 mg de cloridrato de bupivacaína/mL).
A difusão da NEOCAÍNA® 0,5% Isobárica nos tecidos, através da raquianestesia, dependerá de vários fatores,
sendo os mais importantes o volume de solução injetada e a posição do paciente.
Quando 3 mL de NEOCAÍNA® 0,5% Isobárica são injetados entre L 3 - L 4 com paciente em decúbito lateral,
consegue-se uma difusão ao nível de T 5 - T7. Se o paciente é colocado na posição sentada, a difusão atinge o nível
entre T4 e T5.
Os efeitos da administração de uma dosagem excedendo a 20 mg (4 mL) não são conhecidos. Portanto, não se
recomenda ultrapassar a dosagem recomendada.
Raquianestesia – Adultos, até 20 mg; Crianças, 0,5 mg/Kg;
Dose máxima segura: 2 mg/KG sem epinefrina; 3 mg/Kg com epinefrina.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do
farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uma vez que este medicamento é administrado por um profissional da saúde em ambiente hospitalar, não deverá
ocorrer esquecimento do seu uso.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
A segurança da NEOCAÍNA® 0,5% Isobárica é, no mínimo, comparável com outros anestésicos locais usados em
raquianestesia.
Raro (<0,1%): Convulsão, Reação de hipersensibilidade imune, meningite.
Reações com frequência desconhecida: Bradicardia, hipotensão, bloqueio cardíaco, arritmia ventricular, parada
circulatória, depressão ou estimulo do sistema nervoso central, tontura, inconsciência, formigamento da língua e
tremores. Raramente surgem efeitos colaterais em casos de bloqueios altos ou totais.
Outras manifestações sistêmicas podem ocorrer, embora raramente, quando da injeção intravenosa.
COMPLICAÇÕES
~CRISTÁLIA
,Se-mpre
11m
fíl3
5
r7'
à /
rente
.
-- 14 of 18 --
Os efeitos circulatórios da NEOCAÍNA® 0,5% Isobárica são semelhantes
aos observados com outros agentes em uso para raquianestesia, sendo muito bem tolerada por todos os tecidos com
os quais entra em contato.
No entanto, podem aparecer complicações tais como hipotensão, raquianestesia alta, cefaleias de incidência rara e
intimamente relacionadas com a técnica utilizada.
Hipotensão: Causada principalmente pelo bloqueio da cadeia ganglionar simpática, devendo ser tratada
imediatamente para evitar hipóxia prolongada. O emprego de vasopressores, corticosteroides e solutos para uso
venoso fica a critério médico. A ventilação controlada ou assistida deve ser mantida para aporte adequado do
oxigênio, necessário nestas situações.
Raquianestesia alta: Ocorrendo este tipo de complicação devido à difusão rápida da bupivacaína ou à prática de
barbotagem, recomenda-se o rápido suporte cardiocirculatório.
Cefaleia: Este tipo de complicação é peculiar às punções lombares. A incidência de cefaleia pós-raquianestesia tem
diminuído consideravelmente mediante a observação rigorosa de cuidados profiláticos, especialmente o uso de
agulhas finas de calibre 6 ou 7, no máximo, e a hidratação dos pacientes, que deverão permanecer em decúbito
dorsal sem travesseiro durante 24 ou 48 horas após a punção.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
do medicamento. Informe também à empresa através do seu Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
SUPERDOSAGEM:
As emergências agudas causadas por anestésicos locais estão geralmente relacionadas com altos níveis plasmáticos
encontrados durante o uso terapêutico dos anestésicos locais, ou à injeção acidental subaracnóidea da solução
anestésica.
CONDUTA NAS EMERGÊNCIAS DECORRENTES DO USO DE ANESTÉSICOS LOCAIS
A primeira consideração é a prevenção, através de cuidadoso e constante monitoramento dos sinais vitais
respiratórios e cardiovasculares e do estado de consciência do paciente, após cada injeção do anestésico local. Ao
primeiro sinal de alteração, deverá ser imediatamente administrado oxigênio.
O primeiro passo no controle das reações tóxicas sistêmicas, como também na hipoventilação ou na apneia
decorrentes de bloqueio espinhal alto ou total, consiste no estabelecimento IMEDIATO de acesso para a
manutenção das vias aéreas e de uma ventilação efetiva, assistida ou controlada, com 100% de oxigênio, com um
sistema de liberação capaz de permitir uma pressão positiva e imediata das vias aéreas por meio do uso de máscara.
Isto deverá prevenir as convulsões caso ainda não tenham ocorrido.
Se necessário, usar fármacos para controlar as convulsões. Uma dose de 50 a 100 mg intravenosa em bolus, de
succinilcolina, irá paralisar o paciente sem deprimir o sistema nervoso central nem o sistema cardiovascular, e irá
facilitar a ventilação. Uma dose intravenosa em bolus de 5 a 10 mg de diazepam ou de 50 a 100 mg de tiopental irá
permitir a ventilação e contrabalançar o estímulo do sistema nervoso central. Porém esses fármacos também
deprimem o sistema nervoso central e as funções respiratória e cardíaca, e a depressão obstétrica, podendo resultar
em apneia. Barbitúricos intravenosos, agentes anticonvulsivantes ou relaxantes musculares somente deverão ser
administrados por quem esteja familiarizado com o seu uso.
Imediatamente após o estabelecimento dessas medidas para ventilação, a adequação da circulação deverá ser
também avaliada. O tratamento de suporte para depressão circulatória poderá requerer a administração intravenosa
de líquidos e quando necessário a administração de um vasopressor, de acordo com a situação clínica (como a
efedrina ou a epinefrina para aumentar a força de contração do miocárdio).
Se ocorrer fibrilação ventricular ou parada cardíaca, deve-se realizar manobras efetivas de reanimação. Deve-se
considerar a necessidade de epinefrina em repetidas doses e bicarbonato de sódio o mais rápido possível.
A hipotensão devido ao relaxamento simpático pode ser controlada administrando líquidos intravenosamente (como
cloreto de sódio 0,9% ou Ringer Lactato) como tentativa de aliviar a obstrução mecânica do retorno venoso, ou pelo
uso de vasopressores (tais como a efedrina, que aumenta a força de contração do miocárdio) e, se indicado,
administrando expansores do plasma ou sangue total.
~CRISTÁLIA
,Se-mpre
11m
fíl3
5
r7'
à /
rente
.
-- 15 of 18 --
A intubação endotraqueal, empregando drogas e técnicas conhecidas do
médico, pode ser indicada após a administração inicial de oxigênio através de máscara, caso seja encontrada alguma
dificuldade na manutenção de acesso às vias aéreas, ou caso o suporte ventilatório prolongado (assistido ou
controlado) venha ser indicado.
Dados clínicos recentes, de pacientes que apresentaram convulsões provocadas pelo uso de anestésicos locais,
demonstraram rápido desenvolvimento de hipóxia, hipercabia e acidose com a bupivacaína, a partir de um minuto
após o início das convulsões. Estas observações sugerem que o consumo de oxigênio e a produção de dióxido de
carbono estão muito aumentados durante as convulsões e enfatizam a importância de uma ventilação imediata e
efetiva com oxigênio para evitar a parada cardíaca.
Se não tratadas imediatamente, as convulsões, junto com a hipóxia simultânea, hipercabia e a acidose, mais a
depressão do miocárdio, poderão resultar em arritmia cardíaca, bradicardia, assistolia, fibrilação ventricular ou
parada cardíaca. Podem ocorrer anormalidades respiratórias, incluindo apneia.
Hipoventilação e apneia, devidas a um bloqueio espinhal alto ou total, podem produzir os mesmos sinais e sintomas
e podem também levar a uma parada cardíaca caso o suporte ventilatório não seja instituído. Caso a parada cardíaca
ocorra, as medidas de ressuscitação cardiopulmonar deverão ser instituídas e mantidas ou prolongadas por um longo
período, se necessário. Têm sido notificadas recuperações, inclusive após longos esforços para ressuscitação.
A posição supina é perigosa em mulheres grávidas a termo, por causa da compressão aorto-cava pelo útero
gravídico. Portanto, durante o tratamento de toxicidade sistêmica, hipotensão materna, ou bradicardia fetal,
decorrente de bloqueio regional, a gestante deverá ser mantida em posição de decúbito lateral, se possível, ou deverá
ser efetuado o deslocamento manual do útero, para distanciá-lo dos grandes vasos.
A dosagem média convulsionante de bupivacaína determinada em macacos Rhesus foi de 4,4 mg/kg com uma
concentração plasmática média de 4,5 mcg/mL.
A DL50 intravenosa e subcutânea em camundongos é de 6 mg/kg a 8 mg/kg e de 38 mg/kg a 54 mg/kg,
respectivamente.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III – DIZERES LEGAIS
USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE
Registro:1.0298.0053
Farm. Resp.: Dr. José Carlos Módolo – CRF-SP N.º 10.446
Registrado por: CRISTÁLIA Prod. Quím. Farm. Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira-SP
CNPJ nº 44.734.671/0001-51 - Indústria Brasileira
Produzido por: CRISTÁLIA Prod. Quím. Farm. Ltda.
Av. Nossa Senhora da Assunção, 574 - Butantã - São Paulo-SP
CNPJ nº 44.734.671/0008-28 - Indústria Brasileira
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 19 18
R_0053_01-1
-- 16 of 18 --
Anexo B
Histórico de alteração da bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
Expediente N°
Expediente Assunto Data do
Expediente
N°
Expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP / VPS)
Apresentações
relacionadas
24/10/2025 Pendente
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/l2
---- ---- ---- ---- Adequações para
atendimento a RDC 768/22 VP e VPS
Caixa com 40 ampolas de 4
mL em estojos
esterilizados.
12/03/2021 0970588/21-1
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
---- ---- ---- ---- 9. Reações Adversas VPS
Caixa com 40 ampolas de 4
mL em estojos
esterilizados.
19/02/2020 0518362/20-6
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
---- ---- ---- ---- Adequação da DCB do
princípio ativo
VP e
VPS
Caixa com 40 ampolas de 4
mL em estojos
esterilizados.
11/12/2014 1113056/14-3
10450 -
SIMILAR -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
---- ---- ---- ----
8. Posologia e Modo de
Usar
VP e VPS Caixa com 40 ampolas de 4
mL em estojos
esterilizados.
-- 17 of 18 --
30/06/2014 0513622/14-9
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
---- ---- ---- ----
Para Bula de Neocaína
Isobárica 0,5%: Todos os
itens foram alterados para
adequação à RDC 47/09
VP e
VPS
Caixa com 40 ampolas de 4
mL em estojos
esterilizados.
-- 18 of 18 --
Avaliações
Avaliações de clientes
Nada por aqui… ainda
Este produto ainda não possui nenhuma avaliação. Comece a comprar e avalie nossos produtos!
Fazer loginAvaliações de Clientes
Especificações
| Código do Produto | 7896676400601 |
|---|---|
| Marca | LABORATORIO CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676400601 |
| Princípio ativo | cloridrato de bupivacaína monoidratado |
| Registro MS | 1029800530271 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | PERIDURAL |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO INJETÁVEL |
| Classe terapêutica | ANESTESICOS LOCAIS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |