Nepresol 20 Mg/Ml Solução Injetável Im/Iv Caixa 50 Ampola De Vidro Transparente Com 1 Ml Laboratorio Cristalia
Vendido e entregue por Maxi
NEPRESOL
CLORIDRATO DE HIDRALAZINA
Nepresol® é indicado para o tratamento da hipertensão essencial, isolada ou acompanhada, e pode ser utilizado com outros anti-hipertensivos como betabloqueadores e diuréticos. O medicamento age como vasodilatador periférico, diminuindo a pressão arterial através de sua ação dir…
NEPRESOL é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Venda sob Prescrição Médica
Ofertas
Quantidade
1
Formas de pagamento
Formas de entrega e retirada
Forma de entrega
Calcule frete, prazo de entrega e retirada.
Informe seu CEP para ver opções de retirada e entrega.
Não sabe o seu CEP? Consulte aqui.
Retirar na farmácia
Receber no endereço
Sobre o produto
Nepresol® é indicado para o tratamento da hipertensão essencial, isolada ou acompanhada, e pode ser utilizado com outros anti-hipertensivos como betabloqueadores e diuréticos. O medicamento age como vasodilatador periférico, diminuindo a pressão arterial através de sua ação direta nas paredes dos vasos sanguíneos, especialmente nas arteríolas. Isso reduz a resistência vascular no cérebro e rins, mantendo o fluxo sanguíneo renal em níveis satisfatórios durante tratamentos prolongados.
Especificações
| Código do Produto | 7896676401592 |
|---|---|
| Marca | LABORATORIO CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676401592 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE HIDRALAZINA |
| Registro MS | 1029800890037 |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE CONTROLADA (TEMPERATURA ATÉ 25ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ENDOVENOSA/INTRAVENOSA; INTRAMUSCULAR |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO INJETÁVEL |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Nepresol®
Cloridrato de hidralazina
Solução Injetável – 20 mg/mL
Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.
BULA PARA O PACIENTE
-- 1 of 16 --
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
NEPRESOL®
cloridrato de hidralazina
APRESENTAÇÃO
Solução injetável 20 mg/mL
Embalagem com 50 ampolas de 1 mL.
USO IM / IV / INFUSÃO IV
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Nepresol® 20 mg/mL
Cada mL contém:
cloridrato de hidralazina ......................................................... 20 mg
Veículo estéril q.s.p. .................................................................... 1 ml
(Veículo: propilenoglicol, água para injetáveis).
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado para o tratamento de hipertensão essencial, isolada ou acompanhada.
É utilizado concomitante, com outros anti-hipertensivos, como betabloqueadores e diuréticos.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O Nepresol® produz vasodilatação periférica (resultando na diminuição da pressão arterial) em razão de sua
ação direta sobre as paredes dos vasos sanguíneos, especialmente das arteríolas, reduzindo desta forma, a
pressão arterial elevada. Caracteriza-se também, pela diminuição da resistência vascular no cérebro e rins, com
manutenção do fluxo sanguíneo renal em níveis satisfatórios nos tratamentos prolongados. O Nepresol®
(cloridrato de hidralazina) como a outros vasodilatadores pode causar retenção hidrossalina (de líquidos) e
diminuição do volume urinário.
-- 2 of 16 --
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Nepresol® é contraindicado em casos de hipersensibilidade ao cloridrato e derivados de hidralazina,
dihidralazina ou aos componentes da fórmula, doença cardíaca reumática da válvula mitral, taquicardia grave ou
com caso recente de infarto do miocárdio, aneurisma dissecante da aorta e lúpus eritematoso sistêmico
idiopático e doenças correlatas. Seu uso deve ser cauteloso em pacientes com histórico de distúrbios
coronarianos ou sob tratamento com medicamentos antidepressivos.
O uso deste medicamento não é recomendado para pacientes com porfiria.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Sistema cardiovascular: O estado "hiperdinâmico" geral da circulação induzido pela hidralazina
pode acentuar certas condições clínicas. A estimulação miocárdica pode provocar ou agravar a angina
pectoris ou provocar infarto do miocárdio. A hidralazina pode causar ataques anginosos e alterações
eletrocardiográficas indicativas de isquemia miocárdica. Portanto, a hidralazina deve ser usada com cautela em
pacientes com suspeita de doença arterial coronariana. Pacientes com suspeita ou confirmação de doença
arterial coronariana devem receber hidralazina apenas sob cobertura de um betabloqueador ou em combinação
com outros agentes simpatolíticos adequados. É importante que a medicação betabloqueadora seja iniciada
alguns dias antes do início do tratamento com hidralazina. Os pacientes que sobreviveram a um infarto do
miocárdio não devem receber hidralazina até que se atinja uma fase de estabilização pós infarto. A hidralazina
não deve ser usada na insuficiência cardíaca.
O paciente deve ser mantido sob cuidadosa vigilância e/ou monitorização hemodinâmica para a detecção
precoce de uma hipotensão postural ou taquicardia. Quando for indicada a interrupção da terapia na
insuficiência cardíaca, a hidralazina deve ser retirada gradualmente (exceto em situações graves, tais como, na
síndrome similar ao lúpus eritematoso sistêmico ou discrasia sanguínea) a fim de evitar a precipitação e/ou
exacerbação da insuficiência cardíaca.
Doença cerebrovascular: como todos os anti-hipertensivos potentes, a hidralazina deve ser usada com cautela
em pacientes que sofrem de doença cerebrovascular, uma vez que pode aumentar a isquemia.
Sistema imunitário: o tratamento prolongado com hidralazina (geralmente por mais de 6 meses) pode provocar
uma síndrome semelhante ao LES, especialmente quando são prescritas dosagens superiores a 100 mg por dia.
Na sua forma leve, esta síndrome lembra a artrite reumatoide (artralgia, por vezes associada a febre, anemia,
-- 3 of 16 --
leucopenia, trombocitopenia e erupção cutânea) e revela-se reversível após a retirada do medicamento. Em sua
forma mais grave, assemelha-se ao LES agudo (manifestações semelhantes à forma mais leve, além de
pleurisia, derrames pleurais e pericardite; o envolvimento do sistema nervoso e renal é mais raro do que no
lúpus idiopático). A detecção precoce e um diagnóstico oportuno com terapia apropriada (a interrupção do
tratamento e, possivelmente, o tratamento a longo prazo com corticosteroides pode ser necessário para reverter
os efeitos) são de extrema importância nesta doença com risco de vida para evitar complicações mais graves,
que às vezes podem ser fatais. Como tais reações tendem a ocorrer com maior frequência quanto maior a dose e
maior a duração da medicação, e como também são mais comuns em acetiladores lentos, recomenda-se que para
a terapia de manutenção seja utilizada a menor dosagem que ainda se mostre eficaz. Se 100 mg por dia não
provocarem um efeito clínico adequado, o estado de acetilador do doente deve ser avaliado. Acetiladores lentos
e mulheres correm um risco maior de desenvolver uma síndrome semelhante ao LES. Nesses pacientes, todos os
esforços devem, portanto, ser feitos para não exceder uma dose de 100 mg por dia; uma vigilância cuidadosa
também deve ser mantida para sinais e sintomas clínicos sugestivos de uma síndrome semelhante ao LES.
Acetiladores rápidos, por outro lado, muitas vezes respondem inadequadamente mesmo a dosagens de 100 mg
diariamente. Nesses pacientes, a dosagem pode ser aumentada com apenas um risco ligeiramente aumentado de
uma síndrome semelhante ao LES. Durante o tratamento a longo prazo com hidralazina é aconselhável
determinar os fatores antinucleares (FAN) e realizar hemograma completo e análises de urina em intervalos de
aproximadamente 6 meses. Micro-hematúria e/ou proteinúria, em particular juntamente com títulos positivos de
FAN, podem ser sinais iniciais de glomerulonefrite imunocomplexa associada à síndrome semelhante a LES.
Um título positivo de FAN requer que o médico pese cuidadosamente as implicações dos resultados do teste
contra os benefícios da terapia contínua com hidralazina. Se se desenvolverem sinais e sintomas clínicos
evidentes, o medicamento deve ser imediatamente retirado. Um hemograma completo e a determinação do
título de FAN são indicados antes e periodicamente durante a terapia prolongada com hidralazina, mesmo que o
paciente seja assintomático. Esses estudos também são indicados se o paciente desenvolver artralgia, febre, dor
torácica, mal-estar persistente ou outros sinais ou sintomas inesperados. O tratamento com hidralazina pode
induzir vasculite sistêmica, incluindo vasculite positiva para ANCA (anticorpo anticitoplasma de neutrófilos),
levando à síndrome renal pulmonar, que é uma combinação de hemorragia alveolar difusa e glomerulonefrite
rapidamente progressiva. Os pacientes podem apresentar insuficiência respiratória e/ou renal grave e necessitar
de tratamento em unidade de terapia intensiva. A síndrome é caracterizada por um curso fulminante se não
tratada, e às vezes pode ser fatal.
-- 4 of 16 --
Sistema nervoso: foram notificados casos isolados de neurite periférica sob a forma de parestesia, que pode
responder à administração de piridoxina ou à suspensão do medicamento.
Insuficiência renal ou hepática: em pacientes com insuficiência renal (depuração da creatinina < 30 ml/min ou
concentração de creatinina sérica > 2,5 mg/100 ml ou 221 micromoles/L) e em doentes com disfunção hepática,
a dose ou o intervalo posológico tem de ser adaptado de acordo com a resposta clínica, a fim de evitar a
acumulação "aparente" do fármaco.
Efeitos hematológicos: foram notificados efeitos hematológicos adversos, tais como uma redução da
hemoglobina e da contagem de glóbulos vermelhos, leucopenia, agranulocitose e púrpura. Se tais anormalidades
se desenvolverem, a terapia deve ser descontinuada.
Pele: erupções cutâneas, reações febris e alterações no hemograma ocorrem raramente, caso em que o
medicamento deve ser retirado.
Uso durante a cirurgia: ao serem submetidos à cirurgia, os pacientes tratados com hidralazina podem
apresentar queda da pressão arterial, caso em que não se deve usar adrenalina para corrigir a hipotensão, pois
potencializa os efeitos cardioaceleradores da hidralazina.
Os pacientes medicados com hidralazina devem usar com cuidado os inibidores da monoaminooxidase
(IMAO), bem como deve ser feita uma observação cuidadosa quando se usam conjuntamente outros anti-
hipertensivos como o diazóxido, pois podem ocorrer episódios de hipotensão grave.
A administração deve ser feita com cautela em pacientes com distúrbios coronarianos e em presença de terapia
simultânea com antidepressivos tricíclicos e inibidores da MAO.
Idosos: podem ser mais sensíveis aos efeitos hipotensores. Além disso, o risco de hipotermia (temperatura
corporal abaixo do normal) induzida por hidralazina pode ser aumentado em pacientes idosos.
Crianças: A segurança e eficácia da hidralazina não foram estabelecidas em crianças. A hidralazina não é
recomendada para uso pediátrico
-- 5 of 16 --
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas
A hidralazina, especialmente no início do tratamento, poderá prejudicar os reflexos do paciente, por exemplo,
ao dirigir veículos e/ou operar máquinas.
Evite levantar-se rapidamente e dirigir veículo e/ou operar máquina principalmente no início do
tratamento.
Gravidez e Lactação
Embora a experiência clínica não inclua qualquer evidência positiva de efeitos adversos no feto humano,
hidralazina deve ser utilizado durante a gravidez somente se claramente o benefício justificar o risco potencial.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
O uso de hidralazina na gravidez, antes do terceiro trimestre deve ser evitado, porém o medicamento pode ser
empregado no final da gravidez se não existir outra alternativa mais segura, ou quando a doença determinar
sérios riscos para a mãe e/ou para o recém-nascido, como por exemplo, nos casos de pré-eclampsia e/ou
eclampsia. A hidralazina é excretada através do leite materno, porém os dados disponíveis não relatam efeito
adverso sobre o recém-nascido. As mães sob tratamento com hidralazina podem amamentar seus filhos, desde
que se observe cuidadosamente a possível ocorrência de efeitos adversos inesperados.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da
lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Interações Medicamentosas:
Os efeitos da hidralazina são potencializados por outros medicamentos anti-hipertensivos (incluindo
vasodilatadores, antagonistas de cálcio, inibidores da ECA, diuréticos), antidepressivos tricíclicos, álcool,
anestésicos, tranquilizantes importantes ou qualquer medicamento que exerça uma ação depressora central. Em
particular, a administração de hidralazina pouco antes ou depois do diazóxido pode dar origem a hipotensão
acentuada. Os inibidores da monoaminoxidase (MAO) devem ser utilizados com precaução em doentes a
receber hidralazina.
-- 6 of 16 --
A administração concomitante de hidralazina com betabloqueadores, como propranolol, metoprolol e outros
betabloqueadores sujeitos a um forte efeito de primeira passagem, pode aumentar sua biodisponibilidade. Pode
ser necessário um ajuste descendente da dose destes medicamentos quando são administrados
concomitantemente com hidralazina.
As soluções para perfusão de glicose não são compatíveis com a hidralazina porque o contato entre a
hidralazina e a glicose faz com que a substância ativa seja rapidamente decomposta.
A adrenalina (epinefrina) aumenta os efeitos cardíacos de aceleração da hidralazina. Os doentes a tomar
hidralazina que desenvolvam hipotensão não devem ser tratados com simpaticomiméticos, por exemplo,
adrenalina (epinefrina), uma vez que a hidralazina pode causar taquicardia, e os simpaticomiméticos podem
melhorar esta situação.
Existe potencial para que o efeito hipotensor da hidralazina seja antagonizado quando utilizado
concomitantemente com estrogénios ou anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs);(como: ácido mefenâmico,
ácido tiaprofênico, cetoprofeno, cetorolaco, celecoxibe, diclofenaco, fenoprofeno, iburprofeno, indometacina,
meloxicam, piroxicam, naproxeno, oxaprozina, rofecoxibe, valdecoxibe) diminuindo o efeito anti-hipertensivo
da hidralazina.
Fitoterápicos com propriedades hipertensivas como alcaçuz, gengibre, ginseng (americano), pimenta de caiena
podem diminuir o efeito anti-hipertensivo dos anti-hipertensivos.
Fitoterápicos com propriedades hipotensivas como quinina, vinca, visco podem aumentar o efeito hipotensivo
dos anti-hipertensivos.
Simpaticomiméticos, tais como a cocaína, dobutamina, dopamina, noradrenalina, adrenalina, metaraminol,
metoxamina, fenilefrina, fenilpropanolamina, efedrina e efedrina, podem antagonizar os efeitos anti-
hipertensivos de hidralazina, quando administrado concomitantemente.
Ao contrário, hidralazina pode antagonizar (exercer ação contraria) a resposta pressora à adrenalina.
A administração de estrógenos pode aumentar a retenção de líquidos, o que aumenta a pressão arterial
antagonizando assim o efeito anti-hipertensivo da hidralazina.
-- 7 of 16 --
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com cloridrato de hidralazina e até 5 dias
após o seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente controlada, entre 15° e 25°C, protegido da luz.
Seu prazo de validade é de 18 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem, o produto não deve
ser utilizado fora deste prazo sob risco de ineficiência terapêutica.
Após preparo, manter em temperatura ambiente (15 ºC a 30 ºC) por até 24 horas
Este produto é estável por até 24 horas quando diluído (ver item 6. Como devo usar este medicamento?).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características Físicas e Organolépticas
O Nepresol® solução injetável apresenta-se como uma solução límpida, incolor a amarelada essencialmente
livre de partículas visíveis.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Nepresol® destina-se ao uso intramuscular, intravenoso lento e infusão intravenosa.
Necessário adquirir agulhas e equipos de infusão. Este medicamento deve ser aplicado por profissional de
saúde, com o uso de agulhas estéreis e, quando necessário, equipos de infusão, que devem ser adquiridos
separadamente.
A aplicação pode ser realizada no músculo ou na veia, de forma lenta ou por infusão intravenosa, conforme
-- 8 of 16 --
orientação médica.
O tipo de agulha, o uso de equipo e o modo de administração serão definidos pelo profissional responsável, de
acordo com a sua condição clínica.
A dose deve ser sempre individualizada e ajustada pelo médico de acordo com a pressão arterial do paciente. A
administração parenteral de hidralazina deve ser sempre realizada com cautela e sob rigorosa supervisão
médica.
A pressão arterial e a freqüência cardíaca devem ser verificadas frequentemente (a cada 5 minutos). Os níveis
de pressão arterial podem começar a cair em poucos minutos após a injeção, com uma diminuição média
máxima ocorrendo em 10 a 80 minutos. A resposta satisfatória pode ser definida como uma diminuição na
pressão arterial diastólica para 90–100mmHg.
Doses:
Doses iniciais de 1 a 10mg, por injeção intravenosa lenta, que pode ser repetida, se necessário, após um
intervalo de 20 a 30 minutos (para evitar diminuição brusca na pressão arterial, com redução crítica da perfusão
cerebral ou útero-placentária).
Em crises hipertensivas, exceto pré-eclampsia/eclampsia, doses de até 40mg têm sido utilizadas.
A hidralazina pode ser administrada por infusão intravenosa contínua, iniciando com uma velocidade de fluxo
de 200 a 300mcg/min. A velocidade de manutenção do fluxo deve ser determinada individualmente e, em geral,
situa-se dentro da faixa de 50 a 150mcg/min.
Pacientes com insuficiência renal pode exigir uma dose inferior. Em casos em que há um aumento previamente
existente na pressão intracraniana, diminuição da pressão arterial pode aumentar a isquemia cerebral.
Pacientes idosos podem ser mais sensíveis aos efeitos das doses usuais para adultos.
Diluição e Administração:
Cada ampola apresenta 20 mg. Para o preparo de solução diluída com concentração final de 2 mg/mL, transferir
assepticamente o conteúdo de uma ampola (1 mL) em 9 mL de solução de cloreto de sódio 0,9% ou água para
injetáveis.
-- 9 of 16 --
Para o preparo de solução diluída com concentração final de 0,4 mg/mL, transferir assepticamente o conteúdo
de uma ampola (1 mL) em 49 mL de solução de cloreto de sódio 0,9%.
A dose inicial recomendada é de 5 a 10 mg por via intravenosa, seguida por um período de 20 minutos de
observação. Se não for obtido controle da pressão arterial (queda de 20% dos níveis iniciais ou PAD entre 90 e
100 mmHg) pode-se se administrar de 5 mg a 10 mg em intervalos de 20 minutos até uma dose cumulativa
máxima de 40 mg. A ausência de resposta deve ser considerada como hipertensão refratária. O efeito hipotensor
dura entre duas a seis horas.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uma vez que este medicamento é administrado por um profissional da saúde em ambiente hospitalar não deverá
ocorrer esquecimento do seu uso. Este medicamento é utilizado sob demanda (necessidade do paciente) de
acordo com critério clínico do médico.
“Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.”
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Frequência das Reações Adversas
> 1/10 (> 10%) Muito comum
> 1/100 e < 1/10 (> 1% e < 10%) Comum (frequente)
> 1/1.000 e < 1/100 (> 0,1% e < 1%) Incomum (Infrequente)
> 1/10.000 e < 1.000 (> 0,01% e < 0,1%) Rara
< 1/10.000 (< 0,01%) Muito rara
Sistema cardiovascular
Muito comuns: taquicardia, palpitação.
Comuns: flushing (rubor), hipotensão, angina pectoris e sintomas de angina.
Incomuns: edema, insuficiência cardíaca congestiva.
Muito raras: respostas pressóricas paradoxais.
Olhos
-- 10 of 16 --
Incomuns: aumento do lacrimejamento, conjuntivite.
Muito rara: exoftalmia.
Sistema nervoso central e periférico
Muito comum: cefaleia.
Incomum: vertigens.
Muito raras: neurites periféricas, polineurites, parestesia (estes efeitos indesejáveis podem ser revertidos pela
administração de piridoxina) e tremor.
Sistema músculo-esquelético
Comuns: artralgia, mialgia, edema articular, cãibras.
Pele e anexos
Incomum: rash (erupção cutânea).
Sistema urogenital
Incomuns: proteinúria, creatinina plasmática aumentada, hematúria, algumas vezes associada à
glomerulonefrite.
Muito raras: insuficiência renal aguda, retenção urinária.
Trato gastrintestinal
Comuns: distúrbios gastrintestinais, diarreia, náusea, vômitos.
Incomuns: icterícia, hepatomegalia, função hepática anormal, algumas vezes associada à hepatite.
Muito rara: íleo paralítico, fibrose retroperitoneal.
Doenças hepatobiliares:
Incomuns: icterícia, hepatomegalia, função hepática anormal (por vezes em associação com hepatite).
Frequência desconhecida - hepatoesplenomegalia (geralmente associada a sintomas semelhantes aos do LES.
Sangue
Incomuns: anemia, leucopenia, neutropenia, trombocitopenia com ou sem púrpura.
Muito raras: anemia hemolítica, leucocitose, linfadenopatia, pancitopenia, esplenomegalia, agranulocitose.
-- 11 of 16 --
Distúrbios gerais e condições do local de administração
Incomuns: pirexia, mal-estar, edema.
Sistema imunitário
Comuns: teste positivo para FAN.
Incomuns: síndrome semelhante à LES, reações de hipersensibilidade como prurido, urticária, vasculite
incluindo síndrome renal pulmonar, eosinofilia, hepatite.
Transtornos psiquiátricos
Incomuns: agitação, anorexia nervosa, ansiedade.
Muito raras: depressão, alucinações.
Reações de hipersensibilidade
Incomuns: síndrome similar ao lúpus eritematoso sistêmico, reações de hipersensibilidade tais como prurido,
urticária, vasculite, eosinofilia, hepatite.
Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino:
Incomuns: - dispneia, dor pleural, congestão nasal,
Doenças vasculares:
Comuns: rubor, hipotensão; muito raros: respostas paradoxais do pressor.
Outros
Incomuns: febre, perda de peso, turgência vascular difusa.
Sob investigação
Incomum: diminuição de peso.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do Sistema de Atendimento ao Consumidor
(SAC).
-- 12 of 16 --
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Os sintomas frequentes na superdose são hipotensão, taquicardia e rubor cutâneo generalizado, isquemia
miocárdica e arritmia cardíaca também podem ocorrer. Superdose grave pode resultar em choque profundo.
Tratamento: a assistência ao sistema cardiovascular é a primeira providência a ser tomada. O choque deve ser
tratado com expansores de volume, se possível sem recorrer a vasopressores. Caso um vasopressor seja
necessário, deve ser usado aquele com menor possibilidade de produzir ou agravar uma arritmia cardíaca.
Digitalização pode ser necessária. A função renal deve ser monitorizada e assistida conforme a exigência do
caso.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III – DIZERES LEGAIS
Registro n.º 1.0298.0089
Farm. Resp.: Dr. José Carlos Módolo – CRF-SP N.º 10.446
Registrado por:
CRISTÁLIA - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP
CNPJ nº 44.734.671/0001-51 - Indústria Brasileira
Produzido por:
CRISTÁLIA - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Av. Nossa Senhora da Assunção, 574 - Butantã - São Paulo - SP
CNPJ nº 44.734.671/0008-28 - Indústria Brasileira
N.º do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho / rótulo
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918
-- 13 of 16 --
USO SOB PRESCRIÇÃO
USO RESTRITO A ESTABELECIMENTO DE SAÚDE
R_0089_01_R01
-- 14 of 16 --
Anexo B
Histórico de alteração da bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Número do
Expediente Assunto Data do
expediente
Número do
Expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP / VPS)
Apresentações
relacionadas
22/05/2026 ----- 10450 - SIMILAR –
Notificação de Alteração de
Texto de Bula – RDC 60/12
----- ----- ----- -----
04. O que devo saber antes de usar
este medicamento?
5. onde, como e por quanto tempo
posso guardar este medicamento?
6. como devo usar este
medicamento?
VP/VPS
20mg/mL Sol Inj.-
Caixa contendo 50
ampolas de 1 mL
22/12/2025 1635928/25-7
10450 - SIMILAR –
Notificação de Alteração de
Texto de Bula – RDC 60/12
----- ----- ----- -----
Notificação de rotulagem para
implementar os textos de bula
encaminhados no cumprimento de
exigência 0848532/24-1 e ofício nº
1549579255_Alteração de categoria
de SIMILAR para NOVO
VP/VPS
20mg/mL Sol Inj.-
Caixa contendo 50
ampolas de 1 mL
30/10/2024 1501307/24-0 Cumprimento de exigência nº
0848532/24-1 10/12/2014 1106123/14-5
12220 - GESEF - Documentação
para avaliação de segurança e
eficácia -
adequação de registro de
medicamento sintético
Em
cumprimento
de exigência
I- Identificação do medicamento
03. Quando não devo usar este
medicamento?
04. O que devo saber antes de usar
este medicamento?
08. Quais males este medicamento
deve causar?
VP 20mg/mL Sol Inj
11/03/2021 0955493/21-9
10450 - SIMILAR –
Notificação de Alteração de
Texto de Bula – RDC 60/12 --------- --------- --------- --------- 9. Reações Adversas (VigiMed) VPS
20mg/mL Sol Inj.-
Caixa contendo 25 e
50 ampolas de 1 mL
01/03/2019 0193821/19-5
10450 - SIMILAR –
Notificação de Alteração de
Texto de Bula – RDC 60/12
30/01/2017 0166617/17-7 Alteração do local de fabricação
do medicamento 24/12/2018 Dizeres legais
VP e VPS
20mg/mL Sol Inj.-
Caixa contendo 25 e
50 ampolas de 1 mL
-- 15 of 16 --
18/05/2017 0929597/17-6
10450 - SIMILAR –
Notificação de Alteração de
Texto de Bula – RDC 60/12
06/10/2016 2367192/16-9 Inclusão de nova apresentação
comercial de produto estéril 13/03/2017 I- Identificação do medicamento VP e VPS
20mg/mL Sol Inj.-
Caixa contendo 25 e
50 ampolas de 1 mL
20/04/2016 1587573/16-3
10450 - SIMILAR –
Notificação de Alteração de
Texto de Bula – RDC 60/12 --------- --------- --------- ---------
Correção de erros ortográficos e
de percentagem. VP e VPS
20mg/mL Sol Inj.-
Caixa contendo 25 e
50 ampolas de 1 mL
12/02/2016 1587573/16-3
10450 - SIMILAR –
Notificação de Alteração de
Texto de Bula – RDC 60/12 --------- --------- --------- --------- Nova apresentação de 36 ampolas. VP e VPS
20mg/mL Sol Inj.-
Caixa contendo 36 e
50 ampolas de 1 mL
30/06/2014 0513741/14-1
10457 – SIMILAR-Inclusão
Inicial de Texto de Bula – RDC
60/12 --------- --------- --------- ---------
Todos os itens foram alterados para
adequação à RDC 47/09
VP e VPS
20mg/mL Sol Inj.-
Caixa contendo 50
ampolas de 1 mL
-- 16 of 16 --
Avaliações
Avaliações de clientes
Nada por aqui… ainda
Este produto ainda não possui nenhuma avaliação. Comece a comprar e avalie nossos produtos!
Fazer loginAvaliações de Clientes
Especificações
| Código do Produto | 7896676401592 |
|---|---|
| Marca | LABORATORIO CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676401592 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE HIDRALAZINA |
| Registro MS | 1029800890037 |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE CONTROLADA (TEMPERATURA ATÉ 25ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ENDOVENOSA/INTRAVENOSA; INTRAMUSCULAR |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO INJETÁVEL |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |