Omepramix 20mg/500mg Aché 56 + 14 Cápsulas Gelatinosas Dura
Vendido e entregue por Maxi
OMEPRAMIX
20 MG
OMEPRAZOL; CLARITROMICINA; AMOXICILINA TRI-hIDRATADA
Omepramix é indicado para tratar infecções por Helicobacter pylori e úlceras pépticas ativas ou com histórico de um ano associadas a H. pylori. O medicamento combina omeprazol, claritromicina e amoxicilina. O omeprazol reduz a produção de ácido no estômago, claritromicina é um …
OMEPRAMIX é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Omepramix é indicado para tratar infecções por Helicobacter pylori e úlceras pépticas ativas ou com histórico de um ano associadas a H. pylori. O medicamento combina omeprazol, claritromicina e amoxicilina. O omeprazol reduz a produção de ácido no estômago, claritromicina é um antibiótico que inibe a produção de proteínas pelas bactérias, e amoxicilina combate diversas bactérias. Juntos, eliminam H. pylori e diminuem a acidez estomacal.
Especificações
| Código do Produto | 7896658004346 |
|---|---|
| Marca | ACHÉ |
| Código de Barras | 7896658004346 |
| Princípio ativo | OMEPRAZOL, CLARITROMICINA, AMOXICILINA TRI-hIDRATADA |
| Registro MS | 1057302820050 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO,Cápsula Dura de Liberação Retardada,Cápsula dura |
| Classe terapêutica | ANTIACIDOS E ANTIULCEROSOS ASSOCIADOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
AAS
OMEPRAMIX
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Cápsulas Duras com 20 mg de omeprazol
Comprimidos Revestidos com 500 mg de claritromicina
Cápsulas Duras com 500 mg de amoxicilina
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BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
OMEPRAMIX
omeprazol
claritromicina
amoxicilina tri-hidratada
Tratamento tríplice
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
7 blísteres contendo duas cápsulas duras de omeprazol 20 mg, dois comprimidos revestidos de
claritromicina 500 mg e quatro cápsulas duras de amoxicilina tri-hidratada 500 mg.
7 blísteres contendo duas cápsulas duras de omeprazol 20 mg, dois comprimidos revestidos de
claritromicina 500 mg, quatro cápsulas duras de amoxicilina tri-hidratada 500 mg + 1 blíster com quatorze
cápsulas duras de omeprazol 20 mg.
7 blísteres contendo duas cápsulas duras de omeprazol 20 mg, dois comprimidos revestidos de
claritromicina 500 mg, quatro cápsulas duras de amoxicilina tri-hidratada 500 mg + 2 blísteres com
quatorze cápsulas duras de omeprazol 20 mg.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada cápsula dura de omeprazol contém:
omeprazol.................................................................................................................................................20 mg
Excipientes: sacarose, manitol, carbonato de cálcio, fosfato de sódio dibásico, laurilsulfato de sódio,
metilparabeno sódico, propilparabeno, povidona, hipromelose, copolímero de ácido metacrílico e acrilato
de etila, dietilftalato, dióxido de titânio, talco, polissorbato 80, hidróxido de sódio, gelatina, azul brilhante,
vermelho de eritrosina e amarelo crepúsculo.
Cada comprimido revestido de claritromicina contém:
claritromicina.........................................................................................................................................500 mg
Excipientes: celulose microcristalina, amido, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio,
lactose monoidratada, povidona, álcool polivinílico, macrogol, talco, amarelo crepúsculo laca de alumínio,
vermelho de eritrosina laca de alumínio, vermelho de ponceau e dióxido de titânio.
Cada cápsula dura de amoxicilina contém:
amoxicilina tri-hidratada.........................................................................................................................574 mg
(equivalente a 500 mg de amoxicilina)
Excipientes: estearato de magnésio, vermelho de azorrubina, azul brilhante, dióxido de titânio e gelatina.
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é destinado ao tratamento da infecção por Helicobacter pylori (H. pylori) e doença
ulcerosa péptica ativa ou histórico de um ano de úlcera péptica associada a H. pylori.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Os princípios ativos que compõem Omepramix são: omeprazol, claritromicina e amoxicilina. O omeprazol
age na diminuição da quantidade de ácido produzida pelo estômago. A claritromicina é um antibiótico do
tipo macrolídeo semissintético que exerce sua ação antibacteriana inibindo a produção de proteínas pelas
bactérias sensíveis a claritromicina. Já a amoxicilina é um antibiótico de amplo espectro de ação, ou seja,
age contra um número grande de bactérias. Assim, o medicamento é capaz de destruir e eliminar ampla
variedade de micro-organismos, especialmente o H. pylori, e diminuir a acidez do estômago.
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3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Omepramix é contraindicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade a quaisquer dos componentes
de sua fórmula.
A administração concomitante de Omepramix com cisaprida, pimozida ou terfenadina é contraindicada.
Houve relatos de interações medicamentosas quando claritromicina foi coadministrada com cisaprida,
pimozida, ou terfenadina, resultando em arritmias cardíacas (prolongação do intervalo QT, taquicardia
ventricular, fibrilação ventricular e (torsades de pointes), mais provavelmente devido à inibição do
metabolismo hepático destas drogas pela claritromicina, casos graves foram relatados.
Deve-se dedicar atenção à possível sensibilidade cruzada com outros antibióticos da classe dos
betalactâmicos, como por exemplo, as cefalosporinas.
O risco-benefício do uso de Omepramix em gestantes e lactantes deve ser avaliado por um médico.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Omeprazol
Na presença de úlcera gástrica, a possibilidade de malignidade da lesão deve ser precocemente afastada,
uma vez que o tratamento com omeprazol pode aliviar os sintomas e retardar o diagnóstico desta patologia.
Não são conhecidos efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.
Amoxicilina
Antes de iniciar o tratamento com amoxicilina, deve-se fazer uma investigação cuidadosa com relação a
reações prévias de hipersensibilidade a penicilinas ou cefalosporinas. Reações de hipersensibilidade
(anafilactoides) graves e ocasionalmente fatais foram relatadas em pacientes recebendo tratamento com
penicilinas. Estas reações são mais prováveis de ocorrer em indivíduos com um histórico de
hipersensibilidade a antibióticos betalactâmicos (vide "3. Quando não devo usar este medicamento?”).
“Rash” eritematoso (morbiliforme) foi associado à febre glandular/mononucleose infecciosa em pacientes
recebendo amoxicilina.
O uso prolongado ocasionalmente também pode resultar em supercrescimento de micro-organismos não
suscetíveis.
A dose deve ser ajustada em pacientes com insuficiência renal.
Estudos em animais com amoxicilina não demonstraram efeitos teratogênicos. A substância tem estado em
extensivo uso clínico desde 1972 e sua adequabilidade na gravidez humana foi bem documentada em
estudos clínicos.
Claritromicina
Colite pseudomembranosa foi relatada com quase todos os agentes antibacterianos, incluindo
claritromicina, e pode variar em severidade, de moderada a potencialmente grave. Portanto, é importante
considerar este diagnóstico em pacientes que apresentam diarreia subsequente à administração de agentes
antibacterianos.
O tratamento com agentes antibacterianos altera a microbiota normal do cólon e pode permitir
supercrescimento de clostrídios. Estudos indicam que uma toxina produzida pelo Clostridium difficile é
uma causa primária da “colite associada a antibióticos”.
Após o diagnóstico da colite pseudomembranosa ter sido estabelecido, medidas terapêuticas devem ser
iniciadas. Casos moderados de colite pseudomembranosa usualmente respondem à descontinuação da
droga. Somente em casos moderados a graves, consideração deve ser dada ao tratamento com fluidos e
eletrólitos, suplementação proteica e tratamento com uma droga antibacteriana clinicamente eficaz contra
colite causada por Clostridium difficile.
Gravidez
Omepramix deve ser usado durante a gravidez somente se o benefício potencial justificar o risco potencial
ao feto.
Categoria C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica
ou do cirurgião-dentista.
Uso na lactação
Omepramix é composto de omeprazol, amoxicilina e claritromicina, substâncias que são excretadas no leite
materno. Omepramix só deve ser usado durante a lactação, após análise do risco-benefício, pois a
segurança do uso na lactação ainda não foi estabelecida.
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O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu
médico ou cirurgião-dentista.
Uso pediátrico
A segurança e a eficácia do Omepramix em pacientes pediátricos infectados com H. pylori não foram
estabelecidas.
Uso geriátrico
Pacientes idosos podem sofrer de disfunção hepática e renal assintomáticas. Deve ser tomado cuidado
quando Omepramix for administrado nesta população de pacientes.
Interações medicamentosas
Omeprazol
O omeprazol pode aumentar o tempo de eliminação do diazepam, varfarina e fenitoína. Especialmente em
pacientes em tratamento com varfarina ou fenitoína, recomenda-se monitorização destas, tendo em vista a
necessidade da redução da dose. Não foram observadas interações com propranolol, metoprolol, teofilina,
lidocaína, quinidina ou amoxicilina, mas poderão ocorrer interações com outros fármacos metabolizados
pelo sistema enzimático do citocromo P 450. Não foram evidenciadas interações de omeprazol e antiácidos
ou alimentos administrados concomitantemente.
Amoxicilina
O uso concomitante com probenecida pode resultar em níveis de amoxicilina no sangue aumentados e
prolongados.
Em comum com outros antibióticos, a amoxicilina pode reduzir a eficácia de contraceptivos orais (pílulas)
e as pacientes devem ser apropriadamente advertidas.
A administração concomitante de alopurinol durante o tratamento com amoxicilina pode aumentar a
probabilidade de reações alérgicas da pele.
O prolongamento do tempo de protrombina foi relatado raramente em pacientes recebendo amoxicilina. A
monitorização apropriada deve ser realizada quando anticoagulantes forem prescritos simultaneamente.
Recomenda-se que ao realizar testes para verificação da presença de glicose na urina durante o tratamento
com amoxicilina, sejam utilizados métodos de glicose-oxidase enzimática. Devido às altas concentrações
urinárias de amoxicilina, leituras falso positivas são comuns com métodos químicos.
Claritromicina
O uso da claritromicina em pacientes que estão recebendo teofilina pode ser associado com um aumento
das concentrações séricas da teofilina. A administração concomitante de doses únicas da claritromicina e
carbamazepina mostrou resultar em concentrações no sangue aumentadas da carbamazepina. Pode ser
considerado monitoramento do nível sanguíneo da carbamazepina.
Quando a claritromicina e a terfenadina foram coadministradas, as concentrações plasmáticas do metabólito
ácido ativo da terfenadina foram três vezes mais elevadas, em média, que os valores observados quando a
terfenadina foi administrada isolada. A administração concomitante da claritromicina com a terfenadina é
contraindicada. A administração concomitante da claritromicina e de anticoagulantes orais pode
potencializar os efeitos dos anticoagulantes orais. Os tempos de protrombina devem ser cuidadosamente
monitorados enquanto os pacientes estão recebendo claritromicina e anticoagulantes orais simultaneamente.
Concentrações séricas elevadas de digoxina em pacientes recebendo claritromicina e digoxina
concomitantemente, foram também observadas. Alguns pacientes mostraram sinais clínicos consistentes
com a toxicidade da digoxina, incluindo arritmias. Os níveis sanguíneos da digoxina devem ser
cuidadosamente monitorados enquanto os pacientes estão recebendo digoxina e claritromicina
simultaneamente.
A administração oral simultânea de claritromicina e zidovudina em pacientes infectados com HIV resultou
em concentrações diminuídas do estado de equilíbrio da zidovudina.
A administração concomitante de fluconazol e claritromicina aumentou o estado de equilíbrio da
claritromicina.
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A administração concomitante de claritromicina e ritonavir resultou em importante inibição no
metabolismo da claritromicina. A claritromicina pode ser administrada sem ajuste de dosagem em pacientes
com função renal normal tomando ritonavir. Contudo, para pacientes com comprometimento renal, os
seguintes ajustes de dosagens devem ser considerados: para os pacientes com CL cr de 30 a 60 ml/min, a
dose de claritromicina deve ser de 50%. Para os pacientes com CL cr < 30 ml/min, a dose de claritromicina
deve ser diminuída em 75%.
O uso concomitante da claritromicina e ergotamina ou di-hidroergotamina foi associado em alguns
pacientes com toxicidade aguda do ergot caracterizada por severo vasoespasmo periférico e disestesia.
A claritromicina diminui o clearance do triazolam e, desta forma, pode aumentar o efeito farmacológico do
triazolam. Houve relatos de interações medicamentosas e efeitos sobre o SNC (ex.: sonolência e confusão)
com o uso concomitante da claritromicina e triazolam.
Houve relatos de uma interação entre a eritromicina e o astemizol resultando em prolongação do intervalo
QT e torsades de pointes. Devido à claritromicina ser também metabolizada pelo citocromo P 450, a
administração concomitante da claritromicina com o astemizol não é recomendada.
O uso da claritromicina em pacientes tomando concomitantemente drogas metabolizadas pelo sistema
citocromo P 450 pode ser associado com elevações nos níveis sanguíneos destas outras drogas. Houve relatos
de interações da eritromicina e/ou claritromicina com a carbamazepina, ciclosporina, tacrolimo,
hexobarbital, fenitoína, alfentanila, disopiramida, lovastatina, bromocriptina, ácido valproico, terfenadina,
cisaprida, pimozida, astemizol e colchicina. As concentrações séricas das drogas metabolizadas pelo
sistema citocromo P 450 devem ser monitoradas cuidadosamente em pacientes recebendo concomitantemente
estas drogas. A claritromicina e a colchicina não devem ser prescritas concomitantemente, especialmente
para pacientes com insuficiência renal; visto que a claritromicina aumenta o risco de toxicidade fatal da
colchicina.
É importante utilizar este medicamento durante todo o tempo prescrito pelo profissional de saúde
habilitado, mesmo que os sinais e sintomas da infecção tenham desaparecido, pois isso não significa a
cura. A interrupção do tratamento pode contribuir para o aparecimento de infecções mais graves.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de
ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração,
inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência
cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de
magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente
medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no
eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou
medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
- Omeprazol
Atenção: Contém sacarose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-
absorção de glicose-galactose e/ou por pessoas com insuficiência de sacarose-isomaltase. Deve ser
usado com cautela por portadores de Diabetes.
Atenção: não use mais do que o recomendado na bula, pois o excesso deste medicamento pode causar
graves problemas nos rins.
Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, azul brilhante, vermelho de eritrosina e amarelo
crepúsculo que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.
- Claritromicina
Atenção: Contém lactose monoidratada. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com
síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, amarelo crepúsculo laca de alumínio, vermelho de
eritrosina laca de alumínio e vermelho de ponceau que podem, eventualmente, causar reações
alérgicas.
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- Amoxicilina
Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, vermelho de azorrubina e azul brilhante que podem,
eventualmente, causar reações alérgicas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
- Omeprazol: cápsulas duras, com corpo pink e tampa verde, contendo microgrânulos homogêneos e
esféricos, brancos a creme ou branco-acinzentados.
- Claritromicina: comprimidos revestidos de cor salmão, brilhosos, oblongos, biconvexos e com barra de
bipartição nas duas faces.
- Amoxicilina: cápsulas duras, com corpo e tampa de cor bordeaux, contendo no seu interior pó branco a
levemente amarelado.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Os medicamentos que compõem Omepramix são destinados somente para o uso como descrito. Os
produtos individuais contidos na cartela não devem ser usados isolados ou em associação para outros
propósitos. A informação descrita nesta bula diz respeito somente ao uso destes medicamentos como
indicado na cartela de administração diária. Para informação sobre o uso destes componentes individuais
quando dispensados como medicações individuais fora deste uso associado para tratamento de H. pylori,
favor ver as bulas para cada produto individual.
Cada dose deve ser tomada duas vezes ao dia, de manhã e à noite, antes das refeições. Os pacientes devem
ser instruídos para engolir cada cápsula ou comprimido inteiro.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do médico.
Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: diarreia, cefaleia, alteração do
paladar, constipação, dor abdominal, náuseas, vômitos, flatulência, erupção cutânea e/ou urticária.
Erradicação do H. pylori
Tratamento com esquema tríplice: tomar 1 cápsula de omeprazol, 2 cápsulas de amoxicilina e 1
comprimido revestido de claritromicina, compondo 4 unidades de manhã e 4 unidades à noite antes das
refeições, por uma semana, conforme critério médico. Caso seja necessário, após o tratamento tríplice,
tomar 1 cápsula de omeprazol de manhã por 14 ou 28 dias.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
No caso de ter esquecido de tomar antibiótico (medicamentos da mesma classe da amoxicilina e da
claritromicina, constituintes de Omepramix), por mais de um dia, o médico prescritor deverá ser
consultado.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
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8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor
abdominal, flatulência (gases), indigestão, náusea, paladar alterado, vômito e cefaleia (dor de cabeça).
- Experiência pós-comercialização
As reações adversas descritas a seguir foram identificadas durante a comercialização de medicamentos
contendo omeprazol. Estas reações foram relatadas espontaneamente por uma população de tamanho
desconhecido, portanto, não é possível estimar a real frequência ou estabelecer uma relação de causalidade
com o medicamento.
Desordens cardíacas: prolongamento do intervalo QT, torsades de pointes, arritmia ventricular e
taquicardia (aumento da frequência cardíaca) ventricular;
Desordens da pele e tecido subcutâneo: eritema multiforme, eritrodermia, pustulose exantematosa
generalizada aguda, erupção maculopapular, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica e
urticária;
Desordens gastrintestinais: diarreia por Clostridium difficile, pancreatite;
Desordens do sistema linfático e hematológicas: agranulocitose, anemia, contagem de eosinófilos
aumentada, anemia hemolítica (anemia causada pela quebra de hemácias), leucocitose (aumento dos
glóbulos brancos no sangue), leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue), neutropenia
(diminuição dos neutrófilos no sangue), pancitopenia, trombocitopenia, púrpura trombocitopênica,
anafilaxia, lúpus eritematoso cutâneo, angeíte de hipersensibilidade, reação de hipersensibilidade, miastenia
grave e lúpus eritematoso sistêmico;
Desordens hepáticas (do fígado): hepatotoxicidade;
Desordens do sistema nervoso: neurotoxicidade;
Desordens nos olhos: atrofia óptica;
Desordens dos rins: lesão aguda do rim, doença renal crônica e nefrite intersticial aguda (inflamação do
tecido renal);
Desordens respiratórios: broncoespasmo;
Outros: angioedema e doença do soro.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Em caso de superdosagem, os pacientes devem entrar em contato com um médico, com um centro de
controle de toxicidade ou com um pronto-socorro. Não há uma base farmacológica ou dados sugerindo uma
toxicidade aumentada da associação comparada com os componentes individuais.
Omeprazol
Não há dados disponíveis sobre os efeitos de superdosagem no homem, visto que doses orais únicas de até
160 mg e doses totais de até 360 mg/dia mostraram-se bem toleradas. Caso ocorra superdosagem, o
tratamento deve ser sintomático com a infusão de uma solução de carvão ativado contendo 240 ml de água
e 30 g de carvão. A dose usual de carvão para adultos e adolescentes é de 25 a 100 g. No caso de ingestão
acidental por crianças de 1 a 12 anos, a dose usual é de 25 a 50 g e para crianças com até 1 ano de idade, é
de 1 g/kg de peso. O tratamento deve ser de suporte, o qual consiste no monitoramento cardiorrespiratório.
Amoxicilina
Problemas de superdosagem com amoxicilina são improváveis de ocorrer. Se observados, efeitos
gastrintestinais, tais como: náusea, vômito e/ou diarreia podem ser evidentes e devem ser tratados
sintomaticamente, com atenção ao equilíbrio hidroeletrolítico.
Durante a administração de altas doses de amoxicilina, uma ingestão adequada de líquidos e eliminação
urinária têm de ser mantidos para minimizar a possibilidade de cristalúria causada pela amoxicilina.
A amoxicilina pode ser removida da circulação por hemodiálise.
Claritromicina
Alguns relatos indicam que a ingestão de grandes quantidades de claritromicina pode produzir sintomas
gastrintestinais. A superdosagem deve ser tratada com a imediata eliminação do produto não absorvido e
com medidas de suporte. A conduta preferível para eliminação é a lavagem gástrica, o mais precocemente
possível. Da mesma forma que com outros macrolídeos, não há evidências de que claritromicina possa ser
eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal.
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Pacientes idosos
As mesmas orientações dadas aos adultos devem ser seguidas para os pacientes idosos, observando-se as
recomendações específicas para grupos de pacientes descritos no item “4. O que devo saber antes de usar
este medicamento?”.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de
mais orientações.
III- DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0573.0282
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Produzido por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP ou Anápolis - GO.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
-- 8 of 10 --
Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
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21/10/2025 -
10450 – SIMILAR
– Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
bulário - RDC
60/12
06/10/2025 1329596/25-9
11021 - RDC
73/2016 -
SIMILAR -
Substituição de
local de
fabricação de
medicamento de
liberação
convencional
-
VP
I. IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
III. DIZERES LEGAIS
VPS
I. IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
III. DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Cápsulas duras +
comprimidos revestidos +
cápsulas duras
20 mg + 500 mg + 500 mg
01/09/2021 3448189/21-9
10450 – SIMILAR
– Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
bulário - RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS VPS
Cápsula + comprimido
revestido + cápsula
20 mg + 500 mg + 500 mg
27/09/2019 2272650/19-1
10450 –
SIMILAR –
Notificação de
alteração de texto
de bula – RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
VP/VPS Cápsula + comprimido
revestido + cápsula
20 mg + 500 mg + 500 mg
-- 9 of 10 --
17/09/2019 2193491/19-6
10756 –
SIMILAR –
Notificação de
alteração de texto
de bula para
adequação a
intercambialidade
N/A N/A N/A N/A
Notificação de alteração de
texto de bula para
adequação do medicamento
à RDC 58/14, com a
inclusão da frase de
intercambialidade
VP/VPS Cápsula + comprimido
revestido + cápsula
20 mg + 500 mg + 500 mg
17/09/2019 2193463/19-1
10450 –
SIMILAR –
Notificação de
alteração de texto
de bula – RDC
60/12
25/04/2019 0371035/19-1
11006 –
RDC 73/2016 -
SIMILAR -
Alteração de
razão social do
local de
fabricação do
medicamento
25/04/2019 VP e VPS
III - DIZERES LEGAIS
VP/VPS Cápsula + comprimido
revestido + cápsula
20 mg + 500 mg + 500 mg
30/05/2018 0438215/18-3
10457 –
SIMILAR -
Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
INCLUSÃO INICIAL DE
TEXTO DE BULA VP/VPS Cápsula + comprimido
revestido + cápsula
20 mg + 500 mg + 500 mg
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Especificações
| Código do Produto | 7896658004346 |
|---|---|
| Marca | ACHÉ |
| Código de Barras | 7896658004346 |
| Princípio ativo | OMEPRAZOL, CLARITROMICINA, AMOXICILINA TRI-hIDRATADA |
| Registro MS | 1057302820050 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO,Cápsula Dura de Liberação Retardada,Cápsula dura |
| Classe terapêutica | ANTIACIDOS E ANTIULCEROSOS ASSOCIADOS |
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| Bula Profissional | Ver bula |