Remifas 2 Mg Pó Liof Solução Injetável Intravenosa Caixa 5 Frasco-Ampola De Vidro Transparente Laboratorio Cristalia
Vendido e entregue por Maxi
REMIFAS
2 MG
CLORIDRATO DE REMIFENTANILA
Remifas (cloridrato de remifentanila) é indicado para produzir ou manter a anestesia em cirurgias, incluindo cardíacas, e para alívio da dor pós-operatória imediata. Também é usado para sedação e alívio da dor em pacientes ventilados mecanicamente em UTIs. A remifentanila, subs…
REMIFAS é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Venda Sob Prescrição Médica Sujeita a Notificação de Receita "A"
Ofertas
Quantidade
1
Formas de pagamento
Formas de entrega e retirada
Forma de entrega
Calcule frete, prazo de entrega e retirada.
Informe seu CEP para ver opções de retirada e entrega.
Não sabe o seu CEP? Consulte aqui.
Retirar na farmácia
Receber no endereço
Sobre o produto
Remifas (cloridrato de remifentanila) é indicado para produzir ou manter a anestesia em cirurgias, incluindo cardíacas, e para alívio da dor pós-operatória imediata. Também é usado para sedação e alívio da dor em pacientes ventilados mecanicamente em UTIs. A remifentanila, substância ativa, é um agonista opioide que promove anestesia, alívio da dor e sedação rapidamente com efeito de curta duração.
Especificações
| Código do Produto | 7896676416251 |
|---|---|
| Marca | LABORATORIO CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676416251 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE REMIFENTANILA |
| Registro MS | 1029804220021 |
| Dosagem | 2 MG |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de |
| Forma farmacêutica | Pó Liofilizado para Solução Injetável |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Remifas
(cloridrato de remifentanila)
Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.
Pó liofilizado para solução injetável
2 mg e 5 mg
BULA PARA O PACIENTE
-- 1 of 18 --
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Remifas
cloridrato de remifentanila
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA.
APRESENTAÇÕES
Embalagens contendo 5 frascos-ampola de 2 mg ou 5 mg de pó liofilizado para solução injetável de cloridrato
de remifentanila.
USO INTRAVENOSO
USO ADULTO E USO PEDIÁTRICO ACIMA DE 1 ANO DE IDADE.
COMPOSIÇÃO
Cada frasco-ampola de 2 mg contém:
cloridrato de remifentanila.......................................... 2,194 mg*
*equivalente a 2 mg de remifentanila
excipientes q.s.p...........................................................1 frasco-ampola
Excipientes: glicina, ácido clorídrico e hidróxido de sódio.
Cada frasco-ampola de 5 mg contém:
cloridrato de remifentanila...................................................... 5,485 mg*
*equivalente a 5 mg de remifentanila
Excipientes q.s.p. .....................................................................1 frasco-ampola
Excipientes: glicina, ácido clorídrico e hidróxido de sódio.
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Remifas é um medicamento indicado para produzir ou manter a anestesia durante cirurgias, inclusive a do
coração, e para o alívio da dor imediatamente após a operação. Remifas também é indicado para promover
alívio da dor e sedação em pacientes mecanicamente ventilados (ou seja, que respiram com ajuda de aparelhos)
em unidade de terapia intensiva (UTI).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Remifas apresenta como substância ativa a remifentanila, que pertence a um grupo de medicamentos chamados
de agonistas opioides. Esses medicamentos são capazes de promover anestesia, assim como alívio da dor e
sedação, durante as cirurgias. A remifentanila tem início de ação rápido e seu efeito é curto.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O uso de Remifas não é indicado caso você tenha hipersensibilidade conhecida à remifentanila, a outros
compostos semelhantes ou a qualquer componente da formulação (ver na seção Composição).
O médico não deve administrar Remifas por via epidural, um tipo de anestesia em que a injeção é aplicada nas
costas e serve principalmente para aliviar as dores do parto. Este medicamento também não pode ser usado por
via intratecal (no espaço entre duas membranas que revestem o cérebro, chamado de espaço subaracnoide). A
administração de Remifas deve ser feita somente por via intravenosa, ou seja, no interior de uma veia.
Este medicamento é contraindicado para menores de 1 ano de idade.
Gravidez e lactação
O médico somente deve utilizar Remifas em mulheres grávidas quando os benefícios potenciais para a mãe
superarem os possíveis riscos para o feto.
-- 2 of 18 --
Deve haver cuidado na administração de Remifas a mulheres que estejam amamentando.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você responder “sim” a qualquer uma das perguntas a seguir, informe seu médico sobre esse assunto antes da
operação:
- Você já teve alguma reação adversa, ou seja, reação indesejável durante uma cirurgia?
-Você sabe se é alérgico a algum medicamento usado durante uma cirurgia?
- Você já teve algum problema de respiração?
- Os batimentos do seu coração são lentos ou irregulares?
- Você sabe se sua pressão arterial é baixa?
- Você tomou recentemente outros tipos de medicamento conhecidos como betabloqueadores ou bloqueadores
dos canais de cálcio?
- Você está grávida ou pretende engravidar em breve?
- Você está amamentando?
Remifas deve ser administrado somente no hospital, onde há equipamentos para monitorar e manter as funções
da respiração, do coração e dos vasos sanguíneos. Apenas o profissional treinado no uso de anestésicos deve
administrar Remifas, pois é importante que saiba reconhecer as possíveis reações adversas ao medicamento e
agir de forma correta caso uma delas ocorra. Ele também deve ter sido treinado na abertura das vias respiratórias
e sua manutenção e na ventilação assistida.
Como todos os outros medicamentos da mesma classe, Remifas não é recomendável como agente único na
anestesia geral.
Se você tiver enrijecimento muscular causado por Remifas, um profissional de saúde capacitado deve tomar as
medidas de suporte adequadas para sua condição clínica. Ele pode administrar outros medicamentos para tratar
essa reação, se for intensa, ou diminuir a velocidade de uso Remifas e até interrompê-lo (neste caso, o
enrijecimento muscular é resolvido em alguns minutos).
Remifas deve ser administrado somente em locais com equipamentos para monitorar e tratar os possíveis casos
de depressão respiratória (comprometimento da respiração). O tratamento deve ser feito por pessoa capacitada e
inclui a diminuição da velocidade de infusão ou sua interrupção temporária. É importante que o paciente
recupere totalmente a consciência e a respiração espontânea antes de ser liberado da sala de recuperação
anestésica.
Pode ocorrer de algum efeito adverso afetar sua pressão arterial e seu coração, como queda de pressão e
diminuição da frequência dos batimentos cardíacos. Esses efeitos podem ser controlados pela redução da
velocidade da infusão de Remifas ou da dose dos anestésicos utilizados em conjunto ou ainda pela
administração intravenosa (na veia) de outros medicamentos apropriados.
Em certos tipos de cirurgia o paciente pode sentir dor após a operação logo que Remifas é suspenso. Nesses
casos, é necessário o uso de medicamentos para alívio da dor antes ou logo depois da interrupção de Remifas.
O médico deve fazer a escolha adequada do medicamento de acordo com a cirurgia e o nível de cuidados
exigidos no período pós-operatório.
A administração de Remifas deve ser feita com equipamento exclusivo para evitar que resíduos do medicamento
permaneçam na linha de infusão ou no equipo, se estes forem utilizados para fluidos ou outras drogas, e
provoquem reações adversas.
Assim como outros medicamentos da mesma classe, Remifas pode causar dependência.
Pacientes com hipersensibilidade conhecida a opioides de diferentes classes podem apresentar reação seguida da
administração de Remifas. Recomenda-se cautela antes do uso de remifentanila nesses pacientes (ver na seção 8.
Quais os males que este medicamento pode me causar?).
-- 3 of 18 --
Cuidados e advertências para populações especiais
Uso em pacientes com problemas nos rins
Não é necessário ajustar a dose de Remifas para esses pacientes.
Uso em pacientes com problemas de fígado
Esses pacientes podem ser um pouco mais sensíveis à depressão respiratória causada por Remifas e o médico
deve monitorá-los de perto. Deve também ajustar a dose de Remifas de acordo com as necessidades de cada
paciente.
Uso em pacientes idosos
O médico deve reduzir a dose inicial de Remifas nos idosos e depois ajustá-la cuidadosamente de acordo com as
necessidades de cada paciente.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
O paciente só poderá dirigir veículos e operar máquinas algum tempo após o término da administração de
Remifas, isto é, quando os efeitos do medicamento forem eliminados. Esta orientação fica a critério médico.
Se estiver prevista alta hospitalar antecipada após o uso deste medicamento, o paciente não deve dirigir ou
operar máquinas, pois sua habilidade e sua atenção podem estar prejudicadas.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas enquanto não tiver passado tempo suficiente após a
administração de Remifas, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a
quedas ou acidentes.
Gravidez e lactação
Remifas somente deve ser utilizado em mulheres grávidas quando, a critério do médico, os benefícios
potenciais para a mãe superarem os possíveis riscos para o feto. O uso deste medicamento também não é
recomendável durante trabalhos de parto nem cesarianas.
Seu médico deve ter cuidado ao administrar Remifas se você estiver amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da
lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Este medicamento pode causar doping.
Interações medicamentosas
Como ocorre com outros medicamentos da mesma classe, o uso de Remifas diminui as quantidades ou doses de
anestésicos inalatórios e intravenosos necessários à anestesia.
Os efeitos adversos de Remifas que afetam o coração e a pressão arterial podem agravar-se caso você esteja
tomando medicamentos depressores cardíacos, como betabloqueadores ou bloqueadores do canal de cálcio.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser guardado dentro da embalagem original e conservado em temperatura entre 15° e
30ºC.
Após reconstituição e posterior diluição, cloridrato de remifentanila permanece estável por 24 horas em
temperatura ambiente (entre 15° e 30°C).
-- 4 of 18 --
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
Remifas é um pó compacto branco, inodoro, que pode estar intacto ou fragmentado.
Quando reconstituído com água esterilizada para injeção, o produto é uma solução incolor, límpida e
praticamente isenta de partículas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de usar
Remifas deve ser utilizado somente por via intravenosa, ou seja, no interior de uma veia.
O médico não deve administrar Remifas por via epidural, um tipo de anestesia em que a injeção é aplicada
nas costas e serve principalmente para aliviar as dores do parto. Também não deve ser usado por via
intratecal, isto é, injetado no espaço compreendido entre as membranas que revestem o cérebro, o chamado
espaço subaracnoide.
Remifas sempre deve ser utilizado no ambiente hospitalar e por um profissional habilitado, que tenha
treinamento adequado para usar o medicamento e controlar os efeitos adversos que podem manifestar-se. O
médico deve utilizá-lo somente com equipamentos capazes de monitorar e manter as funções do seu
organismo, como as respiratórias e as relacionadas ao coração.
Instruções de uso
Remifas permanece estável por 24 horas, em temperatura ambiente (entre 15° e 30ºC), após a reconstituição
e a posterior diluição entre 20 e 250 μg/mL (50 μg/mL é a diluição adequada para adultos e 20-25 μg/mL
para crianças maiores de 1 ano de idade). Recomenda-se uma das seguintes soluções para administração
intravenosa:
- água estéril para injeção;
- solução de glicose a 5%;
- solução glicofisiológica a 5% (solução de glicose a 5% e de cloreto de sódio a 0,9%);
- solução fisiológica (solução de cloreto de sódio a 0,9%);
- solução de cloreto de sódio a 0,45%.
Remifas só deve ser administrado com as soluções para infusão indicadas acima.
Remifas demonstrou ser compatível com os seguintes fluidos intravenosos quando administrado em infusão
contínua IV concomitante:
- Ringer lactato;
- Ringer lactato com glicose a 5%.
Remifas demonstrou também compatibilidade com o propofol quando ambos são administrados em infusão
contínua intravenosa concomitante.
Remifas não deve ser misturado a outros medicamentos antes da administração.
As tabelas seguintes fornecem instruções sobre as velocidades de infusão de Remifas.
-- 5 of 18 --
Tabela 1. Velocidade de infusão de cloridrato de remifentanila injetável (mL/kg/h)
Velocidade de
distribuição do
medicamento
(μg/kg/min)
Velocidade de distribuição da infusão (mL/kg/h) em soluções com concentrações
de:
20 μg/mL
1 mg/50 mL
25 μg/mL
1 mg/40 mL
50 μg/mL
1 mg/20 mL
250 μg/mL
10 mg/40 mL
0,0125 0,038 0,03 0,015 Não recomendável
0,025 0,075 0,06 0,03 Não recomendável
0,05 0,15 0,12 0,06 0,012
0,075 0,23 0,18 0,09 0,018
0,1 0,3 0,24 0,12 0,024
0,15 0,45 0,36 0,18 0,036
0,2 0,6 0,48 0,24 0,048
0,25 0,75 0,6 0,3 0,06
0,5 1,5 1,2 0,6 0,12
0,75 2,25 1,8 0,9 0,18
1,0 3,0 2,4 1,2 0,24
1,25 3,75 3,0 1,5 0,3
1,5 4,5 3,6 1,8 0,36
1,75 5,25 4,2 2,1 0,42
2,0 6,0 4,8 2,4 0,48
Tabela 2. Velocidade de infusão de cloridrato de remifentanila injetável (mL/h) em uma solução de
20 μg/mL
Velocidade de
infusão
(μg/kg/min)
Peso do paciente (kg)
5 10 20 30 40 50 60
0,0125 0,188 0,375 0,75 1,125 1,5 1,875 2,25
0,025 0,375 0,75 1,5 2,25 3,0 3,75 4,5
0,05 0,75 1,5 3,0 4,5 6,0 7,5 9,0
0,075 1,125 2,25 4,5 6,75 9,0 11,25 13,5
0,1 1,5 3,0 6,0 9,0 12,0 15,0 18,0
0,15 2,25 4,5 9,0 13,5 18,0 22,5 27,0
0,2 3,0 6,0 12,0 18,0 24,0 30,0 36,0
0,25 3,75 7,5 15,0 22,5 30,0 37,5 45,0
0,3 4,5 9,0 18,0 27,0 36,0 45,0 54,0
0,35 5,25 10,5 21,0 31,5 42,0 52,5 63,0
0,4 6,0 12,0 24,0 36,0 48,0 60,0 72,0
Tabela 3. Velocidade de infusão de cloridrato de remifentanila injetável (mL/h) em uma solução de
25 μg/mL
Velocidade
de infusão
(μg/kg/min)
Peso do paciente (kg)
10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
0,0125 0,3 0,6 0,9 1,2 1,5 1,8 2,1 2,4 2,7 3,0
0,025 0,6 1,2 1,8 2,4 3,0 3,6 4,2 4,8 5,4 6,0
0,05 1,2 2,4 3,6 4,8 6,0 7,2 8,4 9,6 10,8 12,0
0,075 1,8 3,6 5,4 7,2 9,0 10,8 12,6 14,4 16,2 18,0
0,1 2,4 4,8 7,2 9,6 12,0 14,4 16,8 19,2 21,6 24,0
0,15 3,6 7,2 10,8 14,4 18,0 21,6 25,2 28,8 32,4 36,0
0,2 4,8 9,6 14,4 19,2 24,0 28,8 33,6 38,4 43,2 48,0
-- 6 of 18 --
Tabela 4. Velocidade de infusão de cloridrato de remifentanila injetável (mL/h) em uma solução de
50 μg/mL
Velocidade de
infusão
(μg/kg/min)
Peso do paciente (kg)
30 40 50 60 70 80 90 100
0,025 0,9 1,2 1,5 1,8 2,1 2,4 2,7 3,0
0,05 1,8 2,4 3,0 3,6 4,2 4,8 5,4 6,0
0,075 2,7 3,6 4,5 5,4 6,3 7,2 8,1 9,0
0,1 3,6 4,8 6,0 7,2 8,4 9,6 10,8 12,0
0,15 5,4 7,2 9,0 10,8 12,6 14,4 16,2 18,0
0,2 7,2 9,6 12,0 14,4 16,8 19,2 21,6 24,0
0,25 9,0 12,0 15,0 18,0 21,0 24,0 27,0 30,0
0,5 18,0 24,0 30,0 36,0 42,0 48,0 54,0 60,0
0,75 27,0 36,0 45,0 54,0 63,0 72,0 81,0 90,0
1,0 36,0 48,0 60,0 72,0 84,0 96,0 108,0 120,0
1,25 45,0 60,0 75,0 90,0 105,0 120,0 135,0 150,0
1,5 54,0 72,0 90,0 108,0 126,0 144,0 162,0 180,0
1,75 63,0 84,0 105,0 126,0 147,0 168,0 189,0 210,0
2,0 72,0 96,0 120,0 144,0 168,0 192,0 216,0 240,0
Tabela 5. Velocidade de infusão de cloridrato de remifentanila injetável (mL/h) em uma solução de
250 μg/mL
Velocidade de
infusão
(μg/kg/min)
Peso do paciente (kg)
30 40 50 60 70 80 90 100
0,1 0,72 0,96 1,20 1,44 1,68 1,92 2,16 2,40
0,15 1,08 1,44 1,80 2,16 2,52 2,88 3,24 3,60
0,2 1,44 1,92 2,40 2,88 3,36 3,84 4,32 4,80
0,25 1,80 2,40 3,00 3,60 4,20 4,80 5,40 6,00
0,5 3,60 4,80 6,00 7,20 8,40 9,60 10,80 12,00
0,75 5,40 7,20 9,00 10,80 12,60 14,40 16,20 18,00
1,0 7,20 9,60 12,00 14,40 16,80 19,20 21,60 24,00
1,25 9,00 12,00 15,00 18,00 21,00 24,00 27,00 30,00
1,5 10,80 14,40 18,00 21,60 25,20 28,80 32,40 36,00
1,75 12,60 16,80 21,00 25,20 29,40 33,60 37,80 42,00
2,0 14,40 19,20 24,00 28,80 33,60 38,40 43,20 48,00
Posologia
A dosagem de Remifas depende da cirurgia que será realizada. O médico saberá utilizar a dose adequada.
ANESTESIA GERAL
Adultos
A tabela seguinte resume a velocidade de infusão inicial e a dosagem.
-- 7 of 18 --
Orientação de dosagem para adultos
Indicação Bolus de infusão de cloridrato
de remifentanila (μg/kg)
Infusão contínua de cloridrato de
remifentanila (μg/kg/min)
Velocidade
inicial Limites
Indução da anestesia em
pacientes ventilados
1
(aplicar em no mínimo 30
segundos)
0,5 a 1 -
Manutenção da anestesia em pacientes ventilados
Óxido nitroso (66%) 0,5 a 1 0,4 0,1 a 2
Isoflurano (dose inicial de 0,5
CAM*) 0,5 a 1 0,25 0,05 a 2
Propofol (dose inicial de 100
μg/kg/min) 0,5 a 1 0,25 0,05 a 2
Anestesia com respiração
espontânea Não recomendável 0,04 0,025 a 0,1
Continuação da analgesia no
pós-operatório imediato Não recomendável 0,1 0,025 a 0,2
* CAM = concentração alveolar mínima.
O tempo de administração de Remifas em bolus na indução da anestesia não deve ser menor que 30
segundos.
Nas doses recomendadas, a remifentanila reduz significativamente a quantidade de hipnótico necessária para
manter a anestesia. Portanto, o médico deve administrar o isoflurano e o propofol como descrito acima para
evitar anestesia excessivamente profunda (ver na seção 4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?). Não há dados disponíveis sobre as dosagens recomendáveis para uso simultâneo de outros
hipnóticos e de remifentanila.
Indução da anestesia
O médico deve administrar Remifas com um agente hipnótico, como propofol, tiopental ou isoflurano, na
indução da anestesia. A velocidade de infusão pode ser de 0,5 a 1 μg/kg/min, com ou sem bolus de infusão
inicial de 1 μg/kg, por no mínimo 30 segundos. Se o médico previr que a intubação endotraqueal (introdução de
tubo na traqueia) vá ultrapassar de 8 e 10 minutos após o início da infusão de Remifas, então a infusão em bolus
não será necessária.
Manutenção da anestesia
Após a intubação endotraqueal, o médico deve diminuir a velocidade de infusão de Remifas de acordo com a
técnica anestésica, como foi indicado na tabela acima. Devido ao início rápido e à curta duração da ação de
cloridrato de remifentanila, o médico pode ajustar a velocidade de administração durante a anestesia em
incrementos de 25% a 100% ou diminuições de 25% a 50%, a cada 2 a 5 minutos, para obter o nível
desejável de resposta μ-opioide. Em resposta à anestesia leve, infusões suplementares na forma de bolus
podem ser administradas a cada 2 a 5 minutos.
Anestesia de pacientes que respiram sem ajuda de aparelhos e com via aérea protegida (por máscara
laríngea, por exemplo)
Os pacientes anestesiados que respiram sem ajuda de aparelhos e com via aérea protegida podem ter depressão
respiratória. Se isso ocorrer, o médico deve ter cuidado especial para ajustar a dose às necessidades do paciente,
e talvez seja preciso auxiliar a respiração por meio de aparelho. A taxa de infusão inicial recomendável para
analgesia suplementar de pacientes anestesiados que respiram espontaneamente é de 0,04 μg/kg/min, e o médico
deve ajustá-la até obter o efeito desejado. Uma variação de velocidades de infusão de 0,025 a 0,1 μg/kg/min tem
sido estudada. Não se recomenda a administração em bolus em pacientes anestesiados que respiram sem ajuda
de aparelhos.
-- 8 of 18 --
Continuação até o período pós-operatório imediato
Caso o médico não inicie a analgesia de longa duração antes do final da cirurgia, pode ser necessária a
administração de Remifas para mantê-la durante o período pós-operatório imediato até que o analgésico de
longa duração atinja o efeito máximo.
Os pacientes ventilados mecanicamente (ou seja, que respiram com ajuda de aparelhos), o médico deve ajustar
a velocidade de infusão até atingir o efeito desejado.
Nos pacientes que respiram de forma espontânea, o médico deve diminuir a velocidade de infusão de Remifas,
inicialmente, para 0,1 μg/kg/min. A velocidade de infusão pode então ser aumentada ou diminuída, no máximo
em 0,025 μg/kg/min, a cada 5 minutos, para ajustar o nível de analgesia ou a frequência respiratória do paciente.
Remifas deverá ser administrado apenas em ambientes completamente equipados para monitoramento e suporte
das funções respiratórias e cardiovasculares, sob restrita supervisão de profissionais especificamente treinados
no reconhecimento e no controle dos efeitos adversos esperados dos opioides potentes.
Não se recomenda o uso de injeções em bolus de Remifas para tratar a dor, durante o período pós-operatório,
de pacientes que respiram espontaneamente.
Medicação simultânea
Remifas diminui as quantidades de anestésicos inalatórios, hipnóticos ou benzodiazepínicos necessárias
para promover a anestesia (ver na seção 4. O que devo saber antes de usar este medicamento?, o item
Interações Medicamentosas).
As doses de alguns agentes utilizados em anestesia, como isoflurano, tiopental, propofol e temazepam, atingiram
redução de 75% quando usadas com a remifentanila.
Descontinuação
Devido à cessação rápida da ação de Remifas, não haverá nenhuma atividade opiácea residual de 5 a 10 minutos
após a sua descontinuação (suspensão). Se você for submetido a procedimentos cirúrgicos nos quais se espera a
ocorrência de dor pós-operatória, seu médico deverá administrar-lhe analgésicos antes ou imediatamente após a
descontinuação de Remifas. Será preciso esperar o tempo necessário para que os analgésicos de longa duração
atinjam o efeito máximo. O médico deve escolher o analgésico de acordo com o procedimento cirúrgico e o nível
de cuidados pós-operatórios.
Crianças (de 1 a 12 anos de idade)
Indução da anestesia
Não existem dados suficientes para fazer recomendações de dosagem.
Manutenção da anestesia
Orientação de dosagem para manutenção de anestesia em pacientes pediátricos (1-12 anos de idade)
Agente anestésico
concomitante Bolus de infusão de
cloridrato de
remifentanila (μg/kg)
Infusão contínua de cloridrato
de remifentanila (μg/kg/min)
Velocidade inicial Velocidade de
manutenção típica
Óxido nitroso (70%) 1 0,4 0,4 a 3
Halotano (dose inicial de
0,3 CAM)
1 0,25 0,05 a 1,3
Sevoflurano (dose inicial
de 0,3 CAM)
1 0,25 0,05 a 0,9
Isoflurano (dose inicial
de 0,5 CAM)
1 0,25 0,06 a 0,9
Quando o médico administrar Remifas em bolus, a infusão deve ser, no mínimo, de 30 segundos. Caso não
tenha administrado uma dose simultânea em bolus, ele só deve começar a cirurgia pelo menos 5 minutos
após o início da infusão de Remifas. Os pacientes pediátricos precisam ser monitorados e a dose ajustada
-- 9 of 18 --
para a profundidade de analgesia apropriada ao procedimento cirúrgico.
Medicação simultânea
Nas doses recomendadas acima, a remifentanila reduz significativamente a quantidade de hipnótico
necessária para manter a anestesia. Portanto, o médico deve administrar o isoflurano, o halotano e o
sevoflurano de acordo com as instruções constantes da tabela acima para evitar anestesia excessivamente
profunda. Não há dados disponíveis sobre dosagens recomendáveis para uso simultâneo de outros hipnóticos
e da remifentanila (ver o item Posologia, nesta seção).
Descontinuação
Após a descontinuação da infusão, a finalização do efeito analgésico de Remifas é rápida e similar à dos
pacientes adultos. O médico deve prever a necessidade e efetuar a administração de analgésicos apropriados
para o período pós-operatório (ver o item Posologia, nesta seção).
Neonatos (bebês de até 28 dias) e crianças (menores de 1 ano)
O perfil farmacocinético da remifentanila em neonatos e crianças menores de 1 ano de idade é comparável ao
dos pacientes adultos após as correções das diferenças de peso corporal. Entretanto, não existem dados
clínicos suficientes para estabelecer dosagens adequadas para essa faixa etária.
ANESTESIA CARDÍACA
Adultos
Orientação de dosagem para anestesia cardíaca
Indicação
Bolus de infusão de
cloridrato de
remifentanila (μg/kg)
Infusão contínua de cloridrato
de remifentanila(μg/kg/min)
Velocidade inicial Velocidade de infusão
típica
Entubação Não recomendável 1 -
Manutenção da anestesia
Isoflurano (dose inicial
de 0,4 CAM) 0,5 a 1 1 0,003 a 4
Propofol (dose inicial de
50 μg/kg/min) 0,5 a 1 1 0,01 a 4,3
Continuação da analgesia
pós-operatória antes da
extubação
Não recomendável 1 0 a 1
Indução da anestesia
Após a administração do hipnótico até o começo da perda da consciência, o médico deve administrar Remifas
em velocidade inicial de infusão de 1 μg/kg/min. Não se recomenda a administração em bolus de Remifas
durante a indução, em cirurgia cardíaca. A intubação endotraqueal só deve ser feita 5 minutos após o início da
infusão.
Manutenção da anestesia
Após a intubação endotraqueal, o médico deve ajustar a velocidade de infusão de Remifas de acordo com a
condição do paciente. Doses suplementares em bolus também podem ser administradas conforme a necessidade.
Para pacientes cardíacos de alto risco, como os que apresentam função ventricular deficiente, dose máxima em
bolus é de 0,5 μg/kg. Essas recomendações de dosagem também se aplicam durante a permanência na circulação
extracorpórea (máquina que mantém a circulação do sangue enquanto o coração está parado).
Medicação simultânea
Nas doses recomendadas acima, a remifentanila reduz significativamente a quantidade de hipnótico necessária
para manter a anestesia. Portanto, o médico deve administrar o isoflurano e o propofol conforme instruções
constantes da tabela acima para evitar anestesia excessivamente profunda. Não há dados disponíveis sobre
dosagens recomendadas para uso simultâneo de outros hipnóticos e da remifentanila (ver o item Posologia,
-- 10 of 18 --
nesta seção).
Manutenção da analgesia pós-operatória antes da extubação (retirada do tubo localizado na traqueia e
que auxilia a respiração durante a cirurgia)
Recomenda-se que a infusão de Remifas se mantenha no nível final intraoperatório durante a transferência
do paciente para a área de recuperação pós-anestésica. Quando o paciente chegar a essa área, o médico deve
fazer monitoramento cuidadoso do nível de analgesia e de sedação, assim como ajustar a velocidade de
infusão às necessidades particulares do paciente.
Descontinuação
Antes da descontinuação de Remifas, o médico deve administrar agentes sedativos e analgésicos alternativos
com antecedência suficiente. A escolha e a dose do analgésico devem adequar-se ao nível de cuidados pós-
operatórios requeridos pelo paciente (ver o item Posologia, nesta seção).
Recomenda-se que o médico descontinue a infusão de Remifas reduzindo a velocidade em 25%, a intervalos de
pelo menos 10 minutos, até interrupção da infusão. Durante a retirada do ventilador mecânico, o médico não
deve aumentar a infusão de Remifas fazendo apenas ajustes de diminuição e suplementando o procedimento
com analgésicos alternativos conforme a necessidade.
Recomenda-se que alterações hemodinâmicas, como hipertensão e taquicardia, sejam tratadas com agentes
alternativos apropriados.
Crianças
Não existem dados suficientes para recomendar o uso de cloridrato de remifentanila durante cirurgias cardíacas
pediátricas.
USO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
A infusão de cloridrato de remifentanila por infusão alvo controlada- IAC (TCI, ou target controlled infusion)
não foi estudada em pacientes sob terapia intensiva.
Adultos
Cloridrato de remifentanila pode ser usado inicialmente como medicamento único para promover analgesia
e sedação em pacientes mecanicamente ventilados (que respiram através de aparelhos) internados em
unidade de terapia intensiva (UTI).
Recomenda-se que a administração de cloridrato de remifentanila seja iniciada na velocidade de infusão de 0,1
a 0,15 μg/kg/min. Essa velocidade deve ser ajustada em incrementos de 0,025 μg/kg/min até atingir o nível
ideal de analgesia e sedação. O médico deve manter um intervalo mínimo de 5 minutos entre os ajustes de dose.
O nível de analgesia e sedação deve ser cuidadosamente monitorado e reavaliado com regularidade, ajustando-
se adequadamente a velocidade de infusão de Remifas. Se o nível de sedação desejável não for alcançado com
a velocidade de infusão de 0,2 μg/kg/min, recomenda-se a administração de um agente sedativo apropriado. O
médico deve ajustar a dose do agente sedativo até obter o nível ideal de sedação. Pode-se efetuar aumentos
posteriores da velocidade de infusão de Remifas em incrementos de 0,025 μg/kg/min caso seja necessária a
analgesia adicional.
Cloridrato de remifentanila tem sido estudado em pacientes de UTI durante pesquisas clínicas bem
controladas por até três dias. Os dados adicionais de estudos clínicos feitos durante períodos mais longos são
limitados.
A tabela abaixo resume a velocidade de infusão inicial e a faixa típica de dosagens de analgesia e sedação
para cada paciente.
Orientação de dosagem para pacientes sob terapia intensiva
Infusão contínua (μg/kg/min)
Velocidade inicial
0,1 a 0,15
Faixa
0,006 a 0,74
-- 11 of 18 --
Não se recomenda a administração de dose de cloridrato de remifentanila em bolus nas unidades de
terapia intensiva.
O uso de cloridrato de remifentanila irá reduzir a necessidade de administração simultânea de qualquer outro
agente sedativo. As dosagens iniciais típicas de agentes sedativos, se necessário, são dadas abaixo.
Dosagem inicial recomendada de agentes sedativos (se necessários)
Agente sedativo Bolus (mg/kg) Infusão (mg/kg/h)
Propofol Até 0,5 0,5
Midazolam Até 0,03 0,03
A fim de permitir o ajuste individual dos respectivos agentes, agentes sedativos não devem ser preparados como
uma mistura única na mesma bolsa de infusão.
Analgesia adicional de pacientes ventilados submetidos a procedimentos estimulantes
Pode ser necessário aumentar a velocidade de infusão preestabelecida de Remifas para controlar a dor de
pacientes em ventilação mecânica submetidos a procedimentos estimulantes e/ou dolorosos, como sucção
endotraqueal, troca de curativo e fisioterapia. Recomenda-se manter velocidade de infusão de Remifas de no
mínimo 0,1 μg/kg/min por pelo menos 5 minutos antes do início do procedimento estimulante. O médico
deve fazer ajustes de dose posteriores, a cada 2 a 5 minutos e em incrementos de 25% a 50%, em antecipação
ou em resposta à necessidade de analgesia adicional. Para fornecer maior anestesia durante os procedimentos
estimulantes, tem-se usado a velocidade de infusão média de 0,25 μg/kg/min e máxima de 0,75 μg/kg/min.
Descontinuação
Antes da descontinuação de Remifas, o médico deve administrar agentes sedativos e analgésicos alternativos
com antecedência suficiente. A escolha do agente apropriado e das doses deve ser feita antecipadamente.
Após a administração de Remifas, a possibilidade de hiperalgesia e alterações hemodinâmicas associadas
deve ser considerada quando utilizado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) (ver o item 4. O que devo
saber antes de usar este medicamento?).
Para assegurar um despertar suave após tratamento com Remifas, recomenda-se o ajuste da velocidade de
infusão em estágios de 0,1 μg/kg/min, por até 1 hora, antes da extubação.
Após a retirada do tubo da traqueia, o médico deve reduzir a velocidade de infusão em decréscimos de 25%, a
intervalos de no mínimo 10 minutos, até descontinuar a infusão. Durante a retirada do ventilador mecânico,
não se deve aumentar a infusão de Remifas, fazendo-se somente ajustes de diminuição, suplementados com
analgésicos alternativos, conforme a necessidade.
Crianças
Não existem dados disponíveis sobre o uso de Remifas em pacientes pediátricos internados em UTI.
• Pacientes com insuficiência renal
Não é necessário ajustes das doses recomendadas acima em pacientes com insuficiência renal, incluindo
aqueles em terapia renal substitutiva, internados em UTI.
Administração por infusão alvo-controlada
Não existem estudos específicos para pacientes em UTI.
POPULAÇÕES ESPECIAIS
Pacientes idosos (acima de 65 anos)
Anestesia geral
A dose inicial de remifentanila administrada a pacientes maiores de 65 anos de idade deve conter a metade
da recomendada a adultos, sendo depois ajustada às necessidades do paciente, uma vez que há aumento de
sensibilidade aos efeitos farmacológicos do medicamento entre os idosos. Esse ajuste de dosagem se aplica a
todas as fases da anestesia, inclusive indução, manutenção e analgesia pós-operatória.
-- 12 of 18 --
Anestesia cardíaca
Não é necessária a redução da dose inicial.
Administração por infusão controlada manualmente em Unidade de Terapia Intensiva
Não é necessária a redução da dose inicial (ver o item Posologia, nesta seção).
Pacientes obesos
Recomenda-se a redução da dose de Remifas para pacientes obesos com base no peso corporal ideal, pois a
depuração (capacidade de eliminação do medicamento pelo organismo) e o volume de distribuição da
remifentanila estão mais bem correlacionados com o peso corporal ideal do que com o peso corporal real nessa
população.
Pacientes com insuficiência renal
Não é necessário ajuste de dose para pacientes com insuficiência renal (mau funcionamento do rim), uma
vez que o perfil farmacocinético da remifentanila permanece inalterado nessa população.
Pacientes com insuficiência hepática
Não é necessário ajuste de dose para pacientes com insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado),
uma vez que o perfil farmacocinético da remifentanila permanece inalterado nessa população.
Entretanto, os pacientes com insuficiência severa podem ser levemente mais sensíveis ao efeito depressor do
sistema respiratório provocado pela remifentanila. O médico deve monitorar cuidadosamente esses pacientes,
ajustando a dose do medicamento às necessidades deles.
Pacientes submetidos a neurocirurgia
As experiências clínicas com pacientes submetidos a neurocirurgia, embora limitadas, mostraram que não são
necessárias dosagens especiais.
Pacientes grau ASA III/IV
Anestesia geral
Uma vez que se espera que os efeitos hemodinâmicos dos opioides potentes sejam mais pronunciados nos
pacientes classificados pelos critérios da Sociedade Americana de Anestesiologistas (ASA, na sigla em inglês)
como de grau III (com doença sistêmica grave) ou IV (doença sistêmica grave com constante risco de morte), o
médico deve ter cautela na administração de cloridrato de remifentanila nessa população. Recomenda-se a
redução da dosagem inicial e ajuste de acordo com o efeito.
Anestesia cardíaca
Não é necessária a redução da dose inicial (ver o item Posologia, nesta seção).
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas mais frequentemente observadas com o uso de Remifas são a continuação dos
efeitos farmacológicos característicos dos medicamentos dessa classe.
Essas reações adversas são revertidas minutos após a interrupção ou a diminuição da velocidade de
administração de Remifas.
Os eventos adversos abaixo são listados de acordo com a frequência e a classe do sistema órgão
(SOC). As frequências são definidas como:
-- 13 of 18 --
Muito comum (> 1/10), Comum > 1/100 e < 1/10), Incomum > 1/1.000 e < 1/100), Rara (>
1/10.000 e < 1.000), Muito rara (<1/10.000) e Desconhecida (não pode ser estimada a partir dos
dados disponíveis).
Classe de sistema de
Órgão (SOC)
Reação Adversa Frequência
Distúrbios do sistema
nervoso
Enrijecimento muscular Muito comum
Sedação (durante período de
recuperação pós-anestesia geral).
Rara
Distúrbios cardíacos Bradicardia Comum
Distúrbios vasculares Hipotensão Muito comum
Hipertensão pós-operatória Comum
Distúrbios respiratórios
torácicos e do mediastino
Depressão respiratória aguda e
apneia
Comum
Hipóxia Incomum
Distúrbios gastrointestinais Náusea e vômito Muito comum
Constipação Incomum
Distúrbios dos tecidos
cutâneos e subcutâneos
Prurido Comum
Distúrbios gerais e quadros
clínicos no local de
administração
Tremores no período pós-
operatório
Comum
Dores no período pós-operatório Incomum
Dados do período pós-comercialização
Os eventos adversos e frequências listadas abaixo foram determinados a partir de notificações recebidas durante a
pós-comercialização:
Classe de sistema de
Órgão (SOC)
Reação Adversa Frequência
Distúrbios do sistema
imunitário
Reações alérgicas, incluindo
anafilaxia foram relatadas em
pacientes recebendo remifentanila
em associação a um ou mais
agentes anestésicos
Rara
Choque anafilático Desconhecida
Distúrbios cardíacos Parada cardíaca/assistolia
geralmente precedida de
bradicardia foi relatada em
pacientes recebendo remifentanila
em associação a um ou mais
agentes anestésicos
Rara
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Devido à ação muito curta de cloridrato de remifentanila, o potencial de efeitos nocivos no caso de superdosagem
está limitado ao período imediatamente posterior à administração do medicamento. Com a interrupção da
administração, o retorno à condição normal é rápido (10 minutos).
No caso de superdosagem ou suspeita de superdosagem, o médico deve conduzir os procedimentos necessários para
o tratamento do caso. Ele deve tomar as seguintes medidas: interromper a administração de Remifas, manter as
-- 14 of 18 --
vias respiratórias desobstruídas, iniciar ventilação assistida ou controlada com oxigênio e manter as funções
relacionadas ao coração em níveis adequados. Se houver comprometimento da respiração associado com
enrijecimento muscular, o médico poderá aplicar um bloqueador neuromuscular para facilitar a respiração assistida
(por uso de aparelhos) ou controlada. Se ocorrer pressão arterial baixa, outros medicamentos e medidas apropriadas
podem ser utilizados no tratamento.
É possível administrar, por via intravenosa (na veia), um medicamento da classe dos antagonistas opioides, como a
naloxona, como antídoto específico no controle da depressão respiratória grave e do enrijecimento muscular. O
médico saberá indicar o tratamento adequado para cada caso.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0298.0422
Farm. Resp.: Dr. José Carlos Módolo - CRF-SP Nº 10.446
Registrado e Produzido por:
CRISTÁLIA – Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP CNPJ
nº 44.734.671/0001-51 - Indústria Brasileira
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 19 18
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM NOTIFICAÇÃO DE RECEITA “A”.
ATENÇÃO: PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA FÍSICA OU PSÍQUICA.
USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 23/12/2025.
R_0422_02-1
-- 15 of 18 --
Anexo B
Histórico de alteração da bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera abula Dados das alterações de bulas
Data do
Expediente
N°
Expediente Assunto Data do
Expediente
N°
Expediente Assunto Data de
Aprovação Itens de bula Versões
(VP /VPS)
Apresentações
relacionadas
23/03/2026 ------
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de
Bula
------ ------ ------ ------
Alteração de Texto de Bula para harmonização ao
novo marco de rotulagem onde foram realizados
adequação de texto conforme disposto na RDC nº
768/22, bem como a inclusão de frases de alerta
em atendimento à RDC 770/22 e IN nº 200/22.
VP
3.Quando não devo usar este medicamento?
4.O que devo saber antes de usar este medicamento?
6. Como devo usar este medicamento?
III - Dizeres legais
VPS
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
5. Advertências e precauções
8. Posologia e modo de usar
III - Dizeres legais
VP/ VPS
2 mg e 5 mg,
Pó liofilizado para
solução injetável
14/11/2023 1255632/23-2
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de
Bula
------ ------ ------ ------
VPS
9. Reações adversas
VP
8. Quais os males que este medicamento pode me
causar?
VP/ VPS
2 mg e 5 mg,
Pó liofilizado para
solução injetável
05/12/2022
5014725/22-8
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de
Bula
------ ------ ------ ------
VPS
5. Advertências e precauções
8. Posologia e modo de usar
VP
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
VP/ VPS
2 mg e 5 mg,
Pó liófilo para
solução injetável
-- 16 of 18 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera abula Dados das alterações de bulas
Data do
Expediente
N°
Expediente Assunto Data do
Expediente
N°
Expediente Assunto Data de
Aprovação Itens de bula Versões
(VP /VPS)
Apresentações
relacionadas
13/05/2022 2722394/22-
7
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
------ ------ ------ -----
VP
3. Quando não devo usar este medicamento?
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
6. Como devo usar este medicamento?
8. Quais os males que este medicamento pode
me causar?
9. O que fazer se alguém usar uma
quantidade maior do que a indicada deste
medicamento?
VPS
3. Características farmacológicas
4. Contraindicações
5. Advertências e precauções
6. Interações medicamentosas
8. Posologia e modo de usar
9. Reações adversas
10. Superdose
Itens alterados para adequação à Bula
Padrão de ULTIVA (Aspen), publicada
no Bulário Eletrônico da Anvisa em
04/02/2022.
VP/VPS
Pó liofilizado
para solução
injetável de 2 mg
e 5 mg
20/04/2021 1510943/21-
7
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
------ ------ ------ ----- VPS:
9- Reações adversas VPS
Pó liofilizado
para solução
injetável de 2 mg
e 5 mg
14/10/2016 2388841/16-
5
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
------ ------ ------ ----- I- Identificação do medicamento VP
Pó liofilizado
para solução
injetável de 2 mg
e 5 mg
27/09/2016 2327377/16-
1
10450 -
SIMILAR –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
------ ------ ------ ----- I- Identificação do medicamento
8- Como devo usar este medicamento ? VP
Pó liofilizado
para solução
injetável de 2 mg
-- 17 of 18 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera abula Dados das alterações de bulas
Data do
Expediente
N°
Expediente Assunto Data do
Expediente
N°
Expediente Assunto Data de
Aprovação Itens de bula Versões
(VP /VPS)
Apresentações
relacionadas
15/06/2016 1928189/16-7
10756 –
SIMILAR -
Notificação de
alteração de
texto de bula
para adequação à
intercambialidad
e
------ ------ ----- ----- I- Identificação do medicamento VP
Pó liofilizado para
solução injetável de
2 mg e 5 mg
23/12/2015 1115608/15
-2
10457 -
SIMILAR –
Inclusão Inicial
de Texto de Bula
– RDC 60/12
------ ------ ----- ------
Todos os itens foram adequados à Bula
Padrão de Ultiva (GlaxoSmithKline Brasil
Ltda.), publicada no Bulário Eletrônico da
Anvisa em 14/11/2014
VP
Pó liofilizado
para solução
injetável de 2 mg
e 5 mg
-- 18 of 18 --
Avaliações
Avaliações de clientes
Nada por aqui… ainda
Este produto ainda não possui nenhuma avaliação. Comece a comprar e avalie nossos produtos!
Fazer loginAvaliações de Clientes
Especificações
| Código do Produto | 7896676416251 |
|---|---|
| Marca | LABORATORIO CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676416251 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE REMIFENTANILA |
| Registro MS | 1029804220021 |
| Dosagem | 2 MG |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de |
| Forma farmacêutica | Pó Liofilizado para Solução Injetável |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |