Paricalcitol 5,0 Mcg/Ml Solução Injetável Intravenosa Com 1 Ml Accord Farmaceutic
Vendido e entregue por Maxi
paricalcitol
O paricalcitol é indicado para prevenção e tratamento do hiperparatireoidismo secundário associado à insuficiência renal crônica. A condição é caracterizada pelo aumento do hormônio paratireoideano devido a níveis inadequados de vitamina D, obtida pela pele e dieta. O paricalci…
paricalcitol é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O paricalcitol é indicado para prevenção e tratamento do hiperparatireoidismo secundário associado à insuficiência renal crônica. A condição é caracterizada pelo aumento do hormônio paratireoideano devido a níveis inadequados de vitamina D, obtida pela pele e dieta. O paricalcitol, similar à vitamina D, reduz os níveis desse hormônio por inibição de sua formação e secreção, com tempo de ação dependente dos níveis hormonais e resposta individual do paciente.
Especificações
| Código do Produto | 7898577810244 |
|---|---|
| Marca | ACCORD FARMACEUTIC |
| Código de Barras | 7898577810244 |
| Princípio ativo | PARICALCITOL |
| Registro MS | 1553700720012 |
| Tipo | Genérico |
| Forma farmacêutica | Solução Injetável |
| Classe terapêutica | OUTROS PRODS NAO ENQUADRADOS EM CLASSE TERAPEUTICA ESPECIF |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
BULA PARA PACIENTE – RDC 47/2009
1 paricalcitol_VP_05.2019
paricalcitol
Accord Farmacêutica Ltda
solução injetável
5 mcg/mL
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BULA PARA PACIENTE – RDC 47/2009
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I. IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
paricalcitol
Medicamento Genérico – Lei nº. 9.787, de 1999.
APRESENTAÇÕES
O paricalcitol é apresentada na forma de solução injetável, em embalagens contendo 5 ampolas de 1mL ou 2 mL cada.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO
USO INTRAVENOSO
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada mL de solução injetável contém:
Paricalcitol ......................................................................................................................................................... 5,00 mcg
Excipientes: propilenoglicol, álcool etílico, água para injetáveis.
II. INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O paricalcitol é destinado para a prevenção e tratamento do hiperparatireoidismo secundário, associado à insuficiência crônica
dos rins.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O hiperparatireoidismo secundário é caracterizado por um aumento do hormônio produzido pelas paratireóides – o
paratormônio - associada a níveis inadequados de vitamina D. O nosso organismo obtém vitamina D através da síntese pela
pele e da dieta. O paricalcitol, substância ativa do medicamento, é uma substância semelhante à vitamina D e demonstra
reduzir os níveis do hormônio paratireoidiano através da inibição da formação e secreção deste hormônio.
O tempo estimado para início da ação terapêutica deste medicamento é dependente dos níveis de hormônio paratireoidiano e da
resposta individual de cada paciente. Consulte seu médico para orientação.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O paricalcitol não deve ser administrado a pacientes com evidência de toxicidade por vitamina D, hipercalcemia (aumento
acima do normal dos níveis de cálcio no sangue) ou hipersensibilidade (alergia) a algum componente do produto.
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4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
A superdosagem aguda de paricalcitol pode produzir hipercalcemia (aumento acima do normal dos níveis de cálcio no sangue)
e necessitar de cuidados de emergência. Durante o ajuste de dose, os níveis de cálcio e fósforo devem ser cuidadosamente
monitorados pelo seu médico. Se hipercalcemia clinicamente significante se desenvolver, a dose deverá ser reduzida ou o
tratamento deve ser interrompido pelo médico. A administração contínua de paricalcitol pode expor os pacientes ao risco de
hipercalcemia podendo levar a calcificação vascular generalizada e outras calcificações em tecidos moles. Se ocorrer, seu
médico determinará o tratamento para a diminuição do cálcio no sangue.
Fosfatos ou compostos relacionados à vitamina D não devem ser ingeridos juntamente com o paricalcitol.
A toxicidade por digitálicos é potencializada por hipercalcemia de qualquer causa; desse modo, deve-se ter cautela quando
compostos digitálicos são prescritos juntamente a paricalcitol. Lesões ósseas a dinâmicas podem se desenvolver se os níveis de
do paratormônio forem suprimidos em níveis anormais.
- Cuidados e advertências para populações especiais:
Uso na Gravidez: não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. O paricalcitol deve ser administrado
durante a gravidez apenas se os benefícios justificarem o risco potencial ao feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso na lactação: não se sabe se o paricalcitol é excretado no leite humano. O médico lhe dará a melhor orientação quanto a
decisão de descontinuar a amamentação ou descontinuar o medicamento levando-se em consideração a importância do
medicamento para a mãe.
Uso Pediátrico: a segurança e a eficácia de paricalcitol em pacientes pediátricos não foram estabelecidas.
Uso em idosos: estudos demonstraram que não houve grandes diferenças de eficácia e segurança entre pacientes com idade
superior a 65 anos e pacientes mais jovens.
Insuficiência do fígado: o ajuste de dose não é necessário em pacientes com insuficiência do fígado leve a moderada. A
influência da insuficiência hepática (do fígado) grave na ação de paricalcitol não foi avaliada.
Insuficiência dos rins: o procedimento de hemodiálise não interfere na eliminação de paricalcitol do organismo. No entanto,
em comparação a voluntários sadios, pacientes com insuficiência crônica dos rins apresentam eliminação mais lenta do
medicamento.
Interações medicamentosas:
Estudos específicos de interação medicamentosa e seu potencial de significância não foram conduzidos com paricalcitol
injetável.
Deve-se ter cuidado ao administrar cetoconazol juntamente ao paricalcitol.
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Medicamentos que contenham fosfatos ou produtos contendo vitamina D não devem ser utilizados concomitantemente a
paricalcitol devido ao aumento do risco de hipercalcemia (aumento acima do normal dos níveis de cálcio no sangue). A
coadministração de altas doses de preparações contendo cálcio ou diuréticos de tiazida e paricalcitol pode aumentar o risco de
hipercalcemia.
Preparações contendo magnésio (ex. antiácidos) não devem ser utilizadas em combinação com preparações de vitamina D, pois
pode ocorrer hipermagnesemia (aumento acima do normal dos níveis de magnésio no sangue).
Preparações contendo alumínio (ex. antiácidos, aglutinantes de fosfato) não devem ser administrados cronicamente com
produtos medicinais contendo vitamina D, pois pode ocorrer aumento dos níveis alumínio no sangue e toxicidade de alumínio
nos ossos.
Durante o ajuste de dose e antes que a dose de paricalcitol seja estabelecida, testes laboratoriais devem ser realizados com mais
frequência. Uma vez que a dosagem tenha sido estabelecida, cálcio e fósforo devem ser medidos no mínimo mensalmente pelo
seu médico.
Recomenda-se que a medição do paratormônio seja realizada a cada três meses.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
O paricalcitol deve ser conservado em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30°C).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Depois de aberto, este medicamento deve ser utilizado imediatamente.
Características físicas e organolépticas:
O paricalcitol apresenta-se como uma solução clara incolor, contida em uma ampola de vidro transparente, quando examinada
sob condições de visibilidade ela é livre de partículas estranhas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança
no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Observação: produtos injetáveis devem ser inspecionados visualmente antes da administração, quanto a material particulado e
descoloração, sempre que a solução e o recipiente permitirem. Soluções que não estejam límpidas e incolores não devem ser
usadas.
Descartar as porções não utilizadas.
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A via de administração usual de paricalcitol é pelo mesmo acesso utilizado para hemodiálise. Para pacientes sem acesso para
hemodiálise, paricalcitol deve ser administrado por via intravenosa, através de injeção lenta, com pelo menos 30 segundos de
duração, para minimizar a dor.
Posologia
A dose máxima administrada com segurança é de 40 microgramas.
Dose inicial baseada na massa corpórea: a dose inicial recomendada de paricalcitol é de 0,04 mcg/kg a 0,1 mcg/kg (2,8 – 7
mcg), administrada como dose in bolus, com pelo menos um dia de intervalo entre as doses, a qualquer momento durante a
diálise.
Dose inicial baseada nos níveis hormonais: a dose inicial também pode ser calculada pela fórmula abaixo e administrada por
via intravenosa como dose in bolus, com pelo menos um dia de intervalo entre as doses, a qualquer momento durante a diálise:
Dose inicial (microgramas) = nível basal de PTHi (pg/mL)
80
Ajuste da dose: durante qualquer período de ajuste de dose, o cálcio e fósforo devem ser monitorados mais frequentemente e,
se níveis elevados de cálcio e/ou de fósforo forem observados, a dosagem deve ser ajustada até que estes parâmetros sejam
normalizados. Se hipercalcemia for observada, a dosagem de paricalcitol deverá ser imediatamente reduzida ou interrompida
até que este parâmetro seja normalizado. A seguir, paricalcitol deve ser reiniciado com uma dose menor. Se o paciente estiver
utilizando quelante de fosfato a base de cálcio, a dose deve ser diminuída ou interrompida pelo médico, ou o paciente deve
trocar para um quelante de fosfato não cálcico.
As doses poderão ser reduzidas quando os níveis do hormônio da paratireóide começarem a diminuir em resposta à terapia.
Assim, a dosagem deve ser individualizada.
Se uma resposta satisfatória não for observada, a dose poderá ser elevada em 2 a 4 mcg, em intervalos de duas a quatro
semanas.
É importante aderir a um regime dietético de suplementação de cálcio e restrição de fósforo. Os pacientes devem ser
informados sobre os sintomas da elevação de cálcio.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
A interrupção repentina do tratamento com esse medicamento não causa efeitos desagradáveis, apenas cessará o efeito
terapêutico.
O paricalcitol deve ser usado sob a orientação e supervisão de um médico. A administração deste medicamento deve ser feita
somente por pessoa experiente na aplicação de forma injetável de medicamentos.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
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8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As seguintes reações adversas foram relatadas durante estudos clínicos:
O evento adverso mais comum associado com a terapia de paricalcitol foi a hipercalcemia (aumento acima do normal dos
níveis de cálcio no sangue) que pode ser minimizado pelo ajuste de dose adequado.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que que utilizam este medicamento):
Alterações do metabolismo e nutrição: hipercalcemia (aumento acima do normal dos níveis de cálcio no sangue).
Alterações do sistema nervoso: disgeusia (alteração do paladar), cefaleia (dor de cabeça).
Alterações gastrointestinais: hemorragia gastrintestinal (perda de sangue pelo estômago ou intestino), diarreia, constipação
(prisão de ventre).
Alterações gerais e condições do local da administração: febre, calafrios, dor no local da injeção.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Infecções e infestações: pneumonia (infecção dos pulmões), gripe, infeção do trato respiratório superior, nasofaringite.
Neoplasias benignas e malignas (incluindo cistos e pólipos): câncer de mama.
Alterações do sistema linfático e hematológico: anemia.
Alterações endócrinas: hipoparatireoidismo (diminuição da produção do hormônio da paratireóide).
Alterações do metabolismo e nutrição: hipocalcemia (diminuição abaixo do normal dos níveis de cálcio no sangue),
hiperfosfatemia (aumento acima do normal dos níveis de fosfato no sangue), diminuição do apetite.
Alterações psiquiátricas: delírio, estado confusional, agitação, insônia, nervosismo, inquietação.
Alterações do sistema nervoso: acidente vascular cerebral, síncope, mioclonia (contrações repentinas, incontroláveis e
involuntárias do músculo), vertigem (tontura), hipoestesia (perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região),
parestesia (sensações cutâneas subjetivas).
Alterações visuais: conjuntivite (inflamação dos olhos).
Alterações cardíacas: parada cardíaca, flutter atrial (arritmias cardíacas originadas nos átrios do coração), palpitação
(percepção de alteração das batidas do coração).
Alterações vasculares: hipotensão (pressão baixa), hipertensão (pressão alta).
Alterações respiratórias, torácicas e do mediastino: edema (inchaço) pulmonar, dispneia (falta de ar), ortopneia (dificuldade
respiratória quando a pessoa está deitada), tosse.
Alterações gastrointestinais: isquemia intestinal (falta de sangue no intestino), hemorragia retal, vômito, desconforto
abdominal, boca seca.
Alterações de pele e tecido subcutâneo: alopécia (perda de cabelo), rash (vermelhidão) com prurido, prurido (coceira),
sensação de queimação da pele, bolhas.
Alterações musculoesqueléticas, tecido conectivo e ósseo: artralgia (dor nas articulações), rigidez articular, mialgia (dor nos
músculos), contrações musculares.
Alterações no sistema reprodutivo: disfunção erétil (impotência), dor nas mamas.
Alterações gerais e condições do local da administração: alterações na marcha, inchaço, astenia
(fraqueza), mal estar, fadiga, condições agravadas.
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Investigações: aumento da aspartato aminotransferase, teste laboratorial anormal, perda de peso. Palpitação, hemorragia
gastrointestinal, e calafrios são eventos adversos que foram observados em uma frequência maior que o placebo.
As seguintes reações adversas foram relatadas durante estudos clínicos e no período de pós-comercialização e não foi possível
determinar a sua frequência.
Infecções e infestações: sépse (infecção generalizada), infecção vaginal.
Alterações do sistema linfático e hematológico: linfadenopatia (crescimento de um ou mais linfonodos (gânglios).
Alterações do sistema imunológico: hipersensibilidade (alergia), angioedema (inchaço localizado e auto-limitado das
camadas mais profundas da pele), edema (inchaço) de laringe.
Alterações endócrinas: hiperparatireoidismo (aumento da produção do hormônio da paratireóide).
Alterações do metabolismo e nutrição: hipercalemia (aumento acima do normal dos níveis de potássio no sangue).
Alterações do sistema nervoso: indiferença (sem resposta) ao estímulo.
Alterações visuais: glaucoma, hiperemia ocular (aumento da quantidade de sangue nos olhos).
Alterações do ouvido e labirinto: desconforto no ouvido.
Alterações cardíacas: arritmia (alteração na velocidade ou ritmo do batimento cardíaco alterado).
Alterações respiratórias, torácicas e do mediastino: chiado.
Alterações gastrointestinais: disfagia (dificuldade de deglutição), gastrite (inflamação do estômago), náusea (enjoo).
Alterações de pele e tecido subcutâneo: hirsutismo (crescimento excessivo de pelos), suores noturnos, rash (vermelhidão),
urticária (alergia de pele).
Alterações gerais e condições do local da administração: desconforto no peito, dor no peito, edema (inchaço), sensação
anormal, extravasamento no local da injeção, edema (inchaço) periférico, dor, sede.
Investigações: tempo de sangramento prolongado, frequência cardíaca irregular.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
A superdosagem aguda de paricalcitol pode produzir hipercalcemia (aumento acima do normal dos níveis de cálcio no sangue),
hipercalciúria (aumento acima do normal dos níveis de cálcio na urina), hiperfosfatemia (aumento acima do normal dos níveis
de fosfato no sangue) e supressão elevada do hormônio da paratireóide e levar à necessidade de cuidados de emergência.
O paricalcitol não é significativamente removido por diálise.
Durante o ajuste de dose, os níveis de cálcio e fósforo devem ser cuidadosamente monitorados pelo médico.
Quando os níveis plasmáticos de cálcio retornam ao limite da normalidade, a terapia com
O paricalcitol pode ser reiniciada com baixas doses. Se os níveis séricos de cálcio continuarem persistentes e acentuados, uma
variedade de alternativas terapêuticas deve ser considerada pelo médico. Isto inclui o uso de drogas tais como fosfatos e
corticosteroides bem como medidas para induzir a diurese (excreção de urina).
A solução de paricalcitol contém 30% v/v de propilenoglicol como excipiente. Casos isolados de depressão do Sistema
Nervoso Central, hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos) e acidose lática (acúmulo de ácido láctico no corpo) foram
reportados como efeitos tóxicos associados à administração de propilenoglicol em altas doses. Embora não sejam esperados
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com a administração de paricalcitol, já que ocorre eliminação do propilenoglicol durante o processo de diálise, deve-se
considerar estes efeitos em situações de superdose.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou
bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
III. DIZERES LEGAIS
MS - 1.5537.0072
Farm. Resp.: Dra. Jarsonita Alves Serafim – CRF/SP 51512
Fabricado por: Intas Pharmaceuticals Ltd.
Plot n° 457, 458 - Matoda 382 210, Dist. Ahmedabad – Índia
Importado por: Accord Farmacêutica Ltda.
Av. Guido Caloi, 1985 – G.01 – Santo Amaro – São Paulo/SP
CNPJ: 64.171.697/0001-46
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 20/08/2019.
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente)
0800 723 9777
www.accordfarma.com.br
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BULA PARA PACIENTE – RDC 47/2009
HISTÓRICO DE ALTERAÇÃO PARA A BULA
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
N° expediente Assunto Data do
expediente
N° expediente Assunto Data de
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
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5 MCG/ML SOL INJ CT 5 AMP VD
INC X 1ML
5 MCG/ML SOL INJ CT 5 AMP VD
INC X 2ML
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de Bula –
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- Reações adversas
VPS 5 MCG/ML SOL INJ CT 5 AMP VD
INC X 1ML
5 MCG/ML SOL INJ CT 5 AMP VD
INC X 2ML
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Especificações
| Código do Produto | 7898577810244 |
|---|---|
| Marca | ACCORD FARMACEUTIC |
| Código de Barras | 7898577810244 |
| Princípio ativo | PARICALCITOL |
| Registro MS | 1553700720012 |
| Tipo | Genérico |
| Forma farmacêutica | Solução Injetável |
| Classe terapêutica | OUTROS PRODS NAO ENQUADRADOS EM CLASSE TERAPEUTICA ESPECIF |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |