Taxotere 20 Mg/Ml Solução Diluente Infus Inj Caixa Frasco-Ampola De Vidro Transparente Com 1 Ml Medley Farmaceutica Ltda.
Vendido e entregue por Maxi
TAXOTERE
TAXOTERE® (docetaxel tri-hidratado) é indicado para tratar câncer de mama, incluindo formas adjuvantes e metastáticas, câncer de pulmão de não-pequenas células, câncer de ovário, câncer de próstata, adenocarcinoma gástrico e câncer de cabeça e pescoço. O princípio ativo de TAXO…
TAXOTERE é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
TAXOTERE® (docetaxel tri-hidratado) é indicado para tratar câncer de mama, incluindo formas adjuvantes e metastáticas, câncer de pulmão de não-pequenas células, câncer de ovário, câncer de próstata, adenocarcinoma gástrico e câncer de cabeça e pescoço. O princípio ativo de TAXOTERE atua nos processos celulares, impedindo que as células cancerosas completem a divisão e multiplicação, reduzindo a proliferação das células tumorais.
Bula
TAXOTERE ®
(docetaxel tri-hidratado)
Sanofi Medley Farmacêutica Ltda.
Solução para Diluição para Infusão
20 mg/1,0 mL e 80 mg/4,0 mL
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TAXOTERE ®
docetaxel tri-hidratado
APRESENTAÇÕES
Solução para diluição para infusão 20 mg/1,0 mL: embalagem com 1 frasco-ampola com 1,0 mL
Solução para diluição para infusão 80 mg/4,0 mL: embalagem com 1 frasco-ampola com 4,0 mL
USO INTRAVENOSO (IV).
USO ADULTO.
COMPOSIÇÃO
TAXOTERE 20 mg/1,0 mL:
Cada frasco-ampola contém docetaxel tri-hidratado, equivalente a 20 mg de docetaxel (anidro) em 1,0 mL
de solução 50/50 (v/v) de polissorbato 80/álcool etílico (anidro) e ácido cítrico
TAXOTERE 80 mg/4,0 mL:
Cada frasco-ampola contém docetaxel tri-hidratado, equivalente a 80 mg de docetaxel (anidro) em 4,0 mL
de solução 50/50 (v/v) de polissorbato 80/álcool etílico (anidro) e ácido cítrico.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é destinado aos tratamentos de:
- Câncer de mama
Câncer de mama adjuvante
TAXOTERE em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida é indicado para o tratamento
adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama operável, com linfonodo positivo
(cujas células cancerosas já atingiram os linfonodos).
TAXOTERE em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida é indicado para o tratamento
adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama operável, linfonodo-negativo (cujas
células cancerosas ainda não atingiram os linfonodos) e que tenham um ou mais fatores de alto
risco, tais como: tamanho do tumor > 2 cm, idade < 35 anos, status de receptor hormonal negativo,
tumor grau 2 ou 3.
A doxorrubicina e ciclofosfamida seguida de TAXOTERE em associação com trastuzumabe (AC-
TH) é indicado para o tratamento adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama
operável cujos tumores superexpressam o receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico
humano (HER2).
TAXOTERE em associação com trastuzumabe e carboplatina (TCH) é indicado para o tratamento
adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama operável cujos tumores
superexpressam HER2.
Câncer de mama metastático
TAXOTERE em associação com doxorrubicina é indicado para o tratamento de pacientes com
câncer de mama localmente avançado ou com metástase (tumor espalhado para outras partes do
corpo) que não receberam quimioterapia anterior para esta condição.
TAXOTERE em monoterapia é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama
localmente avançado ou com metástase após falha de terapia citotóxica. Quimioterapia anterior
deve ter incluído a administração de antraciclina ou agente alquilante.
TAXOTERE em associação com capecitabina é indicado para o tratamento de pacientes com
câncer de mama localmente avançado ou com metástase após falha de quimioterapia citotóxica.
Terapia anterior deve ter incluído a administração de antraciclina.
TAXOTERE em associação com trastuzumabe é indicado para o tratamento de pacientes com
câncer de mama com metástase cujos tumores superexpressam o receptor tipo 2 do fator de
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crescimento epidérmico humano (HER2) e que anteriormente não receberam quimioterapia para
doença com metástase.
- Câncer de pulmão de não-pequenas células
TAXOTERE é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão de não-pequenas
células localmente avançado ou com metástase, mesmo após falha de quimioterapia anterior.
TAXOTERE em associação com cisplatina é indicado para o tratamento de pacientes com câncer
de pulmão de não-pequenas células não-operável, localmente avançado ou com metástase que não
tenham recebido previamente quimioterapia para esta condição. (vide Quais os males que este
medicamento pode me causar?).
- Câncer de ovário
TAXOTERE é indicado para o tratamento de tumor maligno metastático de ovário após falha de
quimioterapia de primeira linha ou subsequente.
- Câncer de próstata
TAXOTERE em associação com prednisona ou prednisolona é indicado para o tratamento de
pacientes com câncer de próstata com metástase resistente à castração.
TAXOTERE em combinação com terapia de privação androgênica (ADT), com ou sem prednisona
ou prednisolona, é indicado para o tratamento em pacientes com câncer de próstata metastático
hormônio-sensível.
- Adenocarcinoma gástrico (no estômago)
TAXOTERE em associação com cisplatina e fluoruracila é indicado para o tratamento de pacientes
com tumor maligno avançado no estômago, incluindo a junção gastroesofágica (região que une
estômago e esôfago), que não receberam quimioterapia anterior para a doença avançada.
- Câncer de cabeça e pescoço
TAXOTERE em associação com cisplatina e fluoruracila é indicado para o tratamento de indução
de pacientes com tumor maligno de células escamosas de cabeça e pescoço localmente avançado
na cavidade oral, orofaringe, hipofaringe e laringe.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O princípio ativo de TAXOTERE atua nos processos celulares impedindo que as células consigam terminar
o processo de divisão e multiplicação celular, reduzindo assim a proliferação das células tumorais.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
TAXOTERE não deve ser utilizado nos seguintes casos:
- Em pacientes com história de reações alérgicas severas ao docetaxel ou ao polissorbato 80;
- Em pacientes com contagem do número de neutrófilos (quantidade de um certo tipo de células brancas do
sangue) < 1.500 células/mm3;
- Quando houver contraindicações a outros fármacos, estas também são aplicadas quando associados com
TAXOTERE.
- Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes pediátricos.
- Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas.
- Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com redução severa da função do fígado.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
TAXOTERE deve ser administrado somente sob supervisão médica com experiência na utilização de
medicamentos utilizados no tratamento do câncer. Deverão estar disponíveis recursos de suporte
apropriados, devido à possibilidade da ocorrência de reações alérgicas. Durante a administração,
recomenda-se a realização de cuidadosa monitorização das funções vitais.
Um corticosteroide oral (veja a seguir para câncer de próstata), como dexametasona 16 mg/dia (por
exemplo: 8 mg, 2 vezes ao dia) durante 3 dias, com início no dia anterior à administração de TAXOTERE,
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a menos que contraindicado, pode reduzir a incidência e a severidade da retenção de líquidos, assim como
a severidade das reações alérgicas.
TAXOTERE pode causar eventos adversos sérios, incluindo morte.
A chance de morte em pessoas recebendo TAXOTERE é mais alta nos seguintes casos:
• Se o paciente tem problemas relacionados ao fígado;
• Se o paciente recebe doses elevadas de TAXOTERE;
• Se o paciente tem câncer de pulmão de não-pequenas células e foi tratado com medicamentos
quimioterápicos que contenham platina.
Este medicamento reduz o número de alguns tipos de células do sangue em seu corpo. Devido a isso, você
pode sangrar ou ter infecções mais facilmente. Para evitar esses problemas, evite o contato com pessoas
próximas que estão doentes ou que tenham infecções. Lave as mãos frequentemente. Evite os esportes
brutos ou outras situações em que você poderia se machucar, cortar ou ferir. Escove seus dentes
delicadamente. Tenha cuidado ao usar objetos cortantes, incluindo navalhas e alicates de unha.
Converse com seu médico antes de vacinar-se contra a gripe ou com outras vacinas enquanto estiver
recebendo este medicamento. Vacinas podem não funcionar tão bem, ou deixá-lo doente (com infecções
graves ou fatais) enquanto estiver usando este medicamento.
O regime de pré-tratamento para câncer de próstata é dexametasona oral 8 mg, 12 horas, 3 horas e 1 hora
antes da infusão de TAXOTERE.
Reações alérgicas
Deve-se observar rigorosamente a ocorrência de reações alérgicas, especialmente durante a primeira e a
segunda administrações. Podem ocorrer reações alérgicas minutos após o início da administração de
TAXOTERE, sendo que devem estar disponíveis recursos para o tratamento da pressão baixa e contração
dos brônquios e bronquíolos. Em pacientes que receberam pré-medicação, ocorreram reações severas como
erupções cutâneas e vermelhidão generalizadas, pressão muito baixa, contração dos brônquios e
bronquíolos ou muito raramente reação alérgica grave e fatal. Reações alérgicas requerem interrupção
imediata do tratamento e terapia apropriada. O retratamento com TAXOTERE não é indicado caso ocorram
reações alérgicas severas.
Pacientes que, previamente, apresentaram reações de hipersensibilidade com paclitaxel, podem desenvolver
reações de hipersensibilidade potencialmente fatais ao docetaxel.
Neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue)
O estágio extremo da neutropenia ocorreu com uma mediana de 7 dias, porém este intervalo pode ser menor
em pacientes pré-tratados por longos períodos. Deve-se realizar frequente monitorização do exame de
sangue completo em pacientes recebendo tratamento com docetaxel. O tratamento deve ser retomado
somente quando a contagem de neutrófilos retomar um nível > 1.500 células/mm3 (vide Como devo usar
este medicamento?).
Os pacientes tratados com TAXOTERE em associação com cisplatina e fluoruracila devem receber G-CSF
(fator de estimulação de colônias de granulócitos) preventivo para aliviar o risco de neutropenia complicada
(acompanhada de febre, prolongada ou infecção com neutropenia) e devem ser rigorosamente
monitorizados.
Os pacientes tratados com TAXOTERE em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida (TAC) devem
receber G-CSF (fator de estimulação de colônias de granulócitos) preventivo primário para diminuir o risco
de neutropenia complicada (acompanhada de febre, prolongada ou infecção neutropênica) e devem ser
rigorosamente monitorizados.
Reações gastrointestinais
Pacientes com neutropenia devem ter cuidado, particularmente para o risco de desenvolver complicações
gastrointestinais. Pode-se desenvolver enterocolite (inflamação no intestino) a qualquer momento, podendo
levar à morte logo no início do tratamento. Os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados para
manifestações recentes de toxicidade gastrointestinal severa.
Reações na pele
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Foi observada vermelhidão na pele, localizada nas extremidades (palma das mãos e planta dos pés), com
inchaço seguido por descamação.
Sistema nervoso
O desenvolvimento de sinais e/ou sintomas neurossensoriais severos (da função da sensibilidade do sistema
nervoso periférico) foi observado e requer uma redução de dose.
Foram relatados graves sintomas neurossensoriais, tais como parestesia (sensações cutâneas subjetivas
como por ex., frio, calor, formigamento, pressão), disestesia (enfraquecimento ou alteração na sensibilidade
dos sentidos, sobretudo do tato, entorpecimento), dor, podendo ser necessário a redução da dose ou
interrupção do tratamento.
Toxicidade cardíaca (do coração)
Foi observada redução da função cardíaca em pacientes que receberam TAXOTERE em associação com
trastuzumabe, particularmente após quimioterapia contendo antraciclina (doxorrubicina ou epirrubicina).
Tal reação mostrou-se de moderada a severa e foi associada com morte (vide Quais os males que este
medicamento pode me causar?).
Arritimia ventricular (descompasso dos batimentos no ventrículo do coração) incluindo taquicardia
ventricular (algumas vezes fatal) foi reportada em pacientes tratados com docetaxel em combinação com
tratamentos incluindo doxorrubicina, fluoruracila e/ou ciclofosfamida. Recomenda-se avaliação cardíaca
basal.
Distúrbios da visão
Edema Macular Cistoide (EMC) (edema na mácula na retina que pode levar a alterações visuais) foi relatada
em pacientes tratados com docetaxel, bem como com outros taxanos. Pacientes com visão comprometida
devem ser submetidos tão logo a um exame oftalmológico completo. Em caso de diagnóstico de EMC, o
tratamento com docetaxel deve ser descontinuado e tratamento apropriado deve ser iniciado.
Câncer Recorrente
Cânceres recorrentes foram relatados quando o docetaxel foi utilizado em associação com outros
tratamentos anticâncer, conhecidos por estarem associados a cânceres recorrentes. Estes (incluindo
leucemia mielóide aguda, síndrome mielo displásica (ambos são tipos de câncer da medula óssea), linfoma
não-Hodgkin (produção de linfócitos anormais que se originam nos gânglios linfáticos, tipo de câncer que
afeta o sistema imune) e câncer dos rins podem ocorrer vários meses ou anos após o tratamento com
docetaxel. Os pacientes devem ser monitorados para câncer recorrente (vide Quais os males que este
medicamento pode me causar?).
Síndrome da Lise Tumoral
Síndrome da Lise Tumoral (destruição maciça de células malignas) foi relatada em pacientes tratados com
docetaxel. Pacientes com risco de desenvolver Síndrome da Lise Tumoral devem ser monitorados a fim de
gerenciar devidamente esta síndrome. Correção da desidratação e tratamento de altos níveis de ácido úrico
são recomendáveis antes do início do tratamento. Informe seu médico, farmacêutico hospitalar ou
enfermeiro se você tiver problemas nos rins ou altos níveis de ácido úrico no sangue.
Outros
As medidas contraceptivas devem ser tomadas por mulheres durante o tratamento com TAXOTERE e por
dois meses após a interrupção de TAXOTERE. As medidas contraceptivas devem ser tomadas por homens
durante o tratamento com TAXOTERE e por quatro meses após a interrupção de TAXOTERE (vide O que
devo saber antes de usar este medicamento?).
Excipientes
A quantidade de etanol no TAXOTERE pode ser prejudicial em pacientes que sofrem de alcoolismo e
também deve ser considerada em mulheres grávidas ou que estejam amamentando, em crianças e em
pacientes do grupo de risco, com redução da função do fígado ou epilepsia.
Devem ser considerados possíveis efeitos sobre o Sistema Nervoso Central.
A quantidade de etanol no TAXOTERE pode alterar o efeito de outros medicamentos.
A quantidade de etanol no TAXOTERE pode prejudicar a capacidade de dirigir veículos ou operar
máquinas.
Risco de uso por via de administração não recomendada.
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Não há estudos dos efeitos de TAXOTERE administrado por vias não recomendadas. Portanto, por
segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via
intravenosa.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Não foram conduzidos estudos para avaliar os efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar
máquinas.
A quantidade de etanol no TAXOTERE e os efeitos colaterais do produto podem prejudicar a capacidade
de dirigir veículos ou operar máquinas. Portanto, os pacientes devem ser avisados sobre o potencial impacto
dos efeitos colaterais do produto na capacidade de dirigir ou operar máquinas, e devem ser avisados para
não conduzirem veículos ou operarem máquinas se eles apresentarem esses efeitos colaterais durante o
tratamento.
Gravidez e Amamentação
Docetaxel pode causar dano ao feto quando administrado a mulheres grávidas. Portanto, TAXOTERE não
deve ser utilizado durante a gravidez. Mulheres em idade fértil que estejam em tratamento com docetaxel
devem evitar a gravidez e informar imediatamente o médico caso isto ocorra (vide Quando não devo usar
este medicamento?).
TAXOTERE não deve ser utilizado se você está grávida, a menos que seja claramente indicado por um
médico.
• Mulheres: você não deve engravidar durante o tratamento com TAXOTERE e deve utilizar um
método contraceptivo eficaz durante o tratamento com TAXOTERE e dois meses após o fim do
tratamento com TAXOTERE, pois TAXOTERE pode ser prejudicial para o feto. Se uma gravidez
ocorrer durante o tratamento com TAXOTERE, você deve informar seu médico imediatamente.
• Homens: se você é um homem e está sendo tratado com TAXOTERE, você não deve se tornar pai
e deve utilizar um método contraceptivo eficaz durante o tratamento com TAXOTERE e quatro
meses após o fim do tratamento com TAXOTERE. É recomendado procurar aconselhamento sobre
conservação de esperma antes do tratamento com TAXOTERE porque TAXOTERE pode alterar
a fertilidade masculina.
Devido às potenciais reações adversas do TAXOTERE em bebês que estão sendo amamentados, a
amamentação deve ser descontinuada durante o tratamento com TAXOTERE.
Você não deve amamentar quando estiver em tratamento com TAXOTERE.
A quantidade de etanol no TAXOTERE pode ser prejudicial em mulheres grávidas ou que estejam
amamentando.
Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no
leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve
apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Populações especiais
Pacientes pediátricos
Eficácia não foi estabelecida em crianças.
Pacientes idosos
Existe um maior risco de ocorrência de sérias reações adversas decorrentes do tratamento e também
interrupção do tratamento em pacientes idosos com mais de 60 anos do que naqueles com menos de 60
anos, tratados com TAXOTERE e capecitabina. Em geral não há recomendações especiais para o uso de
TAXOTERE em pacientes idosos. No caso de associação e TAXOTERE com capecitabina, ver as
instruções recomendadas em bula pelo fabricante do produto à base de capecitabina.
Com relação aos regimes de tratamento com TAXOTERE em associação com doxorrubicina e
ciclofosfamida e trastuzumabe (AC-TH) e TAXOTERE em associação com carboplatina e trastuzumabe
(TCH), não foi possível obter conclusões a respeito dos eventos adversos por idade, pelo baixo número de
pacientes destas idades nos estudos clínicos.
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Em estudos com pacientes com câncer de pulmão de não-pequenas células tratados com TAXOTERE e
cisplatina e que receberam quimioterapia prévia não foi observada nenhuma diferença total na efetividade
quando pacientes mais idosos foram comparados aos pacientes mais jovens. Nos pacientes idosos no grupo
TAXOTERE + cisplatina, houve uma maior tendência à diarreia e neurotoxicidade de grau 3/4 (ambas mais
frequentes e graves) em comparação ao grupo vinorelbina + cisplatina.
No estudo com pacientes com câncer de próstata tratados com TAXOTERE e prednisona ou prednisolona,
não foram identificadas diferenças na eficácia entre pacientes idosos e mais jovens. Em pacientes tratados
com TAXOTERE a cada 3 semanas, a incidência de anemia (diminuição de glóbulos vermelhos do sangue),
infecção, alterações nas unhas, anorexia e perda de peso ocorreu em proporção > 10% maior que em
pacientes com 65 anos ou mais comparados a pacientes mais jovens.
No estudo com pacientes com câncer de próstata metastático tratados com TAXOTERE e terapia de
privação androgênica (ADT), ou ADT isolada e em outro estudo com pacientes com câncer de próstata
metastático ou localmente avançado (alto risco), tratados com TAXOTERE sob cuidados básicos, nenhuma
evidência de diferença no efeito do tratamento foi relatada nos dois estudos entre pacientes idosos e
pacientes mais jovens.
Em um estudo conduzido em pacientes com câncer de próstata hormônio-sensível que não foram tratados
anteriormente com terapia hormonal, houve uma quantidade numericamente maior de participantes com 65
anos de idade ou mais relatando reações de hipersensibilidade, neutropenia, anemia, retenção de fluidos,
dispneia e alterações nas unhas em comparação a pacientes mais jovens. Em um subgrupo de pacientes que
tinham 75 anos ou mais, uma maior incidência (pelo menos 10% superior) de neutropenia, anemia, diarreia,
dispneia, e infecção do trato respiratório superior foram reportados em comparação a pacientes mais jovens.
No estudo com pacientes com câncer gástrico tratados com TAXOTERE em associação com cisplatina e
fluoruracila (TCF), o número de pacientes que tinham 65 anos de idade ou mais foi insuficiente para
determinar se eles reagem diferentemente dos pacientes mais jovens. Entretanto, a incidência de eventos
adversos sérios foi mais elevada nos pacientes idosos comparada aos pacientes mais jovens. A incidência
dos seguintes eventos adversos (todos os graus): sonolência anormal, inflamações na mucosa da boca,
diarreia, neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue) acompanhada de febre/infecção com
neutropenia ocorreram nos valores ≥ 10% mais elevado em pacientes que tinham 65 anos de idade ou mais
comparado aos pacientes mais jovens. Os pacientes idosos tratados com TCF devem ser rigorosamente
monitorizados.
Nos estudos com pacientes com câncer de cabeça e pescoço que receberam tratamento de indução com
TAXOTERE em associação com cisplatina e fluoruracila (TPF) não foi possível determinar se pacientes
idosos responderam diferentemente dos pacientes mais jovens.
Outros grupos de risco
Retenção de líquidos
Pacientes com retenção severa de líquidos, como presença de líquido na região da membrana que reveste
os pulmões e cavidade do tórax, na membrana que reveste o coração e na cavidade abdominal devem ser
rigorosamente monitorizados.
Pacientes com redução da função do fígado
Pacientes com níveis de enzimas hepáticas acima do limite normal têm maior risco de desenvolver reações
adversas severas e devem ser rigorosamente monitorizados.
No caso de alterações bastante elevadas nos níveis de certas enzimas hepáticas e de bilirrubina, não é
recomendado ajuste de dose e docetaxel não deve ser utilizado, salvo se estritamente indicado pelo médico.
Converse com o seu médico caso você tenha alguma doença do fígado.
Não existem dados disponíveis em pacientes com redução da função do fígado, tratados com docetaxel em
associação.
A quantidade de etanol no TAXOTERE deve ser considerada quando for administrada a pacientes com
redução da função do fígado.
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Interações Medicamentosas
Interação medicamento-medicamento
O metabolismo do docetaxel pode ser modificado pela administração concomitante de medicamentos que
interagem com o citocromo P450-3A, tais como ciclosporina, terfenadina, cetoconazol, eritromicina e
troleandomicina. Portanto, deve-se ter cautela quando da administração concomitante destas substâncias,
visto que existe risco de interação significativa.
O uso concomitante de TAXOTERE com potentes inibidores da CYP3A4 (como por exemplo: cetoconazol,
itraconazol, claritromicina, indinavir, nefazodona, nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina e
voriconazol) deve ser evitado.
No caso de coadministração com inibidores da CYP3A4, a ocorrência de reações adversas de TAXOTERE
pode aumentar, como uma consequência da redução do metabolismo. Se o uso concomitante de um potente
inibidor do CYP3A4 (por exemplo, cetoconazol, itraconazol, claritromicina, indinavir, nefazodona,
nelfinavir, ritonavir, saquinavir, telitromicina e voriconazol) não pode ser evitado, é necessária uma
supervisão médica rigorosa e ajuste de dose de TAXOTERE pode ser necessário durante o tratamento com
o potente inibidor de CYP3A4. Em um estudo farmacocinético com 7 pacientes, a coadministração de
docetaxel com o cetoconazol, potente inibidor da CYP3A4, levou a uma redução significativa do
“clearance” de docetaxel em 49%.
Informe o seu médico se você está tomando, ou tomou recentemente, qualquer outro medicamento,
incluindo medicamentos obtidos sem prescrição médica. TAXOTERE ou a outra medicação podem não
funcionar tão bem quanto esperado e você pode estar mais susceptível a eventos adversos.
Atenção: Contém álcool (etanol) [solução 50/50 (v/v) de polissorbato 80/álcool etílico (anidro)].
Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
TAXOTERE deve ser mantido em sua embalagem original, em temperatura ambiente (inferior a 25°C),
proteger da luz. O congelamento não afeta adversamente o produto.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Não é recomendado o contato da solução concentrada não diluída com equipamento ou dispositivos
plastificantes de PVC utilizados para preparar soluções para infusão.
Uma vez adicionada, conforme recomendações, à bolsa de infusão, a solução para infusão de
TAXOTERE, se armazenada abaixo de 25°C, é estável por 6 horas. A solução deve ser utilizada
dentro de 6 horas (incluindo 1 hora de infusão intravenosa).
Adicionalmente, a estabilidade física e química da solução para infusão em uso, preparada conforme
recomendado, foi demonstrada em bolsas que não contêm PVC por até 48 horas quando armazenada
entre 2° e 8°C.
A solução para infusão de docetaxel é supersaturada, portanto, pode cristalizar com o tempo. Se
aparecerem cristais, a solução não deve mais ser utilizada, devendo ser descartada.
Características físicas e organolépticas
TAXOTERE é uma solução amarela clara a amarela-acastanhada.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Por ser um medicamento que deverá ser manipulado e administrado exclusivamente por profissionais
especializados, as orientações para manipulação, preparo da infusão intravenosa, administração e descarte
do medicamento, bem como as posologias para os diferentes focos e períodos de tratamento estão contidas
no texto de bula destinado aos profissionais de saúde. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.
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Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Seu médico terá as instruções de quando administrar este medicamento para você. Entretanto, se você acha
que uma dose não foi administrada, converse com seu médico.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas consideradas possíveis ou provavelmente relacionadas à administração de docetaxel
foram observadas em pacientes tratados com TAXOTERE isoladamente (monoterapia) ou em associação,
com parâmetros da função do fígado normais.
A seguinte taxa de frequência é utilizada para as reações adversas:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação rara (ocorre entre 0,01 e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reações relacionadas ao sangue
Diminuição da produção de células sanguíneas e outras reações adversas relacionadas ao sangue incluem:
• Muito comuns: neutropenia (diminuição do número de neutrófilos no sangue) (96,6% dos casos)
foi a reação adversa mais frequente em pacientes que não receberam fator estimulador de colônias
de granulócitos e mostrou-se reversível e não cumulativa (atingiu-se o valor extremo inferior em
média no sétimo dia e a duração mediana da neutropenia severa foi de sete dias); neutropenia grau
3/4 (32%) em pacientes tratadas com TAXOTERE e trastuzumabe; neutropenia febril (11,8%),
infecções (20%) e anemia (< 11 g/dL): 90,4% foram as reações ocorridas em pacientes tratados
com TAXOTERE em monoterapia na dose de 100 mg/m2;
• Comuns: infecções severas (4,6%) associadas com a contagem de neutrófilos < 500 células/mm 3
,
trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue) (7,8%), hemorragia (2,4%)
(raramente associada com trombocitopenia severa, infecções severas (5,7%, incluindo infecção
generalizada e pneumonia, fatal em 1,7%) e anemia severa (8,9% (< 8 g/dL) ocorreram em
pacientes tratados com TAXOTERE em monoterapia na dose de 100 mg/m 2);
• Incomum: trombocitopenia severa (0,2%); leucemia mielóide aguda e síndrome mielodisplásica
(tipos de câncer da medula óssea) podem ocorrer em pacientes que são tratados com docetaxel
juntamente com certos tratamentos anticâncer.
• Frequência desconhecida: linfoma não-Hodgkin (produção de linfócitos anormais que se originam
nos gânglios linfáticos, tipo de câncer que afeta o sistema imune), câncer de rim e outros cânceres
podem ocorrer em pacientes que são tratados com docetaxel juntamente com certos tratamentos
anticâncer.
Reações alérgicas
• Muito comuns: reações alérgicas (25,9%), ocorrendo geralmente dentro de poucos minutos após
o início da administração de TAXOTERE, usualmente de intensidade leve a moderada. Os
sintomas frequentemente relatados com o uso de TAXOTERE em monoterapia na dose de 100
mg/m 2 foram vermelhidão, erupção na pele com ou sem coceira, aperto no peito, dor lombar, falta
de ar e febre medicamentosa ou calafrio.
• Comuns: reações alérgicas severas (5,3%), que desapareceram após descontinuação da
administração e emprego de tratamento apropriado.
Reações da pele
• Muito comuns: alterações nas unhas (27,9%) caracterizadas por alteração na cor, dor e
descolamento; reações reversíveis na pele (56,6%) geralmente consideradas de intensidade leve a
moderada.
As reações foram caracterizadas por erupção na pele, incluindo erupções localizadas
principalmente nos pés e mãos, mas também nos braços, face ou tórax, e frequentemente
associadas com coceira. Geralmente ocorreram erupções dentro de uma semana após a
administração de TAXOTERE.
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• Comuns: sintomas severos como erupções seguidas por descamação, que raramente causaram a
interrupção do tratamento com TAXOTERE em monoterapia na dose de 100 mg/m 2
, foram
relatados com menor frequência (5,9%).
Em alguns casos vários fatores como infecções simultâneas, uso concomitante de medicamentos e doenças
preexistentes pode ter contribuído para o desenvolvimento destas reações.
Foram relatadas reações adversas cutâneas graves (SCAR), como a síndrome de Stevens-Johnson (SSJ),
necrólise epidérmica tóxica (NET) e a pustulose exantemática generalizada aguda (AGEP) associadas ao
tratamento com docetaxel. Os sintomas de SJS e TEM podem incluir bolhas, descamação ou sangramento
em qualquer parte da sua pele
(incluindo os lábios, olhos, boca, nariz, genitais, mãos ou pés) com ou sem erupção cutânea. Também pode
ter sintomas de gripe ao mesmo tempo, como febre, calafrios ou músculos doloridos. – Os sintomas de
AGEP podem incluir erupção cutânea vermelha escamosa generalizada com lesões na pele (incluindo as
dobras cutâneas, tronco e extremidades superiores) e bolhas acompanhadas de febre.
Se desenvolver reações cutâneas graves ou qualquer uma das reações listadas acima, contate imediatamente
o seu médico ou profissional de saúde.
Retenção de líquidos
Reações adversas relacionadas à retenção de líquidos foram obtidas de 92 pacientes tratados com 100
mg/m 2 de docetaxel em monoterapia (utilizado isoladamente).
• Muito comum: retenção de líquidos em 64,1% dos pacientes que receberam 3 dias de pré-
medicação;
• Comuns: retenção severa de líquidos (6,5%) em pacientes que receberam 3 dias de pré-medicação.
Foram relatados eventos como inchaço periférico e com menor frequência presença de líquido na região da
membrana que recobre o pulmão e cavidade do tórax, na membrana que recobre o coração, na cavidade
abdominal e aumento de peso. O inchaço periférico geralmente inicia-se nas extremidades inferiores e pode
generalizar-se com um aumento de peso igual ou superior a 3 kg. A retenção de líquidos é cumulativa em
incidência e severidade (vide O que devo saber antes de usar este medicamento?).
Em pacientes tratados com 100 mg/m 2 de TAXOTERE em monoterapia, a dose cumulativa mediana para
interrupção do tratamento foi superior a 1.000 mg/m 2 e o tempo mediano para a reversibilidade da retenção
de líquidos foi de 16,4 semanas (intervalo de 0 a 42 semanas). Em pacientes tratados com pré-medicação,
o início da retenção moderada e severa é retardado (dose cumulativa mediana: 818,9 mg/m2), quando
comparados aos pacientes sem pré-medicação (dose cumulativa mediana: 489,7 mg/m2
); contudo, relatou-
se retenção de líquidos em alguns pacientes durante os primeiros ciclos do tratamento.
A retenção de líquidos não tem sido acompanhada por episódios agudos de diminuição do volume urinário
ou pressão baixa.
Reações do aparelho digestivo
As seguintes reações gastrintestinais foram relatadas em pacientes que receberam TAXOTERE em
monoterapia na dose de 100 mg/m 2:
• Muito comuns: enjoo (40,5%), vômito (24,5%), diarreia (40,6%), anorexia (16,8%), estomatite
(inflamação na mucosa da boca) (41,8%), alteração do paladar (10,1%);
• Comuns: enjoo severo (4%), vômito severo (3%), diarreia severa (4%), dor abdominal (7,3%,
sendo 1% dos casos severa), prisão de ventre severa (9,8%), estomatite severa (5,3%), esofagite
(inflamação do esôfago) (1%), sangramento do aparelho digestivo (1,4%);
• Incomuns: prisão de ventre severa (0,2%), esofagite (0,4%), sangramento severo do aparelho
digestivo (0,3%);
• Rara: alteração severa do paladar (0,07%).
Reações do sistema nervoso
• Muito comuns: sinais e/ou sintomas neurossensoriais de intensidade leve a moderada ocorreram
em 50% dos pacientes no braço de TAXOTERE 100 mg/m 2 em monoterapia; eventos
neuromotores (relacionados ao movimento) (13,8%) principalmente caracterizados por fraqueza;
• Comuns: sintomas neurossensoriais severos (sensação anormal de ardor, formigamento ou coceira,
percebida nas extremidades e sem motivo aparente e dor incluindo ardor) foram observados em
4,1% dos pacientes com câncer de mama com metástase, necessitando interrupção do tratamento
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em 2% dos casos; eventos neuromotores severos (4% dos casos) principalmente caracterizados
por fraqueza.
Quando estes sintomas ocorrerem, a dose deve ser ajustada. Em caso de persistência dos sintomas, o
tratamento deve ser interrompido.
Reações cardiovasculares (relacionadas ao coração e ao sistema vascular)
Os eventos cardiovasculares em pacientes que receberam TAXOTERE em monoterapia na dose de 100
mg/m2 consistiram em:
• Muito comuns: pressão baixa (3,8%), disritmia (4,1%) e pressão alta (2,4%). Incomuns:
insuficiência cardíaca (incapacidade do coração em desempenhar suas funções) (0,5%).
Reações relacionadas ao fígado
• Comuns: em pacientes tratados com 100 mg/m 2 de TAXOTERE isoladamente, foram observados
aumentos dos níveis sanguíneos das enzimas transaminases (TGP/TGO), da bilirrubina (pigmento
amarelo produto da degradação da hemoglobina) e da enzima fosfatase alcalina, superiores a 2,5
vezes o limite superior da normalidade, em menos de 5% dos pacientes.
Outros
Em pacientes tratados com TAXOTERE em monoterapia na dose de 100 mg/m 2 ocorreram as seguintes
reações:
• Muito comuns: perda de cabelo (79%), fraqueza (62,6%, sendo severa em 11,2% dos casos), dor
muscular (20%), falta de ar (16,1%), dor generalizada ou localizada (16,5%);
• Comuns: dor nas articulações (8,6%), falta de ar severa (2,7%), dor torácica (4,5%) sem qualquer
envolvimento respiratório ou cardíaco; reações no local de administração, geralmente leves,
ocorreram em 5,6% dos pacientes e consistiram em alteração da cor, inflamação, vermelhidão ou
secura da pele, inflamação da veia ou extravasamento e inchaço da veia;
• Incomuns: perda de cabelo severa (0,5%), dor generalizada ou localizada severa (0,8%), dor
torácica severa (0,4%) sem qualquer envolvimento respiratório ou cardíaco.
De uma forma geral, os padrões de eventos adversos observados nos pacientes tratados com TAXOTERE
em terapia combinada com doxorrubicina são similares àqueles observados em pacientes tratados com
TAXOTERE isoladamente.
Terapia combinada com TAXOTERE no tratamento adjuvante (após a cirurgia) do câncer de mama
operável linfonodo-positivo (cujas células cancerosas já atingiram os linfonodos), e linfonodo-
negativo (cujas células cancerosas ainda não atingiram os linfonodos) de alto risco – Eventos adversos
clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes recebendo TAXOTERE em
associação com doxorrubicina e ciclofosfamida (TAX 316)
Os dados a seguir referem-se a eventos adversos emergentes relacionados ao tratamento (TEAEs)
observados durante o período do tratamento em 744 pacientes com câncer de mama linfonodo-positivo que
foram tratados com TAXOTERE 75 mg/m 2 a cada 3 semanas em associação com doxorrubicina e
ciclofosfamida (TAX 316). Tais eventos estão classificados em quaisquer eventos e eventos de Grau 3/4:
• Muito comuns: anemia (diminuição de glóbulos vermelhos do sangue) (92,1%), neutropenia
(diminuição do número de neutrófilos no sangue) (71,8%, G3/4: 65,3%), febre na ausência de
infecção (36,6%), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue) (39,5%),
infecção (29,2%), neutropenia febril (24,6%), infecção neutropênica (17,3%), inchaço periférico
(26,6%), ganho de peso (12,5%), neuropatia sensorial periférica (doença que afeta os nervos
sensoriais periféricos) (23,1%), perda de cabelo (97,7%), alterações na pele (16,1%), alterações
nas unhas (18,4%), enjoo (80,4%), estomatite (68,4%), vômito (42,5%), diarreia (30,9%),
alteração do paladar (27,3%), prisão de ventre (24,5%), anorexia (19,9%), ausência de
menstruação (26,2%), fraqueza (79,2%; G3/4: 11,0%), dor muscular (22,8%), dor nas articulações
(15,1%), lacrimejamento (10,1%), fogacho (21,4%);
• Comuns: reações alérgicas (9,0%), anemia G3/4 (4,2%), trombocitopenia G3/4 (2,0%), infecção
G3/4 (3,2%), neuropatia periférica motora (doença que afeta os nervos periféricos motores)
(2,7%), enjoo G3/4 (5,1%), estomatite G3/4 (7,1%), vômito G3/4 (4,3%), infecção neutropênica
G3/4; diarreia G3/4 (3,2%), anorexia G3/4 (2,2%), dor abdominal (6,5%), tosse (3,0%), arritmia
cardíaca (2,8%), pressão baixa (1,5%), conjuntivite (3,8%), perda de peso (2,6%).
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• Incomuns: inchaço periférico G3/4 (0,4%), linfedema (inchaço decorrente de alterações na
circulação linfática) (0,3%), perda de peso G3/4 (0,3%), desmaio (0,4%), alterações na pele G3/4
(0,7%), alterações nas unhas G3/4 (0,4%), alteração do paladar G3/4 (0,7%), prisão de ventre G3/4
(0,4%), dor abdominal G3/4 (0,5%), arritmia cardíaca G3/4 (0,3%), inflamação das veias (0,9%),
dor muscular G3/4 (0,8%), dor nas articulações G3/4 (0,4%), lacrimejamento G3/4 (0,1%), reações
alérgicas G3/4 (0,9%), sonolência (0,3%), fogacho G3/4 (0,9%).
Febre e Infecção
Foram observadas as seguintes reações adversas nos pacientes durante o período do estudo:
• Muito comuns: febre na ausência de infecção (36,6%), infecção (29,2%);
• Comuns: infecção G3/4 (3,2%).
Não houve óbito devido à infecção generalizada durante o período do estudo.
Eventos no aparelho digestivo
Além dos eventos do aparelho digestivo mencionados acima, 7 pacientes apresentaram perfuração ampla
do intestino/inflamação do intestino. Dois desses pacientes requereram interrupção do tratamento; não
houve óbitos devido a esses eventos durante o período do estudo.
Eventos cardiovasculares
Foram relatadas as seguintes reações cardiovasculares emergentes devido ao tratamento durante o período
do estudo:
• Comuns: arritmia (descompasso dos movimentos do coração), todos os graus (6,2%), pressão
baixa, todos os graus (1,9%) e insuficiência cardíaca congestiva (3,5%). Vinte e seis pacientes no
grupo TAC desenvolveram insuficiência cardíaca congestiva durante o período do estudo, sendo
a maioria dos casos reportada no período de acompanhamento. Dois pacientes do grupo TAC e 4
pacientes no grupo FAC (doxorrubicina em associação com fluoruracila e ciclofosfamida)
faleceram devido a insuficiência cardíaca congestiva. O risco de insuficiência cardíaca congestiva
é mais alto no grupo TAC no primeiro ano de uso do medicamento.
Leucemia Mieloide Aguda (LMA)/Síndrome Mielodisplástica (tipos de câncer da medula óssea)
Após 10 anos de acompanhamento do estudo TAX316, a LMA ocorreu em 0,4% dos pacientes que
receberam TAXOTERE, doxorrubicina e ciclofosfamida e em 0,1% dos pacientes que receberam
fluoruracila, doxorrubicina e ciclofosfamida. Um paciente do grupo TAC faleceu devido a LMA durante o
período de acompanhamento (mediana de acompanhamento de 8 anos). Ocorreu Síndrome Mielodisplástica
em 2 dos 744 (0,3 %) pacientes que receberam TAXOTERE, doxorubicina e ciclofosfamida e um dos 736
(0,1 %) pacientes que receberam fluoruracila, doxorubicina e ciclofosfamida.
Outras reações persistentes
No estudo TAX316, os eventos adversos mais comuns que iniciaram durante o período de tratamento e
persistiram até o período de acompanhamento do grupo TAC estão descritos a seguir (mediana de
acompanhamento de 8 anos). A maioria dos eventos adversos persistentes foram resolvidos durante o
período de acompanhamento. O texto a seguir apresenta a frequência dos eventos persistentes dos pacientes
(n = 744) que receberam TAXOTERE (75 mg/m 2) em combinação com doxorubicina (50 mg/m 2
) e
ciclofosfamida (500 mg/m 2
) (TAX 316).
• Muito comuns: (Eventos persistentes do início do tratamento até o período de acompanhamento)
alopecia (perda de cabelos e pelos): 687 pacientes (92,3 %); astenia (fraqueza): 236 pacientes (31,7
%); amenorreia (ausência de menstruação): 202 pacientes (27,2 %); edema periférico (inchaço nas
extremidades do corpo): 119 pacientes (16,0 %); neuropatia sensorial periférica (doença que afeta
os nervos sensoriais periféricos): 84 pacientes (11,3 %). (Eventos em andamento até o fim do
período de acompanhamento) amenorreia ausência de menstruação: 121 pacientes (16,3 %);
• Comuns: (Eventos persistentes do início do tratamento até o período de acompanhamento)
linfoedema (inchaço decorrente de alterações na circulação linfática): 11 pacientes (1,5 %).
(Eventos em andamento até o fim do período de acompanhamento) alopecia (perda de cabelos e
pelos): 29 pacientes (3,9 %); astenia (fraqueza): 29 pacientes (3,9 %); edema periférico (inchaço
nas extremidades do corpo): 19 pacientes (2,6 %); neuropatia sensorial periférica (doença que
afeta os nervos sensoriais periféricos): 10 pacientes (1,3 %);
• Incomum: (Eventos em andamento até o fim do período de acompanhamento) linfoedema (inchaço
decorrente de alterações na circulação linfática): 6 pacientes (0,8 %).
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Eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes recebendo
TAXOTERE em associação com doxorrubicina e ciclofosfamida (GEICAM 9805)
O texto a seguir apresenta eventos adversos emergentes relacionados ao tratamento (TEAEs) observados
durante o período de tratamento em 532 pacientes com câncer de mama linfonodo-negativo que foram
tratados com TAXOTERE 75 mg/m 2 a cada 3 semanas em associação com doxorrubicina 50 mg/m 2 e
ciclofosfamida 500 mg/m 2 (GEICAM 9805). Tais eventos estão classificados em quaisquer eventos e
eventos de Grau 3/4:
• Muito comuns: anemia (94,7%), neutropenia (71,1%, G3/4: 50,8%), pirexia (febre na ausência de
infecção) (17,9%), trombocitopenia (12,0%), infecção (15,4%), inchaço periférico (16,4%),
neuropatia sensorial periférica (doença que afeta os nervos sensoriais periféricos) (14,7%), perda
de cabelo (95,3%), alterações na pele (16,5%), alterações nas unhas (19,7%), enjoo (70,7%),
estomatite (54,5%), vômito (54,3%), diarreia (26,3%), alteração do paladar (15,8%), prisão de
ventre (19,7%), anorexia (16,2%), dor abdominal (12,0%), ausência de menstruação (20,3%),
fogacho (13,3%), fraqueza (72,0%), dor muscular (19,4%), dor nas articulações (16,4%),
conjuntivite (20,1%);
• Comuns: anemia G3/4 (1,3%), trombocitopenia G3/4 (1,1%), infecção G3/4 (1,1%), neutropenia
febril (9,6%), infecção neutropênica (6,6%, G3/4: 1,3%), reações alérgicas (3,6%), ganho de peso
(3,4%), neuropatia motora periférica (doença que afeta os nervos motores periféricos) (2,3%),
enjoo G3/4 (4,9%), estomatite G3/4 (4,5%), vômito G3/4 (4,1%), diarreia G3/4 (3,6%), tosse
(2,1%), arritmia (2,1%), inflamação das veias (1,1%), fraqueza G3/4 (8,5%), lacrimejamento
(5,1%);
• Incomuns: reações alérgicas G3/4 (0,2%), linfedema (0,8%), perda de peso (0,8%), neuropatia
sensorial periférica G3/4 (0,2%), sonolência (0,2%), neurotoxicidade (0,6%), desmaio (0,6%),
perda de cabelo G3/4 (0,2%), alterações na pele G3/4 (0,6%), alterações nas unhas G3/4 (0,6%),
alteração do paladar G3/4 (0,6%), prisão de ventre G3/4 (0,8%), anorexia G3/4 (0,6%), dor
abdominal G3/4 (0,2%), arritmia G3/4 (0,2%), pressão baixa (0,8%), dor muscular G3/4 (0,6%),
conjuntivite G3/4 (0,2%).
Os dados a seguir demonstram que a incidência de neutropenia grau 4, neutropenia febril e infecção
neutropênica foi diminuída em pacientes que receberam tratamento preventivo primário com G-CSF após
obrigatoriedade desse tratamento no braço TAC.
Complicações neutropênicas em pacientes recebendo TAC com ou sem terapia preventiva primária
com G-CSF (GEICAM 9805)
Com profilaxia primária com G-CSF: N = 421, n(%):
• Muito comum: neutropenia grau 4: 135 (32,1%);
• Comuns: neutropenia febril: 23 (5,5%); infecção neutropênica: 21 (5,0%); infecção neutropênica
grau 3/4: 5 (1,2%).
Sem profilaxia primária com G-CSF: N = 111, n(%):
• Muito comuns: neutropenia grau 4: 104 (93,7%); neutropenia febril: 28 (25,2%); infecção
neutropênica: 14 (12,6%);
• Comum: infecção neutropênica grau 3/4: 2 (1,8%).
Dos 532 pacientes tratados com TAC, 28,2% apresentaram eventos adversos severos e relacionados ao
tratamento. Reduções de dose devido à toxicidade ao sangue ocorreram em 1,5% dos ciclos. 4,7% dos
pacientes descontinuaram o tratamento devido a eventos adversos; febre na ausência de infecção e
neutropenia sendo as razões mais comuns para descontinuação. Não houve óbito no período de 30 dias após
o último tratamento do estudo. Nenhum óbito foi considerado como relacionado a TAXOTERE.
Febre e infecção
Não houve óbitos devido à infecção generalizada.
Eventos no aparelho digestivo
Não foram relatados casos de inflamação do intestino/perfuração ampla do intestino. Outros eventos no
aparelho digestivo estão relatados acima.
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Eventos cardiovasculares
Três pacientes (0,6%) desenvolveram insuficiência cardíaca congestiva durante o período de
acompanhamento. No final do período de acompanhamento (tempo mediano de acompanhamento de 10
anos e 5 meses), nenhum paciente apresentou insuficiência cardíaca congestiva no grupo TAC e um paciente
faleceu por causa da cardiomiopatia.
Leucemia Aguda / Síndrome Mielodisplástica (tipos de câncer da medula óssea)
Durante o período de acompanhamento (tempo mediano de acompanhamento de 10 anos e 5 meses),
leucemia aguda ocorreu em 1 de 532 (0,2%) pacientes no braço TAC. Não houve casos relatados de
pacientes no braço FAC. Nenhum paciente foi diagnosticado com síndrome mielodisplástica em nenhum
dos grupos de tratamento.
Reações persistentes
No estudo GEICAM 9805, os eventos adversos mais comuns que iniciaram durante o período de tratamento
e persistiram no período de acompanhamento do grupo TAC, foram descritos a seguir (mediana de tempo
de acompanhamento 10 anos e 5 meses). A maioria dos eventos adversos persistentes foram resolvidos
durante o período de acompanhamento. O texto a seguir apresenta a frequência dos eventos persistentes
dos pacientes (n = 532) que receberam TAXOTERE (75 mg/m 2) em combinação com doxorubicina (50
mg/m 2) e ciclofosfamida (500 mg/m 2
) (GEICAM 9805).
• Comuns: (Eventos persistentes do início do tratamento até o período de acompanhamento)
alopecia* (perda de cabelos e pelos): 49 pacientes (9,2 %); astenia (fraqueza): 12 pacientes (2,3
%); amenorreia (ausência de menstruação): 18 pacientes (3,4 %); neuropatia sensorial periférica
(doença que afeta os nervos sensoriais periféricos): 10 pacientes (1,9 %). (Andamento durante o
período de acompanhamento) amenorreia (ausência de menstruação): 7 pacientes (1,3 %);
• Incomum: (Eventos persistentes do início do tratamento até o período de acompanhamento)
linfoedema: 5 pacientes (0,9 %); edema periférico: 4 pacientes (0,8 %). (Andamento durante o
período de acompanhamento) alopecia: 3 pacientes (0,6 %); astenia: 2 pacientes (0,4 %);
linfoedema (inchaço decorrente de alterações na circulação linfática): 4 pacientes (0,8 %) e
neuropatia sensorial periférica (doença que afeta os nervos sensoriais periféricos): 3 pacientes (0,6
%);
• Muito raro: (Andamento durante o período de acompanhamento) alopecia (perda de cabelos e
pelos): 3 pacientes (0,6 %); astenia (fraqueza): 2 pacientes (0,4 %); linfoedema (inchaço
decorrente de alterações na circulação linfática): 4 pacientes (0,8 %); neuropatia sensorial
periférica (doença que afeta os nervos sensoriais periféricos): 3 pacientes (0,6 %).
Obs: Nenhum paciente apresentou edema periférico (inchaço nas extremidades do corpo) durante o
período de acompanhamento: 0 pacientes (0,0 %).
*Relacionada ao fármaco do estudo iniciou ou piorou durante o período de acompanhamento em 42
pacientes (7,9 %).
Terapia combinada com TAXOTERE e capecitabina para câncer de mama
Para a terapia com associação de TAXOTERE e capecitabina, os efeitos indesejáveis mais frequentes
relacionados ao tratamento (≥ 5%) relatados no estudo de fase III em pacientes com câncer de mama com
falha ao tratamento com antraciclina estão apresentados a seguir:
Resumo de eventos adversos ao menos remotamente relatados em ≥ 5% de pacientes tratados em associação
com TAXOTERE e capecitabina:
• Muito comuns: estomatite (67%, G3/4: 18%), diarreia (64%, G3/4: 14%), enjoo (43%), vômito
(33%), prisão de ventre (14%), dor abdominal (14%), má digestão (12%), síndrome mão-pé (63%,
G3/4: 24%), perda de cabelo (41%), alterações nas unhas (14%), astenia (23%), febre (21%),
fadiga (21%), fraqueza (13%), alteração do paladar (15%), sensação anormal como ardor,
formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente (11%), anorexia (12%),
diminuição do apetite (10%), lacrimejamento aumentado (12%), dor muscular (14%), dor nas
articulações (11%), inchaço do membro inferior (14%), dor de garganta (11%);
• Comuns: enjoo (G3/4: 6%), vômito (G3/4: 4%), prisão de ventre (G3/4: 1%), dor abdominal
(G3/4: 2%), dor abdominal superior (9%), boca seca (5%), perda de cabelo (G3/4: 6%), alterações
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nas unhas (G3/4: 2%), dermatite (8%), erupção na pele com vermelhidão (8%), descoloração das
unhas (6%), descolamento das unhas (5%, G3/4: 1%), astenia (G3/4: 3%), febre (G3/4: 1%), fadiga
(G3/4: 4%), fraqueza (G3/4: 1%), dor no membro (9%), sonolência anormal (6%), dor (6%),
vertigem (9%), dor de cabeça (7%), neuropatia periférica (doença que afeta os nervos periféricos)
(5%), anorexia (G3/4: 1%), desidratação (8%, G3/4: 2%), diminuição de peso (6%), dor muscular
(G3/4: 2%), dor nas articulações (G3/4: 1%), dor nas costas (7%, G3/4: 1%), inchaço do membro
inferior (G3/4: 1%), dor de garganta (G3/4: 2%), falta de ar (7%, G3/4: 1%), tosse (6%),
sangramento nasal (5%), candidíase oral (6%);
• Incomuns: erupção na pele com vermelhidão (G3/4: <1), dor no membro (G3/4: <1), alteração do
paladar (G3/4: <1), sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e
sem motivo aparente (G3/4: <1), dor de cabeça (G3/4: <1), tosse (G3/4: <1), sangramento nasal
(G3/4: <1), candídiase oral (G3/4: <1).
As frequentes anormalidades de grau 3 e 4, quando da combinação de TAXOTERE e capecitabina,
foram:
• Muito comuns: neutropenia (63%), anemia (10%);
• Comuns: trombocitopenia (3%), aumento do pigmento amarelo (bilirrubina) no sangue
(9%).
Terapia combinada com TAXOTERE e trastuzumabe para câncer de mama
Os dados a seguir mostram os eventos adversos (todos os graus), que foram relatados em ≥ 10% de pacientes
tratados com TAXOTERE e trastuzumabe para câncer de mama metastático:
• Muito comuns: astenia (45%), fadiga (24%), inflamação na mucosa (23%), febre (29%), dor
(12%), dor no peito (11%), gripe como doença (12%), calafrios (11%), perda de cabelo (67%),
alterações nas unhas (17%), erupção (24%), vermelhidão (23%), inchaço periférico (40%),
aumento de peso (15%), linfedema (11%), enjoo (43%), diarreia (43%), vômito (29%), prisão de
ventre (27%), estomatite (20%), dor abdominal (12%), má digestão (14%), sensação anormal
como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente (32%), dor de
cabeça (21%), alteração do paladar (14%), perda ou diminuição de sensibilidade (11%),
neutropenia febril* ou infecção generalizada causada por neutropenia (23%), infecção da mucosa
da garganta próxima ao nariz (15%), dor muscular (27%), dor nas articulações (27%), dor nas
extremidades (16%), dor nas costas (10%), dor óssea (14%), tosse (13%), falta de ar (14%), dor
na faringe e na laringe (16%), sangramento nasal (18%), corrimento nasal (12%), lacrimejamento
aumentado (21%), conjuntivite (12%), anorexia (22%), insônia (11%), toxicidade às unhas (11%);
• Comum: sonolência anormal (7%).
*Esses números incluem pacientes com termos preferidos neutropenia febril, infecção generalizada causada
por neutropenia ou neutropenia que foi associado com febre (e uso de antibiótico).
Houve uma incidência aumentada de eventos adversos graves (SAEs) (40% versus 31%) e eventos adversos
(AEs) de grau 4 (34% versus 23%) no braço associado comparado à monoterapia com TAXOTERE.
Toxicidade relacionada ao coração
Foi relatada insuficiência cardíaca sintomática em 2,2% das pacientes que receberam TAXOTERE e
trastuzumabe comparado a 0% das pacientes tratadas somente com TAXOTERE. No braço com
TAXOTERE e trastuzumabe, 64% receberam anteriormente uma antraciclina como terapia adjuvante,
comparada com 55% no braço com docetaxel isolado.
Toxicidade relacionada ao sangue
Foi relatada neutropenia grau 3/4 em 32% das pacientes tratadas com TAXOTERE e trastuzumabe.
Terapia combinada com TAXOTERE para o tratamento adjuvante de pacientes com câncer de mama
operável cujos tumores superexpressam HER2 e que receberam ou AC-TH ou TCH – Eventos
adversos (AEs) relacionados ao tratamento do estudo, ocorrendo em qualquer período durante o
estudo: segurança populacional (incidência ≥ 5% para os AEs não cardíacos; incidência ≥ 1% para
os AEs cardíacos)
Pacientes que receberam AC-TH:
• Muito comuns: perda de cabelo (98,0%), hemoglobina b (97,0%), enjoo (87,2%), leucócitos b
(87,0%, G3/4: 60,2%), neutrófilos b (86,3%, G3/4: 71,3%), fadiga (81,3%), estomatite/faringite
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(65,0%), vômito (55,3%), TGP (ALT – enzima do fígado) b (54,2%), retenção de líquido b,c (52,2%),
dor muscular (50,9%), diarreia (45,3%), neuropatia sensorial (44,8%), TGO (AST – enzima do
fígado) b (42,5%), dor nas articulações (39,7%), alterações nas unhas (39,6%), plaquetasb (32,8%),
fluxo menstrual irregular (29,1%, G3/4: 19,9%), alteração do paladar (27,2%), prisão de ventre
(27,1%), erupção/descamação (25,9%), fogachos/rubor (21,5%), lacrimejamento (21,3%),
fosfatase alcalinab (19,3%), anorexia (19,2%), má digestão/azia (19,0%), dor de cabeça (16,4%),
falta de ar (15,5%), aumento de peso (14,9%), infecção sem neutropenia (12,6%), dor abdominal
ou cólica (12,4%), insônia (11,1%), neutropenia acompanhada de febre (10,9%, G3/4: 10,9%),
febre (sem neutropenia) (10,9%);
• Comuns: hemoglobina b (G3/4: 3,2%), enjoo (G3/4: 5,3%), fadiga (G3/4: 6,6%),
estomatite/faringite (G3/4: 3,0%), vômito (G3/4: 6,4%), TGP (ALT) b (G3/4: 1,8%), retenção de
líquido b,c (G3/4: 1,5%), dor muscular (G3/4: 4,9%), diarreia (G3/4: 5,1%), neuropatia sensorial
(G3/4: 1,9%), dor nas articulações (G3/4: 3,0%), plaquetas b (G3/4: 1,2%), erupção/descamação
(G3/4: 1,3%), falta de ar (G3/4: 1,5%), infecção sem neutropenia (G3/4: 1,9%), reação alérgica
(9,8%, G3/4: 1,4%), dor óssea (9,7%), infecção com neutropenia (9,2%, G3/4: 9,2%), dor d (8,1%),
conjuntivite (8,1%), vertigem/tonteira (7,3%), creatininab (6,7%), reação mão-pé (6,7%, G3/4:
1,4%), sangramento nasal (6,7%), perda de peso (6,6%), pele seca (6,5%), tosse (6,2%), rinite d
(6,0%), tremor/calafrio (5,9%), infecção com contagem absoluta de neutrófilos desconhecida
(5,5%, G3/4: 5,5%), neuropatia-motora (5,3%), bilirrubina b (5,1%), reação no local da injeção
(4,7%), boca seca (4,0%), função cardíaca ventricular esquerda (3,5%), palpitações (3,4%)
taquicardia sinusal (1,8%);
• Incomuns: TGO (AST) b (G3/4: 0,8%) prisão de ventre (G3/4: 0,9%), lacrimejamento (G3/4:
0,3%), fosfatase alcalina b (G3/4: 0,3%), anorexia (G3/4: 0,5%), má digestão/azia (G3/4: 0,3%),
dor de cabeça (G3/4: 0,6%), aumento de peso (G3/4: 0,3%), dor abdominal ou cólica (G3/4: 0,4%),
insônia (G3/4: 0,1%), febre (sem neutropenia) (G3/4: 0,4%), dor óssea (G3/4: 0,4%), dord (G3/4:
0,4%), vertigem/tonteira (G3/4: 0,7%), creatininab (G3/4: 0,5%), tosse (G3/4: 0,2%), rinited (G3/4:
0,1%), neuropatia-motora (G3/4: 0,4%), bilirrubina b (G3/4: 0,4%), reação no local da injeção
(G3/4: 0,1%), função cardíaca ventricular esquerda (G3/4: 0,5%), pressão baixa (0,9%).
Pacientes que receberam TCH:
• Muito comuns: perda de cabelo (95,8%), hemoglobina b (96,3%), enjoo (80,8%), leucócitos b
(83,0%, G3/4: 48,0%), neutrófilos b (81,3%, G3/4: 65,9%), fadiga (80,4%), estomatite/faringite
(51,8%), vômito (39,4%), TGP (ALT – enzima do fígado) b (53,1%), retenção de líquido b,c (51,0%),
dor muscular (33,4%), diarreia (55,8%), neuropatia sensorial (29,9%), TGO (AST – enzima do
fígado) b (38,0%), dor nas articulações (21,8%), alterações nas unhas (23,3%), plaquetasb (63,2%),
fluxo menstrual irregular (32,2%, G3/4: 21,4%), alteração do paladar (29,5%), prisão de ventre
(22,0%), erupção/descamação (22,8%), fogachos/rubor (18,2%), lacrimejamento (10,3%),
fosfatase alcalinab (20,4%), anorexia (21,0%), má digestão/azia (20,0%), dor de cabeça (15,2%),
falta de ar (14,9%), aumento de peso (14,6%), dor abdominal ou cólica (13,4%), reação alérgica
(13,2%);
• Comuns: hemoglobinab (G3/4: 5,8%), enjoo (G3/4: 4,6%), fadiga (G3/4: 6,9%),
estomatite/faringite (G3/4: 1,4%), vômito (G3/4: 3,0%), TGP (ALT) b (G3/4: 2,4%), retenção de
líquido b,c (G3/4: 1,4%), dor muscular (G3/4: 1,4%), diarreia (G3/4: 4,9%), TGO (AST) b (G3/4:
1,0%), dor nas articulações (G3/4: 1,0%), plaquetas b (G3/4: 5,4%), falta de ar (G3/4: 1,7%),
infecção sem neutropenia (9,3%, G3/4: 1,5%), insônia (8,8%), neutropenia febril (9,8%, G3/4:
9,8%), febre sem neutropenia (6,6%), reação alérgica (G3/4: 2,5%), dor nos ossos (6,3%),
infecção com neutropenia grau 3/4 (7,7%, G3/4: 7,7%), dor d (5,4%), conjuntivite (3,3%),
vertigem/tonteira (6,6%), creatininab (9,7%), reação mão-pé (2,7%), sangramento nasal (9,8%),
perda de peso (5,3%), pele seca (3,9%), tosse (3,4%), rinite d (4,5%), tremor/calafrio (5,1%),
infecção com contagem absoluta de neutrófilos desconhecida (3,6%, G3/4: 3,6%), neuropatia-
motora (3,6%), bilirrubina b (5,8%), reação no local da injeção (5,8%), boca seca (2,7%), função
cardíaca ventricular esquerda (1,4%), palpitações (4,5%) taquicardia sinusal (2,2%), pressão baixa
(1,2%);
• Incomuns: neuropatia sensorial (G3/4: 0,6%), prisão de ventre (G3/4: 0,6%), erupção/descamação
(G3/4: 0,4%), fosfatase alcalina b (G3/4: 0,3%), anorexia (G3/4: 0,5%), má digestão/azia (G3/4:
0,4%), dor de cabeça (G3/4: 0,3%), aumento de peso (G3/4: 0,2%), dor abdominal ou cólica (G3/4:
0,5%), febre (sem neutropenia) (G3/4: 0,3%), dor óssea (G3/4: 0,1%), vertigem/tonteira (G3/4:
0,4%), creatininab (G3/4: 0,6%), sangramento nasal (G3/4: 0,4%), perda de peso (G 3/4: 0,1%),
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neuropatia-motora (G3/4: 0,3%), bilirrubinab (G3/4: 0,4%), reação no local da injeção (G3/4:
0,2%), função cardíaca ventricular esquerda (G3/4: 0,1%), pressão baixa (G3/4: 0,2%).
AC-TH = doxorrubicina e ciclofosfamida, seguida de TAXOTERE em associação com trastuzumabe
TCH = TAXOTERE em associação com trastuzumabe e carboplatina
b Independente de causalidade
c Eventos adversos (AEs) retenção de líquido são definidos como somente inchaço ou somente aumento de
peso ou somente inchaço no pulmão ou aumento de peso e inchaço ou inchaço e inchaço no pulmão ou
inchaço + aumento de peso + inchaço no pulmão.
Retenção de líquido corresponde a inchaço no termo NCI-CTC.
d Termo COSTART.
Os 3 anos de incidência cumulativa de todos os eventos cardíacos sintomáticos foi 2,36% e 1,16% nos
braços AC-TH e TCH, respectivamente (versus 0,52% no braço controle AC-T). Os 3 anos de incidência
cumulativa de eventos ICC (insuficiência cardíaca congestiva) (Grau 3 ou 4) foi 1,9% e 0,4% nos braços
AC-TH e TCH, respectivamente (versus 0,3% no braço controle AC-T).
Terapia combinada com TAXOTERE em câncer de pulmão de não-pequenas células (NSCLC) –
Eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes com câncer de
pulmão de células não-pequenas recebendo TAXOTERE em associação com cisplatina (Cis)
Os eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento estão mostrados abaixo:
• Muito comuns: neutropeniad,c (91,1%, G3/4: 74,8%), anemia (88,6%), trombocitopeniac (14,9%),
infecção (14,3%), febre na ausência de infecção (17,2%), reação alérgica a (10,6%), alterações nas
unhasb (13,3%), pele (11,1%), retenção de líquido b (25,9%), enjoo/vômito (73,9%, G3/4: 12,1%),
diarreia (41,1%), anorexia b (28,8%), estomatite (23,4%), neurossensorial (40,4%), neuromotor
(12,8%), perda de cabelo (73,6%), asteniab (51,5%), dor muscular b (13,8%);
• Comuns: anemia (G3/4: 6,9%), trombocitopenia c (G3/4: 2,7%), infecção (G3/4: 5,7%), febre na
ausência de infecção (G3/4: 1,2%), neutropenia febril c (4,9%), reações alérgicas a (G3/4: 2,5%),
diarreia (G3/4: 6,4%), anorexiab (todos os AEs severos) (4,9%), estomatite (G3/4: 2,0%), prisão
de ventre (9,4%), neurossensorial (G3/4: 3,7%), neuromotor (G3/4: 2,0%), asteniab (todos os AEs
severos) (9,9%), reações no local de infusão (6,2%), dor (5,4%);
• Incomuns: alterações nas unhas b (todos os AEs severos) (0,7%), retenção de líquido b (todos os
AEs severos) (0,7%), perda de cabelo (G3: 0,7%), dor muscular b (todos os AEs severos) (0,5%).
a Substitui o termo NCI “alergia”
b Termo COSTART e sistema de graduação
c Incidências são apresentadas independente de relação
d Ciclos onde pacientes receberam G-CSF foram considerados não avaliáveis para neutropenia, a menos
que neutropenia fosse equivalente a Grau 4.
Terapia associada com TAXOTERE em pacientes com câncer de próstata metastático resistente à
castração – Eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes com
câncer de próstata que receberam TAXOTERE em associação com prednisona ou prednisolona
(TAX327)
Os seguintes dados estão baseados na experiência de pacientes que foram tratados com TAXOTERE 75
mg/m 2 a cada 3 semanas em associação com prednisona ou prednisolona 5 mg oral duas vezes ao dia (TAX
327). Tais eventos estão classificados em quaisquer eventos e eventos de Grau 3/4 (G3/4):
• Muito comuns: anemia (66,5%), infecção (12,0%), neutropenia (40,9%; G3/4: 32,0%), retenção
de líquidos (24,4%), neuropatia sensorial (27,4%), preda de cabelo (65,1%), alterações nas unhas
(28,3%), enjoo (35,5%), diarreia (24,1%), estomatite/faringite (17,8%), distúrbios do paladar
(17,5%), vômito (13,3%), anorexia (12,7%), fadiga (42,8%);
• Comuns: anemia G3/4 (4,9%), infecção G3/4 (3,3%), trombocitopenia (3,4%), neutropenia febril
(2,7%), sangramento nasal (3,0%), reações alérgicas (6,9%), neuropatia sensorial G3/4 (1,2%),
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neuroparia motora (3,9%), erupções na pele/descamação (3,3%), enjoo G3/4 (2,4%), diarreia G3/4
(1,2%), vômito G3/4 (1,2%), tosse (1,2%), falta de ar (4,5%), função do ventrículo esquerdo do
coração (3,9%), fadiga G3/4 (3,9%), dor muscular (6,9%), lacrimejamento (9,3%), dor nas
articulações (3,0%);
• Incomuns: trombocitopenia G3/4 (0,6%), reações alérgicas G3/4 (0,6%), retenção de líquidos
G3/4 (0,6%), erupções na pele/descamação G3/4 (0,3%), estomatite/faringite G3/4 (0,9%),
anorexia G3/4 (0,6%), falta de ar G3/4 (0,6%), função do ventrículo esquerdo do coração G3/4
(0,3%), dor muscular G3/4 (0,3%), lacrimejamento G3/4 (0,6%), dor nas articulações G3/4 (0,3%).
Terapia associada com TAXOTERE em pacientes com câncer localmente avançado e de alto risco ou
câncer de próstata metastático hormônio-sensível
Os seguintes dados estão baseados na experiência de 545 pacientes, que foram tratados com TAXOTERE
75 mg/m² a cada 3 semanas em combinação com prednisona ou prednisolona e sob cuidados básicos de
ADT (Terapia de Privação Andrógena) (estudo STAMPEDE). Para combinação com ADT e prednisonaou
prednisolona (estudo STAMPEDE), eventos adversos ocorrendo após 6 ciclos de tratamento com docetaxel
e tendo ao menos 2% de incidência maior no braço de tratamento com docetaxel em comparação com o
braço controle, como apresentado, usando a escala CTCAE (Critérios de Terminologia Comuns para
Eventos Adversos). Lista de reações adversas em pacientes com câncer de próstata localmente avançado
de alto risco ou câncer de próstata metastático hormônio-sensível tratados com TAXOTERE 75 mg/m2 em
combinação com prednisona ou prednisolona e ADT (baseado no estudo STAMPEDE):
• Muito comuns: distúrbio endócrino a (incluindo impotência e fogachos) (10%), neutropenia febrila
(15%, G>3:15%), neutropenia a (neutrofilia) (19%; G>3: 12%), anemia (30%; G>3:0%), insônia
(24%; G>3:1%), dor de cabeça (11%; G>3:0%), tosse (11%, G>3: 0%), Distúrbios
gastrointestinais (estomatite (28%, G>3:0%)), náusea (24%, G>3:0%), dispepsia (22%, G.3:0%),
flatulência (10%, G>3:0%), Toxicidade Cutânea (alopécia (54%a, G>3: 3% a), Osteomuscular
(mialgia (13%, G>3:0%)), Transtornos Gerais (sintomas semelhantes à gripe (11%, G>3:0%)),
Edema Periférico (retenção de fluidos (17%, G>3;0%)).
Comuns: distúrbio gerala (incluindo febre (8%, G>3:1%), letargia e astenia) (7%), distúrbio
musculoesquelético a (incluindo dor no osso e dor generalizada) (6%), distúrbio gastrointestinal a
(incluindo vômito (9%, G>3:1%), diarreia, dor abdominal e constipação) (8%), distúrbio renala
(incluindo insuficiência renal e infecção no trato urinário) (4%), distúrbio respiratório a (incluindo
faringite (3%, G>3:0%), dispneia (16%; G>3: 1%), infecção no trato respiratório superior) (5 %),
distúrbio cardíaco a (incluindo hipertensão e infarto do miocárdio) (3%), outros distúrbios do
sistema nervoso a (incluindo neuropatia periferal) (3%), alterações na unhaa (1%), Reação alérgica
(hipersensibilidade (9%; G>3:1%)), Metabólico e Nutricional (anorexia (9%; G>3:0%)), Sistema
Nervoso (tontura (9%; G>3:0%)), Ocular (visão turva (6%, G>3: 0%), Distúrbio Cardiovascular
(hipotensão (2%; G>3:0%)), Toxicidade Cutânea (erupção (8%, G>3:0%)), candidíase oral (8%,
G>3:0%), Anormalidades laboratoriais (hipocalcemia (4%, G>3:0%), hipofosfatemia (4%,
G>3:1%), hipocalemia (2%, G>3:0%)).
A análise foi feita pelo tratamento efetivo iniciado (independentemente do braço de estudo designado).
a Apenas Grau 3 ou maior foi relatado, e foram reportados os eventos adversos em todo o estudo, incluindo
o período de acompanhamento.
Terapia combinada com TAXOTERE no adenocarcinoma gástrico – Eventos adversos clinicamente
importantes relacionados ao tratamento em pacientes com adenocarcinoma gástrico recebendo
TAXOTERE em combinação com cisplatina e fluoruracila (TAX 325)
Os dados a seguir estão baseados na experiência de 221 pacientes com adenocarcinoma gástrico avançado
e nenhuma história de quimioterapia prévia para a doença avançada, que foram tratados com TAXOTERE
75 mg/m 2 em associação com cisplatina e fluoruracila (TAX 325). Tais eventos estão classificados em
quaisquer eventos e eventos de Grau 3/4 (G3/4).
• Muito comuns: anemia (96,8%; G3/4: 18,2%), neutropenia (95,5%, G3/4: 82,3%), febre na
ausência de infecção (30,8%), trombocitopenia (25,5%), infecção (16,7%, G3/4: 12,7%),
neutropenia febril (15,9%), infecção neutropênica (14,1%), retenção de líquidos (14,9%), letargia
(56,1%, G3/4: 18,6%), neurossensorial (38,0%), perda de cabelo (66,5%), enjoo (71,9%, G3/4:
14,5%), vômito (61,1%, G3/4: 14,5%), anorexia (44,8%, G3/4: 10,4%), estomatite (59,3%, G3/4:
20,8%), diarreia (74,7%, G3/4: 19,5%), prisão de ventre (10,0%);
• Comuns: febre na ausência de infecção G3/4 (1,8%), trombocitopenia G3/4 (7,7%), reações
alérgicas (9,0%, G3/4: 1,8%), neurossensorial G3/4 (7,7%), neuromotor (relacionado ao
movimento) (6,3%, G3/4: 1,8%), tontura (8,1%, G3/4: 2,7%), perda de cabelo (5,0%),
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erupção/coceira (8,1%), alterações nas unhas (8,1%), descamação da pele (1,8%), inflamação do
esôfago/dificuldade para engolir/dor para engolir (9,0%), dor no aparelho digestivo/câimbra
(7,7%, G3/4: 1,4%), disritmias cardíacas (1,8%), lacrimejamento (8,1%), audição alterada (4,1%);
• Incomuns: erupção/coceira G3/4 (0,5%), prisão de ventre (0,9%), inflamação do
esôfago/dificuldade para engolir/dor para engolir (0,9%), disritmias cardíacas G3/4 (0,9%).
Neutropenia febril ou infecção neutropênica
• Muito comuns: a neutropenia febril e/ou infecção neutropênica ocorreram em 28,6% dos pacientes
independente da utilização do G-CSF. O G-CSF foi utilizado para a profilaxia secundária em
somente 18,6% dos pacientes (10% dos ciclos) para o braço TCF. A neutropenia febril e/ou
infecção neutropênica ocorreram em valores mais baixos, 12,2% quando os pacientes receberam
G-CSF profilático e 26,9% sem G-CSF profilático.
Terapia combinada com TAXOTERE para câncer de cabeça e pescoço (SCCHN) – Eventos adversos
clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes com SCCHN recebendo TAXOTERE
em associação com cisplatina e fluoruracila (TAX 323)
São apresentados, a seguir, os dados de segurança obtidos em 174 pacientes com carcinoma de células
escamosas inoperável de cabeça e pescoço localmente avançado (SCCHN), que foram tratados com
TAXOTERE 75 mg/m 2 em associação com cisplatina e fluoruracila.
• Muito comuns: neutropenia (93,1%, G3/4: 76,3%), anemia (89,1%), trombocitopenia (23,6%),
infecção (15,5%), febre na ausência de infecção (14,4%), infecção neutropênica (11,0%), retenção
de líquido (20,1%), retenção de líquido (somente inchaço) (12,6%), sonolência anormal (37,9%),
neurossensorial (16,7%), perda de cabelo (79,9%, G3/4: 10,9%), enjoo (43,7%), estomatite
(42,0%), diarreia (29,3%), vômito (25,9%), anorexia (15,5%), alteração do paladar e do olfato
(10,3%);
• Comuns: anemia (G3/4: 9,2%), trombocitopenia (G3/4: 5,2%), infecção (G3/4: 6,3%), neutropenia
febrila (5,2%), alergia (2,9%), retenção de líquido (somente aumento de peso) (5,7%), sonolência
anormal (G3/4: 3,4%), vertigem (1,1%), erupção/coceira (8,6%), pele seca (5,2%), descamação
(4,0%), estomatite (G3/4: 4,0%), diarreia (G3/4: 2,9%), prisão de ventre (6,9%), esofagite /
disfagia (dificuldade para engolir) / odinofagia (dor para engolir) (5,7%), dor gastrintestinal/cólica
(5,2%), azia (4,0%), sangramento gastrintestinal (1,1%), isquemia do miocárdio (1,7%, G3/4:
1,7%), alteração venosa (1,1%), dor muscular (6,3%), dor do câncer (1,1%), lacrimejamento
(1,7%), conjuntivite (1,1%), audição alterada (5,7%), perda de peso (9,8%);
• Incomuns: febre na ausência de infecção (G3/4: 0,6%), alteração neurossensorial (G3/4: 0,6%),
descamação (G3/4: 0,6%), enjoo (G3/4: 0,6%), vômito (G3/4: 0,6%), anorexia (G3/4: 0,6%),
esofagite/disfagia/odinofagia (G3/4: 0,6%), sangramento gastrintestinal (G3/4: 0,6%), disritmia
cardíaca (0,6%, G3/4: 0,6%), alteração venosa(G3/4: 0,6%), dor muscular (G3/4: 0,6%), dor do
câncer (G3/4: 0,6%).
a Neutropenia febril: febre grau ≥ 2 concomitante com neutropenia grau 4 requerendo antibióticos
IV e/ou hospitalização
Eventos adversos clinicamente importantes relacionados ao tratamento em pacientes com SCCHN
recebendo TAXOTERE em associação com cisplatina e fluoruracila (TAX 324)
São apresentados, a seguir, os dados de segurança obtidos em 251 pacientes com tumor maligno de células
escamosas de cabeça e pescoço localmente avançado que foram tratados com TAXOTERE 75 mg/m 2 em
associação com cisplatina e fluoruracila.
• Muito comuns: neutropenia (94,8%, G3/4: 83,5%), anemia (90,0%, G3/4:12,4%), trombocitopenia
(27,5%), infecção (13,1%), febre na ausência de infecção (26,3%), neutropenia febril a (12,1%),
retenção de líquido (13,1%), retenção de líquido (somente inchaço) (12,0%), sonolência anormal
(58,6%), neurossensorial (11,6%), perda de cabelo (67,7%), erupção/coceira (12,7%), enjoo
(75,7%, G3/4: 13,9%), estomatite (64,5%, G3/4: 20,7%), diarreia (42,2%), vômito (56,2%),
anorexia (37,8%, G3/4: 12,0%), prisão de ventre (13,9%), esofagite/disfagia/odinofagia (21,9%,
G3/4: 12,0%), alteração do paladar e do olfato (19,5%), audição alterada (11,2%), perda de peso
(11,2%);
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• Comuns: trombocitopenia (G3/4: 4,0%), infecção (G3/4: 3,6%), febre na ausência de infecção
(G3/4: 3,6%), infecção neutropênica (6,5%), retenção de líquido (G3/4: 1,2%), retenção de líquido
(somente inchaço) (G3/4: 1,2%), sonolência anormal (G3/4: 4,0%), neurossensorial (G3/4: 1,2%),
neuromotor (7,2%), vertigem (9,6%, G3/4: 2,0%), perda de cabelo (G3/4: 4,0%), pele seca (2,8%),
descamação (2,0%), diarreia (G3/4: 6,8%), vômito (G3/4: 8,4%), dor gastrintestinal, cólica (6,0%,
G3/4: 1,2%), azia (8,8%), sagramento gastrintestinal (2,0%), disritmia cardíaca (3,2%), dor
muscular (5,2%), dor do câncer (3,2%, G3/4: 1,2%), lacrimejamento (1,6%), audição alterada
(G3/4: 1,2%);
• Incomuns: alergia (0,4%), retenção de líquido (somente ganho de peso) (0,4%), neuromotor (G3/4:
0,4%), pele seca (G3/4: 0,4%), prisão de ventre (G3/4: 0,4%), azia (G3/4: 0,8%), sangramento
gastrintestinal (G3/4: 0,4%), alteração do paladar e do olfato (G3/4: 0,4%), disritmia cardíaca
(G3/4: 0,2%), isquemia do miocárdio (0,8%, G3/4: 0,8%), distúrbio venoso (0,8%, G3/4: 0,4%),
dor muscular (G3/4: 0,4%), conjuntivite (0,8%).
Os TEAEs clinicamente importantes foram determinados baseados na frequência, severidade e impacto
clínico do evento adverso
a Neutropenia febril: febre grau ≥ 2 concomitante com neutropenia grau 4 requerendo antibióticos IV e/ou
hospitalização
Experiência pós-comercialização
Reações alérgicas
Foram relatados raros casos de reação alérgica grave. Estes casos, muito raramente, resultaram em um
efeito fatal em pacientes que receberam pré-medicação.
Reações de hipersensibilidade com desfecho potencialmente fatal (frequência desconhecida) foram
reportadas com docetaxel em pacientes que previamente apresentaram reações de hipersensibilidade ao
paclitaxel.
Reações na pele
Casos de lúpus eritematoso cutâneo (doença multissistêmica autoimune), erupções bolhosas como eritema
multiforme, reações adversas cutâneas severas como a síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de
reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo), necrólise epidérmica tóxica
(grandes extensões da pele ficam vermelhas e morrem) e pustulose exantemática generalizada aguda tem
sido relatadas com docetaxel. Alterações parecidas com endurecimento da pele usualmente precedido por
inchaço em extremidades decorrente de alterações na circulação linfática têm sido relatados com
TAXOTERE. Em alguns casos vários fatores como infecções simultâneas, uso concomitante de
medicamentos e doenças preexistentes pode ter contribuído para o desenvolvimento destas reações. Foram
reportados casos de alopecia (perda de cabelos e pelos) permanente (frequência desconhecida).
Retenção de líquidos
Desidratação e acúmulo anormal de líquido nos pulmões têm sido raramente relatados.
Reações do aparelho digestivo
Enterocolite (inflamação do intestino) (frequência desconhecida), incluindo colite (inflamação do intestino
grosso), colite isquêmica (inflamação do intestino grosso por problemas de circulação) e enterocolite
neutropênica (inflamação do ceco, parte inicial do intestino grosso, com morte celular, rapidamente
progressiva e potencialmente fatal), foram reportadas com desfecho potencialmente fatal (frequência
desconhecida).
Foram relatados raros casos de desidratação resultante de eventos gastrintestinais, incluindo enterocolite e
perfuração gastrintestinal.
Casos raros de obstrução intestinal e do íleo foram reportados.
Reações do sistema nervoso
Observou-se raramente casos de convulsão ou perda transitória da consciência com a administração de
docetaxel. Algumas vezes estas reações aparecem durante a administração do medicamento.
Reações cardiovasculares
Foram relatados raros episódios de obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo de sangue e infarto do
miocárdio.
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Arritimia ventricular (descompasso dos batimentos do ventrículo do coração), incluindo taquicardia
ventricular (de frequência desconhecida) algumas vezes fatal, foi reportada em pacientes tratados com
docetaxel em combinação com tratamentos incluindo doxorrubicina, fluoruracila e/ou ciclofosfamida.
Reações relacionadas ao fígado
Foram relatados casos muito raros de hepatite, algumas vezes fatal, principalmente em pacientes com
distúrbios preexistentes do fígado.
Distúrbios auditivos e do labirinto
Foram relatados raros casos de dano à audição, distúrbios auditivos e/ou perda na audição, incluindo casos
associados com outras drogas que causam dano ao sistema auditivo.
Distúrbios da visão
Foram relatados raros casos de lacrimejamento com ou sem conjuntivite e casos muito raros de obstrução
do canal lacrimal resultando no lacrimejamento excessivo, principalmente em pacientes recebendo terapia
combinada com outros agentes antitumorais.
Foram relatados raros casos de distúrbios visuais transitórios (flashes, feixes de luz e sensação de luzes
piscando), ocorrendo tipicamente durante a administração do medicamento e em associação com reações
alérgicas. Estes raros casos foram reversíveis com a interrupção da administração.
Casos de Edema Macular Cistoide (EMC) têm sido reportados em pacientes tratados com docetaxel, bem
como com outros taxanos.
Distúrbios respiratórios, do tórax e do mediastino
Casos de síndrome de dificuldade respiratória aguda, pneumonia intersticial/ pneumonite, doença
intersticial pulmonar, fibrose pulmonar, insuficiência respiratória (dificuldade respiratória) e fenômenos de
reaparecimento dos efeitos da radiação foram relatados raramente podendo ser fatais. Foram relatados raros
casos de pneumonite actínica (decorrente de exposição à radiação) em pacientes recebendo radioterapia
concomitante.
Distúrbios gerais e condições dos locais de administração
Reação de recall do local de injeção (recorrência da reação cutânea em um local de extravasamento anterior
após administração de docetaxel em um local diferente) foi observada no local de extravasamento prévio
(frequência desconhecida).
Distúrbios do sangue e do sistema linfático
Foi relatada coagulação intravascular disseminada (CID – desordem que altera todo o sistema de
coagulação do sangue), geralmente em associação com infecção generalizada ou redução da função de
múltiplos órgãos.
Tumores benignos, malignos e não especificados (incluindo cistos e pólipos)
Cânceres recorrentes (frequência desconhecida), incluindo linfoma não-Hodgkin (produção de linfócitos
anormais que se originam nos gânglios linfáticos, tipo de câncer que afeta o sistema imune) e câncer de
rim, foram relatados em associação com docetaxel quando utilizado em combinação com outros tratamentos
anticâncer, conhecidos por estarem associados a cânceres recorrentes. Leucemia mielóide e síndrome
mielodisplásica (tipos de câncer da medula óssea) foram relatadas (frequência incomum) em estudos
clínicos principais em câncer de mama com o regime TAC.
Desordens dos rins e da urina
Foram relatadas redução da função e falência dos rins. A maioria desses casos foi associada com drogas
concomitantes que causam danos aos rins.
Informe seu médico, farmacêutico hospitalar ou enfermeiro se você tiver problemas nos rins ou altos níveis
de ácido úrico no sangue. Se, após a infusão com TAXOTERE, você sofrer de dor na lateral do corpo, ou
redução da quantidade ou escurecimento da urina, informe imediatamente o seu médico.
Distúrbios do metabolismo e nutrição
Casos de desequilíbrio eletrolítico foram reportados. Casos de hiponatremia (redução dos níveis de sódio
no sangue) foram reportados, na sua maioria associados com desidratação, vômitos e pneumonia.
Hipocalemia (redução dos níveis de potássio no sangue), hipomagnesemia (diminuição de magnésio no
sangue) e hipocalcemia (redução nos níveis de cálcio no sangue) foram observados, usualmente em
associação com distúrbios gastrintestinais, em particular diarreia. Síndrome da Lise Tumoral (destruição
maciça de células malignas), às vezes fatal, foi relatada. Se você apresentar dor na lateral do seu corpo, ou
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redução da quantidade ou escurecimento da urina, você deve informar o seu médico imediatamente, uma
vez que pode ser fatal à vida devido à falência dos rins e problemas cardíacos.
Distúrbios Musculoesqueléticos
Casos de miosite (inflamação dos músculos) foram reportados com o uso de docetaxel.
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora
as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado
corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe
seu médico.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Poucos casos de superdose com TAXOTERE foram relatados. Em caso de superdose, o paciente deve ser
mantido em unidade especializada com monitorização cuidadosa das funções vitais. Não existe antídoto
que possa ser utilizado em caso de superdose. As complicações primárias antecipadas da superdose
consistem de supressão da medula óssea (diminuição da produção de células sanguíneas), toxicidade ao
sistema nervoso periférico e inflamação das mucosas. Os pacientes devem receber tratamento com G-CSF
o mais precocemente possível após o diagnóstico de superdose. Se necessário, devem ser empregadas outras
medidas apropriadas para alívio dos sintomas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
USO RESTRITO ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE
Registro: 1.8326.0439
Importado e Registrado por:
Sanofi Medley Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 - Suzano– SP
CNPJ 10.588.595/0010-92
® Marca Registrada
Produzido por:
Sanofi-Aventis Deutschland GmbH
Frankfurt am Main – Alemanha
IB270223A
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 03/07/2023.
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INSTRUÇÕES DE PREPARO PARA UTILIZAR TAXOTERE 20 mg/1,0 mL ou 80 mg/4,0 mL
SOLUÇÃO PARA DILUIÇÃO PARA INFUSÃO
NÃO utilize a formulação contendo dois frascos-ampola (solução para diluição para infusão e
diluente) com a formulação contendo apenas um frasco-ampola (solução para diluição para infusão).
É IMPORTANTE QUE SE LEIA ATENTAMENTE ESTA INSTRUÇÃO NA SUA TOTALIDADE
ANTES DO PREPARO DA SOLUÇÃO PARA INFUSÃO DE TAXOTERE
1. FÓRMULA
TAXOTERE solução para diluição para infusão é uma solução amarela clara a amarela-acastanhada,
contendo 20 mg/mL de docetaxel em polissorbato 80 e álcool etílico (anidro) e ácido cítrico.
2. APRESENTAÇÕES
TAXOTERE é apresentado em frascos-ampola.
Cada embalagem contém um frasco-ampola de TAXOTERE 20 mg/1,0 mL ou TAXOTERE 80 mg/4,0 mL
solução concentrada para infusão.
TAXOTERE deve ser conservado em temperatura ambiente inferior a 25°C, protegido da luz. Nestas
condições, o prazo de validade é de 24 meses para TAXOTERE 20 mg/1,0 mL e de 36 meses para
TAXOTERE 80 mg/4,0 mL.
2.1. Frasco-ampola de 20 mg/1,0 mL
• O frasco-ampola de TAXOTERE 20 mg/1,0 mL é de vidro incolor de 7 mL, fechado com lacre de
alumínio e tampa verde.
• O frasco-ampola de TAXOTERE contém 20 mg de docetaxel (anidro) em 1,0 mL de solução 50/50
(v/v) de polissorbato 80/álcool etílico (anidro).
2.2. Frasco-ampola de 80 mg/4,0 mL:
• O frasco-ampola de TAXOTERE 80 mg/4,0 mL é de vidro incolor de 7 mL, fechado com lacre
de alumínio e tampa magenta.
• O frasco-ampola de TAXOTERE contém 80 mg de docetaxel (anidro) em 4,0 mL de solução 50/50
(v/v) de polissorbato 80/álcool etílico (anidro).
3. RECOMENDAÇÕES PARA O MANUSEIO SEGURO
TAXOTERE é um agente antineoplásico e, assim como com outros compostos potencialmente tóxicos,
deve-se ter cautela na manipulação e no preparo das soluções de TAXOTERE. É recomendado o uso de
luvas.
Caso a solução concentrada de TAXOTERE ou solução para infusão entre em contato com a pele, lave a
região imediata e completamente com água e sabão. Caso a solução concentrada de TAXOTERE ou solução
para infusão entre em contato com membranas mucosas, lave-as imediata e completamente com água.
4. PREPARO DA SOLUÇÃO PARA ADMINISTRAÇÃO INTRAVENOSA
4.1. Preparo da solução para infusão
4.1.1. Pode ser necessário mais do que um frasco de TAXOTERE solução para diluição para infusão para
se obter a dose necessária ao paciente. Retire assepticamente a quantidade necessária de solução
concentrada (20 mg/mL) utilizando uma seringa calibrada com agulha de 21G.
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Figura 4.1.1
4.1.2. Transfira este volume, através de uma injeção única, para uma bolsa ou frasco de infusão com 250
mL de solução glicosilada a 5% ou solução de cloreto de sódio 0,9%. Caso seja necessária uma dose maior
que 200 mg de TAXOTERE, utilize um volume superior de veículo de infusão, visando não exceder a
concentração de 0,74 mg/mL de TAXOTERE.
Figura 4.1.2.
4.1.3. Misture o conteúdo da bolsa ou frasco de infusão manualmente, utilizando movimento oscilante.
Figura 4.1.3
4.1.4. Uma vez adicionada, conforme recomendações, à bolsa de infusão, a solução para infusão de
TAXOTERE, se armazenada abaixo de 25°C, é estável por 6 horas. A solução deve ser utilizada dentro de
6 horas (incluindo 1 hora de infusão intravenosa).
A estabilidade física e química da solução para infusão em uso, preparada conforme recomendado, foi
demonstrada em bolsas que não contêm PVC por até 48 horas quando armazenada entre 2° e 8°C.
4.1.5. A solução para infusão de docetaxel é supersaturada, portanto, pode cristalizar com o tempo. Se
aparecerem cristais, a solução não deve mais ser utilizada, devendo ser descartada.
5. INUTILIZAÇÃO DE MATERIAIS
Todos os materiais utilizados na diluição e administração de TAXOTERE devem ser descartados seguindo
procedimento padrão.
6. RESULTADOS DE EFICÁCIA
Câncer de mama
(Martin M, et al. N Engl J Med. 2005 Jun;352(22):2302-13)
Estudo randomizado, aberto, multicêntrico suporta o uso de TAXOTERE para o tratamento adjuvante nas
pacientes com câncer de mama operável com linfonodo positivo. 1491 pacientes foram randomizadas
para receber tanto TAXOTERE 75 mg/m2, administrado 1 hora após doxorrubicina 50 mg/m2 e
ciclofosfamida 500 mg/m2 (braço TAC) ou doxorrubicina 50 mg/m2 seguida de fluoruracila 500 mg/m2 e
ciclofosfamida 500 mg/m2 (braço FAC). Foi demonstrada uma sobrevida livre de doença
significativamente mais longa para o braço TAC comparado com o braço FAC. A sobrevida global também
foi significativamente maior no braço TAC com as pacientes tratadas com TAC que apresentaram uma
redução de 30% no risco de morte comparado ao FAC (hazard ratio=0,70; 95% CI (0,53-0,91), p=0,008).
(GEICAM 9805) (N Engl J Med. 2010 Dec 2;363(23):2200-10)
Estudo randomizado, aberto, multicêntrico (GEICAM 9805) suportam o uso de TAXOTERE para o
tratamento adjuvante de pacientes com câncer de mama operável linfonodo-negativo com um ou mais
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fatores de alto risco. (tamanho do tumor > 2 cm, idade < 35 anos, status negativo do receptor de hormônio,
tumor grau 2 ou 3). 1060 pacientes foram randomizadas para receber ou TAXOTERE 75
mg/m2administrado 1 hora após doxorrubicina 50 mg/m2 e ciclofosfamida 500 mg/m2 (539 pacientes no
braço TAC), ou doxorrubicina 50 mg/m2 seguida de fluoruracila 500 mg/m2 e ciclofosfamida 500 mg/m2
(521 pacientes no braço FAC). Foi demonstrada sobrevida livre de doença significativamente mais longa
para o braço TAC comparado ao braço FAC. Sobrevida global mediana também foi mais longa no braço
TAC com pacientes tratadas com TAC apresentando uma redução de 24% no risco de morte em comparação
ao FAC, porém sem significância estatística, até o momento do acompanhamento de follow-up do estudo
(hazard ratio=0,76, 95% IC (0,46-1,26), p=0,29).
(Estudo BCIRG 006 – SABCS 2006, Abstract: 52 e Slamon D, et al. SABCS 2009. Abstract 62)
A eficácia e segurança de TAXOTERE em associação com trastuzumabe foram avaliadas no tratamento
adjuvante para pacientes com câncer de mama operável cujos tumores superexpressam HER2 (com
linfonodo positivo e linfonodo negativo de alto risco). Um total de 3.222 mulheres foram randomizadas no
estudo e 3.174 foram tratadas com AC-T, AC-TH ou TCH. Sobrevida Livre de Doença (DFS) foi o endpoint
primário e a Sobrevida Global (OS) foi o endpoint secundário. TAXOTERE e trastuzumabe administrados
simultaneamente como parte dos regimes de tratamento adjuvante baseado em antraciclina (AC-TH) ou
sem antraciclina (TCH) prolongou significativamente e estatisticamente ambos DFS e OS comparado com
o braço controle (AC-T). A redução relativa no risco de morte foi 42% (p=0,0024) e 34% (p=0,0182) para
os braços AC-TH e TCH, respectivamente, comparados com o braço AC-T.
(Nabholtz JM, et al. J Clin Oncol. 2003 May;21(6):968-75)
Estudo fase III randomizado, envolvendo 429 pacientes com câncer de mama metastático não tratados
previamente foi realizado com doxorrubicina (50 mg/m2) em associação com docetaxel (75 mg/m2) (grupo
AT) versus doxorrubicina (60 mg/m2) em associação com ciclofosfamida (600 mg/m2) (grupo AC). O
tempo para progressão foi significativamente mais prolongado no grupo do docetaxel comparado ao grupo
controle, p = 0,0138. A taxa de resposta global foi significativamente maior no grupo do docetaxel (59,3%)
comparado ao grupo controle (46,5%), p=0,009.
(Jones SE, et al. J Clin Oncol. 2005 Aug;23(24):5542-51)
Dois estudos comparativos, fase III randomizados, envolvendo 326 pacientes com câncer de mama
metastático que falharam aos agentes alquilantes ou 392 que falharam às antraciclinas. Em pacientes que
falharam a agentes alquilantes, docetaxel foi comparado à doxorrubicina (75 mg/m2 a cada 3 semanas). O
tempo de sobrevida global foi: docetaxel 15 meses versus 14 meses, p =0,38 / A taxa de resposta foi:
docetaxel 52% versus 37%, p=0,01 / O tempo de resposta foi: docetaxel 12 semanas versus 23 semanas,
p=0,007.
Em pacientes que falharam à antraciclina, docetaxel foi comparado à associação de mitomicina C e
vinblastina (12 mg/m2 a cada 6 semanas e 6 mg/ m2 a cada 3 semanas): O tempo de sobrevida global foi:
docetaxel 11 meses versus 9 meses, p =0,01 / A taxa de resposta foi: docetaxel 33% versus 12%, p=0,0001.
Um estudo de fase III aberto, multicêntrico, randomizado foi conduzido para comparar TAXOTERE e
paclitaxel no tratamento do câncer de mama avançado nas pacientes cuja terapia prévia deveria ter
incluído uma antraciclina. Um total de 449 pacientes foram randomizadas para receberem ou TAXOTERE
100 mg/m2 ou paclitaxel 175 mg/m2.
Tabela 1 - Eficácia de TAXOTERE versus paclitaxel no tratamento de câncer de mama avançado
(análise com intenção de tratamento, ao menos que especificado).
Desfecho (Endpoint) TAXOTERE 100 mg/m2 paclitaxel 175 mg/m2 Valor de p
(não ajustado)
Mediana de sobrevida (meses)
95% IC
15,3
(13,3 – 18,5)
12,7
(10,5 – 14,8)
0,03
* Taxa de resposta global
(ORR) (%)
95% IC
32,0
(25,9 – 38,1)
25,0
(19,3 – 30,7) 0,10
* Endpoint estudo primário
(Shaughnessy J, et al. J Clin Oncol. 2002; 20(12):2812-23)
Estudo clínico fase III controlado, randomizado, multicêntrico suportam o uso de TAXOTERE em
associação com capecitabina para o tratamento de pacientes com câncer de mama localmente avançado
ou metastático após falha de quimioterapia citotóxica, incluindo uma antraciclina. Neste estudo, 255
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pacientes foram randomizados para tratamento com TAXOTERE e capecitabina). Foram randomizados 256
pacientes para o tratamento com TAXOTERE em monoterapia. A sobrevida foi superior no grupo da
associação TAXOTERE + capecitabina (p=0,0126). Sobrevida mediana foi de 442 dias (TAXOTERE +
capecitabina) comparada à 352 dias (TAXOTERE em monoterapia). A taxa de resposta objetiva global em
toda população randomizada (avaliação do investigador) foi de 41,6% (TAXOTERE + capecitabina)
comparado à 29,7% (TAXOTERE em monoterapia); p= 0,0058. Tempo para progressão da doença ou morte
foi superior na associação TAXOTERE + capecitabina (p<0,0001). O tempo mediano para progressão foi
186 dias (TAXOTERE + capecitabina) comparado à 128 dias (TAXOTERE em monoterapia).
(Marty M, et al. J Clin Oncol. 2005 Jul;23(19):4265-74)
Foi estudada a associação de TAXOTERE com trastuzumabe para o tratamento de pacientes com câncer
de mama metastático cujos tumores superexpressam HER2 e que previamente não receberam quimioterapia
para doença metastática. 186 pacientes receberam TAXOTERE com ou sem trastuzumabe; 60% das
pacientes receberam anteriormente quimioterapia adjuvante baseada em antraciclina. Os resultados de
eficácia estão resumidos na seguinte tabela:
Tabela 2 - Sumário de resultados de eficácia – TAXOTERE em combinação com
TRASTUZUMABE
Parâmetro TAXOTERE em associação com
trastuzumabe1
TAXOTERE n=94 1
Taxa de resposta (95% IC) 61% (50-71) 34% (25-45)
Sobrevida mediana (meses) (95%
IC)
30,5 2 (26,8-ne) 22,1 2 (17,6-28,9)
1 posição de análise completa (intenção de tratamento)
2 sobrevida mediana estimada
Câncer de pulmão de não-pequenas células
(Roszkowski K et al. Lung Cancer. 2000 Mar;27(3):145-57)
Estudo fase III comparando docetaxel adicionado a melhor tratamento de suporte (BSC) versus melhor
tratamento de suporte, à pacientes com doença localmente avançada (estágio IIIb) e metastática (IV). A
sobrevida global foi significativamente mais prolongada em pacientes no grupo do docetaxel (p=0,026)
comparada aos pacientes do grupo que recebeu apenas BSC. A taxa de sobrevida de 1 ano foi de 25 % para
docetaxel comparado a 16% para BSC. A taxa de resposta global nos pacientes avaliáveis foi de 19,6% com
uma duração mediana de resposta de 37,1 semanas.
(Fossella F, et al. J Clin Oncol. 2003 Aug;21(16):3016-24)
Estudo fase III, 1218 pacientes com câncer de pulmão de não-pequenas células no estágio IIIB não
ressecado ou IV e sem quimioterapia prévia foram randomizados para receber tanto TAXOTERE 75 mg/m2
por infusão de 1 hora seguido imediatamente por cisplatina (Cis) 75 mg/m2 por 30-60 minutos a cada 3
semanas, quanto TAXOTERE 75 mg/m2 por infusão de 1 hora seguido imediatamente por carboplatina
(Cb) (AUC 6 mg/mL.min) por 30-60 minutos a cada 3 semanas ou vinorelbina (V) 25 mg/m2 administrado
por 6-10 minutos nos dias 1, 8, 15, 22 seguido por Cis 100 mg/m2 administrado no dia 1 dos ciclos repetidos
a cada 4 semanas. A sobrevida mediana no grupo TAXOTERE + Cis foi de 11,3 meses comparado com
10,1 meses no grupo V + Cis, a taxa de sobrevida em 2 anos foi 21% e 14% respectivamente. Hazard ratio
foi 1,183 a favor de TAXOTERE + Cis (95% IC = 1,008 – 1,388). A taxa de resposta global foi mais elevada
no grupo TAXOTERE + Cis comparada ao grupo vinorelbina + cisplatina (31,6% vs. 24,5%). A duração
mediana de resposta foi comparável entre os 2 grupos (32 semanas vs. 34 semanas), assim como o tempo
para progressão mediano (22,0 semanas vs. 23,0 semanas).
(Fossella F, et al. J Clin Oncol. 2000 Jun;18(12):2354-62)
Em um estudo multicêntrico fase III, 373 pacientes foram randomizados em três grupos de tratamento: A)
docetaxel 100 mg/m2 (D/100) [n=125] por infusão IV de 1 hora a cada 3 semanas ou, B) docetaxel 75
mg/m2 (D/75) [n=125] por infusão IV de 1 hora a cada 3 semanas ou, C) de acordo com escolha do médico,
tanto vinorelbina (30 mg/m2 [n=89] por infusão IV nos dias 1, 8 e 15 repetidos a 3 semanas), quanto
ifosfamida (2 g/m2 [n=34] nos dias 1, 2 e 3 repetidos a cada 3 semanas). A taxa de sobrevida em 1 ano é
maior em cada grupo do docetaxel (32%) comparado à 10% no grupo controle de vinorelbina (V) ou
isofosfamida (I). Entre os pacientes que foram acompanhados por no mínimo 1 ano antes de quimioterapia
subsequente, a sobrevida em 1 ano foi significativamente diferente a favor do grupo do docetaxel (16%
com vida) comparado ao grupo V ou I (5% com vida) [p=0,023]. Taxa de resposta para o grupo D/100 foi
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significativa e estatisticamente maior que o grupo controle V/I na análise dos pacientes avaliáveis (11,9%
versus 1,0%; p=0,001). No grupo D/75, a taxa de resposta foi também significativa e estatisticamente maior
que o grupo controle V/I (7,5% versus 1,0%; p=0,036).
(Shepherd F, et al. J Clin Oncol. 2000 May;18(10):2095-103)
Em um segundo estudo multicêntrico fase III, 204 pacientes foram randomizados dentro de dois grupos de
tratamento: - Docetaxel 100 [n=49] ou 75 [n=55] mg/m2 de infusão intravenosa de 1 hora a cada 3 semanas
comparado a melhor tratamento de suporte (BSC) [n=100]. A sobrevida mediana foi de 7,2 meses para os
pacientes tratados nos grupos com docetaxel, comparado à 4,6 meses para os pacientes que receberam
tratamento de suporte (p=0,14). No entanto, nos pacientes tratados com docetaxel a 75 mg/m2, a sobrevida
global foi significativamente mais prolongada (p=0,016) em favor do grupo do docetaxel, comparado ao
grupo BSC, com sobrevida mediana de 9 meses versus 4,6 meses, respectivamente. A sobrevida em 1 ano
foi também significativamente mais prolongada (p=0,016) com docetaxel (40%) comparada ao grupo BSC
(16%). A taxa de resposta global foi 7,6% nos pacientes avaliáveis, e a mediana da duração de resposta foi
de 26,1 semanas.
Câncer de ovário
(Aapro MS, et al. Ann Oncol. 1994; 5(5):508 (abstract) / Francis P, et al. J Clin Oncol. 1994
Nov;12(11):2301-8 / ; Piccart MJ, et al. Clin Cancer Res. 1995 May; 87(9):676-81 / Kavanagh JJ, et
al. Clin Cancer Res. 1996 May;2(5):837-42)
A segurança e eficácia de docetaxel foi avaliada em quatro estudos Fase II em mulheres com câncer de
ovário avançado refratário à platina. No total, 340 pacientes foram incluídas, todas tendo sido tratadas
previamente com cisplatina ou carboplatina e portadoras de doença recorrente ou progressiva. As
taxas de resposta global entre os quatro estudos clínicos individuais variaram de 26 a 40%. Quando os
dados de resposta dos quatro estudos foram compilados, houve 14 respostas completas e 79 respostas
parciais entre os 315 pacientes avaliáveis, resultando em uma taxa de resposta global de 30% (IC 95%: 19–
36%) A duração mediana da resposta e a sobrevida mediana nos quatro estudos individuais variou de 4,5 a
6,7 meses e de 8 a 10,4 meses, respectivamente.
Câncer de próstata
(Tannock IF, et al. N Engl J Med. 2004 Oct;351(15):1502-12)
a) Câncer de próstata metastático resistente à castração
Estudo fase III (TAX327) multicêntrico randomizado de TAXOTERE em associação com prednisona ou
prednisolona em pacientes com câncer de próstata metastático resistente à castração. Um total de 1006
pacientes com KPS>60 foram randomizados nos seguintes grupos de tratamento: A) TAXOTERE 75
mg/m2 a cada 3 semanas por 10 ciclos ou B) TAXOTERE 30 mg/m2 administrado semanalmente nas 5
primeiras semanas em um ciclo de 6 semanas por 5 ciclos ou C) Mitoxantrona 12 mg/m2 a cada 3 semanas
por 10 ciclos. Pacientes que receberam docetaxel a cada três semanas demonstraram significativo
prolongamento da sobrevida global comparada àqueles tratados com mitoxantrona. O aumento na sobrevida
observado no grupo semanal de docetaxel não foi estatisticamente significativo comparado ao grupo
controle mitoxantrona. Endpoints de eficácia para o grupo do TAXOTERE comparados ao grupo controle
estão resumidos na tabela a seguir:
Tabela 3 - Eficácia de TAXOTERE no tratamento de pacientes com câncer de próstata metastático
resistente à castração (análise por intenção de tratamento)
Desfecho (Endpoint) TAXOTERE a cada
3 semanas
TAXOTERE a
cada semana
Mitoxantrona a
cada 3 semanas
Mediana de sobrevida (meses) 18,9 17,4 16,5
Taxa de resposta PSA (%) 45,4 47,9 31,7
Taxa de resposta para dor (%) 34,6 31,2 21,7
Índice de resposta tumoral (%) 12,1 8,2 6,6
b) Câncer de próstata localmente avançado de alto risco ou câncer de próstata metastático hormônio-
sensível
Estudo fase II-III (STAMPEDE – MRC PR08) multicêntrico randomizado de TAXOTERE sob cuidados
básicos em pacientes com câncer de próstata localmente avançado de alto risco ou câncer de próstata
metastático hormônio-sensível. Um total de 2962 pacientes masculinos foram distribuídos em 4 grupos de
tratamento, incluindo os seguintes grupos de tratamento de interesse: cuidados básicos + docetaxel 75
mg/m², administrado a cada 3 semanas por 6 ciclos, e cuidados básicos isolados.
-- 27 of 43 --
27
O regime de docetaxel foi administrado em combinação com prednisona ou prednisolona 10 mg por dia
continuamente.
No geral, 61% dos pacientes que receberam docetaxel em combinação com cuidados básicos ou cuidados
básicos isolados, apresentavam câncer de próstata metastático.
A sobrevida global mediana foi clinicamente e significativamente mais longa no grupo de tratamento de
docetaxel do que no grupo cuidados básicos isolados, com uma média de sobrevida global de 10 meses a
mais com a adição de docetaxel aos cuidados básicos (HR 0,78, p=0,006). Em pacientes com câncer de
próstata metastático, a média de sobrevida global foi significativamente maior no grupo de tratamento com
docetaxel do que no grupo sob cuidados básicos, com uma média de sobrevida global 15 meses maior com
a adição de docetaxel aos cuidados básicos (HR 0,76, p=0,005). Endpoints de eficácia para o braço
TAXOTERE versus o braço controle estão resumidos a seguir:
Tabela 4 - Eficácia de TAXOTERE em combinação com prednisona ou prednisolona e cuidados
básicos no tratamento de pacientes com câncer de próstata localmente avançado de alto risco ou de
câncer de próstata metastático hormônio-sensível. (STAMPEDE-MRC PR08).
Desfecho (Endpoint) TAXOTERE + cuidados
básicos cuidados básicos isolado
Número de pacientes 592 1184
Mediana de sobrevida global (meses)
Todos os pacientes 81 71
Taxa de risco (hazard ratio) 0,78 -
IC 95 % (0,66 – 0,93) -
p-valora 0,006 -
Pacientes com câncer de
próstata metastático
60 45
Taxa de risco (hazard ratio) 0,76 -
IC 95 % (0,62 – 0,92) -
p-valora 0,005 -
Sobrevida livre de falha b
Mediana (meses) 37 20
Taxa de risco (hazard ratio) 0,61 -
IC 95 % (0,53 – 0,70) -
p-valora < 0,001 -
a Teste de classificação log-rank
b Sobrevida livre de falhas: tempo da randomização da primeira evidência até pelo menos uma das
seguintes: falha bioquímica; progressão local, em gânglios linfáticos ou em metástases à distância; ou morte
por câncer de próstata, onde a falha bioquímica foi definida como um aumento do PSA de 50 % acima do
nadir dentro de 24 semanas e acima de 4 ng/mL e confirmado por reteste ou tratamento.
c) Câncer de próstata metastático hormônio-sensível
A segurança e eficácia de TAXOTERE, administrada no início da terapia de privação androgênica (ADT)
em pacientes com câncer de próstata sensível a hormônios metastáticos foram avaliadas em um estudo
multicêntrico, randomizado de Fase III (CHAARTED - E3805). Um total de 790 homens foram alocados
para os 2 grupos de tratamento : ADT + docetaxel 75 mg/m² administrado no início da ADT, administrado
a cada 3 semanas durante 6 ciclos; e ADT isolada.
A mediana da sobrevida global foi significativamente maior no grupo de tratamento com docetaxel do que
no grupo de ADT isolada, com uma média de sobrevida global de 13,6 meses a mais com a adição do
docetaxel à ADT (taxa de risco 0,61, p< 0,001). Os endpoints de eficácia para o braço TAXOTERE versus
o braço controle, estão resumidos na tabela a seguir:
Tabela 5 - Eficácia de TAXOTERE e ADT no tratamento de pacientes com câncer de próstata
metastático hormônio-sensível (CHAARTED – E3805)
Desfecho (Endpoint) TAXOTERE + ADT ADT isolada
Número de pacientes 397 393
Mediana de sobrevida global (meses)
Todos os pacientes 57,6 44,0
Taxa de risco (hazard ratio) 0,61 -
IC 95 % (0,47 – 0,80) -
-- 28 of 43 --
28
p-valor a < 0,001 -
Pacientes com doença de
grande volumeb (meses)
49,2 32,2
Taxa de risco (hazard ratio) 0,60 -
IC 95 % (0,45 – 0,81) -
p-valor a < 0,001 -
Resposta de PSA < 0,2 ng/mL,
em 6 meses – N(%)
127(32,0) 77 (19,6)
p-valor a < 0,001 -
Resposta de PSA < 0,2 ng/mL,
em 12 meses – N(%)
110(27,7) 66(16,8)
p-valor a < 0,001 -
Sobrevida Livre de
Progressão
Mediana (meses) 19,8 11,6
IC 95% 16,7 – 22,8 10,8 – 14,3
Taxa de risco (hazard ratio)
ajustada
0,60
IC 95 % 0,51 – 0,72
p-valor a <0,0001
Resposta de PSA** em 6 meses
– N(%)
127 (32,0) 77 (19,6)
p-valor a* < 0,001 -
Resposta de PSA ** em 12
meses – N(%)
110 (27,7) 66(16,8)
p-valor a* < 0,0001 -
Tempo da randomização até PSA ou progressão clínicac
Mediana (meses) 20,2 11,7
IC 95 % (17,2 – 23,6) (10,8 – 14,7)
Taxa de risco (hazard ratio) 0,61 -
IC 95 % (0,51 – 0,72) -
p-valora < 0,0001 -
Tempo de progressão clínica d
Mediana (meses) 33,0 19,8
IC 95 % (27,3 – 41,2) (17,9 – 22,8)
Taxa de risco (hazard ratio)
ajustada
0,61 -
IC 95 % (0,50 – 0,75) -
p-valora < 0,0001 -
Análise de acompanhamento de longo prazo
Mediana de acompanhamento
Todos os pacientes 53.7 53.7
Sobrevida Global Mediana
Todos os pacientes 57.6 47.2
IC 95% (52.0-63.9) (41.8-52.8)
Taxa de risco (hazard ratio)
ajustada
0.72
IC 95% (0.59 – 0.89)
p-valor 0,0018
Tempo da randomização até
PSA ou progressão clínica
Mediana (meses) 19.4 11.7
IC 95% (16.8 – 22.6) (10.8-14-4)
Taxa de risco (hazard ratio) 0.61
IC 95% (0.52-0.73)
p-valora* <0.001
-- 29 of 43 --
29
Tempo para progressão clínica
d
Mediana (meses) 33.0 19.8
IC 95% (29.1 – 40.9) (17.8-22.5)
Taxa de risco (hazard ratio)
ajustada
0.62
IC 95% (0.51 – 0.75)
p-valor a * <0.001
a Tempo para as variáveis do evento: teste de log-rank estratificado.
Variáveis da taxa de resposta: Teste exato de Fischer.
*valor-p para fins descritivos.
** Resposta de PSA: resposta ao antígeno específico da próstata: nível de PSA <0,2 ng / mL medido por
duas medições consecutivas com pelo menos 4 semanas de intervalo.
b A doença de grande volume foi definida como a presença de metástases viscerais, ou ≥ a 4 lesões ósseas
e no mínimo uma lesão, além dos corpos vertebrais ou pelve em oposição à doença de baixo volume.
c Tempo para câncer de próstata resistente à castração = tempo desde a randomização até a progressão do
PSA ou progressão clínica (ou seja, aumento das metástases ósseas sintomáticas, progressão de acordo com
os critérios RECIST ou deterioração clínica devido ao câncer de acordo com a opinião do investigador), o
que ocorrer primeiro.
d Progressão clínica = o tempo desde a randomização até a progressão clínica, ou seja, aumento dos sintomas
de metástases ósseas; progressão de acordo com os Critérios de Avaliação de Resposta em Tumores Sólidos,
versão 1.0; ou deterioração clínica devido ao câncer, de acordo com a opinião do investigador.
Outros parâmetros de benefício clínico
Não foram observadas diferenças estatísticas entre os grupos de tratamento para Qualidade Global de Vida
no estudo TAX 327 (câncer de próstata metastático resistente à castração).
Adenocarcinoma gástrico
(Van Cutsem E, et al. J Clin Oncol. 2006 Nov;24(31):4991-7)
Um estudo randomizado, aberto, multicêntrico foi conduzido para avaliação de segurança e de eficácia de
TAXOTERE para o tratamento de pacientes com adenocarcinoma gástrico avançado, incluindo
adenocarcinoma da junção gastroesofágica, que não receberam quimioterapia prévia para a doença
avançada. Um total de 445 pacientes com KPS>70 foram tratados com TAXOTERE (T) (75 mg/m 2 no dia
1) em combinação com cisplatina (C) (75 mg/m2 no dia 1) e fluoruracila (F) (750 mg/m2 por dia por 5 dias)
ou cisplatina (100 mg/m 2 no dia 1) e fluoruracila (1000 mg/m 2 por dia por 5 dias). A sobrevida global foi
significativamente mais longa (p=0,0201) a favor do braço TCF com um risco de redução de mortalidade
de 22,7% (sobrevida global mediana de 9,2 meses no braço TCF versus 8,6 meses no braço CF). As taxas
de resposta global (resposta completa + resposta parcial) foram 36,7% no braço tratado com TCF e 25,4%
no braço tratado com CF, com uma diferença estatisticamente significante (p=0,0106).
Câncer de cabeça e pescoço
(Vermoken J, et al. N Engl J Med. 2007 Oct;357(17):1695-704).
A segurança e eficácia de TAXOTERE no tratamento de indução de pacientes com carcinoma de células
escamosas de cabeça e pescoço (SCCHN) foi avaliada no estudo de fase III, randomizado, aberto,
multicêntrico (TAX 323). Neste estudo, 358 pacientes com SCCHN inoperável localmente avançado e com
estado de desempenho WHO 0 ou 1, foram randomizados para um dos dois braços de tratamento. Os
pacientes no braço TAXOTERE receberam TAXOTERE (T) 75 mg/m2 seguido de cisplatina (P) 75 mg/m2
no dia 1, seguido de fluoruracila (F) 750 mg/m 2 por dia em infusão contínua nos dias 1-5. Os pacientes no
braço comparador receberam cisplatina (P) 100 mg/m 2 no dia 1, seguido por fluoruracila (F) 1000 mg/m2
em infusão contínua nos dias 1-5. O endpoint primário neste estudo, a sobrevida livre de progressão (PFS)
foi significativamente maior no braço TPF comparado com o braço PF, p=0,0042 (PFS mediano: 11,4 vs.
8,3 meses, respectivamente) com um tempo de acompanhamento mediano global de 33,7 meses. A
sobrevida mediana global foi também, significativamente maior a favor do braço TPF comparado ao braço
PF (OS mediana: 18,6 vs. 14,5 meses, respectivamente) com uma redução no risco de mortalidade de 28%,
p=0,0128.
(Posner M, et al. N Engl J Med. 2007 Oct;357(17):1695-704)
-- 30 of 43 --
30
A segurança e eficácia de TAXOTERE no tratamento de indução de pacientes com SCCHN localmente
avançado (não ressecável, cura cirúrgica baixa ou preservação do órgão) foi avaliado num estudo de fase
III, randomizado, multicêntrico, aberto (TAX 324). Neste estudo, 501 pacientes, com SCCHN localmente
avançado e um estado de desempenho WHO de 0 ou 1, foi randomizado para 1 dos 2 braços. Os pacientes
do braço TAXOTERE receberam TAXOTERE (T) 75 mg/m2 por infusão IV no dia 1 seguido de cisplatina
(P) 100 mg/m 2 administrada por infusão IV de 30 minutos a três horas, seguido por infusão contínua IV de
fluoruracila (F) 1000 mg/m2/dia do dia 1 ao dia 4. Os pacientes no braço comparador receberam cisplatina
(P) 100 mg/m2 por infusão IV de 30 minutos a 3 horas no dia 1 seguido por infusão contínua IV de
fluoruracila (F) 1000 mg/m 2/dia do dia 1 ao dia 5. O endpoint de eficácia primário neste estudo, sobrevida
global (OS) foi significativamente mais longo (teste long-rank, p=0,0058) com o regime contendo
TAXOTERE comparado ao PF (mediana OS: 70,6 versus 30,1 meses respectivamente), com uma redução
do risco de 30% na mortalidade comparada ao PF (hazard ratio (HR) = 0,70, 95% intervalo de confiança
(CI) = 0,54 – 0,90). O endpoint secundário, PFS, demonstrou uma redução do risco de 29% de progressão
ou morte e uma melhora de 22 meses no PFS mediano (35,5 meses para TPF e 13,1 para PF). Isto também
foi estatisticamente significante com um HR de 0,71; 95% CI 0,56 – 0,90; teste de log-rank p=0,004.
IB270223
-- 31 of 43 --
Anexo B
Histórico de Alteração para a Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No. expediente Assunto Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data da
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
06/06/2013 0450523/13-9
10458 -
MEDICAMENT
O NOVO –
Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
NA NA NA NA
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?/ 5.
Advertências e
Precauções
8. Quais os males que
este medicamento
pode me causar?/ 9.
Reações adversas
VP/ VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 4 ML
12/06/2013 0468303/13-0
10451 -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
07/02/2013
04/04/2013
0101789/13-6
0256932/13-9
10250 –
MEDICAMENT
O NOVO -
Inclusão de Local
de Fabricação do
Medicamento de
Liberação
convencional com
prazo de análise
E
10135 –
MEDICAMENT
O NOVO –
Inclusão de local
de embalagem
secundária
28/05/2013
04/04/2013
Dizeres Legais VP/ VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 4 ML
-- 32 of 43 --
12/09/2013 0771085/13-2
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
12/09/2013 -
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
12/09/2013 Dizeres Legais VP/ VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 4 ML
18/02/2014 0123712/14-8
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
18/02/2014 -
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
18/02/2014 Dizeres Legais VP/ VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 4 ML
13/11/2014 1025603/14-2
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
18/06/2012 0502642/12-3
(10218) –
MEDICAMENTO
NOVO –
Ampliação do
Prazo de Validade
13/10/2014
7. Cuidados de
Armazenamento do
Medicamento
VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 4 ML
28/11/2014 1071475/14-8
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
13/11/2014 1026043/14-9
(10238) –
MEDICAMENTO
NOVO –
Exclusão do local
de fabricação do
fármaco, ou local
de embalagem
primária, ou local
de embalagem
secundária ou
local de
fabricação do
produto
13/11/2014 Dizeres Legais VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 4 ML
-- 33 of 43 --
30/01/2015 0088347/15-6
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
30/01/2015 0088347/15-6
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
30/01/2015
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?/ 5.
Advertências e
Precauções
5.Onde, como e por
quanto tempo posso
guardar esse
medicamento/ 7.
Cuidados de
Armazenamento do
Medicamento
8. Quais os males que
este medicamento
pode me causar?/ 9.
Reações adversas
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 4 ML
17/04/2015 0338738/15-1
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
06/04/2015 0296239/15-0
10135-
MEDICAMENTO
NOVO - Inclusão
de local de
embalagem
secundária
06/04/2015
Dizeres Legais
(embalador
secundário)
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 4 ML
28/09/2015 0861672/15-8
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
28/09/201 0861672/15-8
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
28/09/201
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?/ 6.
Interações
Medicamentosas
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 4 ML
-- 34 of 43 --
18/12/2015 1102878/15-5
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
18/12/2015 1102878/15-5
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
18/12/2015
8. Quais os males que
este medicamento
pode me causar?/ 9.
Reações adversas
Dizeres Legais
(embalador
secundário não
praticado pela
empresa)
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 4 ML
18/01/2017 0092457/17-1
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
18/01/2017 0092457/17-1
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
18/01/2017
8. Quais os males que
este medicamento
pode me causar?/ 9.
Reações adversas
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
INC X 4 ML
28/03/2017 0496483/17-7
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
28/03/2017 0496483/17-7
(10451) –
MEDICAMENT
O NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
28/03/2017
VP
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento? –
Toxicidade Cardíaca
(do coração) / 8.
Quais os males que
este medicamento
pode me causar? –
Reações
Cardiovasculares
VPS
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
-- 35 of 43 --
5. Advertências e
Precauções –
Toxicidade Cardíaca /
9. Reações Adversas
– Experiência Pós-
Comercialização/Rea
ções
Cardiovasculares
18/04/2017 0651042/17-6
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
18/04/2017 NA
(10451) –
MEDICAMENT
O NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
18/04/2017
VP
8. Quais os males que
este medicamento
pode me causar?
VPS
9. Reações Adversas
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
30/06/2017 1330301/17-5
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
30/06/2017 NA
(10451) –
MEDICAMENT
O NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
30/06/2017
VP
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
8. Quais os males que
este medicamento
pode me causar?
VPS
5. Advertências e
precauções
9. Reações adversas
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
-- 36 of 43 --
25/10/2018 1030210/1
8-7
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
25/10/2018 1030210/18
-7
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
22/10/2018
VP
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
8. Quais os males que
este medicamento
pode me causar?
VPS
5. Advertências E
Precauções
9. Reações Adversas
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
22/01/2019 0064750/19-1
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
07/02/2018 0104421/18-4
11121 - RDC
73/2016 - NOVO
- Inclusão de
nova indicação
terapêutica
24/12/2018
VP
1. Para que este
medicamento é
indicado?
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
8. Quais os males que
este medicamento
pode me causar?
VPS
1. Indicações
5. Advertências e
precauções
8. Posologia e modo
de usar
9. Reações adversas
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
-- 37 of 43 --
02/04/2019 0296116/19-4
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
02/04/2019 0296116/19-4
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
02/04/2019 Dizeres Legais VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
14/05/2019 0440522/19-6
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
14/05/2019 0440522/19-6
(10451) –
MEDICAMENT
O NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
13/05/2019
VP
7. O QUE DEVO
FAZER QUANDO
EU ME ESQUECER
DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS
MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO
PODE ME
CAUSAR?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES
ADVERSAS
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
-- 38 of 43 --
14/05/2019 0440522/19-6
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
23/01/2019 0071439/19-9
10996 – RDC
73/2016 – NOVO
– Mudança de
excipientes para
as demais formas
farmacêuticas
29/04/2019 Composição VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
05/12/2019 3359077/19-0
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
05/12/2019 3359077/19-0
(10451) –
MEDICAMENT
O NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
05/12/2019
VP
4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS
MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO
PODE ME
CAUSAR?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES
ADVERSAS
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
-- 39 of 43 --
17/06/201
9
1920095/20
-1
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
17/06/201
9
1920095/20-
1
(10451) –
MEDICAMENT
O NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
17/06/20
19
VP
8. QUAIS OS
MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO
PODE ME
CAUSAR?
VPS
9. REAÇÕES
ADVERSAS
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
22/01/202
1 0288833/21
-5
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
22/01/20
21
0288833/21-
5
(10451) –
MEDICAMENT
O NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
22/01/20
21
VP/VPS
DIZERES LEGAIS
VPS
9. REAÇÕES
ADVERSAS
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
-- 40 of 43 --
02/02/2021 0428343/21-1
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
02/02/2021 0428343/21-1
(10451) –
MEDICAMENT
O NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
02/02/2021 VP/ VPS:
Apresentações VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
11/07/2022 4408198/22-6
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
11/07/2022 4408198/22-6
(10451) –
MEDICAMENT
O NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
11/07/2022
VP:
4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS:
3.
CARACTERÍSTICA
S
FARMACOLÓGICA
S
5. ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
-- 41 of 43 --
27/03/2023 0304791/23-7
(10451) –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
26/06/2019 0562500/19-9
11315 - Alteração
de texto de bula
por avaliação de
dados clínicos -
GESEF
27/02/2023
VP:
4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES
QUE ESTE
MEDICAMENTO
PODE ME CAUSAR?
VPS:
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES
ADVERSAS
INSTRUÇÕES DE
USO (VP E VPS):
6. RESULTADOS DE
EFICÁCIA
VP/VPS
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
INJ CX FA VD
TRANS X 4 ML
- -
10451 –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC
60/12
- -
10451 –
MEDICAMENT
O NOVO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
-
VP
-APRESENTAÇÕES
(editorial)
- 4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
- DIZERES LEGAIS
- Alterações editoriais
VPS
-APRESENTAÇÕES
(editorial)
- 4.
CONTRAINDICAÇ
ÕES
VP/VPS
20 MG/ML SOL
DIL INFUS INJ
CX FA VD
TRANS X 1 ML
20 MG/ML SOL
DIL INFUS INJ
CX FA VD
TRANS X 4 ML
-- 42 of 43 --
5. ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES
-DIZERES LEGAIS
-Alterações editoriais
-- 43 of 43 --
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