Trebyxan 20 Mg/Ml Solução Para Diluição Para Infusão Intravenosa Com 2 Ml Laboratorio Quimico Farmaceutico Bergamo Ltda
Vendido e entregue por Maxi
TREBYXAN
CLORIDRATO DE IRINOTECANO TRIIDRATADO
TREBYXAN® é indicado para o tratamento de carcinoma metastático do cólon ou reto, neoplasias pulmonares, de colo de útero, ovário e gástricas, de mama inoperável ou recorrente, carcinoma de células escamosas da pele e linfomas. O medicamento atua como agente antineoplásico, int…
TREBYXAN é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
TREBYXAN® é indicado para o tratamento de carcinoma metastático do cólon ou reto, neoplasias pulmonares, de colo de útero, ovário e gástricas, de mama inoperável ou recorrente, carcinoma de células escamosas da pele e linfomas. O medicamento atua como agente antineoplásico, interferindo na enzima topoisomerase I, essencial para a multiplicação celular, levando à morte das células tumorais. A concentração máxima do metabólito ativo é geralmente atingida em uma hora após a infusão de 90 minutos.
Especificações
| Código do Produto | 7898149939144 |
|---|---|
| Marca | LABORATORIO QUIMICO FARMACEUTICO BERGAMO LTDA |
| Código de Barras | 7898149939144 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE IRINOTECANO TRIIDRATADO |
| Registro MS | 1064601930039 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | INTRAVENOSA |
| Forma farmacêutica | Solução p/ Diluição p/ Infusão |
| Classe terapêutica | ANTINEOPLASICO |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
TREBYXAN®
Laboratório Químico Farmacêutico Bergamo Ltda.
Solução para Diluição para Infusão
20 mg/mL
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TREBYXAN®
cloridrato de irinotecano
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
SOLUÇÃO PARA DILUIÇÃO PARA INFUSÃO
cloridrato de irinotecano 20 mg/mL em embalagens contendo 1frasco-ampola com 2 mL (40 mg) ou
contendo 1frasco-ampola com 5 mL (100 mg).
USO INTRAVENOSO
USO ADULTO
CUIDADO: AGENTE CITOTÓXICO
COMPOSIÇÃO
Cada mL da solução para diluição para infusão contém:
cloridrato de irinotecano tri-hidratado*........................................................................................... 20 mg
veículo: sorbitol, ácido láctico, ácido clorídrico, hidróxido de sódio e água para injeção q.s.p. ... 1 mL
* Equivalente a 17,33 mg de irinotecano.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Este produto é de uso restrito a estabelecimentos de saúde ou ambulatórios especializados e deve
ser manipulado apenas por pessoal treinado.
1. PARA QUÊ ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
TREBYXAN® solução para diluição para infusão é indicado como agente único ou combinado no
tratamento de pacientes com:
- Carcinoma metastático do cólon ou reto não tratado previamente;
- Carcinoma metastático do cólon ou reto que tenha recorrido (voltado) ou progredido (piorado) após
terapia anterior com 5-fluoruracila;
- Neoplasia pulmonar de células pequenas e não pequenas;
- Neoplasia de colo de útero;
- Neoplasia de ovário;
- Neoplasia gástrica recorrente ou inoperável.
TREBYXAN® está indicado para tratamento como agente único de pacientes com:
- Neoplasia de mama inoperável ou recorrente;
- Carcinoma de células escamosas da pele;
- Linfomas.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
TREBYXAN® é um agente antineoplásico (medicamento usado no tratamento de neoplasia) que age
interagindo com a enzima topoisomerase I, uma enzima importante no processo de multiplicação das
células. O bloqueio desta enzima causa um erro no funcionamento das células tumorais, levando-as a
morte.
As concentrações máximas do metabólito ativo (da substância ativa) de cloridrato de irinotecano são
atingidas, geralmente, dentro de 1 hora após o término de uma infusão (administração por uma veia) de
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90 minutos do produto.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
TREBYXAN® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade (alergia) conhecida ao fármaco ou a
qualquer componente da fórmula.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Administração:
TREBYXAN® deve ser administrado obrigatoriamente sob a supervisão de um médico com experiência
no uso de agentes quimioterápicos (medicamentos) para neoplasia.
O uso de TREBYXAN® nas situações a seguir deve ser avaliado através da análise dos benefícios e riscos
esperados, e indicado quando os benefícios superarem os possíveis riscos:
- Em pacientes que apresentam um fator de risco (particularmente os com performance status = 2 OMS)
(índice que reflete o estado geral do paciente).
- Em raros casos, onde os pacientes apresentam recomendações relacionadas ao controle de eventos
adversos (necessidade de tratamento imediato e prolongado contra diarreia combinado a alto consumo de
líquido no início da diarreia tardia). Recomenda-se supervisão hospitalar a tais pacientes.
Sintomas colinérgicos:
Os pacientes podem apresentar sintomas colinérgicos (sintomas desencadeados devido à liberação de
substâncias chamadas neurotransmissores que controlam várias funções do organismo) como rinite,
salivação aumentada, miose (fechamento da pupila), lacrimejamento, diaforese (aumento da produção de
suor), rubor (vasodilatação), bradicardia (diminuição na frequência cardíaca) e aumento do peristaltismo
(movimento) intestinal que pode causar cólicas abdominais e diarreia em fase inicial da administração
(por exemplo: diarreia ocorrendo geralmente durante ou até 8 horas da administração de TREBYXAN®).
Esses sintomas podem ser observados durante, ou logo após, a infusão de TREBYXAN®, devendo
ocorrer mais frequentemente com doses mais altas. Em pacientes com sintomas colinérgicos a
administração terapêutica (uso que visa o tratamento), ou profilática (uso que visa a prevenção), de
atropina 0,25 a 1 mg por via intravenosa (pela veia) ou subcutânea (abaixo da pele) deve ser considerada
(a não ser que contraindicada clinicamente). A definição do uso dessa medicação cabe ao médico que está
acompanhando o paciente.
Extravasamento:
Embora cloridrato de irinotecano não seja, sabidamente, vesicante (irritante da veia onde o produto está
sendo administrado), deve-se tomar cuidado para evitar extravasamento (administração da medicação fora
da veia) e observar o local da infusão (administração da medicação por veia) quanto a sinais inflamatórios
(aumento de calor local, avermelhamento, dor). Caso ocorra extravasamento, recomenda-se infusão para
“lavar” o local de acesso e aplicação de gelo.
Hepático:
Em estudos clínicos (estudos realizados para avaliar o medicamento) foram observadas, em menos de
10% dos pacientes, anormalidades das enzimas hepáticas (testes que avaliam a função do fígado). Esses
eventos ocorrem tipicamente em pacientes com metástases (tumores à distância) hepáticas conhecidas e
não estão claramente relacionados ao cloridrato de irinotecano.
Hematológico:
O TREBYXAN® frequentemente causa diminuição do número de células do sistema de defesa do
organismo e anemia, inclusive graves, devendo ser evitado em pacientes com insuficiência aguda (mau
funcionamento agudo) grave da medula óssea (órgão responsável pela produção das células sanguíneas).
A trombocitopenia (queda na contagem de plaquetas-células sanguíneas responsáveis pela coagulação)
grave é incomum. Nos estudos clínicos, a frequência de neutropenia (diminuição de um tipo de células de
defesa no sangue: neutrófilos) foi significativamente maior em pacientes que haviam recebido
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previamente irradiação (radioterapia) pélvica/abdominal do que naqueles que não haviam recebido tal
irradiação.
Neutropenia febril (pacientes com diminuição do número de neutrófilos, que evoluíram com febre)
ocorreu em menos de 10% dos pacientes nos estudos clínicos. Mortes devido à sepse (infecção
generalizada) após neutropenia grave foram relatadas em pacientes tratados com cloridrato de irinotecano.
A terapia com TREBYXAN® deve ser temporariamente descontinuada caso ocorra neutropenia febril ou
se a contagem absoluta de neutrófilos cair abaixo de 1000/mm³. A dose do produto deve ser reduzida no
caso de ocorrência de neutropenia não febril clinicamente significativa.
Pacientes com atividade de UGT1A1 reduzida:
Outro polimorfismo específico do gene UGT1A1 (que reduz a atividade dessa enzima) é uma mutação
conhecida como variante UGT1A1*6.
Pacientes com variantes UGT1A1*28 ou *6 (especialmente se homozigóticos) apresentam risco
aumentado de apresentar eventos adversos, como neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa
no sangue: neutrófilos) e diarreia (perturbação intestinal caracterizada por aumento do número de
evacuações que se tornam de consistência líquida ou pastosa). Deve ser considerada uma dose inicial
reduzida de TREBYXAN® para pacientes homozigóticos. Para maiores informações sobre a posologia do
medicamento, consulte o seu médico ou a bula específica para o profissional de saúde. Além disso, *28 e
*6 pacientes homozigóticos e heterozigóticos devem ser monitorados de perto para neutropenia e diarreia.
A redução exata da dose inicial nesses pacientes não foi estabelecida e quaisquer modificações de dose
subsequente, devem ser baseadas na tolerância individual do paciente ao tratamento.
Para identificar pacientes com risco aumentado de neutropenia e diarreia, a genotipagem UGT1A1 pode
ser útil. Mais em detalhes, a genotipagem UGT1A1*28 pode ser útil em caucasianos, africanos e latinos,
UGT1A1*6 em pessoas do leste asiático e UGT1A1*28 e *6 combinada em chineses e japoneses, uma
vez que essas são as populações em que essas variantes são mais prevalentes.
Reações de hipersensibilidade:
Foram relatadas reações de hipersensibilidade (alergia), inclusive reações anafilática/anafilactoide graves
(reação alérgica grave).
Efeitos imunossupressores/Aumento da suscetibilidade a infecções:
A administração de vacinas com microrganismo vivos ou atenuados (mortos ou inativados) em pacientes
imunocomprometidos por agentes quimioterápicos, incluindo cloridrato de irinotecano, pode resultar em
infecções graves ou fatais. A vacinação com vacinas contendo microrganismos vivos deve ser evitada em
pacientes recebendo TREBYXAN®. As vacinas com microrganismos mortos ou inativados podem ser
administradas, no entanto, a resposta a esta vacina pode ser diminuída.
Diarreia tardia:
A diarreia tardia (aquela que ocorre mais de 8 horas após a administração do produto) pode ser
prolongada e pode levar à desidratação, desequilíbrio eletrolítico (dos eletrólitos – substâncias como
sódio e potássio – presentes no sangue) ou sepse (infecção generalizada)), constituindo um risco de morte
potencial. Nos estudos clínicos que testaram o esquema posológico a cada 3 semanas, a diarreia tardia
surgiu, em média, após 5 dias da infusão de cloridrato de irinotecano. Nos estudos que avaliaram a
posologia semanal, este intervalo médio foi de 11 dias. Nos pacientes que começaram o tratamento com a
dose semanal de 125 mg/m², o tempo médio de duração de qualquer grau de diarreia tardia foi de 3 dias.
Nos pacientes tratados com a dose semanal de 125 mg/m² que tiveram diarreia mais intensa, o tempo
médio de duração de todo o episódio de diarreia foi de 7 dias. Resultados de um estudo de um esquema
semanal de tratamento não demonstraram diferença na taxa de diarreia tardia em pacientes com 65 anos
ou mais em relação a pacientes com menos de 65 anos. Entretanto, pacientes com 65 anos ou mais, devem
ser monitorados de perto devido ao risco aumentado de diarreia precoce observada nesta população.
Ulceração (formação de feridas) do cólon (do intestino grosso), algumas vezes com sangramento, foi
observada em associação à diarreia induzida pelo cloridrato de irinotecano.
Se ocorrer diarreia, o médico responsável deve ser avisado e ele tomará as medidas necessárias. A
diarreia tardia deve ser tratada com loperamida (medicamento que trata os sintomas diarreicos)
imediatamente após observar-se o primeiro episódio de fezes amolecidas, ou sem consistência, ou ainda,
na ocorrência de evacuações em frequência maior do que a esperada. Em caso de desidratação, devem ser
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realizadas reposições hídrica (de água) e eletrolítica (de eletrólitos, substâncias como sódio e potássio),
através de soro caseiro ou preparações semelhantes. Se os pacientes apresentarem íleo paralítico (parada
dos movimentos intestinais), febre ou neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no sangue:
neutrófilos) grave, tratamento de suporte com antibióticos deve ser administrado. Além do tratamento
antibiótico, a hospitalização é recomendada para o tratamento de diarreia, nos seguintes casos:
- diarreia com febre;
- diarreia grave (requerendo hidratação intravenosa);
- pacientes com vômito associado à diarreia tardia;
- diarreia persistindo por cerca de 48 horas após o início da terapia com altas doses de loperamida.
Após o primeiro ciclo de tratamento, os ciclos quimioterápicos semanais subsequentes só devem ser
iniciados quando a função intestinal (número e quantidade de evacuações) do paciente retornar ao padrão
pré-tratamento por, pelo menos, 24 horas sem a necessidade de medicação antidiarreica. Se ocorrer
diarreia grave a administração de TREBYXAN® deve ser descontinuada e retomada em dose reduzida
assim que o paciente se recuperar.
Doença inflamatória crônica e/ou obstrução intestinal:
Em caso de obstrução intestinal os pacientes não devem ser tratados com TREBYXAN®.
Náuseas e vômitos:
O cloridrato de irinotecano é emetogênico (provoca vômito), como os quadros de náuseas e vômitos
podem ser intensos ocorrendo geralmente, durante ou logo após a infusão do cloridrato de irinotecano,
recomenda-se que os pacientes recebam antieméticos (medicamentos que combatem náusea e vômitos)
pelo menos 30 minutos antes da infusão de TREBYXAN®. O médico também deve considerar a
utilização subsequente de esquema de tratamento antiemético se necessário. Pacientes com vômito
associado à diarreia tardia devem ser hospitalizados assim que possível para tratamento.
Neurológico:
Tontura foi observada e pode, algumas vezes, representar evidência sintomática de hipotensão ortostática
(queda da pressão arterial relacionada a posição em pé) em pacientes com desidratação.
Renal:
Elevações dos níveis séricos (no sangue) de creatinina ou ureia (substâncias que indicam a função renal)
foram observadas. Ocorreram casos de insuficiência renal aguda (prejuízo na função dos rins). Esses
eventos foram atribuídos a complicações infecciosas ou à desidratação, relacionada à náusea, vômitos ou
diarreia. Há raros relatos de disfunção renal (mau funcionamento dos rins) decorrente de síndrome de lise
tumoral (série de alterações do organismo decorrentes da morte e destruição das células tumorais).
Respiratório:
Observou-se um tipo de dispneia (falta de ar); mas é desconhecido o quanto doenças preexistentes e/ou
envolvimento pulmonar maligno (presença de tumor no pulmão) contribuem para o quadro. Em estudos
iniciais no Japão, pequena porcentagem dos pacientes evoluiu com uma síndrome pulmonar, com
potencial de morte, que se apresenta através de dispneia, febre e de um padrão reticulonodular na
radiografia de tórax (padrão de radiografia de tórax). Porém, o quanto o cloridrato de irinotecano
contribuiu para estes eventos é desconhecido, pois os pacientes também apresentavam tumores
pulmonares e, alguns, doença pulmonar não maligna preexistente.
Doença pulmonar intersticial (tipo de comprometimento pulmonar), manifestada através de infiltrado
pulmonar, é incomum durante terapia com irinotecano. São fatores de risco para o desenvolvimento desta
complicação: doenças pulmonares preexistentes, uso de medicamentos pneumotóxicos (tóxicos para os
pulmões), radioterapia (tratamento com radiação) e uso de fatores de estimulação de colônias (substâncias
que agem na medula óssea estimulando a produção de células sanguíneas). Na presença de um ou mais
destes fatores o paciente deve ser cuidadosamente monitorado quanto a sintomas respiratórios antes e
durante a terapia com TREBYXAN®.
Outros:
Uma vez que este produto contém sorbitol, não é recomendado o uso em pacientes com intolerância
hereditária à frutose.
Atenção: Contém sorbitol.
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Uso em Populações Especiais:
Pediátrico - a eficácia do cloridrato de irinotecano em pacientes pediátricos não foi estabelecida.
Idosos:
Recomendações específicas de dosagem podem se aplicar a essa população e dependem do esquema
utilizado.
Insuficiência Hepática:
Em pacientes com hiperbilirrubinemia (aumento dos níveis de bilirrubina no sangue), o clearance do
irinotecano, é diminuído e, portanto, o risco de hematotoxicidade (toxicidade das células sanguíneas) é
aumentado. O uso de irinotecano em pacientes com concentração de bilirrubina sérica total acima de 3,0
vezes o limite superior estabelecido pelo laboratório, administrado como agente único no esquema
terapêutico de uma a cada 3 semanas ainda não foi estabelecida (vide “COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?”). A função hepática (do fígado) basal deve ser obtida antes do início do tratamento
e monitorada mensalmente, com novas coletas se clinicamente indicado.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico
estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
Radioterapia:
Pacientes submetidos previamente à irradiação pélvica/abdominal têm maior risco de mielossupressão
(diminuição da função da medula óssea, órgão responsável pela produção das células sanguíneas) após a
administração de cloridrato de irinotecano. Estes casos exigem cautela no tratamento de pacientes com
extensa radiação prévia. Dependendo do esquema preconizado, doses específicas podem ser necessárias.
Performance Status (ECOG – Eastern Cooperative Oncology Group):
Pacientes com graus piores de “performance status” (estado geral do paciente) possuem risco aumentado
de desenvolverem eventos adversos relacionados ao irinotecano. Recomendações específicas de dosagem
para pacientes com ECOG performance status de 2 podem se aplicar a essa população, dependendo do
esquema utilizado. Pacientes com performance status de 3 ou 4 não devem receber cloridrato de
irinotecano. Em estudos clínicos (estudos realizados para avaliar o medicamento) que compararam
pacientes recebendo cloridrato de irinotecano/5-fluoruracila/folinato de cálcio ou 5-fluoruracila/folinato
de cálcio, foram observadas taxas maiores de hospitalização, neutropenia febril (pacientes com
diminuição do número de neutrófilos, que evoluíram com febre), tromboembolismo (formação de coágulo
dentro de vaso sanguíneo), descontinuação do tratamento no primeiro ciclo e óbitos precoces em
pacientes com performance status basal de 2, quando comparados a pacientes com performance status
basal de 0 ou 1.
Neoplasia gástrica:
Pacientes com neoplasia gástrica parecem apresentar mielossupressão mais importante e outras
toxicidades quando o cloridrato de irinotecano é administrado. Uma dose inicial mais baixa deve ser
considerada nesses pacientes.
Uso Durante a Gravidez:
Não existem estudos adequados e bem controlados do cloridrato de irinotecano em mulheres grávidas. O
irinotecano é teratogênico (causa malformação) em ratos e coelhos. O irinotecano pode causar danos ao
feto quando administrado a mulheres grávidas.
Mulheres com potencial para engravidar não devem iniciar o irinotecano até que a gravidez seja excluída.
A gravidez deve ser evitada se um dos parceiros estiver recebendo o cloridrato de irinotecano.
Devido ao potencial de genotoxicidade, pacientes do sexo feminino com potencial reprodutivo devem
usar métodos anticoncepcionais altamente eficazes durante o tratamento e por 6 meses após a última dose
do irinotecano. Devido ao potencial de genotoxicidade, pacientes do sexo masculino com parceiros do
sexo feminino com potencial reprodutivo devem usar métodos contraceptivos eficazes durante o
tratamento e por 3 meses após a última dose de irinotecano.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Uso Durante a Lactação:
O efeito em recém-nascidos / bebês é desconhecido. Devido ao potencial de reações adversas graves em
lactentes, recomenda-se não amamentar ao receber terapia com cloridrato de irinotecano.
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Cinco minutos após a administração IV de cloridrato de irinotecano marcado (medicamento marcado com
radioatividade) em ratas, detectou-se radioatividade no leite, com concentrações plasmáticas (no sangue)
até 65 vezes maiores do que as obtidas no plasma (no sangue) 4 horas após a administração.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu
médico.
Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas:
O efeito de cloridrato de irinotecano sobre a habilidade de dirigir e/ou operar máquinas não foi avaliado.
Entretanto, pacientes devem ser alertados sobre o potencial de tontura ou distúrbios visuais, que podem
ocorrer dentro de 24 horas após a administração de TREBYXAN®, e aconselhados a não dirigir e/ou
operar máquinas se estes sintomas ocorrerem.
Interações Medicamentosas:
A coadministração (ao mesmo tempo) de TREBYXAN® com inibidores de suas enzimas metabolizadoras
(enzimas que transformam o medicamento) pode resultar em maior exposição ao TREBYXAN® e seu
metabólito ativo SN-38 (substância ativa). Médicos devem levar isso em consideração ao administrar
TREBYXAN ® com estes medicametos.
- cetoconazol - o clearance (eliminação) do cloridrato de irinotecano é reduzido significativamente em
pacientes recebendo concomitantemente cetoconazol (tipo de antifúngico), aumentando assim a exposição
ao SN-38. O cetoconazol deve ser descontinuado pelo menos 1 semana antes de iniciar o tratamento com
cloridrato de irinotecano e não deve ser administrado durante a terapia com cloridrato de irinotecano.
- sulfato de atazanavir - tem o potencial de aumentar a exposição sistêmica ao SN-38 o metabólito ativo
do cloridrato de irinotecano. Médicos devem levar isto em consideração quando coadministrar estes
medicamentos.
- Anticonvulsivantes - a coadministração de medicamentos anticonvulsivantes indutores do CYP3A (que
induz a metabolização de outras drogas pelo fígado) (por ex.: carbamazepina, fenobarbital ou fenitoína)
reduzem a exposição ao metabólito ativo SN-38. Deve-se ter cautela ao iniciar ou substituir
anticonvulsivantes não indutores enzimáticos pelo menos 1 semana antes do início da terapia com
cloridrato de irinotecano em pacientes que requerem tratamento com anticonvulsivantes.
- Erva de São João (Hypericum perforatum): a exposição ao metabólito SN-38 é reduzida em pacientes
recebendo a erva de São João concomitantemente. A erva de São João deve ser descontinuada pelo menos
1 semana antes do primeiro ciclo de cloridrato de irinotecano, e não deve ser administrada durante todo o
tratamento com TREBYXAN®.
- Bloqueadores neuromusculares - a interação entre cloridrato de irinotecano e bloqueadores
neuromusculares (uma classe de medicamentos que bloqueia a interação entre nervos e músculos) não
pode ser descartada, uma vez que ele pode prolongar o efeito neuromuscular do suxametônio (um tipo de
bloqueador neuromuscular) e antagonizar (bloquear o efeito) de outros bloqueadores neuromusculares.
- Agentes antineoplásicos - eventos de cloridrato de irinotecano, como a mielossupressão (diminuição da
função da medula óssea, órgão responsável pela produção das células sanguíneas) e a diarreia, podem ser
exacerbados (aumentados) pela associação com outros agentes antineoplásicos que causem eventos
adversos semelhantes.
- dexametasona - foi relatada linfocitopenia (redução do número de linfócitos, células sanguíneas de
defesa) em pacientes em tratamento com cloridrato de irinotecano, sendo possível que a administração de
dexametasona como profilaxia (ação preventiva) antiemética possa aumentar a probabilidade de
ocorrência de linfocitopenia. Contudo, não foram observadas infecções graves e nenhuma complicação
foi especificamente atribuída à linfocitopenia. Foi também relatada hiperglicemia (concentração elevada
de glicose no sangue) em pacientes com um histórico de diabetes mellitus ou evidência de intolerância à
glicose previamente à administração de cloridrato de irinotecano. É provável que a dexametasona,
aplicada como profilaxia (prevenção) antiemética, possa ter contribuído para o surgimento de
hiperglicemia em alguns pacientes.
- Laxantes - é esperado que laxantes (que estimulam a eliminação das fezes) usados durante a terapia
com o irinotecano piorem a incidência ou gravidade da diarreia.
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- Diuréticos - desidratação secundária a vômitos e/ou diarreia pode ser induzida pelo cloridrato de
irinotecano. O médico pode considerar a suspensão do diurético (medicamento que atua no rim) durante o
tratamento com o irinotecano e durante períodos ativos de vômitos e diarreia.
- bevacizumabe - resultados de um estudo específico de interação medicamentosa demonstraram nenhum
efeito significativo do bevacizumabe (tipo de antineoplásico – anticorpo monoclonal) na farmacocinética
de irinotecano e seu metabólito ativo SN-38.
- Vacinas - a administração de vacinas vivas ou atenuadas (microrganismo mortos ou inativados) em
pacientes imunocomprometidos (imunidade diminuída) por agentes quimioterápicos, incluindo cloridrato
de irinotecano, pode resultar em infecções graves ou fatais. A vacinação com vacinas vivas deve ser
evitada em pacientes recebendo cloridrato de irinotecano. As vacinas mortas ou inativadas podem ser
administradas. Entretanto, a resposta a tais vacinas pode ser diminuída.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
TREBYXAN® deve ser armazenado em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC). Proteger da luz.
Os frascos contendo o medicamento acabado devem ser protegidos da luz, mantidos dentro do cartucho
até a utilização. O medicamento não deve ser congelado, mesmo quando diluído. Descartar devidamente
qualquer solução não utilizada.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Características do produto
TREBYXAN ® apresenta-se na forma de solução límpida, ligeiramente amarela a amarela pálida, livre de
partículas visíveis. O produto apresenta odor característico.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Posologia
Todas as doses de TREBYXAN® devem ser administradas em infusão intravenosa (dentro da veia) ao
longo de 30 a 90 minutos.
TREBYXAN® é um medicamento de uso restrito a hospitais. O esquema posológico e o plano de
tratamento deverão ser determinados exclusivamente pelo médico responsável de acordo com o tipo de
neoplasia e a resposta ao tratamento. Para maiores informações sobre a posologia do medicamento,
consulte o seu médico ou a bula específica para o profissional de saúde.
Modo de usar
Precauções no Preparo e Administração - TREBYXAN® deve ser preparado exclusivamente por
um profissional habilitado.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
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Como esse é um medicamento de uso exclusivamente hospitalar, o plano de tratamento é definido pelo
médico que acompanha o caso. Se você faltar a uma sessão programada de quimioterapia com esse
medicamento, você deve procurar o seu médico para redefinição da programação de tratamento.
O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As seguintes reações adversas foram observadas durante os estudos clínicos (estudos realizados para
avaliar o medicamento) realizados com irinotecano, para as diversas indicações e posologias:
Estudos clínicos como agente único, 100 a 125 mg/m² em esquema de dose semanal
Eventos Adversos Graus 1 a 4 NCI (National Cancer Institute - Instituto Nacional do Câncer)
Relacionados ao Fármaco Observados em Mais de 10% dos Pacientes nos Estudos Clínicos:
Distúrbios Gastrintestinais
diarreia tardia (que ocorre depois de 8 horas após a administração
do produto), náusea (enjoo), vômitos, diarreia precoce, dor/cólicas
abdominais, anorexia (falta de apetite), estomatite (inflamação da
mucosa da boca)
Distúrbios do Sangue e Sistema
Linfático
leucopenia (redução de células de defesa no sangue), anemia,
neutropenia (diminuição de um tipo de células de defesa no
sangue: neutrófilos)
Distúrbios Gerais e no Local da
Administração
astenia (fraqueza), febre
Distúrbios Metabólicos e
Nutricionais
perda de peso, desidratação
Distúrbios na Pele e Tecido
Subcutâneo
alopecia (perda de cabelo)
Distúrbios Vasculares eventos tromboembólicos (formação de coágulos nos vasos
sanguíneos)*
*Incluem angina pectoris (dor no peito por doença do coração), trombose arterial (trombo ou coágulo nas
artérias), infarto cerebral (interrupção do fornecimento de sangue para alguma região do cérebro),
acidente vascular cerebral (derrame), tromboflebite profunda (presença de coágulo com inflamação do
vaso sanguíneo), embolia de extremidade inferior (trombo ou coágulo proveniente dos membros
inferiores), parada cardíaca, infarto do miocárdio (interrupção do fornecimento de sangue para o coração),
isquemia miocárdica (infarto), distúrbio vascular periférico (dos vasos sanguíneos dos membros), embolia
pulmonar (presença de êmbolo – trombo, coágulo no pulmão), morte súbita, tromboflebite, trombose
(presença de coágulo nos vasos sanguíneos), distúrbio vascular (do vaso).
Estudos clínicos como agente único, 300 a 350 mg/m² em esquema de dose a cada 3 semanas
Estão listados nas Tabelas a seguir, em ordem decrescente de frequência, os eventos adversos graus 3 ou
4 NCI relatados nos estudos clínicos do esquema posológico semanal ou a cada 3 semanas (N=620).
Eventos Adversos Grau 3 ou 4 NCI Relacionados ao Fármaco Observados em Mais de 10% dos
Pacientes nos Estudos Clínicos:
Distúrbios Gastrintestinais diarreia tardia, náusea, dor/cólicas abdominais
Distúrbios do Sangue e Sistema
Linfático
leucopenia, neutropenia
Distúrbios na Pele e Tecido
Subcutâneo
alopecia
Eventos Adversos Grau 3 ou 4 NCI Relacionados ao Fármaco Observados em 1% a 10% dos
Pacientes nos Estudos Clínicos:
Infecções e infestações Infecção
-- 9 of 18 --
10
Distúrbios Gastrintestinais
vômitos, diarreia precoce, constipação (prisão de ventre),
anorexia, mucosite (úlceras na mucosa dos órgãos do
aparelho digestivo), anemia, trombocitopenia
Distúrbios do Sangue e Sistema Linfático anemia, trombocitopenia
Distúrbios Gerais e no Local da
Administração
astenia, febre, dor
Distúrbios Metabólicos e Nutricionais desidratação, hipovolemia (desidratação)
Distúrbios Hepatobiliares bilirrubinemia (aumento das bilirrubinas no sangue)
Distúrbios Respiratório, Torácico e
Mediastinal
dispneia (falta de ar)
Distúrbios Laboratoriais (investigativo) aumento da creatinina
Eventos Adversos Grau 3 ou 4 NCI Relacionados ao Fármaco Observados em Menos de 1% dos
Pacientes nos Estudos Clínicos:
Infecções e infestações sepse (infecção generalizada)
Distúrbios Gastrintestinais distúrbio retal, monilíase GI (infecção causada pelo fungo
Cândida)
Distúrbios Gerais e no Local da
Administração
calafrios, mal-estar, dor lombar
Distúrbios Metabólicos e Nutricionais
perda de peso, hipocalemia (diminuição de potássio no
sangue), hipomagnesemia (diminuição de magnésio no
sangue)
Distúrbios na Pele e Tecido Subcutâneo eritema – rash (vermelhidão), sinais cutâneos
Distúrbios no Sistema Nervoso marcha anormal (alteração do andar), confusão, cefaleia (dor
de cabeça)
Distúrbios Cardiovasculares hipotensão (queda da pressão), síncope (desmaio), distúrbios
cardiovasculares
Distúrbios Renal e Urinário infecção do trato urinário
Distúrbios no Sistema Reprodutivo e
Mamas
dor nas mamas
Distúrbios Laboratoriais (investigativo) aumento da fosfatase alcalina (enzima do fígado), aumento
da gama-GT (enzima do fígado)
Os seguintes eventos adicionais relacionados ao medicamento foram relatados nos estudos clínicos com
cloridrato de irinotecano, mas não preencheram os critérios acima definidos como ocorrência > 10% de
eventos relacionados ao medicamento (NCI graus 1 - 4 ou de NCI graus 3 ou 4): rinite, salivação
aumentada, miose (pupila pequena), lacrimejamento, diaforese (suor excessivo), rubor facial
(vermelhidão), bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), tonturas, extravasamento (escape
acidental de medicamento para fora do vaso sanguíneo), síndrome da lise tumoral (sintomas provocados
pela destruição das células do câncer) e ulceração do cólon (formação de feridas no intestino grosso).
Experiência Pós-Comercialização
Distúrbios Cardíacos - foram observados casos de isquemia miocárdica (infarto) após terapia com
cloridrato de irinotecano predominantemente em pacientes com doença cardíaca de base (prévia), outros
fatores de risco conhecidos para doença cardíaca ou quimioterapia citotóxica prévia (que destrói as
células do câncer).
Distúrbios Gastrintestinais - foram relatados casos infrequentes de obstrução intestinal (interrupção do
trânsito intestinal), íleo paralítico (diminuição dos movimentos do intestino), megacólon (alargamento do
intestino grosso) ou hemorragia (sangramento) gastrintestinal, e raros casos de colite (inflamação do
intestino grosso, cólon), incluindo tifilite (inflamação do ceco, uma região do intestino grosso) e colite
isquêmica (inflamação do intestino grosso devido a falta de irrigação sanguínea) ou ulcerativa (com
formação de feridas). Em alguns casos, a colite foi complicada por ulceração (formação de feridas),
sangramento, íleo (parada da eliminação de gases e fezes) ou infecção. Casos de íleo sem colite anterior
também foram relatados. Casos raros de perfuração intestinal foram relatados.
Foram observados raros casos de pancreatite (inflamação no pâncreas) sintomática ou elevação
assintomática das enzimas pancreáticas.
-- 10 of 18 --
11
Hipovolemia - foram relatados casos raros de distúrbio renal e insuficiência renal aguda (diminuição
aguda da função dos rins), geralmente em pacientes que contraíram infecções ou evoluíram com
desidratação por toxicidade gastrintestinal grave (desidratação por diarreia).
Foram observados casos infrequentes de insuficiência renal (prejuízo na função dos rins), hipotensão
(queda de pressão) ou distúrbios circulatórios em pacientes que apresentaram episódios de desidratação
associadas a diarreia e/ou vômito, ou sepse (infecção generalizada).
Infecções e infestações: foram relatadas infecções bacterianas, fúngicas e virais.
Foram observados casos infrequentes de insuficiência renal (prejuízo na função dos rins), hipotensão
(queda de pressão) ou distúrbios circulatórios em pacientes que apresentaram episódios de desidratação
associadas a diarreia e/ou vômito, ou sepse (infecção generalizada).
Distúrbios do Sistema Imune - foram relatadas reações de hipersensibilidade (alergia), inclusive reações
graves anafiláticas ou anafilactoides (reações alérgicas graves).
Distúrbios Musculoesqueléticos e do Tecido Conjuntivo - efeitos precoces tais como contração
muscular ou cãibra e parestesia (sensação de formigamento) foram relatados.
Distúrbios do Sistema Nervoso - distúrbios de fala, geralmente transitórios, têm sido reportados em
pacientes tratados com cloridrato de irinotecano. Em alguns casos, o evento foi atribuído à síndrome
colinérgica (por excesso de estimulação) observada durante ou logo após a infusão de cloridrato de
irinotecano.
Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinais - doença pulmonar intersticial (comprometimento
pulmonar) presente como infiltrados pulmonares são incomuns durante terapia com cloridrato de
irinotecano. Efeitos precoces tais como dispneia (falta de ar) foram relatados. Soluços também foram
relatados.
Investigações: foram relatados casos raros de hiponatremia (diminuição da quantidade de sódio no
sangue) geralmente relacionada com diarreia e vômito. Foram muito raramente relatados aumentos dos
níveis séricos das transaminases (por exemplo: TGO e TGP, enzimas hepáticas – que refletem a função
do fígado) na ausência de metástase progressiva do fígado.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Foram administradas doses únicas de até 750 mg/m² de cloridrato de irinotecano a pacientes com várias
neoplasias. Os eventos adversos observados nesses pacientes foram semelhantes aos relatados com as
doses e esquemas terapêuticos recomendados. Não se conhece um antídoto para a superdose do produto.
Deve-se adotar medidas de suporte máximas para evitar a desidratação devido à diarreia e para tratar
qualquer complicação infecciosa.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800 722
6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0646.0193
Registrado e produzido por:
Laboratório Químico Farmacêutico Bergamo LTDA.
CNPJ: 61.282.661/0001-41.
Rua Rafael de Marco, 43.
CEP: 06765-000. Taboão da Serra, SP.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
-- 11 of 18 --
12
USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE
CUIDADO: AGENTE CITOTÓXICO
TBX_SOL INJ_VP 01-9
-- 12 of 18 --
13
Histórico de alteração para bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data expediente No.
expediente Assunto Data do
expediente No.
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de Bula Versões
(VP/VPS) Apresentações
Relacionadas
21/02/2025 Versão atual
10450 -
SIMILAR -
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
publicação
no Bulário
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP:
“O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO ?”
DIZERES LEGAIS
VPS:
“ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES”DIZERES
LEGAIS
VPS/VP
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
mL (100 mg).
20/05/2024
10450 -
SIMILAR -
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
publicação
no Bulário
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
“O que devo saber antes de
usar esse medicamento?”
VPS: “Advertência e
precauções”
Atualização da condição de
armazenamento e dizeres
legais para adequação à
RDC 768/22.
VPS/VP
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
mL (100 mg).
-- 13 of 18 --
14
02/05/2024 0580048/24-
1
10450 -
SIMILAR -
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
publicação
no Bulário
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
“O que devo saber antes de
usar esse medicamento?”
VPS: “Advertência e
precauções”
Atualização da condição de
armazenamento e dizeres
legais para adequação à
RDC 768/22.
VPS/VP
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
mL (100 mg).
06/06/2023 0579835/23-
5
10450 -
SIMILAR -
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
publicação
no Bulário
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Atualização Logo Bergamo
e Logo SAC VPS/VP
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
mL (100 mg).
09/05/2022 2695645/22-
8
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Identificação do
Medicamento VPS/VP
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
-- 14 of 18 --
15
mL (100 mg).
29/11/2021 4702408/21-
6
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
Dizer Legal
9. REAÇÕES
ADVERSAS
VPS/VP
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
mL (100 mg).
28/08/2020 2908923/20-
9
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
Versão do Profissional de
Saúde:
Características
farmacológicas;
Advertências e precauções.
Versão do Paciente:
O que devo saber antes de
usar este medicamento?
VPS/VP
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
mL (100 mg).
28/02/2019 0190552/19-
0
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
RDC 60/12
28/02/2019 0190316/19-
1
104756 -
SIMILAR-
Notificação de
alteração de texto
de bula para
adequação a
intercambialidade
N/A
Inclusão da frase de
intercambialidade com o
medicamento de
referência.
VPS/VP
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
-- 15 of 18 --
16
ampola com 5
mL (100 mg).
28/11/2018 1124188/18-
8
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
Versão do Profissional de
Saúde:
Reações adversas
Versão do Paciente:
Quais os males que este
medicamento pode me
causar?
VPS/VP
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
mL (100 mg).
22/03/2017 0456707/17-
2
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
Versão do Profissional de
Saúde:
Via de Administração
Indicações
Resultados de Eficácia
Características
Farmacológicas
Advertências e Precauções
Interações
Medicamentosas
Posologia e Modo de usar
Reações Adversas
Superdose
Versão do Paciente:
Via de Administração
Para que este medicamento
é indicado?
Como este medicamento
funciona?
O que devo saber antes de
usar este medicamento?
Quais os males que este
medicamento pode me
causar?
O que fazer se alguém usar
uma quantidade maior do
que a indicada deste
VPS/VP
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
mL (100 mg).
-- 16 of 18 --
17
medicamento?
06/11/2014 1004587/14-
2
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Adequação ao template da
empresa. VPS
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
mL (100 mg).
25/09/2014 0798798146
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
Versão do Profissional de
Saúde:
- Item 3. Características
Farmacológicas;
- Item 5. Advertências e
Precauções;
- Item 6. Interações
Medicamentosas;
- Item 8. Posologia e Modo
de usar;
- Item 9. Reações
Adversas.
Versão do Paciente:
- Item 3. Quando não Devo
Usar este Medicamento?
- Item 4. O Que Devo
Saber Antes de Usar Este
Medicamento?
- Item 6. Como Devo Usar
este Medicamento?
VP/VPS
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
mL (100 mg).
16/08/2013 0679242/13-
1
10450 –
SIMILAR
–
Notificação
de
N/A N/A N/A N/A
Versão do Profissional de
Saúde:
- Item 2. Resultados de
Eficácia;
- Item 3. Características
VP/VPS
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
-- 17 of 18 --
18
Alteração
de Texto de
Bula –
RDC 60/12
Farmacológicas;
- Item 8. Posologia e Modo
de Usar;
- Item 9. Reações
Adversas.
Versão do Paciente:
- Item 6. Como Devo Usar
Este Medicamento?
- Item 8. Quais os Males
Que Este Medicamento
Pode me Causar?
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
mL (100 mg).
16/08/2013 0678914/13-
5
10457 –
SIMILAR
– Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Versão inicial VP/VPS
Solução
injetável de
cloridrato de
irinotecano 20
mg/mL em
embalagens
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 2
mL (40 mg) ou
em embalagem
contendo 1, 10
ou 50 frascos-
ampola com 5
mL (100 mg).
-- 18 of 18 --
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Especificações
| Código do Produto | 7898149939144 |
|---|---|
| Marca | LABORATORIO QUIMICO FARMACEUTICO BERGAMO LTDA |
| Código de Barras | 7898149939144 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE IRINOTECANO TRIIDRATADO |
| Registro MS | 1064601930039 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | INTRAVENOSA |
| Forma farmacêutica | Solução p/ Diluição p/ Infusão |
| Classe terapêutica | ANTINEOPLASICO |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |