Claritromicina 500mg Comprimidos 7 Comprimidos Pharlab Genérico
Vendido e entregue por Maxi
claritromicina
500 MG
CLARITROMICINA
O medicamento claritromicina é um antibiótico do tipo macrolídeo indicado para o tratamento de infecções das vias respiratórias superiores e inferiores, como faringite, sinusite, bronquite e pneumonia, além de infecções de pele e tecidos moles, como foliculite, celulite e erisi…
claritromicina é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O medicamento claritromicina é um antibiótico do tipo macrolídeo indicado para o tratamento de infecções das vias respiratórias superiores e inferiores, como faringite, sinusite, bronquite e pneumonia, além de infecções de pele e tecidos moles, como foliculite, celulite e erisipela. Ele atua inibindo a produção de proteínas pelas bactérias, o que resulta em ação antibacteriana. A melhora dos sintomas pode ser rápida ou demorar mais, conforme orientações médicas.
Especificações
| Código do Produto | 7898216361267 |
|---|---|
| Marca | PHARLAB |
| Código de Barras | 7898216361267 |
| Princípio ativo | CLARITROMICINA |
| Registro MS | 1410706280014 |
| Dosagem | 500 MG |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
CLARITROMICINA_VP
claritromicina
Comprimido revestido
500 mg
Pharlab Indústria Farmacêutica S. A
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IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
claritromicina
Medicamento genérico, Lei nº 9.787, de 1999
APRESENTAÇÕES
A claritromicina 500mg é apresentada em embalagens contendo 7, 10 ou 14 comprimidos revestidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
claritromicina .......................................................................................................................................................................500 mg
Excipientes q.s.p. ....................................................................................................................................................... 1 comprimido
(amido, croscarmelose sódica, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio,
propilenoglicol, talco, hipromelose)
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado para o tratamento de infecções de vias respiratórias superiores (exemplos: faringite e sinusite) e
inferiores (exemplos: bronquite e pneumonia), infecções de pele e tecidos moles (exemplos: foliculite, celulite, erisipela),
causadas por todos os microrganismos sensíveis à claritromicina.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
A claritromicina é um antibiótico do tipo macrolídeo e exerce sua ação antibacteriana inibindo a produção de proteínas pelas
bactérias.
Em alguns casos, os sinais de melhora surgem rapidamente após o início do tratamento; em outros casos, é necessário um tempo
maior para obter-se efeitos benéficos. Seu médico o orientará.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A claritromicina é contraindicada para o uso por pacientes com conhecida hipersensibilidade (alergia) aos antibióticos
macrolídeos e a qualquer componente da fórmula (vide “COMPOSIÇÃO”). Também está contraindicada se você estiver
fazendo uso de um dos seguintes medicamentos: astemizol, cisaprida, pimozida e terfenadina, e se você estiver com hipocalemia
(pouca quantidade de potássio no sangue), pois pode causar um prolongamento do intervalo QT (alteração no eletrocardiograma)
e arritmias cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e Torsades de Pointes (distúrbio no ritmo cardíaco).
A administração concomitante de claritromicina com ticagrelor, ivabradina ou ranolazina é contraindicada.
O uso deste medicamento com alcaloides de ergot (exemplo: ergotamina ou di-hidroergotamina) é contraindicado, pois pode
resultar em toxicidade ao ergot.
A coadministração deste medicamento com midazolam oral é contraindicada.
Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes com histórico de prolongamento do intervalo QT ou arritmia ventricular
do coração, incluindo Torsades de Pointes.
A administração concomitante de claritromicina e colchicina é contraindicada.
Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes que sofrem de insuficiência hepática grave em combinação com
insuficiência renal.
Não use claritromicina se você estiver tomando medicamentos contendo lomitapida devido ao alto risco de aumento das
transaminases (enzimas que auxiliam em diversas reações, principalmente no fígado).
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Não use claritromicina se você estiver tomando medicamento para doenças psiquiátricas, como a lurasidona.
Este medicamento não deve ser utilizado em combinação com uma estatina (exemplo: lovastatina ou sinvastatina), pois aumenta
o risco do paciente ter miopatia (doença muscular), incluindo rabdomiólise (destruição do músculo esquelético).
A claritromicina é contraindicada para o uso por pacientes com alteração importante da função dos rins (depuração de creatinina
menor do que 30 mL/min).
Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
O uso prolongado deste medicamento, assim como com outros antibióticos, pode resultar na colonização por bactérias e fungos
não sensíveis ao tratamento. Na ocorrência de superinfecção, uma terapia adequada deve ser estabelecida pelo médico.
A claritromicina deve ser descontinuada imediatamente se sinais e sintomas de hepatite ocorrerem como falta de apetite
(anorexia), pele amarelada (icterícia), urina escura, coceira ou sensibilidade abdominal.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames
laboratoriais periódicos para controle.
Diarreia associada à Clostridium difficile (bactéria causadora da diarreia) foi relatada com o uso de quase todos os agentes
antibacterianos, incluindo claritromicina, podendo sua gravidade variar de diarreia leve a colite fatal. O tratamento com agentes
antibacterianos altera a flora normal do intestino, o que pode levar à proliferação de Clostridium difficile, portanto, a existência
dessa bactéria deve ser considerada pelo médico em todos os pacientes que apresentarem quadro de diarreia após o uso de
antibiótico. Um minucioso histórico médico é necessário para o diagnóstico, já que a ocorrência desta bactéria foi relatada ao
longo de dois meses após a administração de agentes antibacterianos.
Agravamento dos sintomas de miastenia grave (perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias)
foi relatado em pacientes recebendo terapia com claritromicina.
Este medicamento deve ser administrado com cuidado a pacientes com alteração da função do fígado ou dos rins uma vez que,
a claritromicina é eliminada principalmente pelo fígado. Deve ser também administrado com precaução a pacientes com
comprometimento moderado a grave da função dos rins.
Se a administração concomitante de claritromicina e colchicina for necessária, seu médico deverá monitorar quanto à ocorrência
de sintomas clínicos de toxicidade por colchicina. A dose de colchicina deve ser reduzida pelo seu médico.
Recomenda-se precaução quanto à administração de claritromicina juntamente com triazolam e midazolam intravenoso (aplicado
na veia).
Devido ao risco de prolongamento do intervalo de QT (alteração no eletrocardiograma), claritromicina deve ser utilizada com
precaução em pacientes com doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca grave, distúrbios de condução cardíaca,
hipomagnesemia (pouca quantidade de magnésio no sangue), frequência cardíaca baixa (< 50 bpm), ou quando é utilizado junto
com outro medicamento associado com tempo de prolongamento do intervalo de QT. A claritromicina não deve ser utilizada em
pacientes com prolongamento do intervalo de QT congênito (de nascença) ou documentado, ou história de arritmia ventricular
(vide “3. QUANDO NÃO DEVO UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser potencialmente fatal
(morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de prolongamento do
intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo cardíaco anormal, porque pode ser
perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou outras doenças
do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver
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utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do
ritmo do coração no eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou
medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Seu médico deve realizar o teste de sensibilidade quando prescrever claritromicina para pneumonia e infecções de pele e tecidos
moles de severidade leve a moderada. Se sua pneumonia foi adquirida em hospitais, a claritromicina deve ser utilizada em
combinação com antibióticos adicionais adequados prescritos pelo médico.
No caso de reações de hipersensibilidade (alergia) aguda severa, como anafilaxia (reação alérgica aguda), Síndrome de Stevens-
Johnson (eritema bolhoso multiforme), necrólise epidérmica tóxica, Síndrome DRESS (erupção cutânea associada ao fármaco
com eosinofilia e sintomas sistêmicos) e púrpura de Henoch-Schönlein (forma de púrpura não trombocitopênica), a terapia com
claritromicina deve ser descontinuada imediatamente e um tratamento apropriado deve ser urgentemente iniciado.
O uso da claritromicina em conjunto com agentes hipoglicêmicos orais (medicamentos que controlam os níveis de açúcar no
sangue usados no tratamento de diabetes) tais como: nateglinida, repaglinida e rosiglitazona e/ou uso de insulina, pode causar
hipoglicemia (diminuição dos níveis de açúcar no sangue).
Seu médico deverá monitorar cuidadosamente o nível de glicose do seu sangue.
Quando a claritromicina é utilizada junto com anticoagulantes orais (medicamentos que diminuem ou evitam a formação de
coágulos no sangue, por exemplo: varfarina) há um risco sério de hemorragia e alteração de exames de controle da coagulação
[elevação do tempo de protrombina e no Índice Internacional Normalizado (do inglês International Normalized Ratio – INR)].
Seu médico deverá monitorar tempo de INR e protrombina se você estiver tomando claritromicina junto com anticoagulantes
orais.
É contraindicado o uso de claritromicina em conjunto com lovastatina ou sinvastatina, o que aumenta a concentração de
claritromicina no sangue e aumenta o risco de miopatia (doença muscular), incluindo a rabdomiólise (necrose ou desintegração
no músculo esquelético). Se o tratamento com claritromicina não puder ser evitado, a terapia com lovastatina ou sinvastatina
deve ser suspensa durante o curso do tratamento. Em situações em que o uso concomitante da claritromicina não pode ser evitado,
é recomendado que seu médico prescreva a menor dose registrada de estatina.
Tomar claritromicina ao mesmo tempo que hidroxicloroquina ou cloroquina (usadas para tratar doenças, incluindo artrite
reumatoide, ou para tratar ou prevenir a malária) pode aumentar a chance de você ter efeitos colaterais que afetam seu coração,
podendo levar à risco à vida.
A claritromicina pode aumentar o efeito dos seguintes medicamentos:
• varfarina ou qualquer outro anticoagulante, por exemplo: dabigatrana, rivaroxabana, apixabana e edoxabana (usado para diluir
o sangue). O uso concomitante pode aumentar o risco de sangramento e os testes de coagulação do sangue devem ser mais
frequentes se a claritromicina for usada ao mesmo tempo.
• lurasidona: o uso concomitante pode aumentar o nível de lurasidona em seu sangue e pode causar efeitos colaterais graves.
• lomitapida: a claritromicina pode aumentar a quantidade de lomitapida no sangue; também existe um alto risco de aumento
das transaminases (enzimas que auxiliam em diversas reações, principalmente no fígado) e devido à claritromicina aumentar a
quantidade de lomitapida no sangue.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver tomando corticosteroides administrados por via oral, por injeção ou inalados
(utilizados para ajudar a suprimir o sistema imunitário do organismo - isto é útil no tratamento de uma vasta gama de doenças).
Informe o seu médico ou farmacêutico se você/o seu filho estiver tomando, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros
medicamentos.
Gravidez e amamentação
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A segurança da utilização de claritromicina durante a gravidez e amamentação ainda não foi estabelecida, entretanto sabe-se que
a claritromicina é excretada pelo leite materno; assim, esse medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que
estejam amamentando, a não ser que o médico indique.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está
amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende
da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Uso em crianças
Não se recomenda a utilização de claritromicina, na forma farmacêutica de comprimidos, em crianças com idade inferior a 12
anos.
Uso em pacientes idosos
Não há restrições para o uso de claritromicina em idosos, desde que tenham função renal normal. Em idosos com prejuízo da
função renal, deve-se seguir as mesmas recomendações feitas para adultos jovens.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Não há informações sobre os efeitos da claritromicina na capacidade de dirigir ou operar máquinas. O potencial para tontura,
vertigem, confusão e desorientação, as quais podem ocorrer com o uso do medicamento, devem ser levados em conta antes do
paciente dirigir ou operar máquinas.
Uso em pacientes com disfunção do fígado
A claritromicina é excretada principalmente pelo fígado, devendo ser administrada com cautela em pacientes com função
hepática alterada.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames
laboratoriais periódicos para controle.
A ingestão de alimentos, pouco antes da administração dos comprimidos de claritromicina, pode atrasar ligeiramente o início da
absorção da claritromicina; entretanto, não prejudica as suas concentrações no organismo.
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio.
É importante utilizar este medicamento durante todo o tempo prescrito pelo profissional de saúde habilitado, mesmo que
os sinais e sintomas da infecção tenham desaparecido, pois isso não significa a cura. A interrupção do tratamento pode
contribuir para o aparecimento de infecções mais graves.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com claritromicina e até 47 horas após o seu término, devido
ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
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Características físicas e organolépticas do produto: Comprimido revestido, oblongo, biconvexo, branco a quase branco.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança
no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser tomado por via oral (boca).
A dose habitual de claritromicina para adultos é de um comprimido de 250 mg, por via oral, a cada 12 horas. Nas infecções mais
graves, a dose pode ser aumentada para 500 mg a cada 12 horas.
A dose máxima diária de administração do medicamento é de 1000 mg uma vez ao dia (2 comprimidos de 500 mg cada).
Para o tratamento de erradicação do H. pylori em terapia combinada, siga a prescrição do seu médico.
Como ocorre com todo tratamento com antibióticos, é importante utilizar claritromicina durante todo o tempo prescrito pelo
médico, mesmo que tenham desaparecido os sinais e sintomas da infecção. Constitui erro grave interromper a tomada do
medicamento tão logo desapareçam os sintomas, pois isso não significa cura da infecção e pode contribuir para o aparecimento
de microrganismos resistentes ao antibiótico.
A claritromicina pode ser tomada junto ou não às refeições, ou com leite.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o
tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar o medicamento, tome uma dose assim que se lembrar e fale com o seu médico. Não dobrar a
próxima dose para repor o comprimido que você esqueceu de tomar no horário certo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas mais comuns e frequentes relacionadas à terapia com claritromicina tanto na população adulta quanto
pediátrica são: náuseas, vômito, dor abdominal, diarreia e paladar alterado. Estas reações adversas geralmente são de intensidade
leve.
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- Distúrbios psiquiátricos: insônia.
- Distúrbios de sistema nervoso: disgeusia (alteração do paladar) e dor de cabeça.
- Distúrbios gastrointestinais: diarreia, vômitos, dispepsia (indigestão), náusea e dor abdominal.
- Distúrbios hepatobiliares (relacionados ao fígado): teste de função hepática anormal.
- Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: rash (erupção cutânea) e hiperidrose (suor excessivo).
Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- Infecções e infestações: candidíase, gastroenterite (inflamação da mucosa do estômago e do intestino) e infecção vaginal.
- Sistema sanguíneo e linfático: leucopenia (diminuição de leucócitos).
- Distúrbios do sistema imunológico: hipersensibilidade (alergia).
- Distúrbios nutricionais e do metabolismo: anorexia e diminuição de apetite.
- Distúrbios psiquiátricos: ansiedade.
- Distúrbios de sistema nervoso: tontura, sonolência e tremor.
- Distúrbios do ouvido e labirinto: vertigem, deficiência auditiva, tinido (zumbido).
- Distúrbios cardíacos: prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma e palpitações.
- Distúrbios do sistema respiratório, torácico e do mediastino: epistaxe (sangramento nasal).
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- Distúrbios gastrintestinais: doença do refluxo gastroesofágico, gastrite, proctalgia (dor no ânus ou no reto), estomatite
(inflamação da boca ou gengivas), glossite (inflamação da língua), constipação (prisão de ventre), boca seca, eructação (arroto),
flatulência.
- Distúrbios hepatobiliares (relacionados ao fígado): alanina aminotransferase e aspartato aminotransferase aumentadas.
- Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: prurido (coceira) e urticária.
- Distúrbios musculoesqueléticos e de tecidos conectivos: mialgia (dor muscular).
- Distúrbios gerais: astenia (fraqueza).
Reações de frequência desconhecida (reações adversas de experiências pós-comercialização, as quais não podem ser
estimadas de acordo com os dados disponíveis):
-Infecções e infestações: colite pseudomembranosa (inflamação do intestino grosso), erisipela (infecção de pele) e eritrasma
(infecção das dobras).
- Sistema sanguíneo e linfático: agranulocitose (diminuição de granulócitos) e trombocitopenia (diminuição de plaquetas).
- Distúrbios do sistema imunológico: reação anafilática (hipersensibilidade aguda), angioedema (inchaço sob a pele).
- Distúrbios nutricionais e do metabolismo: hipoglicemia (diminuição de glicose no sangue).
- Distúrbios psiquiátricos: transtorno psicótico, estado de confusão, despersonalização, depressão, desorientação, alucinações,
sonhos anormais e mania.
- Distúrbios de sistema nervoso: convulsão, ageusia (perda total de gustação), parosmia (alterações no sistema olfativo),
anosmia (perda do olfato) e parestesia (sensação anormal do corpo, tais como, dormência e formigamento).
- Distúrbios do ouvido e labirinto: surdez.
- Distúrbios cardíacos: Torsades de Pointes, taquicardia ventricular e fibrilação ventricular.
- Distúrbios vasculares: hemorragia.
- Distúrbios gastrintestinais: pancreatite aguda (inflamação aguda do pâncreas), descoloração da língua e dos dentes.
- Distúrbios hepatobiliares (relacionados ao fígado): insuficiência hepática e icterícia hepatocelular.
- Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: síndrome de Stevens-Johnson (eritema bolhoso multiforme), necrólise epidérmica
tóxica, rash (erupção cutânea) com eosinofilia e sintomas sistêmicos (Síndrome DRESS), acne, púrpura de Henoch-Schönlein
(forma de púrpura não-trombocitopênica) e Pustulose exantemática aguda generalizada (AGEP).
- Distúrbios musculoesqueléticos e de tecidos conectivos: rabdomiólise* (necrose no músculo esquelético) e miopatia (doença
no músculo).
* Em alguns relatos de rabdomiólise, a claritromicina foi administrada concomitantemente com outros medicamentos
conhecidamente associados à rabdomiólise, tais como, as estatinas, fibratos, colchicina e alopurinol.
- Distúrbios renais e urinários: insuficiência renal e nefrite intersticial (inflamação e inchaço local do tecido intersticial dos
rins).
Investigacionais:
- Índice Internacional Normalizado aumentado (do inglês International Normalized Ratio – INR), tempo de protrombina
aumentado e cor de urina anormal.
Há relatos pós-comercialização de toxicidade por colchicina quando usada juntamente com claritromicina, especialmente em
pacientes idosos e com insuficiência dos rins. Óbitos foram reportados em alguns destes pacientes.
É esperado que a frequência, o tipo e a gravidade das reações adversas em crianças sejam iguais nos adultos.
Pacientes imunocomprometidos
Em pacientes com AIDS ou outros pacientes imunocomprometidos tratados com doses mais elevadas de claritromicina durante
períodos prolongados para infecções por micobactérias, é frequentemente difícil distinguir os eventos adversos possivelmente
associados com a administração de claritromicina dos sinais da doença subjacente ou de uma doença intercorrente. Em pacientes
adultos, os eventos adversos relatados por pacientes tratados com doses totais diárias de 1000 mg de claritromicina foram:
náuseas e vômitos, alteração do paladar, dor abdominal, diarreia, eritema (vermelhidão), flatulência, dor de cabeça, constipação
(prisão de ventre), alterações da audição, elevação das transaminases (enzimas).
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Eventos adicionais de baixa frequência incluíram: dispneia (falta de ar), insônia e boca seca. Nesses pacientes
imunocomprometidos, a avaliação dos exames laboratoriais foi realizada analisando-se os valores muito fora dos níveis normais
(isto é, extremamente elevados ou abaixo do limite) para os testes especificados. Com base nesse critério, cerca de 2 a 3% dos
pacientes que receberam 1000 mg de claritromicina ao dia apresentaram níveis intensamente anormais de transaminases e
contagem anormalmente baixa de plaquetas e leucócitos. Uma porcentagem menor de pacientes também apresentou níveis
elevados de ureia nitrogenada sanguínea (BUN).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
- Sintomas: a ingestão de grandes quantidades de claritromicina pode produzir sintomas gastrointestinais.
-Tratamento: eliminação imediata do produto não absorvido e com medidas de suporte. A conduta preferível para a eliminação
é a lavagem gástrica, o mais precocemente possível. Não há evidências de que a claritromicina possa ser eliminada por
hemodiálise ou diálise peritoneal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou
bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro: .1.4107.0628
Registrado e produzido por:
Ou
Produzido por:
Laboratório Servier do Brasil Ltda.
Estrada dos Bandeirantes, n.º 4211 – B. Jacarepaguá
22775-113 - Rio de Janeiro - RJ
Registrado por:
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VENDA SOB PRESCRIÇÃO - COM RETENÇÃO DA RECEITA.
Veja como utilizar a tabela posológica:
No quadro com os pictogramas que aparece na embalagem, você ou seu farmacêutico anotam a prescrição do profissional de
saúde quanto a data de início do tratamento, as doses do medicamento, duração do tratamento e outras observações importantes.
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HISTÓRICO DE ALTERAÇÃO PARA A BULA
Número do
expediente Nome do assunto Data da
notificação/petição
Data de
aprovação da
petição
Itens alterados Versões Apresentações
relacionadas
Gerado no
momento do
peticionamento
eletrônico
GENÉRICO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
16/03/2026 Não se aplica
- O que devo saber antes de usar este medicamento?
- Dizeres legais VP Comprimidos
revestidos de
500 mg
- Advertências e precauções
- Dizeres legais VPS
0844960/25-0
GENÉRICO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
27/06/2025 27/06/2025
- Quando não devo usar este medicamento?
- O que devo saber antes de usar este medicamento? VP Comprimidos
revestidos de
500 mg
- Contraindicações
- Advertências e precauções
- Interações medicamentosas
VPS
0074428/25-0
GENÉRICO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
17/01/2025 17/01/2025
- Quando não devo usar este medicamento?
- O que devo saber antes de usar este medicamento? VP Comprimidos
revestidos de
500 mg
- Contraindicações
-. Interações medicamentosas VPS
1642140/24-4
GENÉRICO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
02/12/2024 02/12/2024
- O que devo saber antes de usar este medicamento?
- Onde, como e por quanto tempo posso guardar este
medicamento?
- Dizeres legais
VP Comprimidos
revestidos de
500 mg - Advertências e precauções
- Cuidados de armazenamento do medicamento
- Dizeres legais
VPS
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0928679/24-1
GENÉRICO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
08/07/2024 08/07/2024
- Apresentações
- Quando não devo usar este medicamento?
- O que devo saber antes de usar este Medicamento?
VP
Comprimidos
revestidos de
500 mg
- Apresentações
- Contraindicações
- Advertências e precauções
- Interações medicamentosas
VPS
0850678/23-4
GENÉRICO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
14/08/2023 14/08/2023
- Apresentações
- Dizeres legais VP Comprimidos
revestidos de
500 mg
-Apresentações
- Dizeres legais VPS
4795339/22-8
GENÉRICO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
07/10/2022 07/10/2022
- Quando não devo usar este medicamento?
- O que devo saber antes de usar este Medicamento?
- Dizeres legais
VP
Comprimidos
revestidos de
500 mg
- Contraindicações
- Advertências e precauções
- Interações medicamentosas
- Dizeres legais
VPS
2681536/22-7
GENÉRICO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
06/05/2022 06/05/2022
- Dizeres legais VP Comprimidos
revestidos de
500 mg
- Cuidados de armazenamento do medicamento
- Dizeres legais VPS
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0956382/21-2
GENÉRICO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
11/03/2021 11/03/2021
- Quando não devo usar este medicamento?
- O que devo saber antes de usar este
Medicamento?
- Quais os males que este medicamento pode me causar?
VP Comprimidos
revestidos de
500 mg - Contraindicações
- Advertências e precauções
- Reações adversas
VPS
1501164/20-0
GENÉRICO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
13/05/2020 13/05/2020
- Apresentações VP Comprimidos
revestidos de
500 mg - Apresentações VPS
0751411/20-5
GENÉRICO – Inclusão
Inicial de Texto de Bula –
RDC 60/12
12/03/2020 12/03/2020
Notificação da versão inicial de texto de bula em atendimento
a RDC 47/09 e ao Guia de Submissão Eletrônica de Texto de
Bula.
VP / VPS
Comprimidos
revestidos de
500 mg
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Especificações
| Código do Produto | 7898216361267 |
|---|---|
| Marca | PHARLAB |
| Código de Barras | 7898216361267 |
| Princípio ativo | CLARITROMICINA |
| Registro MS | 1410706280014 |
| Dosagem | 500 MG |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |