Xylestesin Com Norepinefrina 20 Mg/Ml + 0,04 Mg/Ml Solução Injetável Caixa 50 Carp Plas Opc Com 1,8 Ml Uso Profissional Laboratorio Cristalia
Vendido e entregue por Maxi
Xylestesin com norepinefrina
CLORIDRATO DE LIDOCAINA; HEMITARTARATO DE NOREPINEFRINA
Xylestesin® 2% com vasoconstritor é indicado para anestesia local em odontologia e pequenas cirurgias. A ação do medicamento é rápida, começando em menos de 2 minutos quando usado para infiltração e 2 a 4 minutos para bloqueio nervoso, com duração de anestesia de até 3¼ horas. …
Xylestesin com norepinefrina é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Xylestesin® 2% com vasoconstritor é indicado para anestesia local em odontologia e pequenas cirurgias. A ação do medicamento é rápida, começando em menos de 2 minutos quando usado para infiltração e 2 a 4 minutos para bloqueio nervoso, com duração de anestesia de até 3¼ horas. A lidocaína, substância ativa do Xylestesin®, age estabilizando a membrana neuronal e inibindo os fluxos iônicos necessários para a condução dos impulsos nervosos, proporcionando anestesia eficaz e segura.
Especificações
| Código do Produto | 7896676401950 |
|---|---|
| Marca | LABORATORIO CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676401950 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE LIDOCAINA, HEMITARTARATO DE NOREPINEFRINA |
| Registro MS | 1029803840016 |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE CONTROLADA (TEMPERATURA ATÉ 25ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | INTRAMUSCULAR |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO INJETÁVEL |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Xylestesin® com norepinefrina
(cloridrato de lidocaína monoidratado + hemitartarato de
norepinefrina monoidratada)
Solução Injetável
(Carpule)
20 mg/mL (2%) + 1:50.000
Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos Ltda.
BULA PARA O PACIENTE
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I - IDENTIFICAÇÃODO MEDICAMENTO
Xylestesin ® com norepinefrina
cloridrato de lidocaína monoidratado + hemitartarato de norepinefrina monoidratado
(1:50.000 em norepinefrina)
APRESENTAÇÃO:
Embalagem contendo 50 carpules de 1,8 mL.
USO PARENTERAL
ANESTESIA LOCORREGIONAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO COM VASOCONSTRITOR
Cada mL contém:
cloridrato de lidocaína ............................................................................................................. 20 mg*
*equivalente a 21,329 mg de cloridrato de lidocaína monoidratado
hemitartarato de norepinefrina monoidratado....................................................................... 0,04 mg*
*equivalente a 0,02 mg de norepinefrina
veículo estéril q.s.p. .................................................................................................................. 1,0 mL
Excipientes: edetato dissódico, bicarbonato de sódio, cloreto de sódio, metabissulfito de sódio,
metilparabeno e água para injetáveis.
Observação: cada carpule de Xylestesin ® 2% com norepinefrina contém 36 mg de cloridrato de
lidocaína (equivalente a 31,153 mg de lidocaína) e 0,072 mg de hemitartarato de norepinefrina
monoidratada (equivalente a 0,036 mg de norepinefrina)
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?
O Xylestesin® com norepinefrina em carpule é indicado para anestesia local em odontologia e
pequenas cirurgias.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O Xylestesin® com norepinefrina, na forma de carpule, é o anestésico odontológico mais usado
devido às suas excepcionais propriedades como latência extremamente curta, grande margem de
segurança e excelente tolerância clínica, local e sistêmica.
Quando utilizado em anestesia para infiltração em pacientes odontológicos, o tempo médio para
início de ação de Xylestesin® 2% com norepinefrina é de menos de 2 minutos, com uma duração de
aproximadamente 2 horas e meia.
Para bloqueio nervoso em pacientes odontológicos, o tempo para início de ação de Xylestesin® 2%
com norepinefrina é em média de 2 a 4 minutos, com uma duração de 3 a 3 ¼ horas.
A lidocaína, substância ativa do Xylestesin® , é um anestésico local que age estabilizando a
membrana neuronal por inibição dos fluxos iônicos necessários para o início e a condução dos
impulsos nervosos.
Hemodinâmica
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O efeito depressor direto do agente anestésico local nos vários componentes do sistema
cardiovascular e/ou a ação estimulante da epinefrina (quando presente) nos receptores beta-
adrenérgicos podem causar mudanças no ritmo cardíaco, na resistência periférica total e na pressão
arterial resultantes de níveis sanguíneos excessivos.
Farmacocinética e Metabolismo
A lidocaína é completamente absorvida após administração parenteral, sendo que o índice de
absorção depende de vários fatores, tais como, local da administração e a presença ou não de um
agente vasoconstritor.
A ligação da lidocaína a proteínas plasmáticas depende da concentração do fármaco, sendo que a
fração ligada diminui com o aumento da concentração. Em concentrações de 1 a 4 μg de base livre
por mL, 60% a 80% de lidocaína liga-se às proteínas. A ligação também depende da concentração
plasmática da alfa-1-glicopreteína ácida.
A lidocaína atravessa as barreiras cerebral e placentária, possivelmente por difusão passiva.
Sua metabolização ocorre rapidamente pelo fígado; o fármaco inalterado e seus metabólitos são
excretados pelos rins.
Aproximadamente 90% da lidocaína administrada é excretada na forma de vários metabólitos e
menos que 10% são excretadas inalterada.
A meia-vida de eliminação da lidocaína após injeção intravenosa em bolus ocorre entre 1,5 e 2,0
horas. Justamente pelo seu rápido índice de metabolização, qualquer condição que afete a função do
fígado poderá alterar a cinética da lidocaína.
A meia-vida poderá ser prolongada em dobro, ou mais, em pacientes com disfunção hepática.
As disfunções renais não afetam a cinética da lidocaína, porém podem aumentar o acúmulo de
metabólitos.
Os fatores como acidose e o uso de estimulantes e depressores do SNC afetam os níveis de
lidocaína no SNC, necessários para produzir efeitos sistêmicos evidentes. As manifestações
adversas tornam-se aparentes com o aumento dos níveis plasmáticos venosos acima de 6 μg de base
livre por mL.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Hipersensibilidade aos anestésicos locais do tipo amida ou aos outros componentes da fórmula. A
norepinefrina é contraindicada em pacientes com tireotoxicose (excesso de hormônio tireoidiano
seja produzido pela glândula tireoide ou não) ou doença cardíaca grave, particularmente quando a
taquicardia está presente. Deve-se evitar o uso de norepinefrina em anestesias nas áreas do corpo
supridas por artérias finais ou com comprometimento do suprimento sanguíneo como dedos, nariz,
ouvido externo, pênis etc.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Dentistas que utilizam anestésicos locais devem ser conhecedores do diagnóstico e manejo das
emergências que possam surgir da sua utilização. Equipamento de ressuscitação, oxigênio e
outros fármacos para ressuscitação devem estar disponíveis para uso imediato.
Para minimizar o risco de injeção intravascular, deve ser feita aspiração antes da solução de
anestésico local ser injetada. A agulha deve ser reposicionada até não haja retorno de sangue
provocado por aspiração. Contudo, a ausência de sangue na seringa não assegura que a injeção
intravascular será evitada.
Procedimentos com anestésicos locais devem ser realizados com precaução em caso de sepse e/ou
inflamação no local da injeção.
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Xylestesin 2% com norepinefrina contém metabissulfito de sódio, o qual pode causar reações
alérgicas tais como choque anafilático, crise asmática e urticária (reação cutânea alérgica,
acompanhada de prurido intenso). A sensibilidade ao sulfito é observada com mais frequência em
pessoas asmáticas.
A lidocaína é capaz de causar metahemoglobinemia (síndrome clínica causada pelo aumento da
concentração de metemoglobina no sangue; forma da hemoglobina incapaz de ligar-se ao oxigênio).
Os sintomas relacionados a esta desordem incluem cianose (caracterizada por coloração azulada)
das unhas e lábios, fadiga e fraqueza. Se a metahemoglobinemia não responder a administração de
oxigênio, é recomendado administrar de 1 a 2 mg/kg de azul de metileno ao longo de 5 minutos.
Deve-se ter cautela ao administrar lidocaína com vasoconstritor em pacientes com doença cardíaca
isquêmica, choque grave, bloqueio cardíaco, função cardiovascular prejudicada ou doença hepática.
Pacientes com doença hepática tem um risco maior de desenvolver concentrações plasmáticas
tóxicas, devido a sua inabilidade de metabolizar normalmente os anestésicos locais.
A eficácia e segurança da lidocaína dependem da dose e técnica corretas, precauções adequadas e
prontidão para manejo das emergências.
Deve ser utilizada a menor dose de lidocaína que resulta em anestesia efetiva para evitar altos níveis
plasmáticos e reações adversas graves. Doses repetidas de lidocaína podem causar aumento
significativo dos níveis sanguíneos com cada dose repetida devido ao acúmulo lento do fármaco ou
seus metabólitos. A tolerância a níveis sanguíneos elevados varia com a condição do paciente.
Doses reduzidas devem ser administradas a pacientes debilitados, idosos e crianças de acordo com
sua idade e condição física.
Se forem utilizados sedativos para reduzir a apreensão do paciente, doses reduzidas de Xylestesin ®
2% com vasoconstritor devem ser usadas, já que os anestésicos locais, como sedativos, são
depressores do sistema nervoso central, que em combinação podem ter um efeito aditivo.
Anestésicos locais com vasoconstritor devem ser usados com cautela nas áreas do corpo supridas
por artérias finais ou com comprometimento do suprimento sanguíneo e também em pacientes que
receberam anestésicos gerais potentes, devido ao risco de arritmia cardíaca. Pacientes com doença
vascular periférica e doença vascular hipertensiva devem ter uma resposta vasoconstritora
exagerada, podendo resultar em lesão isquêmica e necrose.
Os sinais vitais cardíacos e respiratórios e o estado da consciência do paciente devem ser
monitorados após a administração do anestésico local. O clínico deve estar atento aos possíveis
sinais e sintomas de toxicidade do sistema nervoso central (ver item “10. SUPERDOSE”).
Muitos medicamentos usados durante a condução da anestesia são considerados agentes potenciais
para desencadear hipertermia maligna familiar (desordem caracterizada por taquicardia, rigidez
muscular e aumento da temperatura corporal). Uma vez que não se sabe se os anestésicos locais do
tipo amida podem desencadear esta reação, e uma vez que a necessidade de anestesia geral
complementar não pode ser prevista com antecedência, sugere-se que um protocolo padrão para
manejo desta doença deva estar disponível. O resultado bem-sucedido é dependente de diagnóstico
precoce, rápida interrupção do agente desencadeante e tratamento imediato, incluindo a terapia de
oxigênio, dantroleno e outras medidas de suporte.
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Uso nas regiões da cabeça e pescoço
Pequenas doses injetadas de anestésico local em regiões da cabeça e pescoço, incluindo bloqueio
retrobulbar, dental e gânglio estrelado, podem produzir reações adversas similares à toxicidade
sistêmica observada com injeções intravasculares não intencionais de grandes doses. Confusão,
convulsão, depressão respiratória e/ou parada respiratória e estimulação ou depressão
cardiovascular têm sido relatados. Estas reações podem ser causadas devido a injeção intra-arterial
do anestésico local. Os pacientes que recebem estes bloqueios devem ter sua circulação e
respiração monitoradas e serem constantemente observados. Equipamento de ressuscitação e
pessoal treinado para tratamento das reações adversas devem estar imediatamente disponíveis.
Informações ao paciente
O paciente deve ser informado sobre a possibilidade de perda temporária da sensação e função
muscular após infiltração ou injeções de bloqueio nervoso.
É recomendado que o dentista oriente o paciente a ter cautela para evitar trauma acidental nos
lábios, língua, mucosa das bochechas ou palato mole quando esses locais são anestesiados. A
ingestão de comida deve ser adiada até o retorno das funções normais. O paciente deve ser
orientado a consultar o dentista se a anestesia persistir ou se desenvolver erupção cutânea.
Alterações de exames laboratoriais
A injeção intramuscular de lidocaína pode resultar no aumento do nível de creatinina fosfoquinase.
Portanto, o uso da determinação desta enzima sem separação da isoenzima, como teste de
diagnóstico para a presença de infarto agudo do miocárdio, pode ficar comprometido pela injeção
intramuscular de lidocaína.
Carcinogênese, Mutagênese e Diminuição da Fertilidade
Não foram conduzidos estudos de lidocaína em animais para avaliar seu potencial carcinogênico e
mutagênico.
A lidocaína atravessa a placenta, contudo não está associada com aumento do risco de
malformações fetais. Em estudos com animais, a lidocaína não foi teratogênica. No entanto, devido
à falta de informações em humanos, a lidocaína deve ser utilizada em gestantes apena se o benefício
potencial ultrapassar o risco para o feto.
Gravidez
Categoria de risco na gravidez: B
Os estudos de reprodução têm sido realizados em ratos com doses até 6,6 vezes maiores que a dose
humana e não revelaram evidências de danos ao feto causados pela lidocaína. Entretanto, não
existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas.
Os estudos em reprodução animal nem sempre são úteis para reproduzir as respostas humanas.
Considerações gerais devem ser levadas em conta antes da administração da lidocaína em mulheres
com potencial de gravidez, especialmente aquelas em início de gravidez quando ocorre a
organogênese máxima.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Lactação
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A lidocaína é excretada pelo leite materno, mas em pequenas quantidades e, geralmente, não há
risco de afetar a criança quando utilizada nas doses terapêuticas. Contudo, é recomendado cautela
ao utilizar o fármaco em mulheres que estão amamentando.
Embora alguma quantidade de lidocaína apareça no leite materno após administração intravenosa, a
concentração não é considerada farmacologicamente significativa. Qualquer quantidade encontrada
no leite materno é ainda mais reduzida pela baixa biodisponibilidade oral ao lactente.
O uso desse medicamento não interfere no aleitamento do bebê. Uso compatível com o
aleitamento ou doação de leite humano
Uso Pediátrico
As doses na população pediátrica devem ser reduzidas, de acordo com a idade, peso e condição
física do paciente.
Uso em Idosos
Pacientes idosos são especialmente sensíveis aos efeitos de anestésicos parenterais locais. Por esta
razão, possuem maior probabilidade de desenvolverem efeitos adversos.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com Lidocaína devido ao dano
que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
Interações Medicamentosas
A lidocaína deve ser usada com cuidado em pacientes tratados com antiarrítmicos, como a
tocainida, pois os efeitos tóxicos são aditivos, bem como em pacientes usando betabloqueadores,
cimetidina e digitálicos. As soluções que contém norepinefrina devem ser usadas com extremo
cuidado em pacientes recebendo inibidores da monoaminoxidase (MAO) ou antidepressivos
tricíclicos, pois podem provocar hipertensão ou hipotensão prolongada.
O uso concomitante de fármacosvasopressores e fármacos ocitócicos do tipo ergot (fármacoobtido a
partir de um fungo, Claviceps purpurea.) pode causar hipertensão grave persistente ou acidentes
cerebrovasculares.
Fenotiazínicos e butirofenonas podem reduzir ou reverter o efeito pressor da norepinefrina.
Arritmias cardíacas graves podem ocorrer se preparações contendo um vasoconstritor, como a
norepinefrina, são empregadas durante ou após a administração de anestésicos inalatórios como
halotano e ciclopropano.
O uso concomitante de fármacos contendo um vasoconstritor como a norepinefrina, com um agente
betabloqueador adrenérgico (ex: propranolol, timolol) pode resultar em hipertensão dose
dependente e bradicardia com possível bloqueio cardíaco.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente controlada, entre 15 e 25ºC,
protegido da luz.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
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Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem
original.
Características físicas e organolépticas:
Solução incolor, límpida e isenta de partículas estranhas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de
validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A dose de Xylestesin® 2% com norepinefrina depende da condição física do paciente, da área da
cavidade oral que será anestesiada, da vascularidade dos tecidos orais e da técnica anestésica
utilizada. O menor volume de solução que resulta em anestesia eficaz deve ser administrado e deve
haver tempo entre as injeções para observar se o paciente manifesta alguma reação adversa.
Posologia para anestesia terminal
Adultos
Bloqueio: 1,5 a 1,8 mL
Cirurgia: 3 a 5 mL
Dose máxima permitida: 7mg/kg (limite máximo de 14 carpules)
Se ocorrerem sintomas tóxicos leves, a injeção deve ser interrompida imediatamente.
Crianças
A dose deve ser individualizada de acordo com o peso e idade da criança. Não ultrapassar a dose
máxima permitida de 7 mg/kg.
A dose deve ser reduzida em idosos, pacientes debilitados e em pacientes com cardiopatias e
hepatopatias.
Este medicamento deve ser aplicado por médico ou cirurgião-dentista, com o uso de agulhas
estéreis, que devem ser adquiridas separadamente. As agulhas são específicas para cada
técnica anestésica. O tipo de agulha e o modo de aplicação serão definidos pelo profissional
responsável.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
Uma vez que este medicamento é administrado por um profissional da saúde em ambiente
hospitalar não deverá ocorrer esquecimento do seu uso.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-
dentista.
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8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reação muito comum (>1/10): eritema e petéquias
Reação comum (>1/100 e <1/10): edema, contusão, sangramento no local da aplicação, dor no local
da aplicação, prurido, náuseas, cefaleia postural, tremores e vômitos.
Reação incomum (>1/1.000 e <1/100): lesão do nervo periférico, tontura, depressão respiratória.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
Sinais e Sintomas
Se sinais da toxicidade sistêmica aguda aparecerem, a injeção do anestésico local deve ser
interrompida imediatamente.
Sintomas como inquietação, ansiedade, tontura, visão borrada, tremores, depressão ou sonolência
são possíveis indicadores de toxicidade do sistema nervoso central.
Emergências são geralmente relacionadas a altos níveis plasmáticos encontrados durante o uso
terapêutico de anestésicos locais ou devido a injeção intratecal inadvertida de uma solução de
anestésico local.
Tratamento
A primeira consideração é a prevenção, acompanhada de monitoramento cuidadoso e constante dos
sinais vitais cardiovasculares e respiratórios do paciente e do seu estado de consciência após cada
injeção de anestésico local. Ao primeiro sinal de mudança, deve ser administrado oxigênio.
Para o manejo das convulsões, deve-se manter as vias aéreas desobstruídas, ou controlar a
respiração com oxigênio e um sistema capaz de permitir a pressão positiva imediata das vias
respiratórias utilizando máscara. Se as convulsões persistirem apesar do suporte respiratório
adequado, devem ser administrados diazepam intravenoso 0,1 mg/kg ou tiopental sódico 1-3 mg/kg.
Considerando que o tratamento pode também causar depressão respiratória, os meios de
manutenção ou controle da ventilação devem estar disponíveis. O tratamento de suporte da
depressão circulatória pode requerer a administração de fluidos intravenosos e, quando apropriado,
um vasopressor conforme situação clínica.
Se não forem tratadas imediatamente, tanto as convulsões como a depressão cardiovascular podem
resultar em hipóxia, acidose, bradicardia, arritmias e parada cardíaca. Se ocorrer parada cardíaca,
devem ser instituídas medidas padrão de ressuscitação cardiopulmonar.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro
médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001,
se você precisar de mais orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0298.0384
Farmacêutico Responsável: Dr. José Carlos Módolo - CRF-SP N.º 10.446
Registrado e Produzido por:
CRISTÁLIA – Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
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Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira-SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 19 18
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 26/03/2026.
RM_0384_01-1
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Anexo B
Histórico de alteração da bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
expediente Assunto Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS) Apresentações relacionadas
26/03/2026 Pendente
12268 - Notificação da alteração de
rotulagem - Adequação à RDC nº
768/2022
- - - - Adequações conforme RDC 768/22. VP e VPS 50 CARP X 1,8 ML
09/03/2021 0925242218 10450 – SIMILAR - Notificação de
alteração de texto de bula – RDC 60/12 - - - - 9. Reações Adversas (VigiMed) VPS 50 CARP X 1,8 ML
02/06/2020 1744372/20-5 10450– SIMILAR - Notificação de
Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 - - - - 9. Reações Adversas VPS 50 CARP X 1,8 ML
17/04/2020 1176626/20-3 10450– SIMILAR - Notificação de
Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 - - - - I – Identificação do medicamento VP e VPS 50 CARP X 1,8 ML
-- 10 of 12 --
10/08/2018 0791267/18-6 10450– SIMILAR - Notificação de
Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 - - - - I – Identificação do medicamento VPS 50 CARP X 1,8 ML
40 EST CARP X 1,8 ML
25/11/2016 2525969/16-5 10450– SIMILAR - Notificação de
Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 - - - -
Todos os itens foram adequados
devido ao desmembramento das
bulas de Xylestesin® com
vasoconstritor e sem vasoconstritor
referente à apresentação carpule.
Além disso, para os itens abaixo
houve alteração de informações
técnicas
.
I – Identificação do Medicamento
2. Resultados de eficácia
3. Características farmacológicas
5. Advertências e precauções
6. Interações medicamentosas
8. Posologia e modo de usar
9. Reações adversas
10. Superdose
VPS 50 CARP X 1,8 ML
40 EST CARP X 1,8 ML
09/02/2015 0121533/15-7 10450– SIMILAR - Notificação de
Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 - - - - 3. Características farmacológicas
8. Posologia VPS
COM VASO:
50 CARP X 1,8 ML
SEM VASO:
50 CARP X 1,8 ML
10/07/2014 0548611/14-4 10450– SIMILAR - Notificação de
Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 - - - - 2.Resultados de Eficácia
9.Reações Adversas VPS
COM VASO:
50 CARP X 1,8 ML
SEM VASO:
50 CARP X 1,8 ML
-- 11 of 12 --
26/06/2014 0503005/14-6 10457 - SIMILAR - Inclusão Inicial de
Texto de Bula – RDC 60/12 - - - - Todos os itens foram alterados para
adequação à RDC 47/09 VP e VPS
COM VASO:
50 CARP X 1,8 ML
SEM VASO:
50 CARP X 1,8 ML
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Especificações
| Código do Produto | 7896676401950 |
|---|---|
| Marca | LABORATORIO CRISTALIA |
| Código de Barras | 7896676401950 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE LIDOCAINA, HEMITARTARATO DE NOREPINEFRINA |
| Registro MS | 1029803840016 |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE CONTROLADA (TEMPERATURA ATÉ 25ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | INTRAMUSCULAR |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO INJETÁVEL |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |